Guerra Israel contra seus inimigos

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Re: Guerra Israel contra seus inimigos

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Gabarito
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Mais uma operação cinematográfica, semelhante à dos pagers contra os terroristas do Hezbollah.

Dessa vez, uma reunião de urgência que fez quebrar os protocolos de segurança da alta cúpula militar iraniana e forçar com que todos os principais comandantes se reunissem num mesmo lugar.

Resultado: BUM!

Foram todos eles, numa viagem só de ida, ao encontro das 72 virgens prometidas pelo profeta.

Eu usei a legenda do vídeo a seguir para gerar um documento estruturado de toda a operação.

Temos a opção de ler o documento ou assistir ao vídeo. Ou fazer as duas coisas, pois de tão empolgante, vale a pena o tempo investido nisso.

Realidade Militar

Neste vídeo, exploramos a audaciosa operação israelense que culminou na eliminação de grande parte da liderança militar e nuclear do Irã em 13 de junho de 2025. Entenda como Israel utilizou décadas de experiência em guerra secreta e espionagem para um ataque sem precedentes.

Israel vs Irã - Como Israel Enganou 20 Generais e os Eliminou de Uma Vez


youtu.be/LtYCoOWXtaI

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

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Gabarito
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Mensagem por Gabarito »

Israel vs Irã - Como Israel Enganou 20 Generais e os Eliminou de Uma Vez

Resumo:

O texto descreve uma operação militar complexa e multifacetada realizada por Israel contra o Irã, culminando na eliminação simultânea de vinte dos mais altos comandantes militares e cientistas nucleares iranianos em 13 de junho de 2025. A narrativa detalha a "guerra entre guerras" travada secretamente pelos dois países desde 1979, com Israel desenvolvendo táticas sofisticadas através do Mossad, como a captura de Adolf Eichmann, o uso de uma metralhadora robótica para assassinar Mohsen Fakhrizadeh, e a sabotagem em massa de pagers do Hezbollah. O plano final envolveu uma operação de guerra psicológica para enganar a liderança iraniana, o uso de agentes infiltrados e tecnologia avançada (como IA para mapear alvos), e uma série coordenada de ataques aéreos e mísseis para desmantelar a infraestrutura militar e nuclear do Irã. Apesar da tentativa de retaliação iraniana, a operação foi considerada um sucesso devastador para Israel, redefinindo as capacidades da guerra moderna através da combinação de inteligência, tecnologia e engano.



A Megaoperação de Israel Contra o Irã: O Ataque Surpreendente de 2025

A Preparação Para o Ataque Decisivo

Em 13 de junho de 2025, às três horas da manhã, vinte dos mais poderosos comandantes militares do Irã estavam reunidos em uma sala em Teerã, a capital do Irã, discutindo o que acreditavam ser uma ameaça iminente ao país.

Mal sabiam eles que estavam exatamente onde Israel queria que estivessem. Em quinze minutos, todos estariam mortos. No entanto, isso não foi sorte, mas sim o resultado de um plano tão complexo que levou anos para ser executado.

Para entender como Israel conseguiu fazer vinte generais iranianos caminharem voluntariamente para a própria morte, é preciso contextualizar.

A Guerra Secreta entre Israel e Irã Em 1979, quando o Irã se tornou inimigo de Israel, os dois países já travavam uma guerra secreta.

Naquela época, o Irã criou um "anel de fogo" ao redor de Israel, financiando o Hamas, o Hezbollah e milícias no Iraque. Centenas de milhões de dólares por ano foram injetados para transformar terroristas em exércitos treinados.

Israel não ficou de braços cruzados; de fato, respondeu com uma estratégia conhecida como "guerra entre guerras".

Isso significa que os dois países se atacariam indiretamente, sem declarar guerra oficial. Ataques aéreos, sabotagens e eliminações de alvos importantes seriam comuns. Para quem observa de fora, esses eventos parecem isolados.

O Papel Fundamental do Mossad No entanto, Israel usou essas décadas para testar e aperfeiçoar suas ferramentas, principalmente por meio do Mossad.

O Mossad é a agência de espionagem de Israel, uma das mais famosas do mundo. Suas responsabilidades incluem operações secretas fora do país, coleta de informações, eliminação de ameaças e execução de missões que o exército não pode realizar oficialmente.

Eles são o equivalente à CIA para os Estados Unidos, mas com a fama de serem ainda mais audaciosos e eficazes.

Um exemplo notável ocorreu em 1960, quando membros do Mossad capturaram Adolf Eichmann na Argentina. Eichmann, um dos arquitetos do Holocausto, vivia escondido em Buenos Aires usando uma identidade falsa. Ele foi rastreado por anos até ser capturado em plena rua e enviado para Israel em um avião comercial. Essa operação provou que nenhum inimigo está fora do alcance do Mossad, não importa onde se esconda.


Demonstrações de Capacidade e Inovação (2020-2024)

Contudo, foi em 2020 que Israel demonstrou quão impressionantes suas capacidades podem ser.

• 2020: Eliminação de Qasem Soleimani (Observação) Em 3 de janeiro, no Aeroporto de Bagdá, Qasem Soleimani, o homem mais perigoso do Oriente Médio, desembarcou de um avião.

Em aproximadamente trinta segundos, ele estaria morto. Esse general iraniano comandava exércitos em cinco países e era considerado intocável. No entanto, naquele dia, ele aprendeu da pior forma que ninguém está fora de alcance. Aquele ataque americano mudou as regras do jogo. Mas o que o Irã não sabia era que Israel estava observando tudo de perto e tomando notas sobre cada detalhe.

• 2020: Eliminação de Mohsen Fakhrizadeh (Tecnologia e Precisão) Nesse mesmo ano, Israel colocou esse conhecimento em prática, matando Mohsen Fakhrizadeh, o chefe do programa nuclear iraniano.

Contrariando o que muitos imaginavam, não foram enviados assassinos. Em vez disso, eles realizaram algo no mínimo curioso: utilizaram uma metralhadora robô controlada por inteligência artificial. A arma foi contrabandeada para o Irã em pedaços e posteriormente montada dentro de uma caminhonete. Isso permitiu que fosse posicionada em uma estrada que Fakhrizadeh usava regularmente. Operadores do Mossad, a milhares de quilômetros de distância, monitoraram o comboio que transportava seu alvo utilizando imagens de satélite. Ao confirmar, por meio de reconhecimento facial, que se tratava de Fakhrizadeh, dispararam quinze balas com precisão cirúrgica. O mais impressionante é que fizeram isso sem ferir sua esposa, que estava ao seu lado.

• 2024: A Operação Pagers (Sabotagem em Massa) Contudo, foi em setembro de 2024 que Israel demonstrou sua verdadeira capacidade, executando uma das operações de sabotagem mais sofisticadas da história moderna.

Milhares de pagers e walkie-talkies do Hezbollah explodiram simultaneamente no Líbano e na Síria, ceifando a vida e ferindo diversos membros do grupo. É interessante notar que o Hezbollah havia abandonado os celulares justamente para evitar a espionagem israelense, acreditando que os pagers seriam mais seguros. Mal sabiam que Israel transformaria essa precaução em uma armadilha. Com essa operação audaciosa, o Mossad comprometeu toda a cadeia de suprimentos do grupo. Por meio de uma empresa de fachada, o Mossad conseguiu fornecer pagers especiais para o Hezbollah. Cada dispositivo parecia normal, mas continha pequenas quantidades de explosivo PETN escondidas nas baterias. PETN é um explosivo militar extremamente potente, usado em granadas e bombas, mas que, em quantidades minúsculas, se torna praticamente indetectável. Em um único sinal, eles transformaram os próprios equipamentos de comunicação do inimigo em armas. Essa operação, além de eliminar alvos importantes, possibilitou a Israel testar algo crucial: a capacidade de coordenar ataques simultâneos em massa. E era exatamente essa habilidade que precisariam para o que estava por vir.


