Foi superfaturado. Contrataram, sem licitação, um sujeito que tinha contribuído para a campanha do Bosta Laranja.
Como se não bastasse a devastação feita na e em volta da Casa Branca.
Foi superfaturado. Contrataram, sem licitação, um sujeito que tinha contribuído para a campanha do Bosta Laranja.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/t ... -ira.shtmlTrump colocou seus interesses acima de tudo no acordo com o Irã
Presidente americano aceitou a negociação por receio de inflação e derrota republicana nas eleições
Documento não exige que Teerã interrompa desenvolvimento de mísseis e prevê US$ 300 bilhões para reconstrução
(Hoje no Mundo Militar)O problema, para Trump, é que ele está tentando criar uma narrativa que pareça positiva para os EUA, como foi essa de que os ativos descongelados do Irã serão usados para comprar comida de agricultores americanos, ajudando a impulsionar a economia dos EUA. O problema é que, poucas horas depois, o Irã sempre aparece desmentindo essas narrativas, deixando Trump "pendurado".
(Hoje no Mundo Militar)
O NY Post, o jornal favorito de Donald Trump, também criticou alguns pontos do memorando de entendimento assinado com o Irã, destacando a liberação da venda de petróleo iraniano que resultará em uma receita estimada em $10 bilhões de dólares para os cofres do regime de Teerã, uma receita que, como destacou o jornal, foi liberada antes do Irã se comprometer formalmente com um novo acordo nuclear.
#hojenomundomilitar
(Recurso “Resuma o Vídeo” do Google Gemini)O vídeo, apresentado pelo Professor HOC, analisa um polêmico pré-acordo assinado entre os Estados Unidos e o Irã, discutindo as implicações geopolíticas, os riscos e as motivações por trás dessa guinada na política externa do governo Trump.
Pontos principais do vídeo:
A natureza do acordo: Trata-se de um memorando de intenções que prevê um período de 60 dias para negociações definitivas. O autor questiona a mudança súbita de postura do governo americano em relação ao regime iraniano (02:04 - 03:37).
Benefícios financeiros para o Irã: O acordo pode render quase meio trilhão de dólares ao Irã, combinando um fundo de reconstrução, liberação de sanções e a retomada da exportação de petróleo. O Professor HOC argumenta que esse montante pode ser utilizado para rearmamento e o programa nuclear (04:43 - 07:37).
O programa nuclear e a segurança regional: O autor defende que o programa nuclear iraniano não está sendo tratado de forma eficaz e que o regime continuará buscando a bomba atômica como garantia de sobrevivência (07:38 - 10:19).
Israel e o Hezbollah: O acordo impõe restrições que tentam impedir Israel de atacar o Hezbollah no Líbano. O autor ressalta que Israel, sendo um país soberano, dificilmente aceitará subordinar sua segurança nacional aos termos deste acordo (10:20 - 13:48).
A questão do Estreito de Ormuz: O acordo visa a reabertura do estreito, mas o Irã pretende manter um esquema de cobrança de pedágio em conjunto com Omã, o que afeta a livre navegação global (13:51 - 16:34).
Análise militar e política: O Professor HOC conclui que os EUA não perderam a capacidade militar, mas falharam politicamente por falta de "estômago" ou disposição da liderança para assumir riscos. Isso é visto como um sinal de fraqueza perante ditaduras, fortalecendo a percepção de que a opinião pública americana tem baixa tolerância para conflitos (16:35 - 22:39).
O papel de J.D. Vance: O autor explora a influência de J.D. Vance na política externa isolacionista e especula se Trump estaria dando espaço para que o vice se exponha ou se o próprio movimento MAGA está mudando de rumo (23:48 - 26:48).
Huxley escreveu: ↑Seg, 15 Junho 2026 - 13:16 pmComo sempre, repetindo as mesmas baboseiras que já foram respondidas. Não foi uma folha impressa, sem assinatura e analisada isoladamente, que embasou a condenação de Jair Bolsonaro. Bolsonaro se reuniu com os chefes das Forças Armadas para discutir o conteúdo da chamada minuta e confirmou isso em depoimento à Justiça. Segundo os relatos apresentados no processo, ele pressionou um dos comandantes a aderir ao plano e só recuou após ser alertado sobre a possibilidade de prisão caso insistisse em uma medida ilegal. O assédio aos comandantes militares por integrantes do alto escalão do bolsonarismo teria continuado mesmo após as recusas dos comandantes. Além disso, o general Mário Fernandes deixou registrado em mensagens que Jair Bolsonaro tinha conhecimento do chamado plano Punhal Verde e Amarelo e teria dado algum tipo de aval à iniciativa. Reação sua ao ver esses fatos? Fechar os olhos e tapar os ouvidos.Arcanjo Lúcifer escreveu: ↑Seg, 15 Junho 2026 - 12:25 pmGezuis, a prova do gópi verde e amarelo é uma folha impressa sem nomes ou assinaturas e sua fonte é o Petezaldo e um bando de jornalistas piolhentos?![]()
