Prioridades para os próximos governos federais.
Enviado: Sáb, 03 Janeiro 2026 - 00:39 am
Gostaria de discutir sobre as prioridades para o próximo governo federal em relação ao Brasil... E outros seguintes no futuro.
Vou expor minha opinião para dar uma base a esta discussão...
Prioridades urgentes (para rápido resgate econômico):
O PT ou qualquer partido de esquerda não pode vencer na presidência; (1)
Centrão não está confiável para presidência, portanto não deveria vencer. Caso sim, teríamos apenas outro Temer da vida; (2)
A maioria dos deputados e senadores devem ser de direita, para haver alinhamento de governo; (3)
Mudança gradual de regime rumo a um estado mínimo e capitalista (não mais de bem-estar social); (4)
Cortar certos gastos públicos (sobretudo os da esfera federal); (5)
Revogar tudo o que o PT fez até hoje, incluindo todos os impostos recentemente criados, leis sociais, etc;
Revogar todas as leis criadas pelo STF até hoje, desde a redemocratização, pois em teoria todas são ilegais;
Revisar a reforma tributária e despetetizá-la;
Revogar todos os abusos tributários contra a população, passando a tributar pesadamente as bets e similares (Tigrinho, etc);
Acabar com o imposto do combustível. Isso tornará as mercadorias muito mais baratas e aumentará o poder de consumo da população;
Tributar pesadamente estrangeiros que tenham propriedades e/ou terrenos em solo nacional e que não morem no Brasil;
Cortar na carne... Reduzir salários e adicionais de presidente, ministros, desembargadores, senadores, deputados e outros do tipo.
Prioridades secundárias (para resgate econômico e social de médio a longo prazo):
Reduzir número de deputados federais e senadores;
Ligar o estado de Roraima ao resto da malha energética do país (atualmente dependente da malha venezuelana);
Iniciar um programa de desenvolvimentismo industrial, sobretudo no Norte e Nordeste; (6)
Desenvolvimento de novas malhas ferroviárias em todo o território nacional, incluindo na Amazônia;
Acabar com todos os contratos com a ENEL e chutar essa empresa ruim para fora do Brasil;
Para privatizações, permitir concorrência em todos os setores de produção, incluindo em água e energia;
Subsídios para desenvolvimento de micro e pequenas empresas;
Como forma de combater pobreza, incentivar autonomia financeira;
Acabar com essa mentalidade de formar operários em escolas para formar autônomos; (7)
Descentralizar o SUS (tornar cada parte da saúde pública mais autônoma, para gestão mais eficiente);
Incentivar o uso de técnicas alternativas e que tenham efeitos benéficos na saúde humana, como ozonioterapia;
Facilitar a produção e venda de medicamentos baratos e simples mas que sejam comprovadamente benéficos;
Criação da "Hidrobrás" e outras estatais de indústria de base, como refino de petróleo e bauxita; (8)
Incentivo do uso de combustíveis alternativos e baratos que não dependam do petróleo, como "água", álcool e hidrogênio;
Adaptar a sociedade brasileira às novas tecnologias de inteligência artificial; (9)
Incentivo (ainda que tímido), à exploração espacial;
Não sou favorável à liberação de várias drogas, mas se isso fosse feito, tributação pesada; (10)
Fechar várias agências nacionais (a maioria delas são inúteis e desperdício de dinheiro público);
Baratear o acesso à internet e facilitar tal acesso por meios alternativos, como por Starlink;
Aproximação progressiva em parcerias tecnológicas com EUA, Europa e Japão.
