O papo aqui está ficando bem interessante... Discussão de verdade, sem imposição de politicamente correto. Por falar nisso...
O problema hoje de fazer pesquisa séria é o politicamente correto. As pesquisas antigas sofrem de limitações e preconceitos do passado. Em teste de inteligência, pessoas que tiveram uma infância com nutrição ruim tendem a desenvolver menos a inteligência. No caso dos esportes, países com muita pobreza dificultam que as melhores pessoas desejem se dedicar a esportes e tenham recursos para isso. A coisa está difícil. Já conversei com sociólogo e ele defende o politicamente correto com os mesmos argumentos que um militante leigo em sociologia. Como não sou das áreas de humanas, eu não tenho como mostrar os equívocos. Algo que não faz sentido é falar de racismo e eles acrescentarem o resto da trindade deles (machismo e homofobia) e ignorarem que idosos, prostitutas, catador de lixo, índios e mendigos sofrem preconceito e tem uma vida pior do que homossexuais. A militância atrapalha a causa por se desviar da origem do problema. A militância diz que violência doméstica é culpa do "patriarcado", o erro é que o problema não está na cultura e sim na psicologia humana, que é violenta e gosta de dominar. Se eles querem criar uma cultura feminista para o homem ser submisso e não cometer violência, eles estarão criando um problema para resolver outro.
Sou contra uma sociedade gerida por sociólogos, porque eles sempre tendem partir para militância. Essas militâncias pra mim é coisa de retardado ou gente fracassada sem autoestima e que por isso querem impor suas inferioridades psíquicas internas nos outros. Eu mesmo já pensei assim como fracassado antes e sei como é (até porque já estou com quase 40 anos no meio da cara). Hoje não mais! São pessoas medíocres e que só servem para atrapalhar o progresso humano, além de só servirem para causar confusão. Não são pessoas inferiores em essência, elas é que escolheram se ver desta maneira e querem impor isso ao próximo. Nosso governo tem um sociólogo como ministro da fazenda, o que é um erro crasso, já que deveria ter sido um economista. Por isso que o Brasil está uma bosta na economia e a inflação a mil! Sociólogos não servem para gerir economia, pois eles se preocupam com utopias como justiça social, algo que NUNCA vai acontecer através de governos, ministros, partidos ou sei lá mais o quê. Sociologia é socialismo acadêmico. Essas ideologias de segunda e terceira posição são todas ruins e só servem para trazer sofrimento e destruição (como fascismo e leninismo).
A primeira posição (liberalismo/capitalismo) continua sendo a melhor indiscutivelmente. Não tem justiça social, mas funciona.
Primeiro raça e grupo étnico são conceitos diferentes. Raça é o conjunto de características biológicas enquanto etnia já é a cultura, incluindo tradições, o idioma e a religião do grupo.
Sim, são. Raça é algo mais biológico, enquanto que etnia é algo mais cultural relacionado à raça.
Vou dizer o que sei sobre Orientais (japas e chineses), Caucasianos e Afros sem me importar com o politicamente correto.

Orientais tem pouca propensão a engordar.
Orientais são os mais baixinhos e afros são os mais altos tanto em estatura quanto em tamanho do bilau.
Mulheres orientais são tábuas, enquanto as mulheres e homens afros são mais popozudos e as mulheres nórdicas são as mais peitudas.
Afros tem mais glândulas de transpiração enquanto orientais transpiram tão pouco que muitos nem usam desodorante.
Orientais tem pouco pêlo no rosto.
Afros são os melhores em força física e velocidade enquanto orientais são os piores.
Afros são mais sociais enquanto orientais são mais reservados.
Afros tem mais testosterona enquanto orientais são mais enrustidos.
Agora a maior polêmica, orientais são mais inteligentes, em termos de raciocínio lógico, do que caucasianos. Porém, se não for por causa da má nutrição, caucasianos são mais inteligentes do que afros.
Por fim, a cor da pele é uma consequência da zona climática, antes da globalização. Quanto mais perto do equador, mais escura é a cor da pele. A cor da pele influencia a facilidade de se adaptar ao clima.
Existem também a raça Ameríndio, de que li pouco a respeito e que é descendente dos orientais, e várias outras minoritárias espalhadas pelo mundo, como aborígenes australianos.
Os caucasianos ainda se subdividem em mediterrâneos, nórdicos, árabes e vários outros, e muitas diferenças são perdidas com a miscigenação. Existia a raça céltica e os cabelos ruivos foram a herança que deixaram. Também percebo um padrão em homens eslávicos que não sei explicar bem.