Palermice no bolsonarismo é fato, não prova de inocência. Flávio Bolsonaro é tão idiota que, mesmo com o risco de ser grampeado, disse isso a Daniel Vorcaro às vésperas da prisão dele: “Irmão, estou e estarei contigo sempre”. Ele achou isso pouco e ainda foi visitar o bandido na cadeia. Segundo o delírio argumentativo típico dos bolsonaristas, isso seria evidência de inocência jurídica.Arcanjo Lúcifer escreveu: ↑Seg, 15 Junho 2026 - 12:25 pm
Então tá, faltou o táxi e o pessoal desistiu.![]()
Os depoimentos e áudios dos comandantes das Forças Armadas, de Jair Bolsonaro e do general Mário Fernandes não são invenções de jornalistas. Eles fazem parte dos fatos e das provas que vieram a público. Essa é uma realidade que você se recusa a reconhecer. A verdade dói.Arcanjo Lúcifer escreveu: ↑Seg, 15 Junho 2026 - 12:25 pmIncrível como o bando de piolhentos nem se preocupa mais em inventar algo que seja minimamente racional
O cara era presidente, se quisesse o tal gópi o faria enquanto estava no cargo, então oito dias depois de DEIXAR o cargo aparece aquela invasão do Palácio do Assalto em que milagrosamente sumiram com quase todas as imagens do dia.Como sempre, repetindo as mesmas baboseiras que já foram respondidas. Não foi uma folha impressa, sem assinatura e analisada isoladamente, que embasou a condenação de Jair Bolsonaro. Bolsonaro se reuniu com os chefes das Forças Armadas para discutir o conteúdo da chamada minuta e confirmou isso em depoimento à Justiça. Segundo os relatos apresentados no processo, ele pressionou um dos comandantes a aderir ao plano e só recuou após ser alertado sobre a possibilidade de prisão caso insistisse em uma medida ilegal. O assédio aos comandantes militares por integrantes do alto escalão do bolsonarismo teria continuado mesmo após as recusas dos comandantes. Além disso, o general Mário Fernandes deixou registrado em mensagens que Jair Bolsonaro tinha conhecimento do chamado plano Punhal Verde e Amarelo e teria dado algum tipo de aval à iniciativa. Reação sua ao ver esses fatos? Fechar os olhos e tapar os ouvidos.
Em compensação existem centenas de grampos envolvendo petistas com criminosos do PCC que são solenemente ignoradas.Palermice no bolsonarismo é fato, não prova de inocência. Flávio Bolsonaro é tão idiota que, mesmo com o risco de ser grampeado, disse isso a Daniel Vorcaro às vésperas da prisão dele: “Irmão, estou e estarei contigo sempre”. Ele achou isso pouco e ainda foi visitar o bandido na cadeia. Segundo o delírio argumentativo típico dos bolsonaristas, isso seria evidência de inocência jurídica.
O Dilmão fez exatamente a mesma coisa antes de levar um chute naquela bunda gorda e enrugada mas ninguém disse que era crime.Os depoimentos e áudios dos comandantes das Forças Armadas, de Jair Bolsonaro e do general Mário Fernandes não são invenções de jornalistas. Eles fazem parte dos fatos e das provas que vieram a público. Essa é uma realidade que você se recusa a reconhecer. A verdade dói.
“Se quisesse o tal golpe o faria”?! Querer não é poder. E o próprio Jair Bolsonaro reconheceu isso em declaração pública. Em seu interrogatório no STF em 2025, Bolsonaro reconheceu que houve discussões sobre formas de contestar o resultado da eleição, mas afirmou que não havia “clima” nem apoio das Forças Armadas para qualquer ruptura institucional: https://www.opovo.com.br/noticias/polit ... clima.htmlArcanjo Lúcifer escreveu: ↑Sáb, 27 Junho 2026 - 10:23 am
O cara era presidente, se quisesse o tal gópi o faria enquanto estava no cargo,
Mais uma vez repetindo ad nauseum a mesma baboseira. A tentativa bolsonarista de golpe de Estado aconteceu em 2022, não em 2023. O movimento de 8 de janeiro de 2023 foi apenas uma balbúrdia. Balbúrdia não é tentativa de golpe de Estado.Arcanjo Lúcifer escreveu: ↑Sáb, 27 Junho 2026 - 10:23 am
então oito dias depois de DEIXAR o cargo aparece aquela invasão do Palácio do Assalto em que milagrosamente sumiram com quase todas as imagens do dia.
Porque esse ministro não está preso? Prenderam um oficial que estava de férias no dia mas não prenderam o general que levou invasores para fazer turismo no prédio.
Mais explicito que todo o processo é uma fraude só se fizer como meu professor de matemática dizia "Só se enrolar a apostila e enfiar no rabo do aluno!" mas no caso aqui é um pen drive com as imagens.
O texto acima é totalmente desconexo com o texto da citação minha que foi respondida.Arcanjo Lúcifer escreveu: ↑Sáb, 27 Junho 2026 - 10:23 am
Em compensação existem centenas de grampos envolvendo petistas com criminosos do PCC que são solenemente ignoradas.
Então, se Dilma em 2016 fez exatamente tudo o que Jair Bolsonaro fez em 2022 e que levou à sua condenação por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, isso inocentaria o ex-presidente? Ora, isso é um caso clássico de falácia whataboutism.Arcanjo Lúcifer escreveu: ↑Sáb, 27 Junho 2026 - 10:23 amO Dilmão fez exatamente a mesma coisa antes de levar um chute naquela bunda gorda e enrugada mas ninguém disse que era crime.
É crime ou não é? Ela cometeu um crime?