Política brasileira

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Re: Política brasileira

Huxley
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“A guerra de Moraes contra Mendonça no caso Master”:


youtu.be/aoGAYuun9Uc
O vídeo apresenta uma análise de *Felipe Moura Brasil* sobre a tensão entre os ministros do STF *Alexandre de Moraes* e *André Mendonça*, após a revelação de mensagens trocadas entre *Moraes* e *Daniel Vorcaro*, dono do *Banco Master*.

**Pontos principais abordados:**

* **A reação de Moraes:** O ministro *Alexandre de Moraes* demonstra irritação com *Mendonça*, relator que determinou à Polícia Federal a identificação de interlocutores nas mensagens de *Vorcaro* (0:13-0:29). Segundo o comentarista, *Moraes* alega que *Mendonça* sabia que ele seria o destinatário (0:52-1:02).
* **Contradições institucionais:** O vídeo aponta que, anteriormente, *Moraes* teria afirmado que a relação de *Vorcaro* era apenas com sua esposa, *Viviane* (que assinou contrato milionário com o banco), e agora estaria sendo desmentido pelo conteúdo das mensagens que revelam contato direto entre ambos (2:37-3:13).
* **Crítica à postura de Moraes:** *Felipe Moura Brasil* critica a estratégia de *Moraes* de focar na conduta de *Mendonça* ao invés de responder sobre o conteúdo das mensagens, comparando essa tática de "fazer a caveira" do desafeto com métodos utilizados por petistas durante a *Lava Jato* (4:08-5:45).
* **Clima no STF:** Há relatos sobre o desconforto entre os dois ministros durante sessões plenárias, com *Moraes* evitando interações diretas (5:48-6:13).
* **Contexto político:** O vídeo menciona uma declaração de *Lula* sobre o uso de cargos públicos para fins pessoais, sugerindo uma tentativa do presidente de se descolar da imagem de *Moraes* na reta final do cenário eleitoral (7:05-7:34).

Re: Política brasileira

Huxley
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Re: Política brasileira

Huxley
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🚨 A Maior Mentira da Imprensa Sobre Mendonça e Moraes”:


youtu.be/BRKUNY7tDx0

O vídeo, apresentado por André Marsiglia, contesta a narrativa de que as condutas dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça seriam equivalentes ou que ambos teriam cometido erros semelhantes. O autor argumenta que as situações são juridicamente distintas:

O caso de André Mendonça (0:10 - 1:52): O ministro estava investigando o empresário Vorcaro e, no processo, encontrou mensagens que mencionavam Moraes. Seguindo o regimento interno do STF (artigo 5º), Mendonça isolou essas informações e as encaminhou ao ministro Fachin, submetendo ao plenário a decisão sobre a abertura de investigação. O autor defende que Mendonça agiu corretamente dentro da legalidade.
O caso de Alexandre de Moraes (1:56 - 3:56): Segundo o autor, Moraes teria solicitado à Polícia Federal a investigação de Mendonça sem que houvesse indícios prévios. Moraes teria incluído Mendonça no inquérito das Fake News, que está sob seu próprio controle, baseando-se em um relatório que o próprio autor classifica como inválido, feito com inteligência artificial e sem provas concretas.

Desdobramentos atuais (3:58 - 4:57): O ministro Fachin decidiu encaminhar ao plenário tanto a questão da investigação sobre Moraes quanto a inclusão de Mendonça no inquérito das Fake News, para que todos os ministros avaliem os procedimentos. O autor conclui que a imprensa e Moraes estariam criando uma "falsa equivalência" para proteger a imagem do ministro, buscando equiparar os dois casos para sugerir que, se todos são culpados, ninguém é culpado.
(Recurso “Resuma o Vídeo” do Google Gemini)

Re: Política brasileira

Huxley
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A “cabeça política” de Flávio Dino apela a truques retóricos na decisão de reconduzir ao cargo seu aliado Andrei Rodrigues, empossado na gestão do próprio Dino como ministro da Justiça do governo Lula.

Ele alega que o então diretor da PF “limitou-se a cumprir” ordem de Alexandre de Moraes para encaminhar o relatório que Dino omite ser apócrifo, e que, portanto, a medida de afastamento “não poderia, em princípio, recair” sobre Andrei.

Mas Mendonça não se baseou meramente no encaminhamento da “documentação” a “outro relator” (Moraes), ainda que tenha lamentado a posterior divulgação, alegando que ela revelou “previamente aos potenciais alvos de medidas cautelares e instrutórias a sua potencial realização, frustrando completamente a sua eficácia e prejudicando efetivamente as investigações”.