Orientais demoraram mais tempo para ter uma aparência de velho enquanto os nórdicos tem a aparência envelhecida mais cedo.
Os mais altos hoje são os países germânicos e eslavos (Holanda, Bósnia, etc) e os menores são os orientais tropicais (Indonésia, etc). Considerando que na idade média, a maioria dos humanos eram pequenos, hoje a estatura é por causa de boa alimentação? Existe tanto o fator raça quanto o fator alimentação.
Na medicina, tem doenças que são mais comuns em algumas raças. Por exemplo, negros tem mais propensão a desenvolverem glaucoma. Pelo menos nesta parte o politicamente correto não atrapalhou.
Vejo muitos quenianos indo bem em maratonas.
Negro: Adaptado a clima quente. A melanina protege contra raios ultravioleta, com pele resistindo a sol e envelhecimento. Dentre o grupo, aqueles com resistência a parasitas, como malária, tendem a desenvolver anemia falciforme. Ossos mais densos, que são mais resistentes e tem menos osteoporose.
Leste asiático (japas): O corpo perde menos calor e fede menos. Tem sistema imunológico melhor. Tem um corpo mais balanceando e com menos impulso. Por isso, é fisicamente menor. O corpo também tem rejeição ao álcool, sendo um defesa contra o alcoolismo.
Nativo americano: Tem corpo eficiente no consumo de energia. Entretanto, hoje com o excesso de calorias, engorda mais e tem mais chances de diabetes.
Brancos: Brancura tem mais capacidade de vitamina D. É adaptado e climas frios. Desenvolveu tolerância a lactose, permitindo ter cálcio e proteína durante o inverno.
Por que o cara disse que o branco é melhor? É melhor para os ambientes urbanos industriais modernos, já que foram eles que construíram a civilização moderna e o resto do mundo copiou.
Sim, você pegou em pontos importantes. Cada raça tem suas próprias características físicas e mentais. Não são espécies diferentes, pois todas as raças tiveram origens comuns, teriam partido de uma mesma espécie. Não são superiores e inferiores num sentido absoluto. Essas nuances são resultado de onde surgiram cada raça e dependendo do clima e condições ambientais. Cada ambiente que fez surgir uma nova raça, dentro da espécie humana, tem características diferentes e essas características moldaram várias coisas como cor de pele, metabolismo, estrutura muscular e óssea e até mesmo a psique. Ainda que eu esteja falando de psique e inteligência (depende do tipo de inteligência e não só raciocínio matemático), cada indivíduo se difere. Portanto não podemos, por exemplo, falar que um negro nunca vai poder ser físico ou que um japa nunca vai poder ser atleta. Porque isso já seria preconceito.
Mas o que não podemos ignorar são diferenças biológicas óbvias, internas e externas. Ignorar isso é uma atitude idiota de gente que não se aceita como é.
A tendência, ao longo do tempo, é em as populações se miscigenarem cada vez mais. Certos traços mais recessivos vão tender a desaparecer nas populações humanas (o que eu acho uma pena, pois existem vários traços recessivos em relação à aparência que eu acho muito mais atraentes, a maioria deles europeus, do que a maioria dos dominantes, que tendem a ter um padrão mais afro). A não ser que haja uma guerra mundial e isso resulte no fim da globalização, surjam governos ultraconservadores e que isso acabe preservando vários grupos raciais por mais tempo, especialmente na Europa e Japão. Países étnicos como Israel, Letônia e Japão são excelentes em relação à preservação de uma identidade étnico-racial, pois são países feitos para determinados grupos humanos, não para outros. Claro que pecam em vários aspectos, mas ao menos nisso são eficientes. Tenho minhas dúvidas quanto à miscigenação ser boa ou ruim ao longo prazo.
Acho que depende com quem as pessoas se misturam para ter filhos. Acredito existir raças mais compatíveis entre si do que outras.
Por exemplo, a Europa têm vários fenótipos distintos, mas acredito que ter filho entre eles (por exemplo, entre nórdico e mediterrâneo) seja mais compatível do que com asiáticos ou africanos. O mesmo para africanos, acredito haver maior compatibilidade entre grupos africanos terem filhos do que de descendentes de outras partes do planeta. Assim como para orientais e outros grupos. Essa invasão de africanos e asiáticos na Europa está sendo péssima, pois isso sim pode causar problemas em futuras gerações, em relação à maneira como os genes entre tais grupos são mais ou menos compatíveis. Problemas que podem surgir são potenciais deformações faciais, neurológicas, etc. Por exemplo, pessoas que têm problemas bucais e necessitam usar aparelho ou mesmo míopes, incluindo feiura (beleza não é subjetiva, mas objetiva e mensurável na régua, como proporção facial).
