Política brasileira

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Re: Política brasileira

Huxley
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“A guerra de Moraes contra Mendonça no caso Master”:


youtu.be/aoGAYuun9Uc
O vídeo apresenta uma análise de *Felipe Moura Brasil* sobre a tensão entre os ministros do STF *Alexandre de Moraes* e *André Mendonça*, após a revelação de mensagens trocadas entre *Moraes* e *Daniel Vorcaro*, dono do *Banco Master*.

**Pontos principais abordados:**

* **A reação de Moraes:** O ministro *Alexandre de Moraes* demonstra irritação com *Mendonça*, relator que determinou à Polícia Federal a identificação de interlocutores nas mensagens de *Vorcaro* (0:13-0:29). Segundo o comentarista, *Moraes* alega que *Mendonça* sabia que ele seria o destinatário (0:52-1:02).
* **Contradições institucionais:** O vídeo aponta que, anteriormente, *Moraes* teria afirmado que a relação de *Vorcaro* era apenas com sua esposa, *Viviane* (que assinou contrato milionário com o banco), e agora estaria sendo desmentido pelo conteúdo das mensagens que revelam contato direto entre ambos (2:37-3:13).
* **Crítica à postura de Moraes:** *Felipe Moura Brasil* critica a estratégia de *Moraes* de focar na conduta de *Mendonça* ao invés de responder sobre o conteúdo das mensagens, comparando essa tática de "fazer a caveira" do desafeto com métodos utilizados por petistas durante a *Lava Jato* (4:08-5:45).
* **Clima no STF:** Há relatos sobre o desconforto entre os dois ministros durante sessões plenárias, com *Moraes* evitando interações diretas (5:48-6:13).
* **Contexto político:** O vídeo menciona uma declaração de *Lula* sobre o uso de cargos públicos para fins pessoais, sugerindo uma tentativa do presidente de se descolar da imagem de *Moraes* na reta final do cenário eleitoral (7:05-7:34).

Re: Política brasileira

Huxley
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Re: Política brasileira

Huxley
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🚨 A Maior Mentira da Imprensa Sobre Mendonça e Moraes”:


youtu.be/BRKUNY7tDx0

O vídeo, apresentado por André Marsiglia, contesta a narrativa de que as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça seriam equivalentes ou que ambos teriam cometido erros semelhantes. O autor argumenta que as situações são juridicamente distintas:

O caso de André Mendonça (0:10 - 1:52): O ministro estava investigando o empresário Vorcaro e, no processo, encontrou mensagens que mencionavam Moraes. Seguindo o regimento interno do STF (artigo 5º), Mendonça isolou essas informações e as encaminhou ao ministro Fachin, submetendo ao plenário a decisão sobre a abertura de investigação. O autor defende que Mendonça agiu corretamente dentro da legalidade.
O caso de Alexandre de Moraes (1:56 - 3:56): Segundo o autor, Moraes teria solicitado à Polícia Federal a investigação de Mendonça sem que houvesse indícios prévios. Moraes teria incluído Mendonça no inquérito das Fake News, que está sob seu próprio controle, baseando-se em um relatório que o próprio autor classifica como inválido, feito com inteligência artificial e sem provas concretas.

Desdobramentos atuais (3:58 - 4:57): O ministro Fachin decidiu encaminhar ao plenário tanto a questão da investigação sobre Moraes quanto a inclusão de Mendonça no inquérito das Fake News, para que todos os ministros avaliem os procedimentos. O autor conclui que a imprensa e Moraes estariam criando uma "falsa equivalência" para proteger a imagem do ministro, buscando equiparar os dois casos para sugerir que, se todos são culpados, ninguém é culpado.
(Recurso “Resuma o Vídeo” do Google Gemini)

Re: Política brasileira

Huxley
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A “cabeça política” de Flávio Dino apela a truques retóricos na decisão de reconduzir ao cargo seu aliado Andrei Rodrigues, empossado na gestão do próprio Dino como ministro da Justiça do governo Lula.

Ele alega que o então diretor da PF “limitou-se a cumprir” ordem de Alexandre de Moraes para encaminhar o relatório que Dino omite ser apócrifo, e que, portanto, a medida de afastamento “não poderia, em princípio, recair” sobre Andrei.

Mas Mendonça não se baseou meramente no encaminhamento da “documentação” a “outro relator” (Moraes), ainda que tenha lamentado a posterior divulgação, alegando que ela revelou “previamente aos potenciais alvos de medidas cautelares e instrutórias a sua potencial realização, frustrando completamente a sua eficácia e prejudicando efetivamente as investigações”.

