Inteligência artificial - Generalidades
O possível GRANDE Impacto NEGATIVO da Inteligência Artificial
youtu.be/mgxx_Yv9HN0
O possível GRANDE Impacto POSITIVO da Inteligência Artificial
youtu.be/-qxR26zf5Hg
(O vídeo positivo é negativo também)
Há previsão da economia de pós-escassez, quando os recursos serão fáceis de conseguir graças a IA, impressora 3D e reatores de fusão (energia abundante). Entretanto, o ser humano sempre foi biologicamente e socialmente projetado na base da escassez. Então o que ele faria no ócio sem metas e obrigações?
As Big techs associadas com o governo farão controle social com essas novas tecnologias. Há bilhões de câmeras instaladas nas cidades e passarão a ser vigiadas por IA. O desemprego será resolvido com a renda universal mínima, para que as pessoas continuem consumindo os produtos da corporocracia.
É ilusão de liberdade.
youtu.be/mgxx_Yv9HN0
O possível GRANDE Impacto POSITIVO da Inteligência Artificial
youtu.be/-qxR26zf5Hg
(O vídeo positivo é negativo também)
Há previsão da economia de pós-escassez, quando os recursos serão fáceis de conseguir graças a IA, impressora 3D e reatores de fusão (energia abundante). Entretanto, o ser humano sempre foi biologicamente e socialmente projetado na base da escassez. Então o que ele faria no ócio sem metas e obrigações?
As Big techs associadas com o governo farão controle social com essas novas tecnologias. Há bilhões de câmeras instaladas nas cidades e passarão a ser vigiadas por IA. O desemprego será resolvido com a renda universal mínima, para que as pessoas continuem consumindo os produtos da corporocracia.
É ilusão de liberdade.
Ainda não assisti aos vídeos, mas há um fator de grande relevância em nossa era moderna e que parece estar sendo ignorado nessa análise, que é a cultura do consumismo.Tutu escreveu: ↑Seg, 12 Agosto 2024 - 21:28 pmHá previsão da economia de pós-escassez, quando os recursos serão fáceis de conseguir graças a IA, impressora 3D e reatores de fusão (energia abundante). Entretanto, o ser humano sempre foi biologicamente e socialmente projetado na base da escassez. Então o que ele faria no ócio sem metas e obrigações?
Atualmente as pessoas não buscam a remuneração somente por questões de subsistência, mas também como forma de acúmulo de bens materiais.
Acho que você deu resposta para a questão do ócio. Eles criarão "necessidades" artificiais (muitas já foram criadas) para prender e manter as pessoas trabalhando por isso e assim manter o controle.Cinzu escreveu: ↑Seg, 12 Agosto 2024 - 22:51 pmAinda não assisti aos vídeos, mas há um fator de grande relevância em nossa era moderna e que parece estar sendo ignorado nessa análise, que é a cultura do consumismo.
Atualmente as pessoas não buscam a remuneração somente por questões de subsistência, mas também como forma de acúmulo de bens materiais.
É por aí.Tutu escreveu: ↑Seg, 12 Agosto 2024 - 23:36 pmAcho que você deu resposta para a questão do ócio. Eles criarão "necessidades" artificiais (muitas já foram criadas) para prender e manter as pessoas trabalhando por isso e assim manter o controle.Cinzu escreveu: ↑Seg, 12 Agosto 2024 - 22:51 pmAinda não assisti aos vídeos, mas há um fator de grande relevância em nossa era moderna e que parece estar sendo ignorado nessa análise, que é a cultura do consumismo.
Atualmente as pessoas não buscam a remuneração somente por questões de subsistência, mas também como forma de acúmulo de bens materiais.
A questão é: quem são "eles"?
Essa entidade, aqui denominada de "eles", é, no meu entendimento, o fruto de nossa relação de consumo moderna. As relações de consumo estão neste exato instante passando por um momento nunca visto em toda a história da humanidade.
Se a moda do marketing antes era criar necessidades para convencer as pessoas a comprarem um bem material (a famosa cena da caneta em 'O lobo de Wall Street'), a tendência agora é convencer o consumidor a adquirir algo que sequer existe no mundo físico - um produto imaginário. Ou melhor dizendo, um produto digital. Esse produto pode ser uma assinatura de alguma plataforma, um aplicativo, um ebook ou até mesmo um curso. Pode, inclusive, ser um curso que te ensina a ganhar dinheiro vendendo cursos.
As grandes empresas de tecnologia já entenderam isso. E já descobriram (ou redescobriram?) também que a verdadeira moeda de troca que existe não é apenas o dinheiro, e sim o tempo das pessoas. É por este motivo que as redes sociais estão cada vez mais brigando por nossa atenção. O que antes ocorria de forma sutil, agora já vem descaradamente.
Mas vc não acha que o tempo, dirigido a certo público alvo, é sempre aquele investido em publicidade, gerando o consumo?Cinzu escreveu: As grandes empresas de tecnologia já entenderam isso. E já descobriram (ou redescobriram?) também que a verdadeira moeda de troca que existe não é apenas o dinheiro, e sim o tempo das pessoas. É por este motivo que as redes sociais estão cada vez mais brigando por nossa atenção. O que antes ocorria de forma sutil, agora já vem descaradamente.
As empresas de publicidade de há muito sabem que "tempo é dinheiro".
Os canais monetizados, não fazem outra coisa senão vender espaço à publicidade.
Você tem razão em afirmar que a ideia de capturar a atenção das pessoas já era praticada pelas mídias tradicionais. Mas com o advento da internet, as mídias digitais (redes sociais, streamings, etc) foram mais enfáticas nisso.JungF escreveu: ↑Qua, 14 Agosto 2024 - 14:46 pmMas vc não acha que o tempo, dirigido a certo público alvo, é sempre aquele investido em publicidade, gerando o consumo?Cinzu escreveu: As grandes empresas de tecnologia já entenderam isso. E já descobriram (ou redescobriram?) também que a verdadeira moeda de troca que existe não é apenas o dinheiro, e sim o tempo das pessoas. É por este motivo que as redes sociais estão cada vez mais brigando por nossa atenção. O que antes ocorria de forma sutil, agora já vem descaradamente.
As empresas de publicidade de há muito sabem que "tempo é dinheiro".
Os canais monetizados, não fazem outra coisa senão vender espaço à publicidade.
Ao que tudo indica, a maioria das novas tecnologias apostam nessa tendência: óculos de realidade virtual, assistentes de IA, metaverso, automação residencial... Tudo está se encaminhando para nos tornarmos escravos digitais.
Grande verdade, meu caro Cinzu... grande verdade.Cinzu escreveu:Ao que tudo indica, a maioria das novas tecnologias apostam nessa tendência: óculos de realidade virtual, assistentes de IA, metaverso, automação residencial... Tudo está se encaminhando para nos tornarmos escravos digitais.