Mendonça considerou “fatos de extrema gravidade” a “produção dos ‘relatórios de inteligência’ em questão” e “o fato de sobre eles ter sido dada ciência prévia” a Moraes, que já havia citado em sua própria requisição “notícias da existência” deles.

O relator do caso Master no STF apontou que foi “submetido a monitoramento sistemático por parte da inteligência” da PF e que, “conforme consta” do próprio ofício subscrito por Andrei, “houve a produção de ao menos seis relatórios de inteligência”, “os quais teriam sido recebidos por referida autoridade” (sim, Andrei), “entre os dias 3 e 31 de agosto de 2026”.

“Ou seja, ao menos há mais de 30 dias este relator tem sido monitorado pela Polícia Federal. Trata-se de monitoramento ilícito de Ministro da Suprema Corte do país, o que por si só revela a gravidade da situação”, escreveu Mendonça, apontando também o AGU, Jorge Messias, como alvo.

Portanto, a principal questão (falseada por Dino) é a potencial responsabilidade de Andrei, direta ou indireta, sobre a produção, a existência no sistema da PF e o vazamento anterior de relatórios reputados ilegais por Mendonça, bem como a necessidade de apuração dessas circunstâncias sem a influência do diretor-geral, preservando-se a segurança dos alvos dos “documentos”.

Tanto que Mendonça concluiu:

“Assim, a fim de garantir que (i) os membros da magistratura em geral e os Ministros deste Supremo Tribunal Federal em particular, bem como (ii) os membros da Advocacia Pública e (iii) os integrantes das carreiras policiais que compõem a Polícia Federal tenham preservadas as condições institucionais para exercer suas atribuições sem constrangimentos ilegais, bem como a fim de preservar-se a sua segurança e integridade pessoal, deve ser determinado o afastamento preventivo dos senhores Andrei Augusto Passos Rodrigues e Leandro Almada da Costa, respectivamente, dos cargos de Delegado e Diretor-Geral da Polícia Federal e de Delegado e Diretor de Inteligência Policial da Polícia Federal.

Do mesmo modo, deve ser determinada a abertura de procedimento investigatório próprio sobre as circunstâncias relacionadas à produção dos ‘documentos’ em questão, a ser conduzido no âmbito da Corregedoria da Polícia Federal.”

Mas Dino é um senador de toga, líder da bancada de Lula no STF e aliado de Moraes, ministro que usou o inquérito das fake news para violar o sigilo da fonte do jornalista do Maranhão que incomodou o próprio Dino.

O “STF Futebol Clube” é uma várzea.

Imagem
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2097690137047990526

Re: Política brasileira

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Não compartilho do otimismo do Mario Sabino: vitória de curtíssimo prazo não é necessariamente vitória. Basta lembrar que, há alguns meses, o ministro Edson Fachin arquivou a arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli no caso do Banco Master. E, no caso de Moraes, o STF pode já ter formado maioria para blindá-lo. Ou seja, não vejo motivo para tanto otimismo com uma vitória pontual.
André Mendonça ganhou; Moraes perdeu e ficou menos Xandão

Fachin decidiu levar a plenário o pedido de investigação contra Moraes, assim como queria Mendonça. E Xandão perdeu o inquérito das fake new

Mario Sabino
09/09/2026 19:16, atualizado 09/09/2026 19:19


André Mendonça ganhou, Alexandre de Moraes perdeu: esse é o saldo de hoje no STF.

Edson Fachin decidiu levar a plenário o pedido de investigação contra Moraes no âmbito do caso Master, assim como queria Mendonça. Além disso, ao retirá-lo da relatoria do inquérito das fake news, o presidente do STF diminuiu bastante o tamanho de Moraes, que ficou menos Xandão.

Ao assumir o inquérito, Fachin abre caminho para extinguir essa excrescência. O mau passo de Moraes ao tentar incluir Mendonça nele pesou e muito para que o presidente do STF resolvesse dar o basta há longo tempo pretendido por ele.

Se Mendonça teve uma derrota hoje, foi o retorno de Andrei Rodrigues à direção-geral da PF. Não por obra de Flávio Dino, que viu a sua prosopopeia ser revogada, mas por decisão de Fachin, que ainda passou um pito no eterno ministro da Justiça de Lula. De qualquer forma, a manutenção do meganha no cargo permanece em aberto.

