Caso Orelha
Enviado: Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pm
Procurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
Fórum de discussão sobre ateísmo, ceticismo, religiões, seitas, crenças e mitos, laicismo, política e economia, história, sociedade, comportamento e filosofia, ciência, origens e evolução
https://clubeceticismo.com.br/
O que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.Pedro Reis escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pmProcurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
Fizeram a exumação e análise óssea do cão, mas não acharam fraturas no crânio que pudesse ter sido causada por ação humana. Ainda assim, o texto do laudo fez a ressalva de que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais à morte. Por outro lado, a Polícia Civil apontou que a morte de Orelha teria sido causada por um golpe na cabeça com objeto contundente e sem ponta: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... beca.ghtmlFernando Silva escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 16:52 pmO que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.Pedro Reis escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pmProcurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.
Vocês estão completamente por fora! Comparar esse caso com a Escola Base é um absurdo e esse laudo da exumação é um escândalo indecoroso.Huxley escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 18:20 pmFizeram a exumação e análise óssea do cão, mas não acharam fraturas no crânio que pudesse ter sido causada por ação humana. Ainda assim, o texto do laudo fez a ressalva de que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais à morte. Por outro lado, a Polícia Civil apontou que a morte de Orelha teria sido causada por um golpe na cabeça com objeto contundente e sem ponta: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... beca.ghtmlFernando Silva escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 16:52 pmO que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.Pedro Reis escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pmProcurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.
No Caso Escola Base não houve registro de coação de testemunha. Por outro lado, no caso do cão Orelha houve registros de coação de testemunha. Três familiares de adolescentes investigados foram indiciados pelo Ministério Público por coação. Um vídeo mostrou o porteiro do prédio sendo cercado e pressionado pelo pai e pelo tio de um dos suspeitos, para mudar ou negar seu depoimento. A tentativa de intimidação ficou registrada.
O depoimento do veterinário confirma tortura? Qual veterinário?Pedro Reis escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 23:01 pmVocês estão completamente por fora! Comparar esse caso com a Escola Base é um absurdo e esse laudo da exumação é um escândalo indecoroso.Huxley escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 18:20 pmFizeram a exumação e análise óssea do cão, mas não acharam fraturas no crânio que pudesse ter sido causada por ação humana. Ainda assim, o texto do laudo fez a ressalva de que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais à morte. Por outro lado, a Polícia Civil apontou que a morte de Orelha teria sido causada por um golpe na cabeça com objeto contundente e sem ponta: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... beca.ghtmlFernando Silva escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 16:52 pmO que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.Pedro Reis escreveu: ↑Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pmProcurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.
No Caso Escola Base não houve registro de coação de testemunha. Por outro lado, no caso do cão Orelha houve registros de coação de testemunha. Três familiares de adolescentes investigados foram indiciados pelo Ministério Público por coação. Um vídeo mostrou o porteiro do prédio sendo cercado e pressionado pelo pai e pelo tio de um dos suspeitos, para mudar ou negar seu depoimento. A tentativa de intimidação ficou registrada.
Eu escutei o áudio da mulher que encontrou e socorreu o Orelha: não há a menor dúvida de que o cão foi torturado da maneira mais bárbara possível. E o depoimento do veterinário que o atendeu confirma tudo. Além disso, há fotos do cão agonizando.
Olha, nem tenho coragem de reproduzir aqui o relato sobre o estado do cachorro.
Estão fazendo de tudo para encobrir o crime. São famílias muito influentes em Floripa e SC.
Não era só um cão, era uma vida. Um ser.
Essa atrocidade sem propósito não pode ficar impune.
Em que matéria jornalística aparece esse depoimento? O que foi apresentado aí é um vídeo de um youtuber anônimo, de um canal dark, que pode inventar impunemente quase qualquer coisa. O suposto depoimento da Sra. Fátima exibido nesse vídeo é radicalmente distinto do depoimento confirmado dela que foi apresentado na matéria do Fantástico, da TV Globo:Pedro Reis escreveu: ↑Dom, 01 Março 2026 - 03:22 amhttps://youtube.com/shorts/ntiV2P6bDX0? ... Ysn_qZiff7
Veja o depoimento de uma pessoa que socorreu o cão e o que REALMENTE foi o laudo do veterinário.
Não tenho dúvida que, pelo menos alguns, são psicopatas. Vi o vídeo de um deles e me passou essa nítida impressão.
Dizer que “dois casos causados por quatro adolescentes provam que todos os casos foram causados por esses quatro adolescentes” é uma generalização precipitada. A tentativa de afogamento do cão Caramelo e a tentativa de jogar o mesmo animal por cima do gradil foram atribuídas ao mesmo grupo de quatro adolescentes nesses episódios. A polícia confirmou que se trata do mesmo grupo, responsável por mais de um episódio de maus-tratos a cães na região. E daí?Pedro Reis escreveu: ↑Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pm
Mas, no minuto 7 do vídeo, um policial dá a entender que os agressores do cão caramelo são de outro grupo de adolescentes. Não, isso não é verdade: há vários vídeos circulando já e todos os incidentes são causados pelo mesmo grupo de playboizinhos. Sobre isso não resta a menor dúvida: mesmo com imagens borradas são os mesmos jovens, com as mesmas roupas e cortes de cabelo.
No Fantástico uma testemunha viu tentarem afogar um cãozinho, mas afirma não ter imagens. Só que esse vídeo existe, provavelmente feito por outra pessoa, e dá até pra ver que um deles desfere um soco no animal que sendo seguro por outro. O cachorrinho chega a cair no chão.
Também há outro vídeo ( e são os mesmos ) onde tentam incomodar um outro cão mas um porteiro intervém.
Isso já foi esclarecido.Pedro Reis escreveu: ↑Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pmNão há imagens deles com o Orelha, mas em áudio enviado a um do grupo do zap de porteiros da Praia Brava, o funcionário ameaçado afirma ter sabido que " tinham dado umas pauladas num cachorro".
Como é que você sabe que a “polícia não foi atrás disso”? No Brasil, quando um inquérito tramita sob segredo de Justiça, vários atos investigativos podem ocorrer sem divulgação pública detalhada. É possível que o áudio do WhatsApp tenha sido formalmente juntado ao inquérito; tenha sido submetido a perícia (análise de autenticidade, data, metadados); ou tenha sido considerado irrelevante ou apenas indiciário. É juridicamente e proceduralmente possível que tenha havido autorização judicial para acesso às conversas; a polícia tenha examinado mensagens de WhatsApp; isso conste nos autos; e o público simplesmente não tenha tido acesso por causa do sigilo. Como o processo não é público, a ausência de informação na imprensa não significa que não houve análise — apenas que não foi divulgada.Pedro Reis escreveu: ↑Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pm
É provável que essa informação tenha sido jogada nesse mesmo grupo por algum outro porteiro que viu as tais pauladas. Mas a polícia não tá indo atrás disso e se contentaram com a informação de que ele própruo não teria visto pauladas sendo dadas em algum cachorro.
Segundo a Polícia Civil, após a análise de mais de mil horas de imagens, concluiu-se que não procede a versão de que uma mulher teria testemunhado a agressão ao cão Orelha. De acordo com a corporação: “Ela não permaneceu com o adolescente durante todo o tempo e também não presenciou qualquer agressão ao animal”.Pedro Reis escreveu: ↑Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pmAssim como sewuer tomaram o depoimento daquela que seria a única testemunha da agressào ao orelha, segundo a versão da polícia.