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Área destinada à discussão sobre Laicismo e Política e a imparcialidade do tratamento do Estado às pessoas.
Discussões sobre economia e sistemas econômicos também se encontram aqui.
Europeus envolvidos no escândalo começarão a responder judicialmente, uma vez que governos de países europeus já anunciaram investigações independentes sobre os arquivos Epstein (como França e Polônia, por exemplo).
Ainda na Europa, o Prince Andrew (Reino Unido) perdeu títulos e uma mansão, além de ter firmado um acordo civil. Peter Mandelson (Reino Unido) foi demitido e está sob investigação. Miroslav Lajčák (Eslováquia) renunciou. Thorbjorn Jagland (Noruega) enfrenta um inquérito por corrupção, e Mona Juul (Noruega) foi suspensa do cargo de embaixadora.
Por outro lado, adivinhem quem ainda está blindado? Gente trumpista que manteve conversas frequentes ou realizou reuniões com Jeffrey Epstein, inclusive depois de sua condenação por crimes sexuais em 2008.
Lista provisória
PS- e aí vão dizer, e o Clinton ? Trump eh o presidente e sua ministra da Justiça maneja as investigações. Em todas as partes, gente enrolada no escândalo está começando a pagar o preço. A grande exceção é o entorno do governo Trump
Na realidade, o maravilhoso Japão é um sonho febril comunitarista e centrado no grupo: eles tiveram quase 100% de adesão ao uso de máscaras (voluntariamente!), uma das maiores taxas do mundo de vacinação com mRNA e outras vacinas, e absolutamente zero energia de “Segunda Emenda” — possuir uma arma de fogo é literalmente um sonho impossível.
Os japoneses sempre usaram máscaras. Não por medo se contaminarem, mas sim quando estão gripados e não querem contaminar os outros.
Aqui no Brasil, os imbecis espirram em público na maior, sem nem tentar proteger com as mãos.
Sim, a informação procede com base em relatórios recentes. O DHS emitiu centenas de intimações a Google, Meta e Reddit para revelar dados pessoais (como nomes, e-mails e telefones) de usuários críticos ao ICE, e as empresas cumpriram algumas delas, segundo fontes como Mashable e The Verge.
URGENTE: A CBS se recusou a exibir esta entrevista de Colbert com o democrata James Talarico, que está concorrendo ao Senado no Texas, após se sentir intimidado pelas regras da FCC de Trump.
Trump está preocupado que os democratas estejam prestes a virar o Texas.
No agregado de pesquisas de Nate Silver, Trump, em seu auge de segundo mandato, atingiu uma aprovação de 52,4%. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2026, sua taxa de aprovação chegou à mínima histórica do segundo mandato: 40,5%. Veja: https://www.natesilver.net/p/trump-appr ... r-bulletin
As ações de restituição vão infernizar o governo Trump agora? Com a Suprema Corte decretando o fim do tarifaço unilateral, Ditadornald não dispõe mais de um certo mecanismo de decreto ditatorial de coerção internacional.
Se é assim, como Trump pode anunciar uma tarifa de importação global de 10% logo depois disso? A resposta é que Trump está tentando usar outras bases legais (Seções 122 e 301) para justificar novas tarifas, mesmo após a Suprema Corte ter limitado seu poder sob a IEEPA. E é provável que essa nova tarifa de 10% seja contestada novamente nos tribunais.
Por 6 votos a 3, a Suprema Corte dos EUA decidiu que o presidente Trump violou a lei ao distribuir tarifas comerciais pelo mundo. Segundo a Corte, impor tarifas só pode ser feito por intermédio do Congresso e não unilateralmente pelo presidente.
O que isso significa? O governo dos EUA terá de devolver os valores arrecadados? Como ficam as taxas impostas a países como o Brasil?
A decisão da Suprema Corte, que declarou as tarifas de Trump como sendo ilegais, leva à suspensão imediata de todas as tarifas impostas por Trump contra praticamente todos os países do mundo, como China, Canadá e Brasil, e os valores que foram cobrados deverão ser devolvidos, um processo que poderá levar longos meses e que promete afetar ainda mais o gigantesco déficit dos EUA. Portanto, a partir de hoje, as tarifas que Trump impôs para produtos brasileiros exportados para os EUA deixam de ser cobradas.