Aliás, credite-se ao destrambelhado Dino o fato de o presidente do STF ter se levantado do berço esplêndido. Ele foi afrontado pelo colega espaçoso e, se não o fizesse, Fachin seria apenas um presidente fantoche.

A grande batalha, agora, será no próximo dia 15, quando o plenário do STF julgará se Moraes vai ser ou não investigado. Amanhã, falarei sobre isso.
(Mario Sabino)

Fonte: https://www.metropoles.com/colunas/mari ... nos-xandao

Re: Política brasileira

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Fernando Silva
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Mensagem por Fernando Silva »

Fachin fez o certo

Editorial 10/09/2026

Os acontecimentos da última semana revelaram uma situação de anarquia institucional nunca vista na mais alta Corte do país. A guerra de decisões com escassa fundamentação jurídica e descaso pelo devido processo legal confundiu a sociedade, criou extrema insegurança jurídica e deixou no ar a sensação de que o Supremo Tribunal Federal (STF) se guiava não pela Constituição, mas por interesses políticos antagônicos.

Olhando mais de perto, sem a cortina de fumaça das liminares performáticas, a situação é mais clara do que parece. Retroagindo uma semana — que parece um ano —, o que se tem de concreto é o Brasil ter tomado conhecimento de que o ministro Alexandre de Moraes, cuja mulher manteve contrato milionário com o mais notório fraudador do sistema financeiro do país, trocava mensagens com o criminoso como se fosse seu consultor particular. Diante dessa notícia estarrecedora, impõe-se investigar todos os fatos relacionados ao assunto, observados os ritos próprios, com autorização do plenário do Supremo, e aplicar as penalidades cabíveis.

Se forem verdadeiras as informações reveladas pelo relatório da Polícia Federal (PF), não há solução alternativa para a Corte que não o afastamento de Moraes. O país não pode, como estava prestes a acontecer, perder-se em infindáveis discussões jurídicas sobre se o ministro André Mendonça seguiu à risca os procedimentos para o início da investigação de um colega, se Moraes extrapolou suas funções ao requisitar relatórios apócrifos da PF (de que jamais deveria ter tomado conhecimento e cujo valor probatório é nulo) para criar a conveniente equivalência com o colega, se Mendonça, como tudo indica, foi açodado ao afastar Andrei Rodrigues (o diretor da PF que forneceu os famigerados relatórios mencionando o monitoramento de autoridades da República) e, por fim, se o ministro Flávio Dino poderia se imiscuir em uma discussão processual já em andamento, para, fora de qualquer baliza legal conhecida, reverter monocraticamente uma decisão já referendada por maioria na turma vizinha, de que ele nem faz parte.

Para estancar esse desvio de rota, embora atrasada, foi mais do que acertada a decisão do presidente do STF, ministro Edson Fachin, de cancelar as liminares de Dino e Mendonça até que as explicações desses ministros cheguem até ele, de chamar para si a relatoria do até aqui infindável inquérito das fake news e, principalmente, de levar a plenário na próxima terça-feira as denúncias que pesam contra Moraes.

A reputação do STF já está manchada, e essa marca talvez seja indelével. Com as decisões de Fachin, agora os demais ministros da Corte devem ter uma chance de se recompor e ajudar no resgate da credibilidade da instituição. É preciso dar um basta na ação daqueles que querem usar o Supremo como joguete de grupos políticos internos. Se não apoiarem Fachin, serão vistos pela sociedade como usurpadores, com consequências políticas imprevisíveis.
https://oglobo.globo.com/opiniao/editor ... erto.ghtml

Re: Política brasileira

Huxley
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Dias Toffoli é tão ruim quanto Alexandre de Moraes neste caso judicial do Vorcaro, então trata-se de mais um “herói” da política que foi desmascarado:
DOIS RELATÓRIOS E UM SUPREMO - Documentos da Polícia Federal descrevem relações de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com Vorcaro, mas André Mendonça trouxe a público só um deles - Por @anaclaracosta
@revistapiaui

https://piaui.uol.com.br/web/dois-relat ... -mendonca/
(Breno Pires)

https://x.com/brenopires/status/2098245790133059694
O post de @brenopires divulga reportagem da Revista Piauí sobre dois relatórios da PF que mapeiam relações pessoais e de negócios dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

André Mendonça tornou público o relatório sobre Moraes, que inclui sua participação na organização de evento financiado por Vorcaro em Londres, mas não atuou da mesma forma com o relatório anterior sobre Toffoli.

