Caso Orelha

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Caso Orelha

Pedro Reis
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Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

Procurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.

Re: Caso Orelha

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Fernando Silva
Conselheiro
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Registrado em: Ter, 11 Fevereiro 2020 - 08:20 am

Mensagem por Fernando Silva »

Pedro Reis escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pm
Procurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
O que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.

Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.

Re: Caso Orelha

Huxley
Mensagens: 6038
Registrado em: Sáb, 07 Março 2020 - 20:48 pm

Mensagem por Huxley »

Fernando Silva escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 16:52 pm
Pedro Reis escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pm
Procurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
O que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.

Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.
Fizeram a exumação e análise óssea do cão, mas não acharam fraturas no crânio que pudesse ter sido causada por ação humana. Ainda assim, o texto do laudo fez a ressalva de que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais à morte. Por outro lado, a Polícia Civil apontou que a morte de Orelha teria sido causada por um golpe na cabeça com objeto contundente e sem ponta: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... beca.ghtml

No Caso Escola Base não houve registro de coação de testemunha. Por outro lado, no caso do cão Orelha houve registros de coação de testemunha. Três familiares de adolescentes investigados foram indiciados pelo Ministério Público por coação. Um vídeo mostrou o porteiro do prédio sendo cercado e pressionado pelo pai e pelo tio de um dos suspeitos, para mudar ou negar seu depoimento. A tentativa de intimidação ficou registrada.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
Mensagens: 821
Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

Huxley escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 18:20 pm
Fernando Silva escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 16:52 pm
Pedro Reis escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pm
Procurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
O que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.

Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.
Fizeram a exumação e análise óssea do cão, mas não acharam fraturas no crânio que pudesse ter sido causada por ação humana. Ainda assim, o texto do laudo fez a ressalva de que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais à morte. Por outro lado, a Polícia Civil apontou que a morte de Orelha teria sido causada por um golpe na cabeça com objeto contundente e sem ponta: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... beca.ghtml

No Caso Escola Base não houve registro de coação de testemunha. Por outro lado, no caso do cão Orelha houve registros de coação de testemunha. Três familiares de adolescentes investigados foram indiciados pelo Ministério Público por coação. Um vídeo mostrou o porteiro do prédio sendo cercado e pressionado pelo pai e pelo tio de um dos suspeitos, para mudar ou negar seu depoimento. A tentativa de intimidação ficou registrada.
Vocês estão completamente por fora! Comparar esse caso com a Escola Base é um absurdo e esse laudo da exumação é um escândalo indecoroso.

Eu escutei o áudio da mulher que encontrou e socorreu o Orelha: não há a menor dúvida de que o cão foi torturado da maneira mais bárbara possível. E o depoimento do veterinário que o atendeu confirma tudo. Além disso, há fotos do cão agonizando.

Olha, nem tenho coragem de reproduzir aqui o relato sobre o estado do cachorro.

Estão fazendo de tudo para encobrir o crime. São famílias muito influentes em Floripa e SC.

Não era só um cão, era uma vida. Um ser.

Essa atrocidade sem propósito não pode ficar impune.

Re: Caso Orelha

Huxley
Mensagens: 6038
Registrado em: Sáb, 07 Março 2020 - 20:48 pm

Mensagem por Huxley »

Pedro Reis escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 23:01 pm
Huxley escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 18:20 pm
Fernando Silva escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 16:52 pm
Pedro Reis escreveu:
Sáb, 28 Fevereiro 2026 - 15:19 pm
Procurei um tópico sobre esse caso bárbaro e não encontrei. Não acredito que ninguém aqui se indignou ao menos a ponto de fazer algum comentário.
O que não falta é violência e coisas ruins contra as quais se indignar.

