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Área destinada à discussão sobre Laicismo e Política e a imparcialidade do tratamento do Estado às pessoas.
Discussões sobre economia e sistemas econômicos também se encontram aqui.
Já iam votar num ladrão rachador. Agora, bolsonaristes vão votar também num feministe:
Senador Flávio Bolsonaro apresenta Projeto de Lei que autoriza a autoridade policial a conceder medidas protetivas para mulheres sem a necessidade de aguardar decisão judicial.
(…)
“Ele correu com as assinaturas exatamente pra dizer que eu não assinei porque eu tenho algum rabo-preso, o que é mentira, e ele sabe disso. Então ele é um… um grande hipócrita...”
Sentiu demais, hein.
Em resumo: mimimi, mimimi, mimimi.
Para quem não viu, Alessandro Vieira ironizou o piti de Flávio Bolsonaro:
“Alguém consegue explicar porque o Flávio Bolsonaro ficou tão nervoso com uma CPI que vai investigar a conduta dos ministros Toffoli e Moraes? Que ele protege os ministros, por covardia ou conveniência, a gente já sabia desde 2019, quando ele foi contra a CPI da Toga e o impeachment, mas porque esse desespero tão grande agora?”
Eu fico nauseado com esses bolsonaristas que sabem que a família Bolsonaro é execrável, mas, ainda assim, ficam tentando passar pano com argumento do tipo: “A família Bolsonaro foi camarada com o STF porque o segundo é onipotente e obrigou o Mito a se ajoelhar diante dele”.
É o mesmo tipo de gente que tende a concordar com: “Votem no Mito Jr., porque assim ele vai indicar três novos ministros do STF que contrariariam os interesses da atual turma da Corte”. O STF só não é onipotente na hora de tentar convencer os outros a votar no ladrão Flávio Rachada…
E, sim, há algo muito grave na inércia de um traste como Jair Bolsonaro — ou de um senador bolsonarista — que não age contra o STF por medo de ir para a cadeia injustificadamente. Se você não tem coragem de enfrentar o STF dentro das quatro linhas, então saia da frente de quem tem esse potencial. Mude de profissão e abra espaço político para quem tem muito mais chance de ajudar justamente por ter mais coragem.
Preparem-se para a punição coletiva generalizada contra o povo brasileiro, através de um novo tarifaço comercial de Trump, sob o pretexto do "direito humanitário de Jair Bolsonaro e da liberdade de expressão".
Trump promete tarifaço exclusivo para o Brasil por causa do Pix
História de Vinícius Carvalho • 47 m • 2 minutos de leitura
O governo americano de Donald Trump não está nada feliz com o sistema de pagamentos brasileiro criado pelo Banco Central, o Pix. O país disse nesta noite de quarta (1°) que Brasil pode receber um Tarifaço exclusivo por conta disso.
Um relatório do USTR (escritório de representação comercial da Casa Branca) revelou que “partes interessadas dos EUA” revelam preocupação com o Pix. O analista de Direito Internacional da CNN Lourival Sant’Anna, o diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, e Fernando Brancoli, professor de Geopolitica da UFRJ, comentaram o assunto ao lado de William Waack na CNN.
Waack ressaltou que o documento reforça severamente críticas ao que chama de protecionismo da economia brasileira, protecionismo esse que atrapalharia empresas e prejudicaria investidores norte-americanos aqui. Segundo o jornalista, esse tipo de pronunciamento junto com um documento é considerado sinal para aplicação de novas tarifas sobre o Brasil.
Trump bate de frente com o Pix do Brasil
Sobre o Pix, o relatório revela que partes interessadas dos Estados Unidos demonstram preocupação com o que seria um tratamento preferencial do Banco Central brasileiro ao sistema.
Para os EUA, as determinações a instituições financeiras a aderirem ao PIX são prejudiciais a serviços de pagamento eletrônico estadunidenses. O Brasil é investigado por práticas consideras desleais ao país do norte. O processo pode resultar em tarifas específicas sobre o Brasil.
O analista Daniel Rittner comentou que vai se desenhando um cenário para a volta das tarifas sobre produtos brasileiros, após quase todas as tarifas terem sido retiradas.