Os documentos, sem indiciamentos, descrevem contatos frequentes, viagens e financiamentos ligados a familiares de Toffoli, levantando questões sobre imparcialidade em processos no STF envolvendo o banco.
(Grok)

Re: Política brasileira

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Mendonça recua e levanta sigilo do caso 'Dark Horse'

Cézar Feitoza e Luccas Lucena
Colunista do UOL, em Brasília, e do UOL, em São Paulo

Resumo

André Mendonça, do STF, levantou o sigilo de mais 38 ações ligadas ao Banco Master, incluindo o caso do filme “Dark Horse” sobre Jair Bolsonaro; ao todo, 53 ações ficaram públicas.

Alexandre de Moraes acusou Mendonça de “levantamento seletivo” para proteger grupo político e disse que não cabe ao relator escolher quais documentos os ministros verão; Mendonça negou.

A PGR pediu o fim do sigilo de todos os arquivos, e Edson Fachin deu 24 horas para providências; “Dark Horse” apura lavagem, evasão e corrupção e cita Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Mário Frias. … - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ul ... horse.ghtm

Re: Política brasileira

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Mensagem por Huxley »

André Mendonça foi ex-assessor de Dias Toffoli. Além disso, coordenou, ao lado do ministro Alexandre de Moraes, o livro "Democracia e Sistema de Justiça: Obra em Homenagem aos 10 Anos do Ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal", lançado em outubro de 2019.
EXCLUSIVO: Polícia Federal suspeita que Toffoli tenha dinheiro de Vorcaro em paraíso fiscal. Os R$ 35 milhões de Vorcaro, o Tayayá e a offshore nas Ilhas Virgens Britânicas. Conteúdo mantido sob sigilo por Mendonça e pelo STF há sete meses.

https://piaui.uol.com.br/web/toffoli-re ... so-fiscal/
(Breno Pires)

Fonte: https://x.com/brenopires/status/2098243346233803171
O post de @brenopires revela reportagem exclusiva da revista Piauí sobre suspeitas da PF de que o ministro do STF Dias Toffoli seria beneficiário final de R$ 35 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro via fundo Arleen, ligado ao resort Tayayá da família Toffoli.

A PF identificou transferência desses recursos para a offshore Egide I nas Ilhas Virgens Britânicas, com uso de interpostas pessoas e Alberto Leite como intermediário, além de mensagens sugerindo influência de Vorcaro no voto de Toffoli em caso de precatórios.

O relatório da PF permanece sob sigilo há sete meses por decisão do ministro André Mendonça e do STF, sem aprofundamento das investigações apesar de envolver possível corrupção e foro privilegiado.
(Grok)

Re: Política brasileira

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Fachin manteve apenas mensagens entre Moraes e Vorcaro na pauta do julgamento da próxima terça, 15/9, contrariando as pressões do alvo e de seus aliados no STF.

Mas marcou para 23/9 um julgamento sobre Mendonça, relativo ao pedido de investigação de crimes de responsabilidade e abusos de autoridade, feito por Moraes com base em relatório apócrifo, no âmbito de inquérito ilegal aberto há mais de 7 anos.

A patota vai chiar, porque queria tumultuar a sessão de terça, acusando primeiro a suspeição do relator, para esvaziar os indícios contra Moraes. Ainda assim, ganhou um prêmio de consolação com o agendamento de um julgamento baseado em fofocas e especulações políticas contidas em documento “sem valor probatório”, e que ninguém esclareceu como chegou ao conhecimento do marido da advogada contratada por Vorcaro.
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2098791498468708429
Saímos de ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens roubadas por hackers, para as ilações de relatório policial apócrifo vazado para magistrado atingido pelo maior escândalo financeiro do país.

O nada jurídico é tudo que resta ao sistema quando sua podridão vem à tona.
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2098818543450001645

Re: Política brasileira

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Gilmar Mendes deu piti contra Mendonça, chamando o relator do caso Master de "sujeito investido de um sentimento policialesco" (palavra que previ aqui).

"É impressionante a desfaçatez desse sujeito!", gritou Gilmar, em defesa de "uma pessoa da estatura" de seu ex-sócio, o PGR Paulo Gonet, que não estava sendo ofendido por Mendonça.

"A desfaçatez de Vossa Excelência! Me respeite!", rebateu o relator.

Mendonça, antes, dizia apenas o seguinte:

"A gente pode até avaliar se 'ah, se não deveria ter feito isso', 'ah, hoje, conhecendo os fatos'..."