Mas há quem diga que a violência não foi tudo isso que divulgaram e compararam o caso atual ao da Escola Base.
Fizeram a exumação e análise óssea do cão, mas não acharam fraturas no crânio que pudesse ter sido causada por ação humana. Ainda assim, o texto do laudo fez a ressalva de que a maioria dos traumas cranianos não apresenta fraturas, porém ainda são capazes de levar os animais à morte. Por outro lado, a Polícia Civil apontou que a morte de Orelha teria sido causada por um golpe na cabeça com objeto contundente e sem ponta: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... beca.ghtml

No Caso Escola Base não houve registro de coação de testemunha. Por outro lado, no caso do cão Orelha houve registros de coação de testemunha. Três familiares de adolescentes investigados foram indiciados pelo Ministério Público por coação. Um vídeo mostrou o porteiro do prédio sendo cercado e pressionado pelo pai e pelo tio de um dos suspeitos, para mudar ou negar seu depoimento. A tentativa de intimidação ficou registrada.
Vocês estão completamente por fora! Comparar esse caso com a Escola Base é um absurdo e esse laudo da exumação é um escândalo indecoroso.

Eu escutei o áudio da mulher que encontrou e socorreu o Orelha: não há a menor dúvida de que o cão foi torturado da maneira mais bárbara possível. E o depoimento do veterinário que o atendeu confirma tudo. Além disso, há fotos do cão agonizando.

Olha, nem tenho coragem de reproduzir aqui o relato sobre o estado do cachorro.

Estão fazendo de tudo para encobrir o crime. São famílias muito influentes em Floripa e SC.

Não era só um cão, era uma vida. Um ser.

Essa atrocidade sem propósito não pode ficar impune.
O depoimento do veterinário confirma tortura? Qual veterinário?

O veterinário responsável pelo relatório de atendimento não afirmou que havia evidência de tortura.

Segundo o delegado responsável pelo caso:

“O relatório de atendimento veterinário e o laudo pericial apontam que o cão Orelha tinha um inchaço na região da cabeça causado por um instrumento contundente — ou seja, pode ser um pedaço de madeira ou uma garrafa, dentre outros. É importante dizer que não houve, de nenhuma forma, empalamento do animal ou que ele tenha sido agredido até morrer.”
https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/ ... elha.ghtml

Não há nada aí que configure encobrimento de crime. Há apenas a descrição técnica do que pôde ser comprovado.

O fato de o laudo não falar em empalamento ou em agressões repetidas não diminui em nada a gravidade do que aconteceu. Uma única pancada muito forte, desferida por uma pessoa com um objeto contundente, é plenamente suficiente para causar sofrimento extremo e deixar um animal agonizando, como mostram os relatos e as imagens.

Portanto, não existe contradição entre o sofrimento evidente do cão, os depoimentos emocionais de quem o socorreu e o laudo pericial. O laudo apenas evita extrapolações e se limita ao que pode ser tecnicamente afirmado. Isso não absolve ninguém nem suaviza o ocorrido — apenas separa indignação legítima de afirmações que exigiriam provas que, até agora, não apareceram.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
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Mensagem por Pedro Reis »

Huxley, você não esta entendendo...

Isso é o que diz o delegado.

Esse caso já deveria ter sido federalizado. Mas os vereadores votaram contra.

Um desses que votou contra, é uma vereadora que estava na passeata pedindo a federalização do caso.

Se isso ficar em Florianópolis, acaba em pizza.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
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Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

https://youtube.com/shorts/ntiV2P6bDX0? ... Ysn_qZiff7

Veja o depoimento de uma pessoa que socorreu o cão e o que REALMENTE foi o laudo do veterinário.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
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Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
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Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

Note que, no meu 1o comentário, falei em " laudo de exumação indecoroso".

Porque foi pedida a exumação depois que o desfecho da investigação causou revolta geral. No entanto, o laudo de exumação, surpreendentemente, suaviza ainda mais as lesões.

Não foi apenas um adolescente e nem a agressão ocorreu quando a polícia diz que ocorreu. Essa "investigação" contradiz testemunhos gravados em áudio e os vídeos que temos. Na verdade, foi um trabalho pra fingir uma resposta ao clamor popular e, ao mesmo tempo, preparar uma absolvição por falta de provas para o único indiciado.

A polícia de Floripa não é fonte confiável. O que está claro é que as famílias envolvidas são muito influentes , nào só na cidade, mas em Santa Catarina.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
Mensagens: 821
Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

Entendendo o caso...

Na provável madrugada da violência contra o animal, diversos vídeos mostram pelo menos 4 adolescentes realizando atos de vandalismo e agressões e tentativas de agressões a cães de rua.

Em um desses vídeos, estão tentando afogar um pequeno cão caramelo que chega a receber um soco de um dos garotos. Em outro, tentam capturar um cão de porte maior, mas que é salvo por um porteiro.