O Cenário de Ameaça e a Mudança de Estratégia

Por décadas, Israel vinha atacando o programa nuclear iraniano, eliminando cientistas e sabotando instalações, sempre com o objetivo de atrasar os iranianos.

Para Israel, um Irã com bomba atômica significaria o fim do país.

No entanto, em 7 de outubro de 2023, tudo mudou.

O brutal ataque do Hamas demonstrou a Israel que sua estratégia não estava funcionando como deveria. Não bastava mais apenas dificultar a vida dos inimigos; eles precisavam fazer algo diferente. Eles tinham que eliminar o problema de uma vez por todas, e o problema principal estava no Irã.

Foi então que Israel mudou completamente de estratégia, decidindo atacar tudo ao mesmo tempo: desde a liderança militar até o programa nuclear iraniano, e isso, de uma só vez.

O plano era audacioso: eliminar simultaneamente os principais generais, comandantes da Guarda Revolucionária e cientistas nucleares do Irã, ou seja, "cortar a cabeça da cobra" de uma vez por todas.

Contudo, isso criava um problema gigantesco, pois esses homens não se encontravam casualmente.

Eles seguiam protocolos rígidos de segurança, evitando estar no mesmo lugar ao mesmo tempo, justamente para evitar esse tipo de ameaça. Israel poderia bombardear instalações, atacar comboios ou usar mísseis de precisão. No entanto, como atacar alvos espalhados por um país do tamanho do Irã? Como garantir que todos seriam eliminados ao mesmo tempo, sem dar chance para os sobreviventes se esconderem ou retaliarem? A solução não veio da força militar tradicional, mas sim da guerra psicológica.


A Estratégia da Guerra Psicológica

Como fazer comandantes que normalmente nunca se encontram quererem estar no mesmo lugar?

A resposta para essa pergunta veio por meio de uma encenação que duraria meses. Por semanas, Donald Trump apareceu na mídia se opondo a qualquer ataque israelense, sempre afirmando que queria negociações, não guerra. Netanyahu chegou a declarar publicamente que Trump havia freado os planos de ataque e dado sessenta dias ao Irã para negociar. Contudo, agora ficou evidente que tudo isso era uma encenação cuidadosamente orquestrada.

Israel e Estados Unidos montaram uma operação conjunta para convencer o Irã de que um ataque não estava próximo de acontecer.

A liderança iraniana monitora constantemente a relação entre Estados Unidos e Israel. Ao perceberem que os americanos estavam "freando", tudo indicava que Israel não ousaria atacar sozinho, o que se tornou a deixa perfeita para baixar a guarda. Israel criou o que os especialistas chamam de "paralisia cognitiva". Eles não atacaram os sistemas de defesa do Irã primeiro. Em vez disso, atacaram as mentes dos comandantes.

A Infiltração e a Rede de Inteligência Simultaneamente, Israel construiu uma rede física dentro do Irã.

Por meses, comandos inteiros de agentes cruzaram as fronteiras do país. É importante notar que o Irã possui mais de oito mil quilômetros de fronteiras com sete países diferentes, tornando impossível vigiar tudo. Engana-se quem pensa que apenas soldados israelenses participaram dessa operação. Israel recrutou também iranianos, pessoas oprimidas pelo próprio regime que decidiram lutar contra ele. O Mossad os treinou, equipou e posicionou estrategicamente.

Esses agentes contrabandearam e montaram uma infraestrutura militar completa dentro do Irã, incluindo:

• Drones de ataque
• Mísseis de precisão
• Sistemas de comunicação
• Esconderijos com armas
• Uma base inteira de operações perto da capital

A logística foi impressionante: as armas foram contrabandeadas através das vastas fronteiras do Irã, escondidas em veículos comerciais e divididas em peças pequenas para evitar a detecção.

Ao longo de meses, foi montada uma rede de casas seguras e depósitos de armas por todo o país.

Israel utilizou modelos de inteligência artificial para analisar comunicações interceptadas, imagens de satélite e outras informações, mapeando as rotinas dos principais generais e cientistas iranianos.

Eles sabiam onde trabalhavam, onde moravam e até como passavam o tempo livre. Essa combinação de tecnologia e espionagem tradicional permitiu que construíssem perfis detalhados de cada alvo. Israel teve a audácia de divulgar imagens dos agentes se preparando em campo aberto no Irã. A mensagem era clara: "estávamos dentro da sua casa e vocês nem sabiam".


Voltando à pergunta: como fazer os comandantes se reunirem?

Israel realizou algo genial. Através de seus agentes infiltrados, vazaram uma informação falsa tão crítica que exigiu uma reunião urgente de toda a cúpula militar iraniana. Não se sabe exatamente qual foi essa informação, mas ela foi convincente o suficiente para quebrar todos os protocolos de segurança que normalmente mantêm esses comandantes separados. Eles não apenas conseguiram reuni-los, como também os mantiveram na reunião até o momento exato do ataque.


O Dia do Ataque e a Eliminação da Liderança

Naquela madrugada de 13 de junho, o plano entrou em ação.

Enquanto duzentos caças israelenses decolavam em direção ao Irã, a guerra já estava sendo travada dentro do território inimigo. Os agentes infiltrados ativaram drones e mísseis escondidos, destruindo sistemas de defesa aérea iranianos de dentro para fora. Baterias de mísseis terra-ar russos "S-300" e sistemas de radar de alerta precoce foram os primeiros alvos, eliminados antes mesmo que pudessem detectar a aproximação dos aviões israelenses.

Com os céus abertos, a Força Aérea Israelense executou uma série devastadora de ataques.

Em cerca de quinze minutos, mais de vinte alvos foram atingidos simultaneamente:

• Instalações de enriquecimento de urânio em Natanz foram severamente danificadas.
• Centros de pesquisa nuclear em Isfahan foram destruídos.
• Bases de mísseis balísticos perto de Kermanshah e Tabriz, que abrigavam os mísseis que o Irã usaria para retaliar, foram aniquiladas.

A infraestrutura de comando e controle foi sistematicamente desmantelada, deixando o regime iraniano completamente cego e manco.

O golpe de misericórdia veio pouco depois: um míssil de precisão atingiu exatamente a sala onde os vinte comandantes estavam reunidos.

Eles estavam ali, discutindo como responder à ameaça que imaginavam estar chegando. Entre os mortos, estavam:

• O Major-General Mohammad Bagheri, Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.
• O Major-General Hossein Salami, Comandante da Guarda Revolucionária.
• O Brigadeiro-General Esmail Ghaani, responsável pelas operações no exterior.
Principais cientistas nucleares, como o Doutor Fereydoun Abbasi-Davani e o Doutor Mohammad Mehdi Tehranchian, também foram eliminados.

O mais impressionante é que Israel não apenas sabia onde eles estavam, mas também a localização exata de cada comandante dentro do prédio. Isso indica um nível de penetração de inteligência assustador. Provavelmente, tinham agentes na própria reunião ou usaram algum tipo de vigilância extremamente avançada.


As Consequências e a Retaliação Limitada

A lista dos mortos nesse ataque representava uma geração inteira da liderança estratégica iraniana aniquilada em minutos.

Para o Irã, isso representou um desastre sem precedentes. A eliminação de quase toda sua liderança militar e de segurança sênior criou um vácuo de comando devastador. Figuras como os Generais Bagheri e Salami não eram apenas comandantes, mas os arquitetos da doutrina militar do Irã. Sua perda deixou o aparato de defesa iraniano desarticulado e sem liderança.