Ou seja, ele apenas começava a raciocinar no sentido de que cada autoridade pode refletir se devia ou não ter participado desse ou daquele evento.

Gilmar sentiu, porque Gonet esteve com Vorcaro no clube do whisky em Londres e tinha acabado de negar qualquer outro encontro com o banqueiro.

"Pode chorar!", disparou o decano, como é do seu feitio.

"Não tô chorando, não! Aqui não tem choro", disse Mendonça.

Flávio Dino aproveitou a gritaria para pedir vista e reclamar da condução de Fachin por agendar essas sessões longas às vésperas da eleição.

Cármen Lúcia então começou seu drama, lamentando a "espetacularização" do caso e do julgamento.

O que se lamenta, na verdade, é o conjunto que reúne ganância, onipotência, corporativismo e pressões de ministros do STF, como Moraes e seus aliados, sem qualquer reconhecimento de suas extrapolações.

É a nítida desigualdade dos brasileiros perante lei.
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2099969006388367682

Re: Política brasileira

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Em que país isso é normal?

Gilmar pressionou Nunes Marques por WhatsApp, além de Fux.

Imagine na Lava Jato se viesse à tona mensagem de juiz pressionando outro.

Rabo-preso do Senado e complacência da ala chapa-branca da imprensa resultaram nessa truculência.

*arte do Poder360

Imagem
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2100064219139801280

Re: Política brasileira

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Master pagou R$ 33 milhões ao escritório de Dalide Corrêa, citada em diálogos de diretores do banco como “canal direto com o STF”.

Informação consta em documento de auditoria interna feita pelo BRB, encontrado pela PF e noticiado pelo Estadão.

Dalide era a “faz-tudo” de Gilmar entre 2009 e 2017, seja na assessoria legislativa do STF durante sua presidência, seja na direção do IDP.

A advogada negociava patrocínios com a J&F, dos irmãos Batista, para a faculdade da qual o ministro é sócio-fundador.

Em dois anos, o IDP recebeu R$ 1,5 milhão, dos quais R$ 650 mil foram devolvidos após a delação de Joesley Batista ter se tornado pública.

Quando estourou o escândalo, Gilmar tratou de isolar Dalide.

O grupo de Daniel Vorcaro, pelo visto, não achava que ela estava tão isolada assim.

****

O documento do BRB também aponta que, em 2024, o Master pagou R$ 40 milhões ao escritório da esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, que, como se sabe hoje, tinha contrato no valor total de R$ 131 milhões com o banco.

Fica evidente que Vorcaro buscava canais (ou janelas de WhatsApp) com o STF.

Moraes, interlocutor do banqueiro, agora tenta escapar de investigação com ajuda de Gilmar.

Imagem
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2100621739659026870

Re: Política brasileira

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A mídia sabuja continua querendo emporcalhar a vida de André Mendonça. O jogo é sujo. Muito sujo. Mas não vai colar...😡

O texto abaixo é de Rafael Lougon (
@rafalougon
)

"A NARRATIVA CONTRA ANDRÉ MENDONÇA NÃO PARA EM PÉ

O UOL publicou que o Instituto Iter, ao qual o ministro André Mendonça era vinculado, recebeu R$ 5 milhões de um "ex-parceiro de negócios de Vorcaro". O título é pensado para colar o nome do ministro no do banqueiro. As datas e os fatos contam outra história.

Abril de 2024. O Iter assina um contrato de mútuo conversível com a Cedro Participações, empresa do empresário Lucas Kallas. Não foi doação, foi empréstimo, com obrigação de devolver com juros. O dinheiro é da Cedro. A reportagem não aponta um único centavo de Vorcaro na operação. Naquele momento não existia nenhuma investigação contra Vorcaro.

Em outubro de 2024, seis meses depois do contrato, a Fitch ainda elevava a nota do Banco Master e o classificava como estável. A Operação Compliance Zero, a prisão de Vorcaro e a liquidação do banco só aconteceram em novembro de 2025, um ano e meio após o contrato.

Janeiro de 2026. Dois meses depois de o escândalo vir a público, o Iter interrompeu os repasses, antecipou o vencimento da dívida e começou a devolver os valores, corrigidos pela SELIC.