Bolsonaristas têm esperança nas possíveis novas indicações da família Bolsonaro para o STF, mas se esquecem o que os atuais indicados deles estão fazendo lobby pela indicação de Jorge Messias (nome do PT para o STF):
A articulação em torno da tentativa de arrefecer a resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), à indicação de Jorge Messias a uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal) conta com ministros da própria corte, incluindo os dois nomeados por Jair Bolsonaro (PL): André Mendonça e Kassio Nunes Marques.
Os magistrados mantiveram conversas com parlamentares nos últimos meses em um trabalho de convencimento da oposição. Ambos têm sido cabos eleitorais importantes em prol de Messias desde a indicação, especialmente Mendonça, hoje um dos nomes de peso do Supremo.
Preparem-se para a punição coletiva generalizada contra o povo brasileiro, através de um novo tarifaço comercial de Trump, sob o pretexto do "direito humanitário de Jair Bolsonaro e da liberdade de expressão".
Trump promete tarifaço exclusivo para o Brasil por causa do Pix
História de Vinícius Carvalho • 47 m • 2 minutos de leitura
O governo americano de Donald Trump não está nada feliz com o sistema de pagamentos brasileiro criado pelo Banco Central, o Pix. O país disse nesta noite de quarta (1°) que Brasil pode receber um Tarifaço exclusivo por conta disso.
Um relatório do USTR (escritório de representação comercial da Casa Branca) revelou que “partes interessadas dos EUA” revelam preocupação com o Pix. O analista de Direito Internacional da CNN Lourival Sant’Anna, o diretor de Jornalismo da CNN em Brasília, Daniel Rittner, e Fernando Brancoli, professor de Geopolitica da UFRJ, comentaram o assunto ao lado de William Waack na CNN.
Waack ressaltou que o documento reforça severamente críticas ao que chama de protecionismo da economia brasileira, protecionismo esse que atrapalharia empresas e prejudicaria investidores norte-americanos aqui. Segundo o jornalista, esse tipo de pronunciamento junto com um documento é considerado sinal para aplicação de novas tarifas sobre o Brasil.
Trump bate de frente com o Pix do Brasil
Sobre o Pix, o relatório revela que partes interessadas dos Estados Unidos demonstram preocupação com o que seria um tratamento preferencial do Banco Central brasileiro ao sistema.
Para os EUA, as determinações a instituições financeiras a aderirem ao PIX são prejudiciais a serviços de pagamento eletrônico estadunidenses. O Brasil é investigado por práticas consideras desleais ao país do norte. O processo pode resultar em tarifas específicas sobre o Brasil.
O analista Daniel Rittner comentou que vai se desenhando um cenário para a volta das tarifas sobre produtos brasileiros, após quase todas as tarifas terem sido retiradas.
Por falar em Pix, os bolsonaristas andam dizendo que foi criado pelo Bozo, mas, quando perguntado, disse que nem sabia o que era isso.
Bolsonaro não criou o Pix, ao contrário do que diz post
No dia do lançamento do Pix no Brasil, Bolsonaro demonstrou desconhecimento sobre o serviço durante conversa com apoiadores
01/08/2022
O tuíte enganoso afirmando que Bolsonaro teria criado o Pix teve 2.189 curtidas e 404 compartilhamentos até o dia 29 de julho
É enganoso tuíte afirmando que o presidente Jair Bolsonaro (PL) criou o Pix. O pagamento instantâneo foi lançado na atual gestão, mas começou a ser preparado no período do governo de Michel Temer (MDB).
Além disso, o Banco Central, cuja equipe técnica desenvolveu o Pix, tem autonomia e não sofre interferência do Executivo para fazer seus projetos.
[...]
Embora tenha sido lançado em novembro de 2020, portanto, na atual gestão, o Pix começou a ser pensado no governo de Michel Temer (MDB), em 2018. Inclusive, quando foi abordado por apoiador sobre o modelo de pagamento pela primeira vez em 2020, Bolsonaro demonstrou desconhecimento, acreditando que o termo Pix se tratava de algo relacionado à aviação civil. Seis meses após a sua implantação, o presidente ainda não tinha usado o pagamento instantâneo.
Com bom desempenho no mercado, o Pix tem sido associado a Bolsonaro por aliados do governo, porém o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), em nota, aponta que o presidente, de certo modo, criou dificuldades para sua implementação. A entidade ressalta o trabalho técnico dos servidores e critica o uso político, seja de grupos da situação, seja da oposição.