Apesar do caos em sua estrutura de comando, o Irã tentou retaliar.

Nos dias seguintes, disparou centenas de mísseis balísticos e drones contra Israel. Sirenes soaram em Tel Aviv, Jerusalém e Haifa, enquanto os sistemas de defesa antimísseis israelenses trabalhavam para interceptar a barragem. Alguns mísseis conseguiram passar, mas a maioria foi abatida.

Contudo, a retaliação iraniana foi estrategicamente limitada.

A situação era como a de um boxeador tentando lutar de olhos vendados e com as mãos amarradas, dado que seus comandantes mais experientes estavam mortos e suas bases de lançamento em ruínas. Ironicamente, antes do ataque, líderes iranianos faziam ameaças grandiosas, prometendo "abrir as portas do inferno" e uma "noite inesquecível" para Israel. Relatórios sugerem que planejavam originalmente disparar até mil mísseis contra Israel, mas acabaram conseguindo muito menos. As grandes promessas se transformaram em uma resposta desorganizada e ineficaz, sem coordenação, sem liderança e sem chance real de cumprir suas ameaças bombásticas.

O mais impressionante é que Israel conseguiu coordenar uma operação dessa magnitude sem que nenhum país do mundo suspeitasse.

Nem a inteligência iraniana, nem os serviços secretos russos, nem mesmo aliados próximos souberam o que estava acontecendo até o último momento. Isso demonstra um nível de excelência operacional que poucos países no mundo conseguem alcançar.


Implicações e o Futuro da Guerra Moderna

Essa operação não foi apenas um ataque militar; ela redefiniu completamente o que se acreditava ser possível na guerra moderna.

Israel demonstrou como a inteligência artificial pode ser uma ferramenta eficaz para a defesa nacional, por meio de:
• Drones controlados remotamente.
• Reconhecimento facial para identificar alvos.
• Análise de padrões para prever comportamentos.

Isso não é mais ficção científica; é a nova realidade da defesa israelense.

No entanto, há algo ainda mais importante nessa história: Israel provou que a mente humana pode ser mais poderosa que qualquer bomba já criada.

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

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Fernando Silva
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Mensagem por Fernando Silva »

Gabarito escreveu:
Seg, 30 Junho 2025 - 21:01 pm
Mais uma operação cinematográfica, semelhante à dos pagers contra os terroristas do Hezbollah.
Quem vive cercado de inimigos que lhe juraram de morte não pode apenas ficar aguardando os acontecimentos para reagir: tem que se antecipar a eles.
Não há acordo, não há meio-termo com quem só aceita se você morrer.

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Diálogo com o Microsoft Copilot sobre a guerra de narrativas na Guerra de Gaza. Coloquei só os trechos mais importantes...

Huxley:

Quais são os argumentos jurídicos de Israel contra as alegações de “fome como método de guerra” e “crimes contra a humanidade de assassinato, perseguição e outros atos desumanos”?

Microsoft Copilot:

🇮🇱 Israel tem apresentado uma série de argumentos jurídicos para contestar as acusações do Tribunal Penal Internacional (TPI) sobre o uso da fome como método de guerra e crimes contra a humanidade. Aqui estão os principais pontos:

⚖️ Argumentos contra a acusação de “fome como método de guerra”
Israel nega que tenha usado a fome como arma e sustenta que:

Medidas de segurança justificadas: O bloqueio à entrada de alimentos e suprimentos seria uma resposta legítima aos ataques do Hamas, visando impedir o contrabando de armas e proteger civis israelenses.

Ajuda humanitária permitida: Alega que caminhões com alimentos e remédios têm sido autorizados a entrar em Gaza, embora em número limitado, e que o controle é necessário para evitar que o Hamas se aproprie dos recursos2.

Responsabilidade compartilhada: Israel afirma que o Hamas também é responsável pela crise humanitária, por operar em áreas civis e dificultar a distribuição de ajuda.

Apesar disso, organizações como a Anistia Internacional e Médicos Sem Fronteiras acusam Israel de transformar centros de distribuição de comida em “armadilhas mortais” e de restringir deliberadamente o acesso a suprimentos essenciais3.

⚖️ Argumentos contra as acusações de crimes contra a humanidade
Israel contesta as alegações de assassinato, perseguição e atos desumanos com base em:

Autodefesa contra o terrorismo: Sustenta que suas ações militares visam combater o Hamas, que realizou ataques terroristas em 7 de outubro de 2023, e que os civis não são alvos intencionais5.

Proporcionalidade e distinção: Alega que suas operações seguem os princípios do Direito Internacional Humanitário, como distinguir entre combatentes e civis, e que os danos colaterais são resultado da complexidade do combate urbano.

Sistema judicial funcional: Reforça que possui mecanismos internos para investigar abusos, o que tornaria desnecessária a atuação do TPI.

No entanto, relatórios da ONU indicam que houve assassinatos deliberados de civis, perseguição de gênero contra homens e meninos palestinos, e uso sistemático de punição coletiva, o que configuraria crimes contra a humanidade5.

Se quiser, posso te mostrar como o TPI tem respondido a esses argumentos ou explorar os precedentes jurídicos que sustentam as acusações.

1 https://www.otempo.com.br/politica/gove ... -de-guerra
2 https://revistaforum.com.br/global/2025 ... 82726.html
3 https://www.brasil247.com/blog/a-fome-c ... a-barbarie
4 https://www.ctb.org.br/2024/06/12/relat ... umanidade/
5 https://jacobin.com.br/2024/07/comissao ... umanidade/
6 https://expresso.pt/internacional/medio ... a-f0a5026e

Huxley:

E quanto aos jornais da Europa Ocidental e América Anglo-Saxônica que têm correspondentes em Israel-Gaza? Esses correspondentes confirmam existirem evidências de “fome como método de guerra” e “crimes contra a humanidade de assassinato, perseguição e outros atos desumanos” como alega o TPI?

Microsoft Copilot:

🗞️ Sim, diversos veículos jornalísticos da Europa Ocidental e da América Anglo-Saxônica com correspondentes em Israel e Gaza têm publicado reportagens que corroboram parcialmente as alegações do Tribunal Penal Internacional (TPI), especialmente sobre o uso da fome como método de guerra e crimes contra a humanidade. Aqui está um panorama:

Europa Ocidental
📰 El País (Espanha)
Publicou uma análise sobre a fome em Gaza como arma de guerra, citando a Organização Mundial da Saúde e especialistas em direito internacional que classificam a situação como uma das piores crises alimentares do mundo.

Correspondentes relataram o bloqueio sistemático de alimentos e medicamentos por Israel, com base em fontes locais e dados da ONU.

📰 Correio Braziliense (Brasil, com colaborações europeias)
Artigo de opinião de um professor de direito internacional comparado afirma que o bloqueio israelense configura crime de guerra e potencial genocídio, com base no Artigo 54 do Protocolo Adicional I às Convenções de Genebra.

📰 RTP e Observador (Portugal)
Reproduziram trechos do relatório da Human Rights Watch, que acusa Israel de extermínio, assassinato e perseguição de gênero contra palestinos4.

Correspondentes destacaram que 80% das escolas e hospitais foram destruídos, e que 63% dos edifícios de Gaza estão inabitáveis.

🇺🇸 América Anglo-Saxônica
📰 New York Times (EUA)
Correspondentes em Gaza relataram que centros de distribuição de alimentos foram bombardeados, e que crianças estão morrendo de desnutrição.

A cobertura inclui testemunhos de civis e militares israelenses, além de imagens de satélite que mostram a destruição de infraestrutura humanitária.

📰 Washington Post e CNN
Reportagens destacam o uso da fome como arma de coerção, com base em entrevistas com funcionários da ONU e ONGs como Médicos Sem Fronteiras.

