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Credo, quanta baboseira. Não existem procedimentos “bárbaros e malignos” na imensa maioria dos abortos legais nos Estados Unidos. A atividade organizada no córtex cerebral do feto só começa por volta de 30 semanas de gestação ou mais. Qualquer método utilizado em abortos não tardios é tão indolor quanto procedimentos realizados sob anestesia geral. O apelo ao repúdio à “crueldade dos procedimentos” não é um argumento válido em caso de abortos não tardios.
Vamos legalizar o homicídio de adultos então.
É só dar anestesia na vítima para ela não sentir dor.
Credo, quanta baboseira. Não existem procedimentos “bárbaros e malignos” na imensa maioria dos abortos legais nos Estados Unidos. A atividade organizada no córtex cerebral do feto só começa por volta de 30 semanas de gestação ou mais. Qualquer método utilizado em abortos não tardios é tão indolor quanto procedimentos realizados sob anestesia geral. O apelo ao repúdio à “crueldade dos procedimentos” não é um argumento válido em caso de abortos não tardios.
Vamos legalizar o homicídio de adultos então.
É só dar anestesia na vítima para ela não sentir dor.
Esqueceu o detalhe nada trivial de que qualquer humano adulto em anestesia geral já nasceu como ser consciente. Idem para a situação dos humanos adultos comatosos:
Tanto o feto antes das 25 semanas como o comatoso são potencialmente seres conscientes. No entanto, são-no em sentidos diferentes. O comatoso é potencialmente um ser consciente num sentido mais forte do que aquele em que o feto é potencialmente um ser consciente. O comatoso é como uma pessoa que sabe francês, embora não esteja a falar francês neste momento, e o feto é como uma pessoa que ainda não aprendeu a falar francês. Como a situação do feto antes das 25 semanas e a do comatoso diferem num aspecto relevante (são ambos potencialmente conscientes, mas em sentidos diferentes), o argumento por analogia não colhe.