Problemas desta natureza. Isso é uma coisa que costumo ver muito entre miscigenados. Ou será que é só impressão minha?
No meu caso é assim... Da parte da minha mãe, tem descendentes de espanhóis e italianos. Nenhum negro ou indígena. Da parte do meu pai, minha bisavó teria sido descendente de alguém da Suíça e talvez a maioria tenham sido de origem portuguesa. Mas como vieram lá do Pará, é bem provável que sim, tenha tido algum gene indígena misturado em gerações anteriores. Mas ainda assim o grosso é de descendentes europeus, portanto o que vale é a maioria dos genes, que são de descendência de povos europeus, a maioria do mediterrâneo. Mas há um problema... Ainda assim sou míope e tive que usar aparelho bucal. Pode ser que esses defeitos específicos talvez não dependam muito do fator racial. Talvez sejam só mutações aleatórias mesmo. Azar.
Por outro lado, quando pequenas populações se isolam e famílias próximas começam a terem filhos umas com as outras, isso acaba gerando problemas genéticos estruturais, como correu com os Habsburgos. Isso é uma coisa da qual pequenos países devem tomar cuidado. Eles deveriam estar mais abertos à imigração de pessoas de países vizinhos, com populações mais parecidas, e não com gente que vem de longe e que cujo fenótipo é bem diferente, fora a cultura islâmica que é totalmente incompatível com o padrão de pensamento e comportamento europeu. Migrações desse tipo só servem para gerar o caos social e econômico. Ainda assim existem doentes mentais sem autoestima que acreditam em utopias que permitem esse tipo de coisa, essa gente que rege a UE. Gente como Macron e Merkel.
Já o Brasil... acredito que parte do problema do Brasil seja a própria genética mesmo, de forma geral. Não em toda a população, mas em grande parte dela, principalmente nas regiões mais miscigenadas (onde ocorre maior mistura de branco, negro e indígena). Essas são as menos desenvolvidas e mais dependentes e programas sociais. Curiosamente, dizem que o Paraná é o estado mais miscigenado. Mas não sei como (se seria entre estrangeiros ou entre brancos com índios, já que há poucos negros lá). Se entre estrangeiros de mesma origem europeia, é menos mal, por causa da compatibilidade genética.
Veja, por exemplo, que a Região Sul tende a ser mais desenvolvida em vários aspectos. Não é só cultura não. Para ser sincero, os portugueses que vieram para cá no passado a maioria eram delinquentes, bandidos, pessoas de baixo nível mesmo. Eles trouxeram essa genética de delinquente e isso acabou misturando com indígenas e negros. A maioria dos negros que vieram para cá eram criminosos capturados por outros grupos africanos, vendidos aos colonizadores portugueses. Enquanto que os indígenas, em parte, acabaram pegando esses genes de delinquência também, trazidos de fora das Américas.
E o que resultou? Um país fracassado em sua essência, em mente e corpo, associado a uma colonização extrativista! Porquê que os EUA deram certo? Porque foi colônia de desenvolvimento, não extrativista, fora que lá quase não há miscigenação, há diversos grupos raciais isolados geneticamente mas convivendo juntos. Os EUA é de fato um dos países mais segregados racialmente (e isso é um problema, não solução). Nisso como país falhou, mas no resto, talvez pelo fato de a base da cultura americana ser de origem britânica e em a maioria da elite americana ser de descendentes europeus, isso tenha permitido que aquele país tivesse dado, ao menos economicamente, muito mais certo do que nós aqui, apesar de culturalmente ter sérios problemas.
Brasil é uma colcha de retalhos cultural. Já os EUA é uma colcha de retalhos racial.
E outra, o clima conta muito. Pessoas que vivem em climas muito quentes são mais atrasadas, tendendo mais à barbárie do que pessoas que vivem em regiões de clima temperado. Climas muito frios também tendem a causar barbárie em povos (como os russos e escandinavos no passado). A temperatura do ambiente conta muito no comportamento de uma sociedade inteira. Sociedades que vivem em lugares muito quentes tendem a serem mais impulsivas, já aquelas que vivem em climas mais agradáveis ao organismo humano tendem a serem mais equilibradas e comedidas. Perceba que cidades serranas ou em lugares de clima mais ameno tendem a serem mais bonitas, organizadas e com menor criminalidade. A mente humana é bastante moldada pelo clima sim.
No fim das contas, não é só genética e cultura, mas clima também!
Aqui no Rio então é o inferno... Clima muito quente e ainda extremamente úmido. Isso atiça potenciais assaltantes...