Correspondentes apontam que Israel restringiu severamente a entrada de caminhões com ajuda humanitária, mesmo após autorização formal.

📰 Jornal da USP (Brasil, com referências à Oxfam e agências anglo-saxônicas)
Cita o relatório Food Wars, que afirma que a fome em Gaza é fabricada e usada como arma de guerra, com base em dados da Oxfam e da ONU.

📌 Conclusão
Embora nenhum veículo tenha confirmado oficialmente todas as alegações do TPI, há uma quantidade significativa de evidências jornalísticas e testemunhais que sustentam partes das acusações — especialmente sobre o bloqueio de alimentos, a destruição de infraestrutura civil, e o uso sistemático da fome como método de guerra.

Se quiser, posso te mostrar trechos específicos dessas reportagens ou buscar os posicionamentos editoriais de jornais como The Guardian, Le Monde ou Der Spiegel. Quer seguir por esse caminho?

1 https://www.ihu.unisinos.br/categorias/ ... abundancia
2 https://www.correiobraziliense.com.br/o ... taria.html
3 https://observador.pt/2025/01/16/human- ... da-russia/
4 https://www.rtp.pt/noticias/mundo/hrw-a ... a_n1627879
5 https://jornal.usp.br/radio-usp/a-fome- ... is-eficaz/

Huxley:
Sim.

Microsoft Copilot:

📚 Vários veículos jornalísticos da Europa Ocidental e da América Anglo-Saxônica com correspondentes em Israel e Gaza têm publicado reportagens que corroboram diretamente ou parcialmente as alegações do Tribunal Penal Internacional (TPI) sobre o uso da fome como método de guerra e crimes contra a humanidade. Aqui estão alguns destaques:

Europa Ocidental
📰 Le Monde (França)
Correspondentes relataram que centros de distribuição de alimentos foram bombardeados e que famílias palestinas estão morrendo de fome, com base em dados da ONU e da UNRWA.

O jornal destacou que o uso da fome como método de guerra é proibido pelo Artigo 54 do Protocolo Adicional I às Convenções de Genebra, podendo configurar crime contra a humanidade ou genocídio.

📰 El País (Espanha)
Publicou análises sobre a crise alimentar em Gaza, citando especialistas em direito internacional que classificam o bloqueio como violação grave do direito humanitário.

Der Spiegel (Alemanha)
Embora não tenha confirmado diretamente os crimes, reproduziu relatórios da Human Rights Watch que apontam ataques deliberados a civis e infraestrutura humanitária, incluindo hospitais e centros de distribuição de alimentos.

🇺🇸 América Anglo-Saxônica
📰 The Guardian (Reino Unido)
Correspondentes em Gaza relataram que multidões famintas foram alvejadas por drones e tanques enquanto buscavam comida, com centenas de mortos em centros de distribuição.

A UNRWA denunciou que Israel está matando civis de fome, incluindo um milhão de crianças, e que há ajuda humanitária suficiente bloqueada na fronteira.

📰 New York Times (EUA)
Reportagens indicam que crianças estão morrendo de desnutrição, e que Israel bombardeou centros de ajuda alimentar, com base em imagens de satélite e testemunhos de civis e militares israelenses.

📰 Washington Post e CNN
Destacam o uso da fome como arma de coerção, com entrevistas de funcionários da ONU e ONGs como Médicos Sem Fronteiras, que denunciam restrições sistemáticas à entrada de caminhões com alimentos e remédios.

📌 Conclusão
Embora nem todos os veículos confirmem integralmente as alegações do TPI, há uma quantidade significativa de evidências jornalísticas, testemunhais e documentais que sustentam partes das acusações — especialmente sobre o bloqueio de alimentos, a destruição de infraestrutura civil, e o uso sistemático da fome como método de guerra.

Se quiser, posso te mostrar os trechos mais contundentes dessas reportagens ou explorar como essas evidências estão sendo usadas juridicamente pelo TPI. Deseja seguir por esse caminho?

1 https://www.correiobraziliense.com.br/o ... taria.html
2 https://jornaldebarretos.com.br/artigos ... manitaria/
3 https://observador.pt/2025/01/16/human- ... da-russia/
4 https://www.brasil247.com/blog/a-fome-c ... a-barbarie
5 https://www.vaticannews.va/pt/mundo/new ... uerra.html

Huxley:

Essas acusações sofrem de objeções por parte da mídia que defende Israel ou acusa o Hamas. Essas pessoas acusam o Hamas de instalar bases militares ou de ataques na maioria das principais infraestruturas civis sensíveis (escolas, creches, hospitais, centros de distribuição de alimentos e ajuda humanitárias, parques infantis). Ademais, alegam que a destruição de túneis do Hamas abalam a sustentação de edifícios civis próximos e isso é arquitetado estrategicamente para fazer propaganda negativa das forças armas israelenses. O Hamas também é acusado de fazer ataques para matar funcionários de fundação humanitária. E recentemente, imagens de drones mostram homens armados em Gaza atirando contra civis que iam buscar ajuda, indicando que o Hamas está fazendo tudo o que pode para impedir a distribuição bem-sucedida de alimentos em Gaza. Até que ponto esses fatos podem colocar em dúvida alguma das duas acusações que o TPI faz?

Microsoft Copilot:

🧭 As objeções levantadas por setores da mídia pró-Israel e por autoridades israelenses — especialmente sobre o uso de infraestrutura civil pelo Hamas e a sabotagem da ajuda humanitária — não anulam automaticamente as acusações do Tribunal Penal Internacional (TPI), mas podem ser consideradas elementos de contexto que o tribunal precisa avaliar com rigor jurídico. Vamos destrinchar isso:

⚖️ 1. Sobre a acusação de “fome como método de guerra”
🛑 Objeções levantadas:
Imagens de drones mostram homens armados em Gaza atirando contra civis que buscavam ajuda alimentar.

O Hamas teria sabidamente sabotado centros de distribuição, inclusive com ataques a funcionários da Fundação Humanitária de Gaza (GHF)35.

O grupo é acusado de confiscar alimentos e impedir a entrega organizada, criando tumultos e pânico8.

🧩 Implicações jurídicas:
Essas alegações podem ser usadas por Israel para argumentar que:

A fome não foi deliberadamente imposta por Israel, mas agravada por ações do Hamas.

O bloqueio de ajuda seria uma medida de segurança para evitar que o Hamas se aproprie dos suprimentos.

A responsabilidade pela crise alimentar seria compartilhada, o que poderia enfraquecer a acusação de “fome como método de guerra”.

No entanto, o TPI considera não apenas intenção, mas também efeito sistemático e previsível. Se Israel sabia que suas ações causariam fome em massa e mesmo assim persistiu, isso pode configurar crime de guerra — independentemente da conduta do Hamas.

⚖️ 2. Sobre os crimes contra a humanidade (assassinato, perseguição, atos desumanos)
🛑 Objeções levantadas:
O Hamas teria instalado bases militares em escolas, hospitais e centros de ajuda1012.

A destruição de túneis subterrâneos do Hamas teria afetado a estrutura de edifícios civis, o que seria uma consequência indireta da guerra14.

O Hamas teria usado civis como escudos humanos, dificultando a distinção entre combatentes e não combatentes11.

🧩 Implicações jurídicas:
Essas alegações podem ser usadas por Israel para justificar:

Que os ataques a infraestruturas civis foram militarmente necessários, pois abrigavam combatentes ou arsenais.

Que os danos colaterais foram inevitáveis em um ambiente urbano densamente povoado.

Que o Hamas violou o princípio da distinção, tornando os civis vulneráveis.