Áudios de zap do porteiro que foi coagido, enviados a outros porteiros nesta mesma noite, alertam sobre os vândalos e afirmam que ele soube que os jovens tinham dado "umas pauladas num cachorro".

No dia seguinte o cão Orelha é encontrado agonizante.

O porteiro é ameaçado e uma síndica envia msg à síndica do condomínio desse funcionário dizendo pra ela sumir com ele "pois estavam lidando com pessoas realmente importantes". Depois disso, o porteiro é imediatamente afastado.

Existe a suspeita que os jovens estivessem cumprindo desafios que são propostos no Discord. De agredir e torturar cães de rua, enquanto as imagens dessas barbaridades são assistidas pela internet por outros jovens participantes destes grupos, uma vez que há registros deles atacando cães sem motivo e os escolhendo de maneira aparentemente aleatória.

Re: Caso Orelha

fenrir
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Registrado em: Qui, 19 Março 2020 - 21:59 pm

Mensagem por fenrir »

Maltratar sadicamente pequenos animais é um dos criterios diagnosticos de psicopatia.
Quem fez isso devia ser lobotomizado ou ser colocado numa jaula e jogarem a chave fora.

Re: Caso Orelha

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Pedro Reis escreveu:
Dom, 01 Março 2026 - 03:22 am
https://youtube.com/shorts/ntiV2P6bDX0? ... Ysn_qZiff7

Veja o depoimento de uma pessoa que socorreu o cão e o que REALMENTE foi o laudo do veterinário.
Em que matéria jornalística aparece esse depoimento? O que foi apresentado aí é um vídeo de um youtuber anônimo, de um canal dark, que pode inventar impunemente quase qualquer coisa. O suposto depoimento da Sra. Fátima exibido nesse vídeo é radicalmente distinto do depoimento confirmado dela que foi apresentado na matéria do Fantástico, da TV Globo:

“Fantástico: O que as investigações revelam sobre a morte do cão Orelha”:


youtu.be/DyM5GXK81Rc

Além disso, há uma diferença colossal entre “possíveis fraturas na mandíbula e no maxilar”, expressão que consta no laudo veterinário inicial, e “lado esquerdo todo esfacelado”, como afirma o suposto depoimento veiculado pelo canal dark anônimo. Segundo o laudo pericial, as marcas no focinho e na face eram, na verdade, compatíveis com osteoporose crônica e outras patologias naturais da idade avançada do cão — e não necessariamente cortes provocados por facas ou objetos perfurantes. É perfeitamente possível que essas patologias tenham sido confundidas, no atendimento inicial, com “possíveis fraturas na mandíbula e no maxilar”.

Não há qualquer contradição entre o laudo veterinário inicial e o laudo pericial. Sobre as “possíveis fraturas”, vale destacar o termo-chave: possíveis, e não “confirmadas”. É tecnicamente plausível — e até comum — que alterações ósseas degenerativas, somadas a edema, dor e sangramento, sejam interpretadas inicialmente como fraturas. Edema intenso e hematomas alteram significativamente a anatomia externa, podendo simular fraturas deslocadas. Sangramento bucal e nasal também não é específico de fratura: pode ocorrer por trauma de partes moles, colapso vascular ou doenças periodontais avançadas, extremamente comuns em cães idosos.

Por fim, por que, no vídeo do canal dark, a Sra. Fátima aparece com a voz distorcida e sem mostrar o rosto, enquanto no Fantástico ela aparece com o rosto exposto e a voz sem qualquer distorção? O veterinário e a própria Sra. Fátima, entrevistados no Fantástico, teriam então entrado em conluio para acobertar esse suposto depoimento apresentado por um canal anônimo?
Editado pela última vez por Huxley em Dom, 01 Março 2026 - 11:55 am, em um total de 1 vez.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
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Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

fenrir escreveu:
Dom, 01 Março 2026 - 06:26 am
Maltratar sadicamente pequenos animais é um dos criterios diagnosticos de psicopatia.
Quem fez isso devia ser lobotomizado ou ser colocado numa jaula e jogarem a chave fora.
Não tenho dúvida que, pelo menos alguns, são psicopatas. Vi o vídeo de um deles e me passou essa nítida impressão.

