URGENTE: DOJ apaga novamente arquivos de Epstein — e eles implicam diretamente Trump
Pela segunda vez em apenas três dias, o Departamento de Justiça dos EUA removeu de seu próprio site arquivos importantes relacionados a Jeffrey Epstein.
Os arquivos não eram menores. E não eram obscuros.
Eram explosivos, com alegações de que Trump media o aperto das partes íntimas de meninas pequenas. Salvamos tudo antes que fossem apagados. Veja os trechos destacados em amarelo abaixo.
Ambos os documentos continham acusações gráficas envolvendo Donald Trump, ligadas às chamadas festas “Calendar Girls” em Mar-a-Lago — eventos que não foram inventados do nada, mas parcialmente corroborados anos atrás por uma investigação do New York Times de 2016.
Agora, esses arquivos desapareceram.
O que foi apagado
Os dois arquivos hospedados pelo DOJ que sumiram são:
Ambos os links agora retornam erros de arquivo inexistente, apesar de terem estado acessíveis publicamente.
Esses documentos incluíam relatos em primeira pessoa descrevendo abusos envolvendo meninas menores de idade, com Trump citado diretamente em conexão com eventos organizados por Epstein.
Os trechos destacados, agora deletados, faziam referência a festas “Calendar Girls” em Mar-a-Lago, alegando que garotas jovens eram levadas por Epstein e que Trump teve um papel no que ocorreu ali.
Por que o detalhe das “Calendar Girls” importa
Aqui está a parte que torna as exclusões impossíveis de ignorar.
Em 2016, o New York Times publicou uma reportagem detalhando como Donald Trump sediou uma competição de “calendar girls” em Mar-a-Lago em 1992, organizada por George Houraney a pedido de Trump.
Segundo o Times, Houraney recordou que, quando as competidoras chegaram, os únicos convidados presentes eram Trump e Jeffrey Epstein.
Esse detalhe importa porque os arquivos do DOJ agora apagados mencionavam de forma independente festas “Calendar Girls” em Mar-a-Lago, criando uma sobreposição perturbadora entre reportagens históricas documentadas e alegações posteriormente preservadas em registros federais.
O DOJ não apagou apenas acusações anônimas. Apagou material que se cruzava com fatos já reportados anteriormente.
Apagar não é transparência
Para deixar claro, as acusações nesses arquivos não foram julgadas em tribunal. Mas é exatamente por isso que sua remoção é tão alarmante.
Apagar registros não é o mesmo que refutá-los.
Quando o governo remove silenciosamente arquivos que citam um ex-presidente — e possivelmente futuro presidente —, especialmente arquivos ligados a um dos casos de tráfico sexual mais notórios da história moderna, surge uma pergunta simples:
O que exatamente está sendo protegido aqui?
O DOJ não ofereceu nenhuma explicação pública sobre por que esses arquivos foram removidos, por que isso aconteceu duas vezes em três dias, ou se eles serão restaurados.
Até lá, o silêncio fala alto.
E, mais uma vez, o caso Epstein nos deixa com menos respostas — e menos registros — do que tínhamos antes.