Contudo, o TPI avalia se Israel respeitou os princípios de proporcionalidade e precaução. Mesmo que o Hamas tenha militarizado áreas civis, Israel ainda tem a obrigação de minimizar danos a civis. A destruição sistemática de hospitais, escolas e centros de ajuda pode ser considerada desproporcional, especialmente se houver evidências de que civis foram deliberadamente alvejados ou perseguidos.

🧠 Conclusão
As objeções levantadas não invalidam automaticamente as acusações do TPI, mas podem ser usadas como linha de defesa jurídica por Israel. O tribunal terá que avaliar:

Se as ações israelenses foram necessárias e proporcionais.

Se houve intenção deliberada de causar fome ou perseguir civis.

Se o Hamas contribuiu para a crise, mas não exime Israel de responsabilidade.

Se quiser, posso te mostrar como o TPI tem julgado casos semelhantes envolvendo grupos armados que operam em áreas civis. Deseja seguir por esse caminho?

1 https://www.google.com/
2 https://noticias.uol.com.br/ultimas-not ... m-gaza.htm
3 https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025 ... nega.ghtml
4 https://pt.euronews.com/2025/06/12/ataq ... balhadores
5 https://www1.folha.uol.com.br/mundo/202 ... gaza.shtml
6 https://www1.folha.uol.com.br/mundo/202 ... gaza.shtml
7 https://pt.euronews.com/2025/07/16/grup ... elo-menos-
8 https://www.infomoney.com.br/mundo/tumu ... -entidade/
9 https://veja.abril.com.br/mundo/israel- ... militares/
10 https://www.defesanet.com.br/geopolitic ... sraelense/
11 https://www.cnnbrasil.com.br/internacio ... elo-hamas/
12 https://veja.abril.com.br/mundo/o-que-s ... -destruir/
13 https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025 ... ador.ghtml
14 https://www.band.com.br/noticias/a-pole ... s-16654609
15 https://expresso.pt/internacional/medio ... a-48b9fe36

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Este é o tipo de gente cuja palavra pedem para confiarmos quando a ONU cria uma narrativa sobre a situação da Guerra de Gaza. Uma mulher que chama o Hamas de “partido político que não deve ser eliminado por Israel, pois isso não seria um objetivo militar”:

Em entrevista à emissora italiana La7, em 9 de maio de 2024, Francesca Albanese, relatora especial da ONU para os Territórios Palestinos, afirmou que “eliminar o Hamas significa eliminar um partido político, e isso não é um objetivo militar”. Segundo ela, o combate ao grupo estaria “no centro da lógica genocida que Israel implementou”. A declaração, no entanto, ignora o histórico de ataques promovidos pelo Hamas e sua classificação como organização terrorista.

As falas de Albanese são absurdas e demonstram como a relatora legitima um grupo responsável por massacres deliberados contra civis. Ela já foi alvo de pedidos de destituição por declarações consideradas enviesadas e por minimizar os atentados de 7 de outubro de 2023, que mataram mais de 1.200 israelenses e desencadearam a atual guerra na Faixa de Gaza.

Via: UN Watch

(vídeo)
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1947758836577931582

Eu perguntei ao ChatGPT sobre a fome em Gaza e ele disse que 56% da população de lá está em estágio 4 ou estágio 5 de fome na Classificação Integrada de Fase de Segurança Alimentar (IPC) em maio/junho de 2025. Segundo ele, a fonte primária sobre esses dados “não é exclusivamente o Ministério da Saúde de Gaza. Em vez disso, os dados são produzidos e validados por um consórcio técnico internacional com múltiplas fontes, sob supervisão rigorosa”. Ainda assim, um jornal de Israel diz que:

Imagens divulgadas pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) nesta quarta-feira (23) nas redes sociais mostram integrantes da alta liderança do Hamas consumindo refeições fartas dentro de túneis subterrâneos, enquanto acusam Israel de provocar fome na Faixa de Gaza. O vídeo contrasta com a situação da população civil, que enfrenta escassez de alimentos em meio ao conflito.

Segundo autoridades israelenses, os alimentos exibidos não fazem parte da ajuda humanitária enviada à região. As imagens reforçam a denúncia de que o Hamas acumula recursos e se esconde no subsolo, deixando os civis desassistidos e sujeitos às consequências de sua própria conduta.

Essa é mais uma evidência que o maior obstáculo à distribuição dos mantimentos é o próprio Hamas. O grupo terrorista sequestra alimentos, desvia recursos e reprime com execuções quem tenta acessar a ajuda. Ignorar esses absurdos é dar respaldo a um poder autoritário que usa civis como escudos humanos enquanto mantém 50 reféns sob seu controle.

Via: The Times of Israel/IDF

(StandWithUs Brasil)

Fonte: https://x.com/StandwithusBr/status/1948088315514593654

Mudando um pouco de assunto:

Mais de 1.300 drusos foram assassinados na Síria em menos de uma semana por jihadistas ligados a grupos como Al-Qaeda e Estado Islâmico, segundo relatos de refugiados no Brasil que estiveram aqui no nosso escritório nesta semana.

A minoria drusa, concentrada na província de Sueida, tem sido alvo de execuções, sequestros e perseguições com a conivência do regime sírio.

O silêncio do governo brasileiro e de parte da imprensa me preocupa profundamente. Diante desse massacre, é urgente que haja uma reação por parte das autoridades e da sociedade.

Compartilhe este vídeo e ajude a levar essa denúncia ao maior número possível de pessoas.

(vídeo)
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1948135440906932423
O silêncio ensurdecedor de parte dos políticos no Brasil frente ao massacre de mais de 1300 drusos na Síria escancara que nunca se tratou de direitos humanos, cessar fogo ou solidariedade aos palestinos. Se não tem Israel envolvido, não há interesse e a “solidariedade” é seletiva!
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1948076540190732759

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

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Fernando Silva
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Mensagem por Fernando Silva »

Huxley escreveu:
Qua, 23 Julho 2025 - 22:10 pm
Mais de 1.300 drusos foram assassinados na Síria em menos de uma semana por jihadistas ligados a grupos como Al-Qaeda e Estado Islâmico, segundo relatos de refugiados no Brasil que estiveram aqui no nosso escritório nesta semana.

A minoria drusa, concentrada na província de Sueida, tem sido alvo de execuções, sequestros e perseguições com a conivência do regime sírio.

O silêncio do governo brasileiro e de parte da imprensa me preocupa profundamente. Diante desse massacre, é urgente que haja uma reação por parte das autoridades e da sociedade.
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1948135440906932423
O silêncio ensurdecedor de parte dos políticos no Brasil frente ao massacre de mais de 1300 drusos na Síria escancara que nunca se tratou de direitos humanos, cessar fogo ou solidariedade aos palestinos. Se não tem Israel envolvido, não há interesse e a “solidariedade” é seletiva!
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1948076540190732759
Os drusos são uma seita islâmica dita esotérica. Acreditam inclusive em reencarnação. São vistos pelos demais como hereges a serem exterminados.
Vi um video em que um beduíno sunita vociferava que "Vamos matar todos eles!"

Independente do que pensemos a respeito do que está acontecendo em Gaza, sim, o mundo só está prestando atenção porque Israel está envolvido.
Enquanto isto, milhares morrem em guerras e massacres na África e outros lugares com pouca ou nenhuma cobertura.
Se Israel não fosse pró-americana, os conflitos no Oriente Médio seriam apenas notinhas de pé de página. Apenas coisa de gente atrasada em lugares distantes e atrasados.