O problema é que a polícia está atuando para encobrir o caso. A investigação foi uma piada de mal gosto e qualquer um pode concluir por si mesmo.

No vídeo divulgado pela polícia, um único adolescente aparece caminhando pela manhã ao lado de uma moça maior de idade. Eles retornam cerca de meia hora depois.

Neste curto espaço de tempo, ele teria caminhado 600 metros até o local que a polícia aponta como o local da agressão e, sozinho, causado todas aquelas lesões na cabeça do animal ( que não podem ser resultado de um único chute ou paulada) e então retornado juntamente com a moça.

Problemas:

1 - Tempo e lesões descritas por testemunhas e veterinário são incompatíveis. Em meia hora, ele não poderia andar 1,2 km e fazer tudo sozinho com o cão.

2 - Por que a menina não foi ouvida sequer como testemunha, já que é maior e estaria com o agressor no momento do crime?

3 - O porteiro que sumiu, comenta em áudio do zap que o grupo de arruaceiros teria "dado umas pauladas num cachorro". E não foi nessa manhã do vídeo divulgado pela polícia.

Sem dúvida, com esse indiciamento e esse laudo da exumação, ele será absolvido por falta de provas. Armação descarada e mal feita.

Um dos não indiciados, a família mandou pros EEUU. Pra que fugir se ele não fez nada?

Uma das provas da influência local das famílias, é que a câmara de vereadores impediu a federalização da investigação, contrariamente ao que a população está pedindo.

Uma das vereadoras que votou contra, se elegeu justamente com a bandeira da causa animal e ainda por cima tinha comparecido à passeata exigindo federalização do caso. Ora, por que votou contra então?

Só pode ter sofrido pressão e/ou ter sido comprada. Em ambos os casos, evidencia o poder local dos envolvidos.

E se são inocentes, por que temem a PF no caso e atuam pra que apenas seus amiguinhos da polícia de Florianópolis atuem no caso?

Um caso revoltante e profundamente triste também porque esse era um cão muito, muito legal, cuidado pela comunidade do bairro e que fazia a alegria de todas as pessoas que frequentavam a Praia Grande há anos.

Re: Caso Orelha

Pedro Reis
Mensagens: 821
Registrado em: Ter, 24 Março 2020 - 11:28 am

Mensagem por Pedro Reis »

Huxley, só agora pude assistir a matéria do Fantástico. Que, por sinal, foi amplamente criticada por ser considerada parcial.

De fato, o depoimento de uma mulher chamada Fátima não bate com o áudio atribuído tb a uma suposta Fátima. Eu só espero que realmente esse animal não tenha sofrido tanto antes de partir.

Mas, no minuto 7 do vídeo, um policial dá a entender que os agressores do cão caramelo são de outro grupo de adolescentes. Não, isso não é verdade: há vários vídeos circulando já e todos os incidentes são causados pelo mesmo grupo de playboizinhos. Sobre isso não resta a menor dúvida: mesmo com imagens borradas são os mesmos jovens, com as mesmas roupas e cortes de cabelo.

No Fantástico uma testemunha viu tentarem afogar um cãozinho, mas afirma não ter imagens. Só que esse vídeo existe, provavelmente feito por outra pessoa, e dá até pra ver que um deles desfere um soco no animal que sendo seguro por outro. O cachorrinho chega a cair no chão.

Também há outro vídeo ( e são os mesmos ) onde tentam incomodar um outro cão mas um porteiro intervém.

Eles aparecem:

1 - Xingando um porteiro que não permitiu que entrassem em um condomínio onde estava tendo uma festa.

2 - Depredando lixeiras.

3 - Vandalizando um quiosque de praia.

Além das já citadas investidas contra os cães.

Não há imagens deles com o Orelha, mas em áudio enviado a um do grupo do zap de porteiros da Praia Brava, o funcionário ameaçado afirma ter sabido que " tinham dado umas pauladas num cachorro".

É provável que essa informação tenha sido jogada nesse mesmo grupo por algum outro porteiro que viu as tais pauladas. Mas a polícia não tá indo atrás disso e se contentaram com a informação de que ele própruo não teria visto pauladas sendo dadas em algum cachorro.