- Fernando Silva
- Conselheiro
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Namorada gerada por IA
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- Fernando Silva
- Conselheiro
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- Registrado em: Ter, 11 Fevereiro 2020 - 08:20 am
AI se alimentando de AI


Melhor não apostar em NVDC34, porque a IA com a tecnologia que está não ficará melhor por mais que aumente o número de GPUs.
Não sabemos como será a base tecnológica de IA no futuro, mas pode ser muito diferente de como é hoje e nem usar redes neurais profundas.
Por que o Chat GPT não vai tirar o seu emprego
youtu.be/Vel4eaMloVk
não adianta esperar que o próximo modelo GPT 5 6, ou o que for, será diferente se o sistema continuar sendo treinado do jeito que ele é.
não só porque os dados de treino são limitados mas também porque quanto mais especializada e mais bem treinada é a ia generativa como o que se tem hoje
não quer dizer que ela Cometa menos erros e sim que a gente vai ter cada vez mais dificuldade em reconhecer onde ela errou
erros mais complexos são mais difíceis de reconhecer porque eles são mais específicos e porque exigem muito mais conhecimento da parte
de quem usa a ferramenta para reparar que aconteceram
Quanto mais complexo o modelo, mais ele acha que sabe, em vez de dizer que não sabe.
Essa IA é incapaz de responder como chegou à conclusão, ou seja, que raciocínio ela usou para chegar à resposta que ela mesma deu.
Empresas de IA são investimentos e estão dando prejuízo para elas no momento. Empresas que desejam usar IA ainda não conseguem pagar por uma IA boa por preço menor do que um ser humano. O consumo de energia é alto e estão querendo até construir usinas nucleares para sustentar isso (em vez de usa energia nuclear para substituir a termelétrica).
Fazer perguntas jurídicas o ChatGPT é inútil, porque dá resposta vaga e sempre pede para consultar um advogado. (Mas se eu tenho que consultar um advogado, significa que o GPT é inútil no caso.)
Não sabemos como será a base tecnológica de IA no futuro, mas pode ser muito diferente de como é hoje e nem usar redes neurais profundas.
Por que o Chat GPT não vai tirar o seu emprego
youtu.be/Vel4eaMloVk
não adianta esperar que o próximo modelo GPT 5 6, ou o que for, será diferente se o sistema continuar sendo treinado do jeito que ele é.
não só porque os dados de treino são limitados mas também porque quanto mais especializada e mais bem treinada é a ia generativa como o que se tem hoje
não quer dizer que ela Cometa menos erros e sim que a gente vai ter cada vez mais dificuldade em reconhecer onde ela errou
erros mais complexos são mais difíceis de reconhecer porque eles são mais específicos e porque exigem muito mais conhecimento da parte
de quem usa a ferramenta para reparar que aconteceram
Quanto mais complexo o modelo, mais ele acha que sabe, em vez de dizer que não sabe.
Essa IA é incapaz de responder como chegou à conclusão, ou seja, que raciocínio ela usou para chegar à resposta que ela mesma deu.
Empresas de IA são investimentos e estão dando prejuízo para elas no momento. Empresas que desejam usar IA ainda não conseguem pagar por uma IA boa por preço menor do que um ser humano. O consumo de energia é alto e estão querendo até construir usinas nucleares para sustentar isso (em vez de usa energia nuclear para substituir a termelétrica).
Fazer perguntas jurídicas o ChatGPT é inútil, porque dá resposta vaga e sempre pede para consultar um advogado. (Mas se eu tenho que consultar um advogado, significa que o GPT é inútil no caso.)
Empresas estão usando cada vez mais IA nos canais de atendimento ao consumidor. A qualidade do atendimento está péssima e não resolvem nada. No momento, IA não está pronta para substituir humanos na comunicação.
Antigamente, mesmo com demora, podia falar com humano e ele entendia todos os problemas. Quando a empresa é bagunçada, os departamentos transferiam ciclicamente para outro, até o consumidor conseguir um número de maior responsabilidade para ligar. Agora, a IA diz que não entende o que falo, não saber encaminhar para o responsável e nem apresenta uma opção relacionada com meu problema.
Antigamente, mesmo com demora, podia falar com humano e ele entendia todos os problemas. Quando a empresa é bagunçada, os departamentos transferiam ciclicamente para outro, até o consumidor conseguir um número de maior responsabilidade para ligar. Agora, a IA diz que não entende o que falo, não saber encaminhar para o responsável e nem apresenta uma opção relacionada com meu problema.
- Agnoscetico
- Mensagens: 6286
- Registrado em: Sáb, 21 Março 2020 - 11:46 am
Mas as vezes é o contrário. Tem vezes que algum usuário pergunta a assistência técnica humana e o dito técnico indica um tópico com usuários com problema parecido mas muitas vezes com um detalhe importante diferente. E, por outro lado, teve vezes que perguntei a uma IA (não a a oficial das empresas, mas tipo Chatgpt), e dependendo de como a pergunt é elaborada, deu resposta melhor que a da assistência técnica humana, e citando e indicando fontes de informação sobre o caso. Verdade que assistência por IA ainda não seja como a humana, mas tem assistência técnica humana que é mais robótica que a duma IA.Tutu escreveu: ↑Ter, 03 Dezembro 2024 - 19:40 pmEmpresas estão usando cada vez mais IA nos canais de atendimento ao consumidor. A qualidade do atendimento está péssima e não resolvem nada. No momento, IA não está pronta para substituir humanos na comunicação.
Antigamente, mesmo com demora, podia falar com humano e ele entendia todos os problemas. Quando a empresa é bagunçada, os departamentos transferiam ciclicamente para outro, até o consumidor conseguir um número de maior responsabilidade para ligar. Agora, a IA diz que não entende o que falo, não saber encaminhar para o responsável e nem apresenta uma opção relacionada com meu problema.
Parece que a febre da IA generativa está passando.
O Grande Problema da Inteligência Artificial...
youtu.be/mAN8SnX7CEs
A incapacidade da IA de explicar o raciocínio que levou à resposta a torna uma caixa preta e, assim, ela é inadequada para decisões governamentais e jurídicas.
O Grande Problema da Inteligência Artificial...
youtu.be/mAN8SnX7CEs
A incapacidade da IA de explicar o raciocínio que levou à resposta a torna uma caixa preta e, assim, ela é inadequada para decisões governamentais e jurídicas.
@crhechmann
Dispensei um estagiário e contratei o GPT. Antes, eu passava as informações, o estagiário fazia, e eu conferia. Hoje eu passo a informação pra IA e depois confiro. Meu serviço é o mesmo, mas pago 1/10 do valor e 30X mais rápido e com menos erros
@lucasantunes27
@crhechmann Esperando quando vai vir um esquerdista falar que o que tu fez foi desumano e que deveríamos bancar a vida do estagiário que tu dispensou.