Prioridades terciárias (não essenciais, mas ainda assim importantes):
Permitir cassinos no Brasil, mas tributá-los;
As igrejas deverão ter um protagonismo maior em assistencialismo nas populações carentes, para reduzir os gastos do Estado; (11)
Fechar o IBAMA e iniciar exploração moderada de petróleo no Amapá. Leis ambientais que permitam exploração moderada na Amazônia; (12)
Fechar a FUNAI e criar um programa de inclusão e modernização de sociedades indígenas na sociedade brasileira; (12)
Reorganizar as terras exclusivas para indígenas, permitindo acordos de exploração de recursos em tais terras, exceto para exploração ilegal;
Desenvolvimento econômico agrário em comunidades indígenas e quilombolas, pela agrofloresta;
Acabar com a concessão de emissoras e mídias que contribuam para perseguição política;
Incentivar dinâmica do Real com mercado de criptoativos, evitando fuga de capital, mas sem impostos que dificultem compra e venda de criptoativos; (13)
Reorganizar as regiões federais, de forma a integrar melhor povos próximos entre elas, além de maior integração cultural; (14)
Incentivo em inovação cultural (aprimorar o padrão cultural brasileiro, sair do padrão latino-americano vulgar e decadente); (15)
Impedir venda de terras e empresas brasileiras a governos estrangeiros. (16)
Impedir monopólios (costumam ser sempre ruins em qualidade de serviço e prejudicam a economia).
Observações:
(1): Partidos de esquerda são historicamente conhecidos por serem incompetentes em gerir a economia, e a economia brasileira está próxima do colapso.
(2): Isso é uma opinião minha, pois o centrão é comprado e vendido, é instável e em maior parte corrupto. Portanto, confiança ZERO.
(3): Sem alinhamento com congresso, o presidente não terá força... Força para desfazer todas as cagadas desse governo.
(4): Social-democracia tem custado caro ao Brasil. Nosso país não tem a estrutura de um país civilizado e desenvolvido para arcar com isso.
(5): Reduzir ministérios para 15 ou menos, sacrificar assistencialismos não vitais, acabar com a farra dos artistas milionários, etc.
(6): No Nordeste, Petrolina seria um grande polo industrial, ligado por ferrovias a todos os estados da região, cada um com seu próprio polo industrial menor. No Norte, Carajás se tornaria um novo polo industrial na região, por causa da abundância de minérios lá, também conectado por ferrovias.
(7): A educação como um todo deverá estar mais focada no empreendedorismo e desenvolvimento científico, como na Índia. Mais verbas para educação básica do que para a superior, com exceção de algumas áreas na superior (científica e exatas por exemplo). Não adianta muito termos verbas demais para a educação superior sendo que a educação básica é bastante precária e a maioria dos que conseguem cursar faculdade estudaram em escolas privadas. Uma forma mais barata em capacitar a população carente é investir em cursos técnicos, evitando causar sobrecarga de concorrentes em mercados mais fechados.
(8): Hidrobrás seria uma estatal que exportaria em massa de hidrogênio produzido pela quebra da água do mar em meio hipersalino (o sal na água favorece condutividade elétrica, logo quanto mais salina, maior o potencial em a eletricidade quebrar H2O em H2 e O2). A Hidrobrás também deverá ter foco de exportação de água potável para países que sofrem com a falta dela (Irã como exemplo). O O2 resultado da quebra seria separado do H2 e usado para vários fins (como para produzir ozônio), enquanto que o H2 para tecnologias mais modernas. A eletricidade para isso deverá vir de usinas eólicas ou solares ou em último caso hidroelétricas.
(9): Com a democratização da IA, o Estado deveria incentivar uma grande exploração econômica, usando IA como forma de otimizar tarefas, gestão, cálculos, além da criação de todo um novo mercado nacional interno envolvendo tal tecnologia, como forma de mobilizar capital e diminuir a escassez. A IA poderia, por exemplo, acelerar bastante a burocracia, tornar a gestão mais inteligente, porém mais controlada para evitar ineficiências. A IA também deveria ser usada em projetos científicos nacionais, em acelerar o desenvolvimento da tecnologia brasileira como um todo. Isso ajudaria a compensar em parte o atraso tecnológico daqui.
(10): Se drogas ilícitas fossem liberadas, tributação pesada, para limitar a venda e consumo destas drogas, fora para arcar com maiores gastos em saúde pública em decorrência de internações e tratamentos de desintoxicação e de sintomas causados por drogas atualmente ilícitas. Acredito ser uma troca justa. Facções de traficantes hoje virariam empresas, mas seriam bem tributadas como compensação. Esse imposto poderia ser direcionado tanto à saúde pública quanto à segurança pública, as duas maiores relacionadas às drogas ilícitas (saúde pelo tratamento e segurança para evitar caos social causado por cracudos).