Tá, mas quem viu então? Quem disse isso ao porteiro? Nem a polícia, nem o Fantástico, se interessaram em fazer essa pergunta crucial. Assim como sewuer tomaram o depoimento daquela que seria a única testemunha da agressào ao orelha, segundo a versão da polícia.

Alguma coisa errada não está certa neste csso.

Re: Caso Orelha

Huxley
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Mensagem por Huxley »

Pedro Reis escreveu:
Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pm

Mas, no minuto 7 do vídeo, um policial dá a entender que os agressores do cão caramelo são de outro grupo de adolescentes. Não, isso não é verdade: há vários vídeos circulando já e todos os incidentes são causados pelo mesmo grupo de playboizinhos. Sobre isso não resta a menor dúvida: mesmo com imagens borradas são os mesmos jovens, com as mesmas roupas e cortes de cabelo.

No Fantástico uma testemunha viu tentarem afogar um cãozinho, mas afirma não ter imagens. Só que esse vídeo existe, provavelmente feito por outra pessoa, e dá até pra ver que um deles desfere um soco no animal que sendo seguro por outro. O cachorrinho chega a cair no chão.

Também há outro vídeo ( e são os mesmos ) onde tentam incomodar um outro cão mas um porteiro intervém.
Dizer que “dois casos causados por quatro adolescentes provam que todos os casos foram causados por esses quatro adolescentes” é uma generalização precipitada. A tentativa de afogamento do cão Caramelo e a tentativa de jogar o mesmo animal por cima do gradil foram atribuídas ao mesmo grupo de quatro adolescentes nesses episódios. A polícia confirmou que se trata do mesmo grupo, responsável por mais de um episódio de maus-tratos a cães na região. E daí?

No caso Caramelo, os quatro adolescentes foram responsabilizados apenas pelo episódio da tentativa de afogamento e pelo lançamento do cachorro para dentro de um condomínio. Segundo a polícia, ambos os episódios ocorreram em Florianópolis e foram atribuídos ao mesmo grupo, mas não têm relação direta com a morte do cão Orelha, que é investigada separadamente.
Pedro Reis escreveu:
Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pm
Não há imagens deles com o Orelha, mas em áudio enviado a um do grupo do zap de porteiros da Praia Brava, o funcionário ameaçado afirma ter sabido que " tinham dado umas pauladas num cachorro".
Isso já foi esclarecido.

Huxley:

Pergunta sobre o caso Orelha. A Polícia Civil alega que reuniu elementos que permitiram separar os dois grupos de adolescentes (casos Caramelo e Orelha) e descartar a participação dos quatro jovens do caso Caramelo na morte do cão Orelha. Quais são as provas para esse descarte?

ChatGPT:

Sim — na investigação do chamado **caso Orelha** (morte do cão comunitário na *Praia Brava*, em Florianópolis), a **Polícia Civil de Santa Catarina** afirmou que conseguiu separar claramente os dois episódios (Orelha e Caramelo) e descartar a participação de todos os quatro adolescentes inicialmente associados no *caso Caramelo* na morte de Orelha. As principais **provas e elementos que a polícia usou para isso**, conforme divulgado oficialmente, são as seguintes: ([Wikipédia][1])

### 🧠 1. **Análise de imagens de câmeras de segurança**

* A investigação analisou **mais de mil horas de gravações** de 14 câmeras de monitoramento na área da Praia Brava. Essas imagens foram usadas para estabelecer cronologia, presença de pessoas e identificar contradições nas versões apresentadas. ([Wikipédia][1])
* Com base nessas filmagens, a polícia concluiu que **um dos adolescentes não estava presente no momento específico do ataque a Orelha**, e portanto deixou de ser considerado suspeito no caso — passando a figura de testemunha. Isso demonstra que nem todos os quatro inicialmente considerados estavam ligados diretamente ao episódio. ([Wikipédia][1])

### 📍 2. **Depoimentos e contradições**

* A polícia ouviu **várias testemunhas e os próprios investigados**. Em pelo menos um caso, depoimentos foram considerados inconsistentes com outros elementos da investigação, o que permitiu excluir certas participações. ([Wikipédia][1])

### 🧩 3. **Georreferenciamento e dados técnicos**

* Foi utilizado um **software especializado (de origem francesa)** para cruzar dados de localização e reconstruir movimentos dos suspeitos em horários próximos aos fatos. Isso ajudou a confirmar quem estava ou não presente nos locais relacionados à morte de Orelha. ([TecMundo][2])