Mendonça considerou “fatos de extrema gravidade” a “produção dos ‘relatórios de inteligência’ em questão” e “o fato de sobre eles ter sido dada ciência prévia” a Moraes, que já havia citado em sua própria requisição “notícias da existência” deles.

O relator do caso Master no STF apontou que foi “submetido a monitoramento sistemático por parte da inteligência” da PF e que, “conforme consta” do próprio ofício subscrito por Andrei, “houve a produção de ao menos seis relatórios de inteligência”, “os quais teriam sido recebidos por referida autoridade” (sim, Andrei), “entre os dias 3 e 31 de agosto de 2026”.

“Ou seja, ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal. Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”, escreveu Mendonça, apontando também o AGU, Jorge Messias, como alvo.

Portanto, a principal questão (falseada por Dino) é a potencial responsabilidade de Andrei, direta ou indireta, sobre a produção, a existência no sistema da PF e o vazamento anterior de relatórios reputados ilegais por Mendonça, bem como a necessidade de apuração dessas circunstâncias sem a influência do diretor-geral, preservando-se a segurança dos alvos dos “documentos”.

Tanto que Mendonça concluiu:

“Assim, a fim de garantir que (i) os membros da magistratura em geral e os Ministros deste Supremo Tribunal Federal em particular, bem como (ii) os membros da Advocacia Pública e (iii) os integrantes das carreiras policiais que compõem a Polícia Federal tenham preservadas as condições institucionais para exercer suas atribuições sem constrangimentos ilegais, bem como a fim de preservar-se a sua segurança e integridade pessoal, deve ser determinado o afastamento preventivo dos senhores Andrei Augusto Passos Rodrigues e Leandro Almada da Costa, respectivamente, dos cargos de Delegado e Diretor-Geral da Polícia Federal e de Delegado e Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal.

Do mesmo modo, deve ser determinada a abertura de procedimento investigatório próprio sobre as circunstâncias relacionadas à produção dos ‘documentos’ em questão, a ser conduzido no âmbito da Corregedoria da Polícia Federal.”

Mas Dino é um senador de toga, líder da bancada de Lula no STF e aliado de Moraes, ministro que usou o inquérito das fake news para violar o sigilo da fonte do jornalista do Maranhão que incomodou o próprio Dino.

O “STF Futebol Clube” é uma várzea.

Imagem
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2097690137047990526

Re: Política brasileira

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Não compartilho do otimismo do Mario Sabino: vitória de curtíssimo prazo não é necessariamente vitória. Basta lembrar que, há alguns meses, o ministro Edson Fachin arquivou a arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli no caso do Banco Master. E, no caso de Moraes, o STF pode já ter formado maioria para blindá-lo. Ou seja, não vejo motivo para tanto otimismo com uma vitória pontual.
André Mendonça ganhou; Moraes perdeu e ficou menos Xandão

Fachin decidiu levar a plenário o pedido de investigação contra Moraes, assim como queria Mendonça. E Xandão perdeu o inquérito das fake new

Mario Sabino
09/09/2026 19:16, atualizado 09/09/2026 19:19


André Mendonça ganhou, Alexandre de Moraes perdeu: esse é o saldo de hoje no STF.

Edson Fachin decidiu levar a plenário o pedido de investigação contra Moraes no âmbito do caso Master, assim como queria Mendonça. Além disso, ao retirá-lo da relatoria do inquérito das fake news, o presidente do STF diminuiu bastante o tamanho de Moraes, que ficou menos Xandão.

Ao assumir o inquérito, Fachin abre caminho para extinguir essa excrescência. O mau passo de Moraes ao tentar incluir Mendonça nele pesou e muito para que o presidente do STF resolvesse dar o basta há longo tempo pretendido por ele.

Se Mendonça teve uma derrota hoje, foi o retorno de Andrei Rodrigues à direção-geral da PF. Não por obra de Flávio Dino, que viu a sua prosopopeia ser revogada, mas por decisão de Fachin, que ainda passou um pito no eterno ministro da Justiça de Lula. De qualquer forma, a manutenção do meganha no cargo permanece em aberto.

Aliás, credite-se ao destrambelhado Dino o fato de o presidente do STF ter se levantado do berço esplêndido. Ele foi afrontado pelo colega espaçoso e, se não o fizesse, Fachin seria apenas um presidente fantoche.

A grande batalha, agora, será no próximo dia 15, quando o plenário do STF julgará se Moraes vai ser ou não investigado. Amanhã, falarei sobre isso.
(Mario Sabino)

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mari ... nos-xandao
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