(11): Aproximar a Igreja Católica em relação a esse assistencialismo com negociações justas, pois o Brasil foi sempre essencialmente católico. O Estado em si é laico, mas a maior parte da sociedade é e sempre foi católica, fora forte presença cultural como a maioria dos feriados, nomes de cidades, etc. Igrejas evangélicas e demais denominações (incluindo de outras religiões) também poderiam fazer parte disso. Elas ajudariam mais a sociedade, mas também seriam recompensadas de alguma forma pelo Estado. O Estado poderia garantir mais proteção contra perseguições contra igrejas que contribuem nisso. Ainda seriam isentas de impostos. Sei que esta comunidade não é muito fã de religião, mas ainda entendo que ela pode trazer grandes benefícios práticos e utilitários, quando não há radicalismo.
(12): IBAMA e FUNAI estão ligados a organizações estrangeiras que não querem que o Brasil domine os recursos naturais de suas próprias terras, fora que a FUNAI só contribui para o afastamento das sociedades indígenas do resto do país, criando nelas ressentimento contra o resto da população.
(13): Criptoativos vieram para ficar, portanto uma adaptação econômica será necessária. O Real não deve se tornar um antagonista a esse mercado e nem criar uma moeda digital que substitua a original (dinheiro físico), mas estar incluso nesse novo mercado financeiro internacional. O Real Digital (DREX) não deve ser um substituto, mas uma alternativa ao uso do dinheiro físico, uma alternativa puramente digital e mais acessível ao mercado de criptoativos.
(14): Esta integração e aproximação é útil, pois atualmente a população brasileira é bastante desunida culturalmente e inclusive na identificação como sendo brasileiro, e isso favorece currais eleitorais, além de preconceitos regionais. Países mais desenvolvidos são justamente aqueles em que a população como um todo é mais unida culturalmente. Esta integração não deve ser apenas social mas também econômica e industrial.
(15): Isso inclui criação de esportes, estilos artísticos, musicais, arquitetônicos, etc, desde que com o objetivo de sanar a mediocridade e vulgaridade cultural.
(16): Não me parece inteligente deixar que outros países controlem parte de nosso território ou infraestrutura.
Isso é o que basicamente acho que deveria ser feito nos próximos governos federais.
Vou expor minha opinião para dar uma base a esta discussão...
Prioridades urgentes (para rápido resgate econômico):
O PT ou qualquer partido de esquerda não pode vencer na presidência; (1)
Centrão não está confiável para presidência, portanto não deveria vencer. Caso sim, teríamos apenas outro Temer da vida; (2)
A maioria dos deputados e senadores devem ser de direita, para haver alinhamento de governo; (3)
Mudança gradual de regime rumo a um estado mínimo e capitalista (não mais de bem-estar social); (4)
Cortar certos gastos públicos (sobretudo os da esfera federal); (5)
Revogar tudo o que o PT fez até hoje, incluindo todos os impostos recentemente criados, leis sociais, etc;
Revogar todas as leis criadas pelo STF até hoje, desde a redemocratização, pois em teoria todas são ilegais;
Revisar a reforma tributária e despetetizá-la;
Revogar todos os abusos tributários contra a população, passando a tributar pesadamente as bets e similares (Tigrinho, etc);
Acabar com o imposto do combustível. Isso tornará as mercadorias muito mais baratas e aumentará o poder de consumo da população;
Tributar pesadamente estrangeiros que tenham propriedades e/ou terrenos em solo nacional e que não morem no Brasil;
Cortar na carne... Reduzir salários e adicionais de presidente, ministros, desembargadores, senadores, deputados e outros do tipo.