Mas atenção, apenas as tarifas no âmbito da IEEPA é que foram anuladas (aquelas que Trump costuma anunciar de tempos em tempos), com as tarifas específicas no âmbito de outras leis, como para o aço e alumínio, permanecendo em vigor.
Com essa decisão, o presidente Trump não poderá usar mais as tarifas como "arma", como vinha fazendo até agora, como quando ameaçou impor tarifas sobre os países europeus que levantaram barreiras contra a sua vontade de anexar a Groenlândia, ou como quando aumentou as tarifas para a Suíça por não ter gostado da forma como o governo suíço falou com ele.
A taxa de crescimento do PIB dos Estados Unidos desacelerou de 2,8% em 2024 (último ano do mandato presidencial de Joe Biden) para 2,2% em 2025 (primeiro ano do segundo mandato presidencial de Donald Trump).
Mais uma notícia econômica ruim na conta do Laranjão. Ainda assim, seus baba-ovos vão continuar fazendo oba-oba em cima de quase nada.
ÚLTIMA HORA: O crescimento do PIB dos EUA no 4º trimestre de 2025 desacelerou para 1,4%, bem abaixo das expectativas de 3%.
No total de 2025, a economia cresceu 2,2%, abaixo dos 2,8% de 2024.
Já estamos “grandes” o suficiente???
O Departamento de Justiça dos EUA apagou este arquivo de Jeffrey Epstein que mostrava que eles forneceram a Ghislaine Maxwell anotações de três entrevistas do FBI com uma mulher que afirmou que Donald Trump a agrediu sexualmente quando ela tinha 15 anos.
Por que diabos eles removeram esse arquivo depois de divulgá-lo? E por que não estamos vendo as anotações reais que esse arquivo afirma que existem?
Os Arquivos Epstein revelam que Howard Lutnick, atual secretário de Comércio dos EUA, manteve contato com Jeffrey Epstein diversas vezes anos após a condenação deste por crimes sexuais, em 2008. Além disso, agora há indícios de que Lutnick também esteja envolvido em práticas de fraude no mercado de valores mobiliários:
URGENTE:
A Suprema Corte dos EUA acaba de declarar ilegais as tarifas de Donald Trump. Adivinha quem está prestes a fazer uma fortuna com isso?
A Cantor Fitzgerald, hoje comandada pelos filhos do secretário de Comércio Howard Lutnick, vem comprando de importadores americanos os direitos a reembolsos de tarifas por centavos por dólar.
Veja como o esquema funciona:
→ Empresas dos EUA pagaram bilhões em tarifas que agora foram consideradas ilegais
→ A Cantor procura essas empresas e diz: “Te dou 25 centavos agora por cada dólar que você tem a receber”
→ As empresas aceitam o dinheiro rápido em vez de esperar anos pelo processo legal
→ Quando os reembolsos saem, a Cantor embolsa o dólar inteiro
Lutnick “se desfez” da Cantor ao entregá-la a seus filhos de pouco mais de vinte anos e colocar sua participação acionária num truste para esses mesmos filhos. Ele pagou zero imposto sobre ganho de capital nessa transferência.
Como secretário de Comércio, Lutnick tem acesso direto à estratégia jurídica do governo: sabe como os advogados avaliam as chances, quais argumentos usarão e quando. A empresa da família dele está apostando contra as próprias tarifas criadas pelo chefe dele.
Eles compraram a 25 centavos por dólar e, após a decisão de hoje da Suprema Corte, esses direitos podem valer 80–90 centavos.
O pagamento potencial pode chegar a bilhões. Isso é insider trading com etapas extras.
Como diabos Howard Lutnick ainda é o secretário de Comércio dos EUA? Ele é um lembrete 24 horas por dia, 7 dias por semana de que os EUA são um Estado mafioso, governado pela classe Epstein, leal apenas aos próprios interesses pessoais e financeiros. É assim que revoluções acontecem.
URGENTE: Donald Trump agora está ameaçando a Netflix com consequências caso não demita Susan Rice.
Contexto importante: a Netflix está em uma disputa de lances com a Paramount pela Warner Brothers. Há rumores de que Trump pode barrar a proposta da Netflix.
É exatamente assim que ditadores agem. Como os Republicanos conseguem achar isso aceitável?
A postagem de Krassenstein destaca uma mensagem no Truth Social do presidente Trump exigindo que a Netflix demita a conselheira Susan Rice — ex-assessora de segurança nacional de Obama — ou enfrente “consequências” não especificadas, em meio à oferta de 72 bilhões de dólares da Netflix para adquirir a Warner Bros. Discovery.