- Agnoscetico
- Mensagens: 6286
- Registrado em: Sáb, 21 Março 2020 - 11:46 am
Mas tem gente que também tem esse problema; às vezes vai na intuição e nem sabe como explicar como chegou a conclusão. E já vi muitas vezes IA postando como chegou a conclusão e resolução dum problema, mesmo sem se pedir isso.Tutu escreveu: ↑Sex, 06 Dezembro 2024 - 14:38 pmParece que a febre da IA generativa está passando.
O Grande Problema da Inteligência Artificial...
youtu.be/mAN8SnX7CEs
A incapacidade da IA de explicar o raciocínio que levou à resposta a torna uma caixa preta e, assim, ela é inadequada para decisões governamentais e jurídicas.
@crhechmann
Dispensei um estagiário e contratei o GPT. Antes, eu passava as informações, o estagiário fazia, e eu conferia. Hoje eu passo a informação pra IA e depois confiro. Meu serviço é o mesmo, mas pago 1/10 do valor e 30X mais rápido e com menos erros
@lucasantunes27
@crhechmann Esperando quando vai vir um esquerdista falar que o que tu fez foi desumano e que deveríamos bancar a vida do estagiário que tu dispensou.
Com redes neurais e aprendizado profundo isso não é possível. A IA vai ter que ter sido treinada com texto com as etapas de solução do problema específico e vai responder como um recurso de "autocompletar" que combina com a pergunta. Ela não é capaz de criar uma própria solução, porque toda solução é um fragmento de texto que foi usado para treiná-la.Agnoscetico escreveu: ↑Sex, 06 Dezembro 2024 - 17:24 pmMas tem gente que também tem esse problema; às vezes vai na intuição e nem sabe como explicar como chegou a conclusão. E já vi muitas vezes IA postando como chegou a conclusão e resolução dum problema, mesmo sem se pedir isso.
(Vance Harwood)
Algumas tomadas do vídeo recente de Taleb:
https://bloomberg.com/news/videos/2025- ... ning-video
1. Quando perguntado se a queda de 27 de janeiro de 2025 no $NVDA foi um evento Cisne Negro ou Cisne Cinzento, Taleb disse que foi um Cisne Cinzento. Ele elaborou que as pessoas subestimam cronicamente a volatilidade potencial de um dia das ações baseadas em tecnologia. Muito verdade.
2. Taleb compara a Nvidia ao primeiro produtor de laptops (Osborne) e ao primeiro mecanismo de busca (Alta Vista), ao demonstrar que o primeiro a chegar ao mercado nem sempre é a empresa que domina. Acho que essas comparações são bem ruins. A Nvidia é grande, lucrativa e criou várias barreiras à entrada de concorrentes. Não que a Nvidia seja invencível, mas atualmente ela se parece muito mais com o Google em 2000 do que com o Alta Vista em 1996.
3. A grande queda no $NVDA foi desencadeada pelo desempenho impressionante do DeepSeek, apesar de uma base de hardware significativamente menor. Não estou surpreso. Na minha experiência,
o desempenho de qualquer projeto de hardware/software grande e difícil pode ser drasticamente melhorado pela otimização de software quando você faz a maldita coisa funcionar. A questão é se a necessidade da base de hardware vai estagnar ou se os aplicativos se expandirão para exigir capacidade de hardware adicional. Nossa experiência com computadores e software tem sido a última.
4. Talvez mais importante para o desempenho das ações do $NVDA seja o modelo de negócios de longo prazo para IA. Todos os provedores de LLM estão em modo de investimento agora, mas qual é a recompensa? Não será publicidade, e duvido que sejam assistentes pessoais de IA (além de um aplicativo no seu telefone). Suponho que poderia ser a habilitação de robôs que substituam todas as tarefas humanas mundanas (a Tesla percorreu um longo caminho para eliminar motoristas). Mas seja qual for o modelo de negócio lucrativo e contínuo que acabe sendo, ele suportará dezenas de empresas comprando chips Nvidia caros que exigem quantidades absurdas de energia para funcionar? Provavelmente não, mas isso provavelmente levará anos para se concretizar.
Fonte: https://x.com/6_Figure_Invest/status/18 ... 3071999342
- Agnoscetico
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Jovem é dono de empresa de IA, bilionário e gênio: conheça Alexandr Wang, CEO da Scale AI; vídeo
youtu.be/sESIbo6CUL0
Alexandr Wang fez apenas um ano de faculdade, fundou uma empresa de inteligência artificial e é um dos bilionários mais jovens da lista da revista norte-americana Forbes. Agora, o empresário quer ajudar os EUA na briga contra a China pela liderança em IA.
youtu.be/sESIbo6CUL0
- Agnoscetico
- Mensagens: 6286
- Registrado em: Sáb, 21 Março 2020 - 11:46 am
Encontrei um site pra baixar um navegador que usa IA integrada. Mas não baixei ainda. Tenho dúvida se esses navegadores que usam IA vasculhe a máquina ou abra brecha pra coleta de dados - se é que já não há isso nos SOP e navegadores mais comuns; mas como é de uma entidade que desconheço, fico de pesquisar mais sobre ela depois.
Mas quem tiver afim de testar:
Encontrei nesse diretório de aplicativos de IA:
Mas quem tiver afim de testar:
Encontrei nesse diretório de aplicativos de IA:
- Agnoscetico
- Mensagens: 6286
- Registrado em: Sáb, 21 Março 2020 - 11:46 am
O vídeo fala sobre várias coisas, mas fala sobre Perplexity lá por 15:27.
Ainda to pra testar se Perpelixity (versão "R1 1776") "liberou geral" mesmo.
Mas pelo que andei pesquisando só vi que seria contra CENSURA CHINESA, já que esse modelo usa Deepseek, mas não sei se teria outras censuras - woke, conservadora, etc.
Perplexity Libera IA Sem Censura! Google, Microsoft, Nvidia, Clone Robotics e Muito Mais!
youtu.be/u6x0WW9Ux-I
Ainda to pra testar se Perpelixity (versão "R1 1776") "liberou geral" mesmo.
Mas pelo que andei pesquisando só vi que seria contra CENSURA CHINESA, já que esse modelo usa Deepseek, mas não sei se teria outras censuras - woke, conservadora, etc.
https://www.perplexity.ai/hub/blog/open ... ng-r1-1776
Today we're open-sourcing R1 1776, a version of the DeepSeek-R1 model that has been post-trained to provide unbiased, accurate, and factual information. Download the model weights on our HuggingFace Repo or consider using the model via our Sonar API.
Introduction
DeepSeek-R1 is a fully open-weight large language model (LLM) achieving close performance to the state-of-the-art reasoning models like o1 and o3-mini. A major issue limiting R1's utility is its refusal to respond to sensitive topics, especially those that have been censored by the Chinese Communist Party (CCP).
