(Breno Altman)
Hoje é o Dia da Memória do Holocausto: em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertava Auschwitz, o maior dos campos de extermínio sob o nazismo. Essa data não pertence aos sionistas, usurpadores da tragédia judaica, mas às pessoas que lutam pela libertação dos povos.
Fonte: https://x.com/brealt/status/2016183703689375813
(Sarah שרה)
Acho profundamente contraditória a posição de Breno Altman, judeu, membro do Partido dos Trabalhadores e assumidamente não sionista.
Antes mesmo do nazismo, a União Soviética já mantinha campos de trabalho forçado (Gulag). Sob Stalin, esses campos foram centralizados, ampliados e institucionalizados como instrumento estatal de repressão política e econômica.
Foi ali que se consolidou, na Europa, o precedente autoritário: a ideia de que Estados modernos podem usar campos para controlar, punir e eliminar grupos definidos como “inimigos”.
Isso não equivale ao Holocausto, que foi uma inovação genocida racial do nazismo, mas desmonta qualquer pretensão de superioridade moral.
Ao saudar o Exército Vermelho como referência ética exclusiva da memória do Holocausto, Breno celebra um regime que normalizou campos de repressão e manteve antissemitismo estatal no pós-guerra.
Mais amor, Breno, menos folhetim!
Fonte: https://x.com/sarahblueTO/status/2016478125190717783