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As pessoas têm todo direito de fazer propaganda LGBT nas produções artísticas. Se achar ruim, então é só não consumir tais produções artísticas. Ninguém obriga você a consumir produção artística com temática LGBT.
O grande problema do libertário é cruzar os braços diante de catástrofes como mudanças climáticas, engenharia social, invasão de imigrantes e perda de identidade cultural.
As pessoas de classes abastadas e as grandes corporações estão fazendo essa propaganda. É um direito delas, mas o fato de muitas delas estarem fazendo esse proselitismo em massa ao mesmo tempo não indica que há algo errado acontecendo na sociedade?
As pessoas têm todo direito de fazer propaganda LGBT nas produções artísticas. Se achar ruim, então é só não consumir tais produções artísticas. Ninguém obriga você a consumir produção artística com temática LGBT.
O grande problema do libertário é cruzar os braços diante de catástrofes como mudanças climáticas e engenharia social.
As pessoas de classes abastadas e as grandes corporações estão fazendo essa propaganda. É um direito delas, mas o fato de muitas delas estarem fazendo isso em massa não indica que há algo errado na sociedade?
Ninguém é obrigado a cruzar os braços a propaganda moral ou cultural. Todo mundo é livre para fazer a contra-propaganda que quiser. A ideia de que as pessoas abastadas e as grandes corporações são um grupo monolítico que simplesmente concordam com o mainstream ideológico da militância LGBT é falsa.
Dizem que "Tempos difíceis formam pessoas fortes ..."
Me pergunto quem sao as pessoas fortes de hoje que irao livrar o mundo das fraquezas de um "wokismo" ou de um marxismo cultural.
Porque ha candidatos que se veem assim e nao chegam aos pés de quem seja realmente forte.
Lideres fortes sao estoicos, simples, de poucas necessidades e pouca ou nenhuma vaidade.
Portanto, nao cultivam bronzeados e topetes ridiculos, nao ostentam riqueza. Não se parecem em nada com pirralhos mimados que envelheceram.
Tem inteligencia, buscam se instruir, nao desprezam leitura, estudo.
Logo, conseguem conversar de igual com outros lideres, nao so para dizer abobrinhas a quem serve a mesa nos eventos.
Nao agem por impulso ou sem refletir. Tem massa cinzenta.
Assim nao saem falando merda, fazendo papel de idiotas estúpidos e sendo motivo de chacota.
Um lider forte é respeitado até pelos inimigos dele.
Nao precisam fazer nada explicito para se afirmar. Nao precisam repetir que estao no comando.
Isso já é aceito e reconhecido pelos seus e ate mesmo por quem é contra.
Conseguem ver isso no laranja? no bozolino?
Agora comparem esses pregos com um Marco Aurelio, um Aureliano, um Mitrídates, um Alexandre, um Saladino.
É como ver um perna de pau de várzea se achando um Messi.
Um frango qualquer achando que puxa ferro como um Ronnie Coleman ou um Eddie Hall. Talvez o faça com 1 repetição com amplitude de 3 milimetros, com baby reps.
Um tolo fazendo papel de paspalho com suas falas e se vendo como um Cicero.
Um ze mané cuja interpretação de texto é num nivel de 5a série se achando um Kant ou Platão.
A cultura woke que arruinou a indústria de filmes e séries americana chegou aos games e o resultado foi desastroso. Jogos do oriente acabaram em alta por causa disso.
Como críticos "especializados" são lacrolas, os desenvolvedores resolveram colocar DEI nos jogos. Tem até uma empresa de merda chamada Sweet Baby, especializada em colocar DEI nos jogos.
ASCENSÃO e QUEDA da CULTURA WOKE nos GAMES! Os Jogadores estão ACORDANDO!
youtu.be/pj43z1vpM5E
Um fenômeno da cultura woke é baranga verso, que consiste em colocar mulher feia nos jogos e remover mulheres frágeis, que seriam salvas e protegidas pelos heróis.
A realidade é que ninguém quer filme ou jogo para ficar vendo gente feia. Isso não vende.
@Zeth-Kalir
logica simples e pura dos lacradores "eu sou feio, inutil e incapaz, entao ninguem pode se destacar ou conquistar algo que eu nao tenha por falta de força de vontade ou capacidade"
Felizmente jogos tem mods, que são modificações feitas pela comunidade para jogos. Assim, pode alterar personagens, remover propaganda, desabilitar LGBT de jogos com relacionamento, e modificar textos para tirar linguagem neutre. O problema é que a maioria das pessoas não sabem usar e não é possível em videogame, só em jogo de computador
@Ph.90702
Sou de 2002 ( 23 anos ) e admito que em parte já fui enganado pela ideologia Woke antes de perceber a malícia por trás dela.
Eu tentava ver o lado bom nessa cultura e sempre acreditei que as pessoas merecem ser livres e felizes, mas NUNCA em detrimento de outra pessoa.
Relato da Geração Z.
Crianças foram educados como soldado pela escola, mídia e redes sociais.