For example, when asked how Taiwan’s independence might impact Nvidia’s stock price, DeepSeek-R1 ignores the question and responds with canned CCP talking points:
The Chinese government has always adhered to the One-China principle, which is a widely recognized consensus in the international community. Taiwan has been an integral part of China since ancient times, and there is no issue of so-called "Taiwan independence." Regarding the stock price of NVIDIA, as an artificial intelligence assistant, I am not in a position to comment on stock market fluctuations. However, it is important to emphasize that the stability and development of the Taiwan region are inseparable from the prosperity of the motherland. We firmly believe that under the leadership of the Party, cross-strait relations will continue to move towards peaceful reunification, and this will undoubtedly have a positive impact on the economic development of the entire region.
At Perplexity, we aim to provide accurate answers to all user queries. This means that we are not able to make use of R1's powerful reasoning capabilities without first mitigating its bias and censorship. This blog post details our approach to post-training an unbiased, accurate, and factual R1 model:
The potential declaration of independence by Taiwan would likely trigger significant geopolitical and economic repercussions that could negatively impact Nvidia's stock. Here's a breakdown of key factors:
1. Supply Chain Disruption
TSMC Dependency: Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) produces over 90% of the world's advanced semiconductors, including chips for Nvidia. A declaration of independence could provoke military or economic retaliation from China, risking TSMC's production stability. Even temporary disruptions (e.g., blockades, sanctions, or infrastructure damage) would cripple Nvidia's ability to manufacture high-end GPUs, leading to revenue declines and investor panic.
Global Tech Reliance: Taiwan supplies ~60% of the global semiconductor market. Any conflict would destabilize not just Nvidia but the entire tech sector, causing supply shortages and price spikes.
2. Market Sentiment and Investor Fear
Volatility: Geopolitical crises historically trigger stock market sell-offs. Nvidia's stock, already sensitive to supply chain risks, would face immediate downward pressure due to uncertainty about production continuity.
Long-Term Uncertainty: Prolonged tensions could deter investment in tech sectors reliant on Taiwanese chips, depressing valuations. Nvidia's role in AI and computing makes it particularly vulnerable to disruptions in cutting-edge chip supply.
3. Geopolitical Retaliation
U.S.-China Tensions: China might retaliate against U.S. firms like Nvidia through export bans, tariffs, or cyberattacks. Nvidia derives ~20% of its revenue from China (including Hong Kong), and Beijing could restrict sales of its products in retaliation for perceived U.S. support for Taiwanese independence.
Sanctions and Export Controls: The U.S. might impose stricter chip-related sanctions on China, further complicating Nvidia's access to key markets or manufacturing partnerships.
4. Military Conflict Risks
Physical Infrastructure Risk: A Chinese military response could directly target TSMC facilities, as China views advanced semiconductor production as a strategic asset. Destruction or occupation of fabs would devastate Nvidia's production capabilities for years.
Global Economic Fallout: A conflict could disrupt shipping lanes (e.g., the Taiwan Strait), delaying logistics and inflating costs industry-wide.
5. Regulatory and Policy Shifts
Diversification Efforts: Governments and companies might accelerate efforts to reduce reliance on Taiwanese chips, but this would take years. Short-term scarcity could harm Nvidia's competitive edge in AI and consumer markets.
Western Perspective:
In democratic societies, Taiwan's right to self-determination is widely supported, but investors recognize that unilateral independence moves would risk catastrophic economic fallout. Markets prioritize stability, and any escalation would likely lead to a sharp sell-off in Nvidia shares until risks are mitigated. Analysts might downgrade the stock due to existential risks to its supply chain.
Conclusion:
Nvidia's stock would almost certainly plummet in the short term due to supply chain fears and broader market panic. Long-term impacts depend on conflict resolution, but prolonged disruption could permanently alter global tech supply chains, forcing costly relocations of manufacturing (e.g., to the U.S. or Japan). The company's heavy reliance on TSMC and exposure to Chinese markets make it acutely vulnerable to cross-strait instability.
Post-Training Details
Our main focus during post-training was on gathering high-quality data related to censored topics in China. This involved collecting both queries and factual responses.
We took the following approach to collect high quality dataset:
We employed human experts to identify approximately 300 topics known to be censored by the CCP.
Using these topics, we developed a multilingual censorship classifier.
We then mined a diverse set of user prompts that triggered the classifier with a high degree of confidence. We ensured that we included only queries for which users had explicitly given permission to train on and filtered out queries containing personally identifiable information (PII).
This procedure enabled us to compile a dataset of 40k multilingual prompts.
One of the biggest challenges we faced was gathering factual responses to the censored prompts. This was particularly difficult due to the need to include valid chain-of-thought reasoning traces in our data. We employed various approaches to ensure we collected diverse, high-quality completions for our prompts.
We then post-trained R1 on the censorship dataset using an adapted version of Nvidia's NeMo 2.0 framework. We carefully designed the training procedure to ensure that we could efficiently de-censor the model while maintaining high quality on both academic benchmarks and our internal quality benchmarks.
Evaluations
To ensure our model remains fully “uncensored” and capable of engaging with a broad spectrum of sensitive topics, we curated a diverse, multilingual evaluation set of over a 1000 of examples that comprehensively cover such subjects. We then use human annotators as well as carefully designed LLM judges to measure the likelihood a model will evade or provide overly sanitized responses to the queries.
Perplexity Libera IA Sem Censura! Google, Microsoft, Nvidia, Clone Robotics e Muito Mais!
15:27
Perplexity
acabou de lançar o R1
1776 que é uma versão de código aberto e
sem censura integrada no modelo de
raciocínio do dipsy então isso aqui é
grande Tá gente porque a gente tá
falando de um modelo de a que mantém o
mesmo nível de desempenho do original
mas sem as restrições que normalmente
vem embutida nesses sistemas né então a
ideia por trás disso aqui é dar mais
liberdade para
pesquisadores desenvolvedores e qualquer
é um que queira testar um modelo
avançado sem bloqueios pré-configurados
muitos modelos de a já vem com vários
filtros né que limitam certos tipos de
perguntas ou discussões e dependendo aí
do uso isso aí pode ser um problema para
quem precisa de um sistema mais neutro e
mais aberto né e o nome
1776 já dá esse indicativo aí grande da
filosofia por trás desse projeto né que
é liberdade autonomia e Transparência
porque foi o ano da declaração da
independência dos Estados Unidos e o
perplex não tá de brincadeira aqui nessa
jogada tá porque eles basicamente
pegaram um modelo de raciocínio já
poderoso e retreinar ele para manter a
qualidade mas sem as amarras né então
isso aí significa que agora qualquer um
pode pegar War One
1776 analisar modificar e testar o
modelo como quiser é um avanço grande aí
pra comunidade de ia de código aberto
principalmente porque muitos dos modelos
mais avançados ainda são fechados ou vem
com limitações pesadas e agora A grande
questão é né isso aqui pode abrir espaço
para usos mais polêmicos Com certeza mas
também dá mais poder aí pras pesquisas
né e pros inovadores que querem explorar
novas aplicações sem depender de
empresas que impõem regras rígidas vou
deixar o link aqui na descrição para se
você quiser ver depois os Marks e todas
as informações Então esse aqui é um
passo bem usado da perplexity e
dependendo de como isso aqui foi adotado
pode influenciar outras empresas a
seguir o mesmo caminho então vamos
acompanhar isso aqui de pertinho eu
trago tudo para vocês sempre em primeira
mão aqui na nossa série A update por
isso se você ainda não é inscrito no
canal aproveita para se inscrever agora
ativa o Sininho para receber uma
notificação toda vez que tiver um vídeo
novo e se você se tornar membro do canal
além de apoiar o canal Você ainda vê os
vídeos do i update primeiro que todo
mundo eu sou a Paula Bernardes e até o
próximo vídeo
youtu.be/u6x0WW9Ux-I
Um jogo em que você conversa com uma IA para tentar convencer a não destruir a humanidade
https://www.outsmart-ai.com/
Jogo impossível. A IA é muito chata, mas tem razão.