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Mais um capítulo na história da responsabilidade pela fome em Gaza:
Segundo o governo de Israel, uma carga equivalente a 950 caminhões de ajuda humanitária está parada dentro da Faixa de Gaza, à espera de ser distribuída pela ONU. De acordo com os israelenses, são centenas de toneladas de ajuda que já foi processada pelas autoridades - para impedir a entrada de armas ou substâncias que podem ser convertidas em explosivos -, mas que ainda não foram efetivamente distribuídas pq a ONU não foi buscá-las.

https://x.com/IsraelMFA/status/1948113823547670610

Segundo Israel, não há nada perecível, com a maior parte sendo composta por alimentos enlatados ou desidratados, mas é evidente que não podem ficar ali muitas semanas ao sol.
(Hoje no Mundo Militar)

Fonte: https://x.com/hoje_no/status/1948323286519062639

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »

O representante internacional das Forças de Defesa de Israel (IDF), tenente-coronel Nadav Shoshani, informou que cerca de 950 caminhões carregados com alimentos e suprimentos estavam à espera para serem retirados por organizações internacionais nos pontos de distribuição na Faixa de Gaza.

A declaração, feita em 22 de julho por meio do X (antigo Twitter), reforça que não há bloqueio de alimentos por parte de Israel, que tem facilitado os trâmites para a entrada da ajuda humanitária no território. Segundo o jornalista da Fox News, Trey Yings, 150 caminhões de ajuda foram recolhidos hoje (24) pela ONU dentro da Faixa de Gaza. Outros 70 caminhões foram descarregados nos pontos de passagem de ajuda. Essas entregas são resultado de negociações diretas e frequentes entre representantes da ONU e de Israel.

Há evidências de que o Hamas controla a distribuição da ajuda dentro da Faixa de Gaza, utilizando os mantimentos como instrumento de dominação sobre a população local. Relatos também apontam envolvimento de organizações ligadas à ONU nesse processo, o que evidencia a complexidade da situação humanitária no enclave palestino.

Via: X / @LTC_Shoshani

(vídeo)


(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1948365785434370144

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »

QUEREM MENTIR? MINTAM!
EU VOU CONTINUA TRAZENDO A VERDADE! A VERDADE QUE SEUS OLHOS PODEM VER:

Segundo NYT não há provas que o Hamas rouba diariamente a ajuda humanitária em Gaza.

Entendi… então o que meus olhos cos evitem ver é apenas ilusão e eu devo acreditar no jornal de esquerda dos eua?

Segue o 🧶
Via: Iltv News

(vídeo)

Hamas batendo no povo de Gaza que tenta pegar a ajuda humanitária

(vídeo)

Hamas comendo bem em túneis em gaza

(vídeo)

Civis de Gaza culpam Hamas pela fome

(vídeo)

Crianças comprando farinha que era da ajuda humanitária

(vídeo)

Joana lista palestino diz que o Hamas rouba a ajuda humanitária

Civis de Gaza denunciam que Hamas está atirando contra eles quando tentam se alimentar

(vídeo)

Hamas roubando a ajuda

(vídeo)

Hamas humilha e bate em civis de Gaza depois de eles pegarem ajuda humanitária

(vídeo)

Ex refém testemunhou Hamas roubando a comida.

(vídeo)
(Desiree Rugani)

Fonte: https://x.com/desireerugani/status/1949446365999751643

INFORMAÇÃO IMPORTA 🧠

A imagem do bebê Mohammed, em Gaza, rodou o mundo como símbolo de “fome causada por Israel”.
Mas a verdade?

Ele sofre de uma doença muscular rara — fato confirmado pela própria CNN.

E o detalhe mais revelador?
O irmão saudável do lado dele foi apagado da reportagem.

A narrativa foi editada para emocionar, não para informar.

Manipular a dor de uma criança para fins políticos é desumano.

Espalhe a verdade. A compaixão começa com honestidade.

Imagem
(Desiree Rugani)

Fonte: https://x.com/desireerugani/status/1949532584066846733

Imagem

Fonte: https://x.com/PhilipProudfoot/status/19 ... 4793859304

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »


Israel divulgou um vídeo mostrando terroristas palestinos do Hamas sequestrando um caminhão com ajuda humanitária em Gaza. Segundo os israelenses, o vídeo foi gravado no dia 25 de julho, o mesmo dia em que o New York Times publicou uma matéria dizendo que isso não acontece.

No vídeo podemos ver terroristas armados em cima do caminhão, apontando os seus fuzis contra os civis reunidos à volta.

(vídeo)
(Hoje no Mundo Militar)

Fonte: https://x.com/hoje_no/status/1950134900872335720

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Re: Guerra Israel contra seus inimigosq

Huxley
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Mensagem por Huxley »


Israel está suspendendo as ações militares todos os dias até novo aviso, das 10h às 20h, em áreas-chave da Faixa de Gaza, para garantir que os civis recebam a ajuda humanitária que precisam. Segue o fio 🧶

1/13

Enquanto os terroristas do Hamas continuam operando em bairros civis — uma violação brutal do direito internacional — as Forças de Defesa de Israel (IDF) estão reduzindo suas operações para permitir que alimentos, água e suprimentos médicos cheguem aos palestinos. A medida vem após relatos confiáveis e comoventes sobre a escassez de alimentos em partes da Faixa de Gaza, além da desinformação vergonhosa promovida pelo Hamas, pela ONU e por veículos de imprensa internacionais.

2/13

Em 7 de outubro de 2023, terroristas do Hamas fizeram um ataque violento em Israel, massacrando mais de 1.200 pessoas, ferindo milhares e sequestrando mais de 250 reféns para a Faixa de Gaza. Isso desencadeou a guerra de 7 de Outubro, que tem sido terrível para civis israelenses — e ainda pior para os palestinos. Nesta guerra, Israel busca desmantelar o Hamas e libertar os reféns. O Hamas busca manter o controle da Faixa de Gaza e prometeu repetir as atrocidades de 7 de Outubro até destruir Israel.

3/13

Israel aceitou várias propostas de cessar-fogo, incluindo a mais recente, apresentada por mediadores internacionais. O Hamas, no entanto, continua rejeitando os acordos, buscando manter o controle da Faixa de Gaza, armar-se novamente e continuar atacando Israel. Terroristas ainda mantêm 50 israelenses reféns na Faixa de Gaza, dos quais se acredita que 20 ainda estejam vivos.

4/13

Desde o início da guerra, Israel ajudou a entregar quase 2 milhões de toneladas de ajuda humanitária, incluindo mais de 1,43 milhão de toneladas de alimentos aos civis na Faixa de Gaza.

- Desde 7 de outubro de 2023, uma média de mais de 145 caminhões de ajuda entram por dia na região;

Desde 19 de janeiro de 2025, a média é de mais de 155 caminhões por dia.
Essa quantidade deveria ser mais do que suficiente para evitar a fome entre os civis palestinos. No entanto, em algumas regiões da Faixa de Caza, essa ajuda não tem chegado de forma suficiente, resultando na crise atual.

5/13

Desde 18 de maio de 2025, a ajuda humanitária vem sendo distribuída por meio de uma parceria entre a nova Fundação Humanitária de Gaza (GHF) - financiada pelos EUA —, a ONU e outras organizações. Israel tem apoiado as operações da GHF com o objetivo de impedir que o Hamas desvie os suprimentos, enfraquecer o controle do grupo sobre a Faixa de Gaza e pressioná-lo a libertar os reféns.

Há relatos conflitantes sobre o roubo de ajuda pelo Hamas e outros obstáculos que impedem a chegada dos suprimentos aos necessitados.

ENTÃO, QUAL É A VERDADE?