### 🐾 4. **Separação entre os dois casos (Orelha e Caramelo)**

* A investigação detalhou que a tentativa de afogamento de outro cachorro, o *Caramelo*, apesar de ter ocorrido na mesma região e tempo próximo, foi tratada como um episódio distinto.
* Após análise das provas (incluindo imagens e testemunhos), a polícia **descartou que os quatro adolescentes apontados no caso Caramelo tenham qualquer participação na morte de Orelha**, ou que os casos tiveram motivação comum. ([Wikipédia][1])

### 📁 5. **Ausência de evidência de desafio ou motivação online**

* Ao concluir o inquérito, a Polícia Civil também afirmou que não há provas de que a morte do cão Orelha tenha sido motivada por desafios virais ou atividades Online coordenadas com o caso de Caramelo. ([Wikipédia][1])

Em resumo, o **descarte da participação dos quatro jovens do caso Caramelo no caso Orelha** baseou-se principalmente na análise detalhada de imagens de vídeo, cruzamento técnico de dados, depoimentos e a identificação de quem estava efetivamente presente ou não nos momentos relevantes — não havendo evidências técnicas robustas que ligassem todos eles à morte de Orelha como grupo. ([Wikipédia][1])

[1]: https://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Orel ... hatgpt.com "Caso Orelha"
[2]: https://www.tecmundo.com.br/seguranca/4 ... hatgpt.com "Caso cão Orelha: conheça o software francês que ajudou polícia a localizar suspeito | Seguranca"
Pedro Reis escreveu:
Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pm

É provável que essa informação tenha sido jogada nesse mesmo grupo por algum outro porteiro que viu as tais pauladas. Mas a polícia não tá indo atrás disso e se contentaram com a informação de que ele própruo não teria visto pauladas sendo dadas em algum cachorro.
Como é que você sabe que a “polícia não foi atrás disso”? No Brasil, quando um inquérito tramita sob segredo de Justiça, vários atos investigativos podem ocorrer sem divulgação pública detalhada. É possível que o áudio do WhatsApp tenha sido formalmente juntado ao inquérito; tenha sido submetido a perícia (análise de autenticidade, data, metadados); ou tenha sido considerado irrelevante ou apenas indiciário. É juridicamente e proceduralmente possível que tenha havido autorização judicial para acesso às conversas; a polícia tenha examinado mensagens de WhatsApp; isso conste nos autos; e o público simplesmente não tenha tido acesso por causa do sigilo. Como o processo não é público, a ausência de informação na imprensa não significa que não houve análise — apenas que não foi divulgada.
Pedro Reis escreveu:
Dom, 01 Março 2026 - 16:03 pm
Assim como sewuer tomaram o depoimento daquela que seria a única testemunha da agressào ao orelha, segundo a versão da polícia.
Segundo a Polícia Civil, após a análise de mais de mil horas de imagens, concluiu-se que não procede a versão de que uma mulher teria testemunhado a agressão ao cão Orelha. De acordo com a corporação: “Ela não permaneceu com o adolescente durante todo o tempo e também não presenciou qualquer agressão ao animal”.

Além disso, a mulher é amiga do adolescente suspeito, e a polícia solicitou a internação provisória do adolescente apontado como autor das agressões a Orelha. Antes de indicá-lo como autor, a Polícia Civil descartou outros três suspeitos.

A corporação afirma ainda ter cruzado dados de localização de celulares com as imagens de monitoramento.

Fonte: https://g1.globo.com/fantastico/noticia ... elha.ghtml

Re: Caso Orelha

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Tutu
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Registrado em: Qui, 09 Abril 2020 - 17:03 pm

Mensagem por Tutu »

Esses psicopatas são os políticos de amanhã. Tem apoio da mídia, como a rede Esgoto e aparelham a polícia e o judiciário para poder manipular as investigações e a lei.
São filhos de grandes empresários, advogados e políticos. Já é confissão de culpa a coação de testemunhas e fuga para a Disney.

Só não entendo essa ideia de federalizar o caso, porque o governo federal é o mais corrupto de todos e os Estados do sul do Brasil tem menos corrupção do que a média dos demais Estados.
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