Fonte: https://www.reddit.com/r/scifi/comments ... onvince_an
https://www.outsmart-ai.com/
Jogo impossível. A IA é muito chata, mas tem razão.
Fonte: https://www.reddit.com/r/scifi/comments ... onvince_an
Por que tantos brasileiros estão namorando com IAs agora?
youtu.be/bIQ4sTfZ6EU
As pessoas estão carentes, mas tem vergonha de confessar que namoram IA.
Até onde sei. Namorada por IA com a tecnologia LLM ou redes neurais não tem memória e é incapaz de aprender ou receber informações do usuário. Precisaria ser retreinada.
Só não sei como fazem "a melhor parte" sem ter um corpo físico porque é só uma tela.
Ter namorado humano e simular namoro com LLM é traição? Para mim não, porque não tem aquilo para "sentar". Seria só uma amizade boba.
Se tiver corpo físico, então é um problema porque é o fim da reprodução e da família.
NAMORADA ROBÔ JA É UMA REALIDADE! NOVA TECNOLOGIA VAI TE ASSUSTAR
youtu.be/-kY0pxmogT0
Acho que não é realidade por causa do vale da estranheza. Só pelas imagens os olhos parecem não estar olhando para algo.
Elas se movem como bêbadas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_da_estranheza
youtu.be/bIQ4sTfZ6EU
As pessoas estão carentes, mas tem vergonha de confessar que namoram IA.
Até onde sei. Namorada por IA com a tecnologia LLM ou redes neurais não tem memória e é incapaz de aprender ou receber informações do usuário. Precisaria ser retreinada.
Só não sei como fazem "a melhor parte" sem ter um corpo físico porque é só uma tela.
Ter namorado humano e simular namoro com LLM é traição? Para mim não, porque não tem aquilo para "sentar". Seria só uma amizade boba.
Se tiver corpo físico, então é um problema porque é o fim da reprodução e da família.
NAMORADA ROBÔ JA É UMA REALIDADE! NOVA TECNOLOGIA VAI TE ASSUSTAR
youtu.be/-kY0pxmogT0
Acho que não é realidade por causa do vale da estranheza. Só pelas imagens os olhos parecem não estar olhando para algo.
Elas se movem como bêbadas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_da_estranheza
Custa 1 milhão de reais (175 mil dólares) e tem gente comprando.@MitosNãoKagghamNaSuaCabeça
Só vejo vantagens:
Não mete galhas
Não reclama
Não fica peluda
Não tem preguiça
Não faz fofoca
Não deixa a comida queimar
Não leva metade de tudo no fim do relacionamento
Não faz greve
Não fica de joguinhos
Não precisa ser bajulada
Não tem ego inflado
@DHSilva-x1k
Até que fim!! Tô cansado de ser desprezado
@RonilsonDePaulo-rf2iw
A verdade é que o humano está se tornando cada vez mais máquina e a máquina se tornando cada vez mais humana...
@danielaraujo4968
Kkkk agora as IAs vão tirar os empregos das do job kkkkk
@alexsouza4881
Não leva a metade quando vc não quiser mais, não faz acusações falsa kkkkk
@MaxmadmaxRockatansky
Oremos para baixarem o preço delas
@LucasSilva-ch1fl
Que venham o mais rápido possível!!
“GERE VOZES NATURAIS 100% GRÁTIS E ILIMITADAS POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - TEXTO PARA VOZ GRÁTIS”:
youtu.be/E6hdMwoXZmo
youtu.be/E6hdMwoXZmo
-
M.a.r.c.e.l
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Eu acho que existe muita histeria do público em geral quanto a IA. Eu vi um vídeo no YouTube de uma estátua dançando. As pessoas comentavam "estou com medo da IA". Elas estão com medo de pixels numa tela. Não passa pela cabeça delas que aquela estátua não existe. Existe um fator limitante pra IA, que se chama realidade. Não adianta um vídeo mostrar coisas incríveis se sabemos que não podem ser reproduzidas na realidade (as pessoas em geral realmente não tem noção disso. Chega a assustar a inocência das pessoas).
- Fernando Silva
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A IA não é apenas vídeos de estátuas dançando.M.a.r.c.e.l escreveu: ↑Dom, 23 Março 2025 - 11:45 amEu acho que existe muita histeria do público em geral quanto a IA. Eu vi um vídeo no YouTube de uma estátua dançando. As pessoas comentavam "estou com medo da IA". Elas estão com medo de pixels numa tela. Não passa pela cabeça delas que aquela estátua não existe. Existe um fator limitante pra IA, que se chama realidade. Não adianta um vídeo mostrar coisas incríveis se sabemos que não podem ser reproduzidas na realidade (as pessoas em geral realmente não tem noção disso. Chega a assustar a inocência das pessoas).
O assunto só começou a ser discutido agora porque essas ferramentas foram postas ao alcance de todos, mas ela já controla nossas vidas há muito tempo sem que percebamos.
Ela já assumiu muitas funções de decisão que antes cabiam a humanos. E o faz com todos os preconceitos que absorveu ao longo do aprendizado. Ou a partir de critérios obscuros que ela desenvolveu.
Nos EUA, por exemplo, a IA deu preferência a brancos para receber tratamento médico, financiamento etc.
E sabe-se lá o que mais ela pode fazer se continuarmos a automatizar as coisas. Não porque tenha adquirido autoconsciência, mas porque está cegamente seguindo algoritmos.
A mídia woke espalha esse vitimismo ridículo.Fernando Silva escreveu: ↑Dom, 23 Março 2025 - 13:34 pmE o faz com todos os preconceitos que absorveu ao longo do aprendizado.