Prioridades secundárias (para resgate econômico e social de médio a longo prazo):
Reduzir número de deputados federais e senadores;
Ligar o estado de Roraima ao resto da malha energética do país (atualmente dependente da malha venezuelana);
Iniciar um programa de desenvolvimentismo industrial, sobretudo no Norte e Nordeste; (6)
Desenvolvimento de novas malhas ferroviárias em todo o território nacional, incluindo na Amazônia;
Acabar com todos os contratos com a ENEL e chutar essa empresa ruim para fora do Brasil;
Para privatizações, permitir concorrência em todos os setores de produção, incluindo em água e energia;
Subsídios para desenvolvimento de micro e pequenas empresas;
Como forma de combater pobreza, incentivar autonomia financeira;
Acabar com essa mentalidade de formar operários em escolas para formar autônomos; (7)
Descentralizar o SUS (tornar cada parte da saúde pública mais autônoma, para gestão mais eficiente);
Incentivar o uso de técnicas alternativas e que tenham efeitos benéficos na saúde humana, como ozonioterapia;
Facilitar a produção e venda de medicamentos baratos e simples mas que sejam comprovadamente benéficos;
Criação da "Hidrobrás" e outras estatais de indústria de base, como refino de petróleo e bauxita; (8)
Incentivo do uso de combustíveis alternativos e baratos que não dependam do petróleo, como "água", álcool e hidrogênio;
Adaptar a sociedade brasileira às novas tecnologias de inteligência artificial; (9)
Incentivo (ainda que tímido), à exploração espacial;
Não sou favorável à liberação de várias drogas, mas se isso fosse feito, tributação pesada; (10)
Fechar várias agências nacionais (a maioria delas são inúteis e desperdício de dinheiro público);
Baratear o acesso à internet e facilitar tal acesso por meios alternativos, como por Starlink;
Aproximação progressiva em parcerias tecnológicas com EUA, Europa e Japão.
Prioridades terciárias (não essenciais, mas ainda assim importantes):
Permitir cassinos no Brasil, mas tributá-los;
As igrejas deverão ter um protagonismo maior em assistencialismo nas populações carentes, para reduzir os gastos do Estado; (11)
Fechar o IBAMA e iniciar exploração moderada de petróleo no Amapá. Leis ambientais que permitam exploração moderada na Amazônia; (12)
Fechar a FUNAI e criar um programa de inclusão e modernização de sociedades indígenas na sociedade brasileira; (12)
Reorganizar as terras exclusivas para indígenas, permitindo acordos de exploração de recursos em tais terras, exceto para exploração ilegal;
Desenvolvimento econômico agrário em comunidades indígenas e quilombolas, pela agrofloresta;
Acabar com a concessão de emissoras e mídias que contribuam para perseguição política;
Incentivar dinâmica do Real com mercado de criptoativos, evitando fuga de capital, mas sem impostos que dificultem compra e venda de criptoativos; (13)
Reorganizar as regiões federais, de forma a integrar melhor povos próximos entre elas, além de maior integração cultural; (14)
Incentivo em inovação cultural (aprimorar o padrão cultural brasileiro, sair do padrão latino-americano vulgar e decadente); (15)
Impedir venda de terras e empresas brasileiras a governos estrangeiros. (16)
Impedir monopólios (costumam ser sempre ruins em qualidade de serviço e prejudicam a economia).
Observações:
(1): Partidos de esquerda são historicamente conhecidos por serem incompetentes em gerir a economia, e a economia brasileira está próxima do colapso.
(2): Isso é uma opinião minha, pois o centrão é comprado e vendido, é instável e em maior parte corrupto. Portanto, confiança ZERO.
(3): Sem alinhamento com congresso, o presidente não terá força... Força para desfazer todas as cagadas desse governo.
(4): Social-democracia tem custado caro ao Brasil. Nosso país não tem a estrutura de um país civilizado e desenvolvido para arcar com isso.
(5): Reduzir ministérios para 15 ou menos, sacrificar assistencialismos não vitais, acabar com a farra dos artistas milionários, etc.
(6): No Nordeste, Petrolina seria um grande polo industrial, ligado por ferrovias a todos os estados da região, cada um com seu próprio polo industrial menor. No Norte, Carajás se tornaria um novo polo industrial na região, por causa da abundância de minérios lá, também conectado por ferrovias.
(7): A educação como um todo deverá estar mais focada no empreendedorismo e desenvolvimento científico, como na Índia. Mais verbas para educação básica do que para a superior, com exceção de algumas áreas na superior (científica e exatas por exemplo). Não adianta muito termos verbas demais para a educação superior sendo que a educação básica é bastante precária e a maioria dos que conseguem cursar faculdade estudaram em escolas privadas. Uma forma mais barata em capacitar a população carente é investir em cursos técnicos, evitando causar sobrecarga de concorrentes em mercados mais fechados.