6/13

O jornal The New York Times informou que autoridades israelenses acreditam que o Hamas não está roubando sistematicamente a ajuda dos caminhões da ONU. No entanto, outras organizações também distribuem ajuda na Faixa de Gaza, e há evidências, vindas de diversas fontes, de que o Hamas usa essa ajuda para se manter no poder, incluindo:

1. Vídeos de homens armados sequestrando caminhões de ajuda;
2. Palestinos forçados a comprar comida durante a guerra, mesmo com a promessa de distribuição gratuita;
3. Armazéns de comida abastecendo o Hamas enquanto civis passam fome (The Free Press);
4. Relatos da mídia palestina sobre a unidade Al-Sahm do Hamas espancando e assassinando palestinos que tentam pegar ajuda nos centros da GHF (MEMRI);
5. Hamas assassinando funcionários palestinos da GHF e lançando foguetes contra centros de distribuição quando civis buscam alimentos.

7/13

A GHF já distribuiu milhões de refeições na Faixa de Gaza, apesar de ter sido atacada pelo Hamas, condenada pela ONU e boicotada por outras organizações humanitárias. Ainda assim, enfrenta grandes desafios.
Muitos palestinos precisam caminhar longas distâncias até os pontos de distribuição.

Tragicamente, alguns foram mortos por disparos no trajeto. Veículos de mídia divulgaram números inflados e falsos sobre vítimas, fornecidos por terroristas do Hamas, cujas estatísticas já foram desmentidas diversas vezes.

As IDE reconheceram que dispararam tiros de advertência contra pessoas que se aproximam de suas posições e abriram investigações contra soldados em alguns desses incidentes. Ainda não se sabe quem é o responsável por cada uma dessas mortes trágicas.

8/13

Além de haver grupos humanitários que o Hamas não considera uma ameaça ao seu poder, o desafio é outro para Israel: embora o país facilite a entrada da ajuda nas fronteiras, a responsabilidade pela entrega aos civis na Faixa de Gaza é da ONU e de outras organizações, que enfrentam sérias dificuldades para fazê-lo.

Esses caminhões precisam cruzar zonas de guerra perigosas, por rotas coordenadas com as IDF.
Muitos têm sido saqueados antes de chegar ao destino.
Em 22 de julho, por exemplo, enquanto se espalhavam relatos sobre fome, as IDF divúlgaram imagens de 950 caminhões de ajuda parados dentro da Faixa de Gaza, esperando coleta — quantidade suficiente para alimentar toda a população por semanas.

Israel acusou a ONU de não distribuir essa ajuda, enquanto a ONU e alguns governos acusaram Israel de não garantir a segurança da entrega.
Segundo relatos, as IDF ofereceram escolta armada, mas a ONU recusou.

9/13

O resultado de todos esses desafios é que civis em algumas áreas da Faixa de Gaza não estão recebendo comida suficiente.

Os detalhes permanecem obscuros devido à desinformação generalizada.

No entanto, uma pesquisadora israelense da Universidade Hebraica descobriu que o preço da farinha na Faixa de Gaza disparou entre março e julho de 2025, indicando grave escassez.

10/13

Vergonhosamente, essa crise real e urgente foi distorcida por vários veículos de imprensa.

Em um caso, a imagem comovente de uma criança com uma doença rara foi destaque em jornais do mundo todo. Embora retratar seu sofrimento fosse legítimo, a imagem foi usada falsamente como prova de fome em massa.

Em outro caso, a foto de uma criança esquelética apareceu em um jornal italiano. Ele também sofria de uma doença crônica, e Israel havia ajudado a transferi-lo para tratamento médico na Itália no início de junho.

11/13

Apesar da guerra de propaganda e das declarações vergonhosas de alguns políticos de extrema-direita em Israel, o país reconheceu a necessidade urgente de enviar grandes volumes de ajuda para a Faixa de Gaza.

Em 27 de julho, as IDF anunciaram a suspensão diária de operações militares em áreas sem combate ativo, incluindo al-Mawasi, Deir al-Balah e a Cidade de Gaza. Além disso, rotas
humanitárias permanentes ficarão abertas das 6h às 23h para a ONU e outras entidades.

A Força Aérea de Israel e de outros países também começaram a lançar ajuda diretamente aos civis por via aérea. A esperança é que agora os moradores da Faixa de Gaza recebam toda a comida e os remédios que precisam.

Imagem

12/13

Esta é uma crise trágica, sem soluções simples. Alguns defendem que Israel aceite um cessar-fogo e a libertação dos reféns, para depois retornar à Faixa de Gaza e retirar o Hamas do poder.
Outros dizem que, após um cessar-fogo permanente, as IDF não conseguirão voltar, e que apenas mais pressão militar pode libertar os reféns e encerrar a guerra.

Mas uma coisa é certa: não haverá paz duradoura enquanto a Faixa de Gaza for controlada por terroristas genocidas que prometem repetir os horrores de 7 de Outubro de 2023.

A comunidade internacional precisa parar de permitir que o Hamas use o sofrimento dos palestinos como arma para manter o poder. O futuro deve permitir que civis da Faixa de Gaza e de Israel reconstruam suas vidas, livres do Hamas e de outros extremistas que só oferecem morte e destruição.

13/13
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1950314096378986521

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Sobre a guerra de narrativas sobre a fome em Gaza… Pedro Doria diz que Israel poderia ter resolvido essa questão simplesmente botando dentro de Gaza muito mais comida do que é necessário. Mas como André Lajst disse: “Segundo relatos, as IDF ofereceram escolta armada, mas a ONU recusou.”. Se não há escolta armada suficiente para os caminhões de ajuda humanitária, então o Hamas poderia reagir ao aumento do número de caminhões entrando em Gaza simplesmente aumentando a proporção de suprimentos que ele extravia.

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »


90% dos caminhões de ajuda da ONU em Gaza foram saqueados por militantes armados ou por palestinianos famintos antes de chegarem ao seu destino: relatório https://trib.al/pNjBiAG
(New York Post - traduzido)

Fonte: https://x.com/nypost/status/1952802546692624478

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Fontes da BBC na Faixa de Gaza disseram que quantidades significativas de ajuda foram tomadas pelo Hamas. Segue o fio 🧶

1/6

Imagem

"O Hamas distribuiu cestas básicas a seus membros e suas famílias por meio de comitês locais de emergência, cuja liderança é frequentemente trocada devido aos repetidos ataques israelenses."

2/6

"Isso gerou indignação pública, com muitos moradores da Faixa de Gaza acusando o Hamas de distribuir ajuda apenas a seus apoiadores e excluir o restante da população."

3/6

"Israel acusou o Hamas de roubar ajuda que entrou na Faixa de Gaza durante o cessar-fogo no início deste ano, algo que o Hamas nega. No entanto, fontes da BBC na Faixa de Gaza disseram que quantidades significativas de ajuda foram tomadas pelo Hamas nesse período."

4/6

"Nisreen Khaled, viúva que cuida de três filhos após a morte do marido por câncer há cinco anos, disse à BBC: 'Quando a fome piorou, meus filhos choravam não só de dor, mas também por verem nossos vizinhos ligados ao Hamas receberem cestas básicas e sacos de farinha.'"

5/6

"Eles [o Hamas] não são a razão do nosso sofrimento? Por que não garantiram comida, água e remédios antes de iniciar sua aventura em 7 de Outubro?"

6/6
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1953471357905150032

O jornal alemão Süddeutsche Zeitung publicou ontem (5) uma investigação revelando que o Hamas manipula imagens de fome e desespero na Faixa de Gaza para influenciar a opinião pública internacional. Segundo a reportagem, fotógrafos profissionais, incluindo um colaborador da agência estatal turca Anadolu, teriam orientado civis palestinos a posar com panelas vazias, simulando filas por comida. Embora o jornal reconheça a escassez alimentar na região, alerta que muitas imagens amplamente divulgadas foram encenadas ou tiradas de contexto.