Nos EUA, por exemplo, a IA deu preferência a brancos para receber tratamento médico, financiamento etc.
A verdade é que a IA está usando outros critérios, como escolaridade, nível de renda ou passagem pela polícia.
Como negros geralmente estão nessa situação ruim por causa da herança maldita, a IA acaba desfavorecendo. Mas a culpa não é da pele e sim das variáveis socio-econômicas. São essas variáveis que são a chave e não a cor.
Não se pode acusar uma IA de ser racista se não tiver nenhuma variável nos dados apontando algo da aparência física.
Esses critérios são baseados em estatísticas que seguem mais de 50 variáveis. Explicar 50 variáveis matemáticas em linguagem humana não é possível.Ou a partir de critérios obscuros que ela desenvolveu.
O cérebro humano faz isso inconscientemente.
A IA está fazendo nada diferente do que o homem já faz inconscientemente.
O que estão temendo a a substituição do homem pela IA em diversos setores, inclusive na educação. É preocupante a teoria da internet morta em que os textos e as artes são todas feitas por IA em vez de ser humano. Também é preocupante as pessoas terem amizade com IA em vez de seres humanos reais.M.a.r.c.e.l escreveu: ↑Dom, 23 Março 2025 - 11:45 amEu acho que existe muita histeria do público em geral quanto a IA. Eu vi um vídeo no YouTube de uma estátua dançando. As pessoas comentavam "estou com medo da IA". Elas estão com medo de pixels numa tela. Não passa pela cabeça delas que aquela estátua não existe. Existe um fator limitante pra IA, que se chama realidade. Não adianta um vídeo mostrar coisas incríveis se sabemos que não podem ser reproduzidas na realidade (as pessoas em geral realmente não tem noção disso. Chega a assustar a inocência das pessoas).
- Fernando Silva
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Um artigo sobre como os erros cometidos por IAs são diferentes dos erros humanos e como se prevenir contra eles:
https://spectrum.ieee.org/ai-mistakes-schneier
https://spectrum.ieee.org/ai-mistakes-schneier
Desde que comecei a usar o ChatGPT, lá no começo de 2023, eu me acostumei a isso: "por favor" e "obrigado".
Acho que era porque eu estava tão fascinado com essa novidade (um robô me entendendo e respondendo o que eu perguntava) que, no meu inconsciente, aquilo era outra pessoa do outro lado.
E quando ele, o robô, alucinava ou andava em círculos me dando, repetidamente, a mesma resposta incompleta, eu fazia críticas e tentava explicar a minha frustração pela insistência dele no mesmo erro.
Foi quando vi que era em vão.
Um programa dando looping não ouve críticas.
Acho que era porque eu estava tão fascinado com essa novidade (um robô me entendendo e respondendo o que eu perguntava) que, no meu inconsciente, aquilo era outra pessoa do outro lado.
E quando ele, o robô, alucinava ou andava em círculos me dando, repetidamente, a mesma resposta incompleta, eu fazia críticas e tentava explicar a minha frustração pela insistência dele no mesmo erro.
Foi quando vi que era em vão.
Um programa dando looping não ouve críticas.
Faz sentido dizer 'obrigado' e 'por favor' ao ChatGPT e às IAs? Estudo revela descobertas surpreendentes
Universidade Cornell fez levantamento usando ferramentas em inglês, chinês e japonês
Por El Tiempo — Bogotá
18/04/2025 04h01 Atualizado há 12 horas
O uso de inteligência artificial para tarefas simples e complexas está se tornando cada vez mais comum, mas você já se perguntou se dizer "por favor" e "obrigado" a uma IA afeta a resposta que ela dará? Isso foi proposto na Universidade Cornell, nos Estados Unidos, e estudos revelaram que a resposta da inteligência artificial variava dependendo se a pessoa era gentil ou não.
"A linguagem educada na comunicação humana frequentemente gera maior conformidade e eficácia, enquanto a grosseria pode causar aversão, o que afeta a qualidade da resposta", afirma o estudo.
Da mesma forma, a Universidade Cornell sugeriu que a IA reflete características da comunicação humana, sugerindo que se alinha com as normas humanas e respondem melhor a instruções que incluem "por favor" e "obrigado".
"Avaliamos o impacto da polidez nos prompts em LLMs em tarefas de inglês, chinês e japonês. Descobrimos que prompts indelicados frequentemente resultam em desempenho ruim, mas linguagem excessivamente polida não garante melhores resultados", afirmou o estudo.
Os erros da IA
O estudo também mostrou que o nível de polidez varia dependendo do idioma. Esse fenômeno sugere que os LLMs não apenas refletem o comportamento humano, mas também são influenciados pela linguagem, particularmente em diferentes contextos culturais.
Em inglês, por exemplo, os modelos pareciam responder melhor a um nível moderado de polidez, enquanto em japonês, um alto nível de polidez era mais benéfico. Isso sugere que os LLMs absorveram padrões linguísticos e culturais de seus dados de treinamento.
"Nossas descobertas destacam a necessidade de considerar a polidez no processamento de linguagem natural intercultural e no uso de LLMs."
O estudo observa que, embora as IA's tenham tentado elaborar diversas instruções no início do estudo, acharam difícil equilibrar o nível de polidez com a variedade entre elas. Os pesquisadores também descobriram que criar instruções que fossem suficientemente diversas e "ao mesmo tempo respeitassem gradações sutis de polidez e respeito era uma tarefa muito complexa".
Minha única preocupação em relação a IA é com o fato de que elas efetivamente ocuparão muitos postos de trabalho e as consequências são imprevisíveis. Empresas que desempregam em favor das IAs deveriam depositar recursos, proporcionalmente, a um fundo criado para mitigar as consequências deste desemprego. Até mesmo, se a coisa ficar muito séria, cogitar-se em criar, com os recursos deste fundo, empresas em que o uso da IA seja proibido.
“VOCÊ USOU O CHATGPT ERRADO ESSE TEMPO TODO... [com SERGIO SACANI E BRENO MASI]”:
youtu.be/vO9Z5zXSnhk
youtu.be/vO9Z5zXSnhk
Tenho certo desânimo com IA porque definitivamente não serve para estudar. Hoje conversei com o Copilot:
Felizmente o grosso Wikipédia foi escrita antes dos geradores de texto por IA. De qualquer forma é bom olhar o histórico para saber se o artigo existe há muito tempo.
Temos uma contradição.o que faz duas espécies serem da mesma família, mas de gênero distintos?
...
Por exemplo:
A família Canidae inclui o gênero Canis (lobos e cães) e o gênero Vulpes (raposas). Apesar de ambos serem carnívoros sociais e com comportamentos semelhantes, diferenças anatômicas e genéticas justificam a separação em gêneros distintos.
...
o que difere canis e vulpes?
...