A ameaça coincide com o escrutínio regulatório do acordo pelo Departamento de Justiça (DOJ), onde a administração Trump poderia influenciar a aprovação; Rice recentemente criticou Trump na MSNBC, o que levou a ativista de extrema-direita Laura Loomer a pedir sua remoção, amplificada por Trump.
Esse episódio ecoa intervenções anteriores de Trump em fusões de mídia, como o bloqueio da AT&T-Time Warner em 2018, levantando questões sobre excesso de poder executivo em decisões de negócios privados sem fundamentos formais de antitruste.
Uma notícia como essa some dos discursos contra violência política de JD Vance e de outros vancistas e trumpistas. Adivinhem a razão…
URGENTE: Austin Tucker Martin, o homem que foi morto ao tentar entrar em Mar-a-Lago portando uma espingarda e um galão de gasolina, era um apoiador branco, cristão, de Donald Trump.
Ele não era trans, não era democrata, não era imigrante nem membro de uma minoria.
Austin era vocal sobre sua fé cristã e suas opiniões políticas. Fomos informados de que ele expressava regularmente apoio a Trump, dizendo a colegas — até o fim do ano passado — que acreditava que Trump era um líder forte.
Pessoas próximas a Martin o descrevem como alguém bem-intencionado, mas cada vez mais frustrado, especialmente com a economia. Ele frequentemente reclamava que jovens precisam de dois empregos ou de dividir moradia para conseguir sair da casa dos pais.
Oh, ministério da justiça de Trump (não dos EUA) removeu páginas dos arquivos Epstein com alegações de que presidente abusou sexualmente de menor de idade
Arquivos Epstein: NPR encontra 53 páginas faltando com o nome ‘Trump’ — o Departamento de Justiça não tem explicação
Colby Hall
24 de fevereiro de 2026, 9h30
Na miasma de indignação em torno dos Arquivos Epstein e de acusações bastante razoáveis, você pode ter perdido a reportagem mais recente da NPR: pelo menos 53 páginas de resumos e anotações de entrevistas do FBI parecem existir nos arquivos Epstein, mas não estão no banco de dados público.
Isso é uma bomba? Dada a nebulosidade em torno de como essas acusações foram analisadas antes de serem despejadas no registro público, é impossível dizer. Essa incerteza é a própria história. A confusão que envolve essa divulgação maciça começa a se parecer com ocultação, convidando a uma visão cínica de que seria estratégica — ou, mais plausivelmente, evidência de pura incompetência.
Na manhã de terça-feira, a NPR publicou uma reportagem impressionante sobre números de série e registros de descoberta que não batem com o que o Departamento de Justiça publicou on-line. Parte do material ausente se refere a alegações envolvendo o presidente Donald Trump. O departamento se recusou a explicar as discrepâncias.
O Congresso ordenou a divulgação desses arquivos. O DOJ controla o acervo. Repórteres comparam números de catalogação internos com as postagens públicas e encontram lacunas. O departamento oferece garantias, mas nenhuma reconciliação do registro.
Ou as 53 páginas se enquadram no escopo da lei de transparência, ou não. Ou estão sendo retidas com base em uma isenção estatutária específica, ou estão faltando porque o departamento não manteve controle firme sobre a própria divulgação. Em qualquer dos casos, a responsabilidade recai sobre a mesma liderança que endossou publicamente a integridade do processo.
Uma ocultação intencional implica disciplina e coordenação. O que este episódio sugere é algo mais básico e mais danoso: um departamento executando uma divulgação histórica de forma tão irregular que mina a própria credibilidade.
A reportagem da NPR importa porque ancora a suspeita em algo concreto. Cinquenta e três páginas não são um ponto de discussão partidário. É um número extraído do próprio rastro documental do departamento. O público merece saber onde estão essas páginas e sob qual autoridade elas estão sendo mantidas fora de vista.
Até que o DOJ forneça uma reconciliação clara e documentada do registro, a distinção entre caos e ocultação permanecerá acadêmica. Quando os mecanismos da transparência falham, o efeito é o mesmo. A verdade fica fora de alcance.
As alegações são graves — envolvem acusações de abuso sexual de menores — e permanecem não comprovadas. Arquivos de casos do FBI contêm entrevistas e pistas que não se traduzem automaticamente em acusações formais. Essa distinção é importante e torna a integridade do processo de divulgação mais importante, não menos.