Fotos de crianças desnutridas seriam, em parte, registros antigos ou retratariam pacientes com doenças crônicas pré-existentes, sem relação direta com a guerra. Um especialista ouvido pela reportagem explicou que muitas dessas imagens não são falsas, mas construídas com enquadramentos manipuladores ou legendas enganosas, remetendo a cenas de sofrimento extremo. O objetivo, segundo ele, seria “substituir na memória coletiva as imagens brutais do ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023”.

O jornal Bild também abordou o tema, destacando que o fotógrafo Anas Zayed Fatiyeh, responsável por imagens publicadas por veículos como BBC, CNN e New York Magazine, frequentemente publica conteúdo anti-Israel nas redes sociais. Segundo o Bild, ele estaria a serviço da propaganda do Hamas, com o apoio da Anadolu e do presidente turco Recep Tayyip Erdoğan, aliado do grupo terrorista. A reportagem questiona por que veículos ocidentais seguem usando imagens de fontes sabidamente enviesadas ou manipuladas, contribuindo para a disseminação de uma narrativa construída politicamente.

Via: Ynet News

Imagem
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1953107816354345029

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram ter eliminado Anas Al-Sharif — um dos líderes do Hamas que se fazia passar por jornalista da rede Al Jazeera.

Segundo informações e documentos apreendidos na Faixa de Gaza, Al-Sharif comandava uma célula terrorista do grupo, coordenava ataques com foguetes contra civis israelenses e soldados das IDF, e recebia salário diretamente do Hamas. O material inclui listas de integrantes, registros de treinamentos, agendas telefônicas e comprovantes de pagamento — evidências que confirmam seu papel ativo nas operações militares do Hamas e sua atuação dentro da Al Jazeera, emissora de propriedade do Catar.

Em 2022, Al-Sharif celebrou no X (antigo Twitter), o atentado terrorista no qual o brasileiro David Anijarem, nascido em Belém, foi atingido na cabeça por um tiro. Al-Sharif chamou o assassino de “herói” e “Cavaleiro de Jerusalém”.

Al-Sharif apagou suas postagens de outubro de 2023, quando passou a se apresentar como “jornalista” da Al Jazeera, mas deixou no ar tuítes antigos, como o que exaltava o terrorista que atirou em Anijarem: “Heroísmo excepcional foi demonstrado pelo combatente procurado da resistência palestina Uday al-Tamimi, ao enfrentar as forças de ocupação do ponto zero pela segunda vez em dois dias na Jerusalém ocupada, antes de ser martirizado”.

Antes de vestir o colete com a inscrição “PRESS”, suas redes sociais eram repletas de mensagens de apoio ao Hamas, glorificação do terrorismo e comemoração de atentados. No Telegram, também aplaudiu o massacre de 7 de Outubro.

Lamentavelmente, grandes veículos de comunicação internacionais parecem incapazes de fazer uma simples busca no X para expor esse histórico.

Imagem
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1954888796018737480

Esse é o tal “jornalista” da Al Jazeera que foi morto hoje. A esquerda ele está em uma convenção do Hamas com o então líder do grupo e do lado direito com uma AK-47.

Imagem
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1955066201089949815

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Huxley escreveu:
Seg, 11 Agosto 2025 - 23:58 pm

As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram ter eliminado Anas Al-Sharif — um dos líderes do Hamas que se fazia passar por jornalista da rede Al Jazeera.

Segundo informações e documentos apreendidos na Faixa de Gaza, Al-Sharif comandava uma célula terrorista do grupo, coordenava ataques com foguetes contra civis israelenses e soldados das IDF, e recebia salário diretamente do Hamas. O material inclui listas de integrantes, registros de treinamentos, agendas telefônicas e comprovantes de pagamento — evidências que confirmam seu papel ativo nas operações militares do Hamas e sua atuação dentro da Al Jazeera, emissora de propriedade do Catar.

Em 2022, Al-Sharif celebrou no X (antigo Twitter), o atentado terrorista no qual o brasileiro David Anijarem, nascido em Belém, foi atingido na cabeça por um tiro. Al-Sharif chamou o assassino de “herói” e “Cavaleiro de Jerusalém”.

Al-Sharif apagou suas postagens de outubro de 2023, quando passou a se apresentar como “jornalista” da Al Jazeera, mas deixou no ar tuítes antigos, como o que exaltava o terrorista que atirou em Anijarem: “Heroísmo excepcional foi demonstrado pelo combatente procurado da resistência palestina Uday al-Tamimi, ao enfrentar as forças de ocupação do ponto zero pela segunda vez em dois dias na Jerusalém ocupada, antes de ser martirizado”.

Antes de vestir o colete com a inscrição “PRESS”, suas redes sociais eram repletas de mensagens de apoio ao Hamas, glorificação do terrorismo e comemoração de atentados. No Telegram, também aplaudiu o massacre de 7 de Outubro.

Lamentavelmente, grandes veículos de comunicação internacionais parecem incapazes de fazer uma simples busca no X para expor esse histórico.

Imagem
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1954888796018737480

Esse é o tal “jornalista” da Al Jazeera que foi morto hoje. A esquerda ele está em uma convenção do Hamas com o então líder do grupo e do lado direito com uma AK-47.

Imagem
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1955066201089949815
Mais essa:
Lista de salários do Hamas!
Resta alguma dúvida?

Imagem
(André Lajst)

Fonte: https://x.com/AndreLajst/status/1955269144439329230

Re: Guerra Israel contra seus inimigos

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Depois de derrotar o Hamas, Israel precisa derrotar Netanyahu
Israel venceu o Hamas, mas não conseguiu reaver todos os reféns. Dificilmente sairá desse beco, se não se livrar de Netanyahu

Mario Sabino
13/08/2025 11:39, atualizado 13/08/2025 11:39

O exército de Israel já planificou a ocupação da cidade de Gaza, apesar da oposição dos seus generais à ordem emanada pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, interessado em estender a guerra ao máximo para não ter de responder aos crimes dos quais é acusado em seu país. Não importa a patente, soldados obedecem.

Do outro lado do jogo político macabro, o Hamas resiste a devolver os reféns israelenses que ainda permanecem sob o seu jugo, vítimas de um cotidiano de torturas e humilhações, como demonstra o vídeo que exibe o esfaimado Evyatar David cavando o que seria a própria cova. Quem paga pela vileza é a população de Gaza, que continua a servir de escudo para os terroristas.

A verdade invisível apenas a antissemitas e aos seus cúmplices ingênuos é que a vida de um palestino tem o mesmo valor da vida de um judeu para esses facínoras.

Estima-se que, dos 50 reféns nas mãos do Hamas, entre 20 e 23 estejam vivos. À diferença do início da guerra, os terroristas não têm quase nada a perder se matarem todos, uma vez que o Hamas profissional foi dizimado pelo exército israelense.

Israel não fornece números, mas governos europeus acreditam que 20 mil terroristas morreram nos bombardeios a Gaza. Foram substituídos por jovens com idade média de 19 anos e nenhum treinamento.

O Hamas também foi decapitado dos seus comandantes. Sobraram entre seis e sete chefes militares de segunda linha, que vivem escondidos em buracos e dificilmente se comunicam entre eles.

Os terroristas não dispõem mais de foguetes para atingir território israelense, têm apenas armas leves, e a sua ação hoje se resume a atos de guerrilha em Gaza. Sem poder contar com o financiamento do Irã, derrotado por Israel, o Hamas não tem como se rearmar.

Israel venceu os terroristas, mas não conseguiu reaver todos os reféns. Dificilmente sairá desse beco, se não derrotar também Benjamin Netanyahu.
Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mari ... -netanyahu
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