
Clube Ceticismo
Livre Arbítrio
Autor: Gigaview | Categoria: Ateísmo e Agnosticismo | Exibições: 89994 Comentários: 34

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Gabarito
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O Livre Arbítrio não EXISTE?
Ciência Todo Dia
344.352 visualizações 5 de mai. de 2025 4 produtos
Você sabe o que é livre arbítrio? No vídeo de hoje, eu vou te mostrar um experimento de Benjamin Libet, e te fazer questionar se você realmente está no controle do seu cérebro, corpo e decisões.
É, o vídeo de hoje vai fundo bem rápido. Esse é um vídeo sobre livre arbítrio!
O Livre Arbítrio não EXISTE?
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Data da postagem: 06/05/2025, 10:31
Apelido:
higor_marinho
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Data da postagem: 07/05/2025, 04:01

Apelido:
Patolino
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O Livre Arbítrio sob o ponto de vista moral é o fiel da balança que julga da responsabilidade do ser quanto a sua ação, pensamento e vontade, com a consequente punição ou recompensa.
A interpretação do experimento de Libet é polêmica. Críticos apontam que ele mede apenas decisões motoras triviais, e não decisões morais ou complexas.
Ainda assim, poderia ser uma das pedras angulares da discussão sobre livre-arbítrio e consciência
Assim, o texto sustenta que:
• O livre-arbítrio consciente é ilusório (neurociência);
• O “eu” é um efeito de memes que querem ser replicados (memética);
• A evolução humana é explicável por dois replicadores: genes e memes;
• A mente humana é um campo de batalha desses replicadores.
Deste modo, traz ainda uma proposta audaciosa: - pensar o “eu” como uma construção evolutiva cultural. No entanto, as consequências filosóficas dessa tese são problemáticas:
• Confunde explicação causal com eliminação ontológica. Explicar a causa não exclui o
fenômeno.
• Usa dados empíricos limitados para negar toda a experiência subjetiva.
• Incorre em autocontradições ao negar o agente que afirma a própria teoria.
• Ignora alternativas filosóficas, mais ricas e coerentes, com a experiência humana.
* em colaboração com IA chatGPT
A interpretação do experimento de Libet é polêmica. Críticos apontam que ele mede apenas decisões motoras triviais, e não decisões morais ou complexas.
Ainda assim, poderia ser uma das pedras angulares da discussão sobre livre-arbítrio e consciência
Assim, o texto sustenta que:
• O livre-arbítrio consciente é ilusório (neurociência);
• O “eu” é um efeito de memes que querem ser replicados (memética);
• A evolução humana é explicável por dois replicadores: genes e memes;
• A mente humana é um campo de batalha desses replicadores.
Deste modo, traz ainda uma proposta audaciosa: - pensar o “eu” como uma construção evolutiva cultural. No entanto, as consequências filosóficas dessa tese são problemáticas:
• Confunde explicação causal com eliminação ontológica. Explicar a causa não exclui o
fenômeno.
• Usa dados empíricos limitados para negar toda a experiência subjetiva.
• Incorre em autocontradições ao negar o agente que afirma a própria teoria.
• Ignora alternativas filosóficas, mais ricas e coerentes, com a experiência humana.
* em colaboração com IA chatGPT
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Data da postagem: 30/05/2025, 16:43

Apelido:
Huxley
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28/05/2005, 09:44
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Gabarito
O Livre Arbítrio não EXISTE?
Ciência Todo Dia
344.352 visualizações 5 de mai. de 2025 4 produtos
Você sabe o que é livre arbítrio? No vídeo de hoje, eu vou te mostrar um experimento de Benjamin Libet, e te fazer questionar se você realmente está no controle do seu cérebro, corpo e decisões.
É, o vídeo de hoje vai fundo bem rápido. Esse é um vídeo sobre livre arbítrio!
O Livre Arbítrio não EXISTE?
Sobre o Experimento de Libet:
https://clubeceticismo.com.br/viewtopic.php?f=18&t=269&p=7884&hilit=Libet#p7884
Grok:
Contexto do Experimento de Libet
O Experimento de Libet, conduzido por Benjamin Libet em 1983, é um marco na neurociência que investiga a relação entre decisão consciente e atividade cerebral. Nele, participantes eram instruídos a realizar movimentos abruptos, como flexionar os dedos ou o pulso, enquanto assistiam a uma bola giratória para marcar o momento de sua decisão consciente. Eletrodos registravam a atividade cerebral, identificando o potencial de prontidão (Bereitschaftspotential), que, segundo Libet, começava cerca de 500 ms antes da ação, enquanto a decisão consciente era relatada apenas 150 ms antes do movimento. Essa discrepância temporal foi interpretada como evidência de que o cérebro decide antes da consciência, desafiando a noção de livre-arbítrio.
(…)
Análise das Conclusões da The Atlantic
A matéria da The Atlantic, publicada em 10 de setembro de 2019, apresenta uma visão crítica da interpretação original de Libet. O artigo detalha que estudos recentes, como o de Schurger et al. (2012), proposto no artigo, sugerem que o potencial de prontidão observado por Libet pode refletir ruído neural ou flutuações cerebrais, e não uma decisão pré-consciente. Um estudo mais recente, mencionado como sob revisão, encontrou que a divergência da atividade cerebral ocorre apenas cerca de 150 ms antes do movimento, coincidindo com o momento relatado de decisão consciente, contradizendo o intervalo de 500 ms de Libet. Isso implica que a atividade cerebral não necessariamente indica uma decisão antes da consciência, mas pode ser um processo coincidente com a decisão. A matéria conclui que o argumento de Libet contra o livre-arbítrio foi desmascarado, embora não resolva o debate, destacando a necessidade de experimentos mais precisos e filosoficamente informados, como uma colaboração mencionada em Science Magazine Science Magazine. Libet próprio, em 2004, também acreditava que seu experimento era insuficiente para provar determinismo, chamando por evidências diretas, conforme citado no artigo.
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Data da postagem: 26/06/2025, 23:00