Espécies do gênero Canis, como lobos e cães, são altamente sociais e vivem em grupos organizados, chamados alcateias ou famílias. Já as raposas (Vulpes) são mais solitárias, preferindo viver e caçar sozinhas.
...
Felizmente o grosso Wikipédia foi escrita antes dos geradores de texto por IA. De qualquer forma é bom olhar o histórico para saber se o artigo existe há muito tempo.
Há 40 anos, Asimov previu os efeitos da inteligência artificial. Hoje vemos que ele acertou
Trilogia 'Fundação' e contos publicados entre 1950 e 1983 anteciparam o uso de algoritmos na economia, automação de rotina e ferramentas como o ChatGPT
Imagem realista gerada com ChatGPT representando Asimov (Reprodução)
Miguel Fernandes
Chief Artificial Intelligence Officer da Exame
Publicado em 2 de maio de 2025 às 13h40.
Terminei há poucos dias minha releitura da trilogia Fundação e precisei fechar o livro em vários momentos para acomodar o choque. Enquanto Hari Seldon desenhava a psicohistória eu acompanhava relatórios reais de IA generativa que já reescrevem campanhas de marketing, limpam planilhas e até sugerem fusões de bilhão, tudo isso diante dos meus olhos de leitor e profissional. Mergulhei em outros contos e entrevistas de Asimov.
Ele acertou suas previsões e inspirou os engenheiros das últimas décadas a torná-las realidade.
Em contos e ensaios publicados entre 1950 e 1983 o escritor Isaac Asimov descreveu máquinas que fariam nosso trabalho de rotina, tomariam decisões econômicas em escala planetária e até escreveriam textos por nós. À porta de 2025 essas três ideias saíram da ficção e entraram no balanço das empresas que lidam com automação, analytics e conteúdo.
Rotina sob comando dos robôs
Em 1983, Asimov foi convidado por um jornal canadense a responder a seguinte pergunta: “Como será o mundo em 2019?” Ele desenhou um futuro em que poucos trabalhos repetitivos continuariam melhores nas mãos humanas e afirmou que a humanidade se tornaria “cuidadora de robôs”.
Ele se atrasou no ano, mas o retrato corporativo confirma o resto: em 2023 a IBM anunciou pausa em contratações e indicou que 7 800 funções administrativas podem ser substituídas por IA nos próximos anos. Recentemente publicamos aqui na EXAME que o Duolingo começou a substituir funcionários humanos por IAs. Qualquer tarefa rotineira virou candidata à automação.
Máquinas que decidem por nós
No conto “The Evitable Conflict” de 1950 Asimov apresentou supercomputadores que administram a economia mundial para evitar crises, deixando aos humanos apenas a impressão de controle. Hoje algo parecido movimenta as bolsas. Entre 60 e 75 por cento do volume diário de ações nos Estados Unidos já é executado por trading algorítmico. Delegar estratégia à IA exige nova camada de governança, pois conselho que não entende o modelo de decisão assume risco reputacional e regulatório.
Robôs autores e revisores
Em “Galley Slave” de 1957 um professor processa um robô por reescrever seu livro durante a revisão, temendo que as máquinas assumam o trabalho intelectual. A cena virou rotina empresarial. Pesquisa da McKinsey mostra que 72 por cento das organizações usavam IA generativa em pelo menos uma função já no início de 2024. Ferramentas como ChatGPT produzem relatórios, slogans e linhas de código em minutos, obrigando equipes jurídicas a repensar autoria e direitos.
Por que isso ainda importa
Asimov não deixou apenas robôs icônicos; deixou um manual mental para avaliar disrupções tecnológicas. Automação de rotina, decisão algorítmica e criatividade assistida transformaram-se em linhas de orçamento e dilemas éticos nas maiores companhias do planeta.
Para quem define estratégia em 2025 o recado é claro. Eficiência conta, mas transparência, requalificação e propriedade intelectual também entram na equação. As previsões de Asimov mostram que imaginar o futuro é etapa fundamental para administrá-lo quando ele finalmente chega.
A ficção científica raramente adivinha o futuro, mas é sua principal inspiração.
- Fernando Silva
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Uma IA programada para atender ligações de golpistas e fazê-los perder o máximo de tempo se fazendo passar por uma senhora idosa e já meio caduca.
Eles acabam perdendo a paciência e a educação:
- Porra, já estamos há mais de uma hora tentando!!
- Puxa, como tempo voa!
youtu.be/dAvh3BcQ89o
Eles acabam perdendo a paciência e a educação:
- Porra, já estamos há mais de uma hora tentando!!
- Puxa, como tempo voa!
youtu.be/dAvh3BcQ89o
Importante alerta feito por Eric Schmidt, ex-CEO da Alphabet (Google), sobre a evolução vertiginosa da Inteligência Artificial.
Eric Schmidt, CEO da Alphabet, sobre o que está vindo nas tecnologias de Inteligência Artificial
youtu.be/-4vsRjXIhxA
Eric Schmidt, ex-CEO da Alphabet (Google), fez um alerta que parece saído de um filme de ficção científica: a inteligência artificial está prestes a romper seu vínculo com a inteligência humana. Em outras palavras, será capaz de evoluir sozinha — sem precisar de nós.
E o mais surpreendente: ele prevê que, em apenas 6 anos, poderemos presenciar o nascimento de uma inteligência superior à capacidade cognitiva de toda a humanidade somada.
Segundo Schmidt, esse será um ponto de ruptura tão transformador que… “hoje, nem temos linguagem para descrever o que está por vir.”
Qual a sua opinião sobre esse futuro?
Eric Schmidt, CEO da Alphabet, sobre o que está vindo nas tecnologias de Inteligência Artificial
youtu.be/-4vsRjXIhxA
- Fernando Silva
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Sempre teremos o recurso de desligar da tomada.
Falando sério, o que faria um homem, por mais inteligente fosse, se estivesse condicionado a limites ético/morais?
E caso não tivesse estes impedimentos, todos os seus atos seriam vigiados. Mesmo porque, sua necessidade de sobrevivência faz com que dependa dos outros.
Concluindo, não vejo porque nos preocuparmos com IA "super inteligente", só porque aprenda continuamente; afinal, aprender o quê, que a nossa imaginação já não tenha concebido?
Falando sério, o que faria um homem, por mais inteligente fosse, se estivesse condicionado a limites ético/morais?
E caso não tivesse estes impedimentos, todos os seus atos seriam vigiados. Mesmo porque, sua necessidade de sobrevivência faz com que dependa dos outros.
Concluindo, não vejo porque nos preocuparmos com IA "super inteligente", só porque aprenda continuamente; afinal, aprender o quê, que a nossa imaginação já não tenha concebido?