(8): Hidrobrás seria uma estatal que exportaria em massa de hidrogênio produzido pela quebra da água do mar em meio hipersalino (o sal na água favorece condutividade elétrica, logo quanto mais salina, maior o potencial em a eletricidade quebrar H2O em H2 e O2). A Hidrobrás também deverá ter foco de exportação de água potável para países que sofrem com a falta dela (Irã como exemplo). O O2 resultado da quebra seria separado do H2 e usado para vários fins (como para produzir ozônio), enquanto que o H2 para tecnologias mais modernas. A eletricidade para isso deverá vir de usinas eólicas ou solares ou em último caso hidroelétricas.
(9): Com a democratização da IA, o Estado deveria incentivar uma grande exploração econômica, usando IA como forma de otimizar tarefas, gestão, cálculos, além da criação de todo um novo mercado nacional interno envolvendo tal tecnologia, como forma de mobilizar capital e diminuir a escassez. A IA poderia, por exemplo, acelerar bastante a burocracia, tornar a gestão mais inteligente, porém mais controlada para evitar ineficiências. A IA também deveria ser usada em projetos científicos nacionais, em acelerar o desenvolvimento da tecnologia brasileira como um todo. Isso ajudaria a compensar em parte o atraso tecnológico daqui.
(10): Se drogas ilícitas fossem liberadas, tributação pesada, para limitar a venda e consumo destas drogas, fora para arcar com maiores gastos em saúde pública em decorrência de internações e tratamentos de desintoxicação e de sintomas causados por drogas atualmente ilícitas. Acredito ser uma troca justa. Facções de traficantes hoje virariam empresas, mas seriam bem tributadas como compensação. Esse imposto poderia ser direcionado tanto à saúde pública quanto à segurança pública, as duas maiores relacionadas às drogas ilícitas (saúde pelo tratamento e segurança para evitar caos social causado por cracudos).
(11): Aproximar a Igreja Católica em relação a esse assistencialismo com negociações justas, pois o Brasil foi sempre essencialmente católico. O Estado em si é laico, mas a maior parte da sociedade é e sempre foi católica, fora forte presença cultural como a maioria dos feriados, nomes de cidades, etc. Igrejas evangélicas e demais denominações (incluindo de outras religiões) também poderiam fazer parte disso. Elas ajudariam mais a sociedade, mas também seriam recompensadas de alguma forma pelo Estado. O Estado poderia garantir mais proteção contra perseguições contra igrejas que contribuem nisso. Ainda seriam isentas de impostos. Sei que esta comunidade não é muito fã de religião, mas ainda entendo que ela pode trazer grandes benefícios práticos e utilitários, quando não há radicalismo.
(12): IBAMA e FUNAI estão ligados a organizações estrangeiras que não querem que o Brasil domine os recursos naturais de suas próprias terras, fora que a FUNAI só contribui para o afastamento das sociedades indígenas do resto do país, criando nelas ressentimento contra o resto da população.
(13): Criptoativos vieram para ficar, portanto uma adaptação econômica será necessária. O Real não deve se tornar um antagonista a esse mercado e nem criar uma moeda digital que substitua a original (dinheiro físico), mas estar incluso nesse novo mercado financeiro internacional. O Real Digital (DREX) não deve ser um substituto, mas uma alternativa ao uso do dinheiro físico, uma alternativa puramente digital e mais acessível ao mercado de criptoativos.
(14): Esta integração e aproximação é útil, pois atualmente a população brasileira é bastante desunida culturalmente e inclusive na identificação como sendo brasileiro, e isso favorece currais eleitorais, além de preconceitos regionais. Países mais desenvolvidos são justamente aqueles em que a população como um todo é mais unida culturalmente. Esta integração não deve ser apenas social mas também econômica e industrial.
(15): Isso inclui criação de esportes, estilos artísticos, musicais, arquitetônicos, etc, desde que com o objetivo de sanar a mediocridade e vulgaridade cultural.
(16): Não me parece inteligente deixar que outros países controlem parte de nosso território ou infraestrutura.
Isso é o que basicamente acho que deveria ser feito nos próximos governos federais.