A divulgação dos arquivos Epstein tem sido irregular desde o início. Nomes de vítimas foram expostos e depois corrigidos. Documentos foram retirados do ar e republicados. Revisões de privacidade foram citadas. Prazos foram usados como justificativa. Agora, o público descobre que dezenas de páginas refletidas em registros oficiais não estão disponíveis para análise. Mesmo que cada decisão tenha uma explicação interna, o quadro externo é de desordem na execução de uma lei de transparência exigida pelo Congresso.
A desordem produz o mesmo resultado prático que a ocultação. O público não consegue dizer o que está completo, o que foi retido e por quê. O registro torna-se contestável. A responsabilização se esvai.
Na semana passada, argumentei que a divulgação dos arquivos Epstein tinha a aparência de uma encenação de ocultação porque o público estava sendo convidado a confiar em um processo que não podia verificar de forma independente. A reportagem da NPR move essa preocupação do instinto para a documentação. Quando registros internos apontam para páginas que o público não pode ver, a pergunta deixa de ser retórica e passa a ser procedimental.
Há também um fato político que não pode ser ignorado: este é, muito claramente, o Departamento de Justiça de Donald Trump. A procuradora-geral Pam Bondi e o procurador-geral adjunto Todd Blanche servem a seu critério. O processo de divulgação que agora parece protegê-lo da clareza está sendo supervisionado por autoridades leais a ele. Essa realidade exige um nível de precisão e documentação que não deixe espaço para dúvidas.
Bondi e Blanche insistiram que nada foi retido por sensibilidade política. Essa é uma afirmação categórica. Ela contrasta de forma desconfortável com um rastro documental que, segundo repórteres externos, não corresponde ao arquivo público.
Este é um artigo de opinião. As opiniões expressas neste texto são apenas do autor.
GRANDE URGENTE: Os democratas no Comitê de Supervisão da Câmara acabam de divulgar esta declaração:
“Nas últimas semanas, os democratas da Supervisão têm investigado a forma como o FBI lidou com alegações de 2019 de agressão sexual contra uma menor feitas contra o presidente Donald Trump por uma sobrevivente.
Os democratas da Supervisão podem confirmar que o Departamento de Justiça parece ter retido ilegalmente entrevistas do FBI com uma sobrevivente.
Encobrir provas diretas de uma possível agressão pelo Presidente dos Estados Unidos é o crime mais grave possível neste esquema de encobrimento da Casa Branca.”
URGENTE: A sobrevivente de Epstein, Dani Bensky, há poucos instantes sobre participar do discurso do Estado da União de Trump:
“Como alguém pode se sentir seguro neste país quando as simpatias do nosso Presidente estão voltadas para o ex-príncipe Andrew e não para os sobreviventes?”
Em seguida, ela listou 3 coisas que precisam ser feitas imediatamente:
1. Onde estão o restante dos arquivos?
2. Por que não há investigações quando há muitas pessoas nesses arquivos que deveriam ser investigadas?
3. Por que o Diretor do FBI está por aí festejando como um universitário quando deveria estar investigando a vasta rede criminosa?
URGENTE: Pete Hegseth ameaçou cortar a Anthropic da cadeia de suprimentos do Pentágono, a menos que a empresa concorde que sua tecnologia seja usada em “todas as aplicações militares legais”.
O que a Anthropic está defendendo é apenas isto:
Claude não pode ser usado para espionar cidadãos
Claude não pode ser usado para automatizar decisões de matar
Então isso significa que @google, @grok e @openai estão permitindo que o governo os use para essas coisas?
GRANDE URGENTE: O New York Times confirma que o Departamento de Justiça de Trump está retendo várias entrevistas do FBI com uma mulher que acusou Trump de agressão sexual quando era criança.
Vocês estão de acordo com isso, MAGA?
Se não, então o que vão fazer a respeito?
Donald Trump confessou em entrevista de 2006 que não vê problema moral em estuprar meninas:
Um áudio de 2006 mostra Donald Trump dizendo a Howard Stern que ele “não tem limite de idade” quando se trata de dormir com garotas. Ele afirmou que só pararia em “meninas de 12 anos”.
Isso surge enquanto a NPR e outros veículos relatam que o Departamento de Justiça de Trump enterrou arquivos de Epstein relacionados a alegações de que ele abusou sexualmente de uma garota de 13 anos.