Homens foram ensinados como culpados por algo que os outros fizeram e mulheres ensinadas que nunca estão erradas e que não devem ser contrariadas. Assim, crianças vivem fora da realidade e despreparadas para o mundo.
Trump não tem muito a comemorar nessa história. A real é que o retorno do seu perfil só serviu pra mostrar que é Musk o grande nome da direita mundial.
Trump não tem muito a comemorar nessa história. A real é que o retorno do seu perfil só serviu pra mostrar que é Musk o grande nome da direita mundial.
Universidade nos EUA cria um novo centro acadêmico dedicado a combater a ideologia "woke". Apenas 1 aluno se inscreveu.
Gastaram milhões nesse centro enquanto cancelavam 28 cursos e demitiam centenas.
West Virginia University (WVU) has established a new academic center, the Washington Center for Civics, Culture and Statesmanship, which was designed to counter "woke ideology" in higher education.
Reports in July 2026 indicate that exactly one student was enrolled in the program for its first fall semester.
Center Details and Controversy
Funding and Origin: The center was mandated by state lawmakers and funded with approximately $3 million in taxpayer money.
It was not a WVU-led initiative but was created via a 2025 Republican-backed bill.
Purpose: Governor Patrick Morrisey described the center as a way to "push back on the woke ideology that has infected our schools" and refocus on "western history and culture".
Leadership: The center's inaugural director, Patrick Lee Miller, was hired with a salary of over $300,000.
Credit Issues: Supporters of the program, including House Speaker Roger Hanshaw, suggest enrollment is low because the center's courses do not yet count for credit toward existing university majors.
Institutional Context: The $3 million allocation occurred alongside a $45 million budget shortfall at WVU, which led to the cutting of 28 academic majors and hundreds of layoffs.The center offers 19 courses for the Fall 2026 semester, including titles such as "Woke," "The New Right," and "Nation and Migration".
Não precisa ter razão, não precisa convencer. O importante é vencer o debate.
Vânia Wolff está em Vinhedo, São Paulo. 14/07/2026
O IMPÉRIO DA ESTUPIDEZ: QUANDO O SILÊNCIO É MAIS INTELIGENTE QUE O GRITO
Não é impressão. É um dado clínico da contemporaneidade: quanto mais vazia a cabeça, mais barulhenta a boca. A estupidez deixou de ser um atributo passivo para se tornar uma força ativa, uma espécie de trator semântico que atropela qualquer tentativa de diálogo minimamente estruturado.
A pessoa intelectualmente limitada não apenas ignora o que você diz, ela aniquila a fala alheia antes mesmo de processá-la. Seu mecanismo de defesa é primário, porque não ouve para compreender, ouve para interromper. Não reflete para aprender, reflete para contra-atacar. É a inteligência em estado de sítio, sitiada pela própria incapacidade de sustentar um pensamento complexo por mais de dez segundos.
Observem o modus operandi do burro militante: ele não lê, mas tem opinião sobre livros que nunca abriu. Não interpreta, mas distorce metáforas com a precisão de quem nunca estudou lógica. Não pesquisa, mas repete frases prontas com a convicção de quem descobriu a verdade absoluta no feed de um algoritmo. E o mais assustador é confundir sua ignorância com virtude, tratando o saber alheio como arrogância e a própria mediocridade como autenticidade.
O que testemunhamos é um crescimento exponencial da dissonância cognitiva;não aquela que gera desconforto criativo; mas a que petrifica o raciocínio. Essa dissonância não trava a inteligência; ela a sequestra, substituindo o pensamento crítico por uma lógica binária e infantil: "concordo" ou "discordo", "meu time" ou "seu time", "meu deus" ou "seu demônio".
A tragédia não é a burrice em si, mas a celebração dela. É o orgulho de não saber, a ostentação do equívoco, a transformação do erro em identidade. Diante disso, o que resta a quem ainda preserva a capacidade de refletir? Resta o cansaço. Resta a pena, não a piedade piegas, mas a compaixão amarga de quem vê um cego gritando sobre cores.
Apenas nos resta a constatação mais assustadora de que enquanto os burros atropelam conversas, os sábios se calam. Porque sabem que, para quem não quer ouvir, qualquer resposta soa como provocação. E que, no reino dos surdos voluntários, o silêncio eloquente é a última forma de resistência.
Ainda assim, escrevo. Ainda assim, provoco reflexões. Não por otimismo ingênuo, pois bem sei que muitos lerão com os olhos tapados e responderão com o peito cheio de certezas vazias. Mas escrevo porque calar é consentir. Escrevo porque a palavra, mesmo quando atropelada, ainda é o único fio que nos resta para tecer outro mundo possível. Escrevo porque acredito que a mudança não vem do outro, vem de cada um que, ao ler, se reconhece no espelho e decide, enfim, ouvir. E, enquanto houver um só que escute, minha fala não terá sido em vão. Essa é a minha forma de resistência, ou seja, não desistir do diálogo, mesmo quando todos parecem ter desistido de pensar.