Fevereiro de 2026. Só então Mendonça é sorteado relator do caso Master. A decisão de encerrar o contrato veio antes da relatoria. E o "parceiro de negócios"? A ligação se resume a a Cedro e um fundo ligado a Vorcaro terem sido acionistas das mesmas empresas de capital aberto. Essas empresas também têm BNDES e BDMG como acionistas. Por esse critério, o BNDES também seria "sócio" de Vorcaro.

A Cedro, aliás, deixou essas empresas em abril de 2026. A própria reportagem admite que Lucas Kallas não é investigado na Compliance Zero e que a Cedro não é citada nos inquéritos do Master. Não há nenhuma acusação de ilegalidade no empréstimo.

E a atuação de Mendonça? Votou contra o interesse de Vorcaro no caso dos precatórios (STP 976), em decisão unânime do STF. O Iter barrou uma tentativa de terceiros de levar o banqueiro a um evento do instituto em 2025.

Como relator, foi Mendonça quem autorizou a nova prisão de Vorcaro. Pergunta simples: o ministro que mandou prender Vorcaro é quem estaria protegendo Vorcaro?

Dois pesos, duas medidas. A mesma matéria registra que Lucas Kallas integrou o Conselhão da Presidência, foi elogiado publicamente por Lula em 2025 e é defendido pelo escritório da família do ministro Alexandre de Moraes. Se a proximidade com Kallas fosse motivo de suspeita, ela valeria para todos. Mas a manchete só mira Mendonça.

Resumo: o empréstimo não tem acusação de ilegalidade e o dinheiro não é de Vorcaro. O contrato foi firmado quando não havia investigação e desfeito antes da relatoria. O alvo escolhido foi justamente o ministro que manteve Vorcaro atrás das grades.

Isso não é jornalismo investigativo. É construção de narrativa."

Imagem
(João Luiz Mauad)

Fonte: https://x.com/mauad_joao/status/2100652529772351591

Re: Política brasileira

Huxley
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Mensagem por Huxley »


SUR-PRE-SA!! 🤡

“Em dezembro de 2024, numa troca de mensagem em que Vorcaro discute com seu diretor jurídico, Luiz Rennó, cobranças de atrasados que Dalide vinha fazendo, o auxiliar escreveu para o chefe: “Fala amigo! Aquele pagamento é para Dalide! Aqueles precatórios ! Ela é sócia do GM stf! O Leandro sócio dela é muito complicado e eles operam com o BTG. Autoriza esse.”

A pressão frequente por repasses a Dalide consta no acervo do celular de Vorcaro apreendido pela Polícia Federal (PF). Os diálogos, obtidos com exclusividade pela equipe do blog, tratam de um atraso na liberação de uma fatura de R$ 15 milhões à advogada. Nesse caso, além da proximidade com Gilmar Mendes, o GM, pesava também uma suposta associação com o BTG Pactual de André Esteves, concorrente que o ex-banqueiro tinha como principal rival.

Dalide deixou o IDP em 2016. Em Brasília circula a versão de que a advogada deixou a faculdade por desavenças com o ministro e sua família, mas a equipe da coluna apurou que ela e o decano são próximos até hoje e não se afastaram a despeito do desligamento do instituto.”

Imagem
(João Luiz Mauad - traduzido)

Fonte: https://x.com/mauad_joao/status/2101294950029676979

Re: Política brasileira

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Foto do PGR Paulo Gonet com Daniel Vorcaro fumando charuto em Londres foi encaminhada ao banqueiro pelo advogado do Master, Ciro Soares.

“PG me mandou agora”, escreveu.

Gilmar Mendes esperneou quando André Mendonça sugeriu reflexão sobre esse tipo de conduta, mas imagine a gritaria do decano se Sergio Moro e Deltan Dallagnol tivessem aparecido degustando whisky Macallan na Lava Jato…

O sistema quer manter “uma pessoa da estatura” do “PG” no caso Master, porque ele defende a nulidade das provas contra Alexandre de Moraes e ajuda a lançar cortinas de fumaça com suas baforadas.

Suspeitos, claro, são sempre os outros.

(https://valor.globo.com/politica/notici ... dres.ghtml)

Imagem
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2101143670267289608
“Não existe nem tive relação de proximidade com o senhor Vorcaro.”

(Paulo Gonet, 15/9/2026)

Você por acaso diz ter saudade de alguém com quem fuma charuto e toma whisky Macallan - “oba!!!!” - sem ter proximidade?

Assista a essa edição.

(vídeo)
(Felipe Moura Brasil)

Fonte: https://x.com/FMouraBrasil/status/2101293813264155009
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