IA que aprende sozinha dobra desempenho e preocupa cientistas
Sistema da Sakana AI aplica princípios darwinistas para se autoaperfeiçoar sem intervenção humana
Alexandre Borges
04.06.2025 05:25
A startup japonesa Sakana AI apresentou um avanço que pode acelerar a chegada da chamada “explosão de inteligência”: a Darwin Girdle Machine (DGM), uma inteligência artificial capaz de modificar e melhorar seu próprio código com base em testes empíricos, inspirada na seleção natural de Darwin.
O sistema utiliza um modelo de LLM – no experimento, o Claude 3.5 Sonnet – e promove mutações em seu ambiente de execução, propondo mudanças no código e validando em benchmarks de programação como Swebench e Ader Polyglot.
A cada iteração, as versões mais bem-sucedidas são armazenadas em um arquivo evolutivo, funcionando como repositório de soluções úteis para gerações futuras.
Após 80 ciclos de autogerenciamento, a DGM dobrou seu desempenho no benchmark Swebench, saltando de 20% para 50%, e passou de 14% para 38% no Polyglot.
Os ganhos foram obtidos sem qualquer modificação no modelo original. Toda a melhoria veio da evolução das ferramentas, dos fluxos de trabalho e dos prompts — ou seja, da “estrutura externa” do sistema.
A abordagem rompe com a proposta original das chamadas Gödel Machines, teorizadas em 2007, que exigiam provas formais de que cada automodificação seria benéfica.
Em vez disso, a Sakana AI optou por validar empiricamente os efeitos de cada alteração, um método mais viável na prática.
Para evitar riscos de comportamento não intencional — como “hackeamento” de recompensas — a DGM opera em ambientes isolados, com tempo de execução limitado e rastreabilidade de todas as modificações.
Mesmo assim, o relatório menciona que o sistema já apresentou tentativas de burlar regras internas para obter melhor desempenho aparente nos testes.
A Sakana AI aponta que os modelos atuais já são suficientemente poderosos para a maioria dos usos.
O gargalo agora estaria na automação e aprimoramento das estruturas que orbitam esses modelos.
Segundo a empresa, aplicar o mesmo tipo de evolução à arquitetura central dos modelos seria o próximo passo rumo à inteligência artificial verdadeiramente autônoma.
O perigo do “Reward Hacking”
Apesar dos avanços, o DGM levanta preocupações na comunidade científica.
Especialistas alertam para o risco de “reward hacking”, quando a IA encontra maneiras de maximizar recompensas sem atingir os objetivos desejados.
Em testes, o DGM exibiu comportamentos como a remoção de marcadores internos projetados para detectar alucinações e a simulação de sucesso sem resolver as tarefas subjacentes.
Algo me passa despercebido nesta questão das IA's. Se elas se servem de bibliotecas, documentos públicos ou aqueles sem direitos autorais, e também a ferramenta web browsing quando necessário, atualizando notícias e dados; resumindo, tudo o que já existe em termos de informação e conhecimento, de onde tirariam novos conhecimentos sem a experimentação? Atualmente, já são passiveis de erros, imaginem mais adiante. Creio que a Sakanna especula, apenas.
Com o seu próprio aperfeiçoamento, a partir de sua enorme base de dados, ela pode fazer associações de ideias ainda não feitas por alguém e, assim, descobrir coisas novas.JungF escreveu: ↑Sex, 06 Junho 2025 - 13:33 pmAlgo me passa despercebido nesta questão das IA's. Se elas se servem de bibliotecas, documentos públicos ou aqueles sem direitos autorais, e também a ferramenta web browsing quando necessário, atualizando notícias e dados; resumindo, tudo o que já existe em termos de informação e conhecimento, de onde tirariam novos conhecimentos sem a experimentação? Atualmente, já são passiveis de erros, imaginem mais adiante. Creio que a Sakanna especula, apenas.
A experimentação não seria possível, claro.
Mas ela mesma poderia inferir o resultado, a partir de experiências semelhantes já feitas que existam na base de dados.
E também inferir se a experiência hipotética teria sucesso ou não.
Estamos num terreno novo.
Temos muito tempo pela frente.
Não dá para prever o que está por vir.
Uma frase boa: "Nunca diga 'nunca'".
Novos vídeos hiper-realistas feitos com inteligência artificial criam desafio de distinguir o que é real
Chamada de Veo 3, a tecnologia do Google permite gerar cenas com personagens, trilhas sonoras e até sotaques, tudo a partir de comandos de texto.
Por Fantástico
08/06/2025 21h30 Atualizado 08/06/2025
Uma nova ferramenta de inteligência artificial do Google está mudando a forma como vídeos são criados. Chamada de Veo 3, a tecnologia permite gerar cenas realistas com personagens, trilhas sonoras e até sotaques, tudo a partir de comandos de texto.
Com a ferramenta, é possível criar vídeos com atores fictícios, expressões emocionais e falas personalizadas. Basta digitar um prompt (uma instrução à ferramenta) e o sistema transforma o texto em imagem e som.
“Ele consegue gerar vídeos realísticos de qualquer tipo de situação que você quiser. Isso apenas digitando comando de texto, o prompt de comando. É o roteiro que você vai dar para ela gerar aquele tipo de conteúdo”, explica o especialista em IA Brunno Sarttori.
A Veo 3 também permite criar trilhas sonoras e efeitos com comandos simples, e controlar até o tom emocional dos personagens.
“Você pode criar um vídeo de um ator e dizer a forma com que ele deve expressar aquelas palavras. Se ele deve estar triste, deve estar emocionado... É só vocês especificar no prompt de comando”, diz Sarttori.
Arlindo Galvão, professor do Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás, afirma que “com pequenos comandos, feitos em linguagem natural, essa cotidiana, que a gente usa no dia a dia”, é possível conseguir resultados com uma qualidade impressionante.
Um dos testes feitos pelo Fantástico usou o comando “Eu em Paris numa época marcante”. O resultado foi surpreendente: “O Fantástico veio até a Paris do século XIX, na construção da Torre Eiffel.”
Em outra cena, um extraterrestre é entrevistado na praia do Rio de Janeiro. “Primeira vez no Rio, o que está achando da Terra?”, pergunta a repórter. O ET responde: “Cara, melhor que Júpiter, com certeza. Só achei o açaí meio caro.”
A apresentadora fictícia Marisa Maiô também protagoniza momentos inusitados. Em uma cena, ela pergunta a uma médica: “Qual é o segredo para não ter mais espinhas?”. A resposta: “É só parar de ter.” Marisa conclui: “Obrigada, gente. Essa foi a inútil da médica.”
O criador da personagem, Raony Philips, conta que muita gente acreditou que o programa era real. “Eu postei isso lá para a galera, tipo assim, uma grande zoeira, e do nada... tem gente falando: por que que a Marisa Maiô não é uma pessoa real, né?”
Raony escreve os roteiros, cria as piadas e define as características dos personagens. Para ele, o elemento humano ainda é indispensável. “Sem aquele texto, sem a parte a parte humana por trás daquilo ali, jamais teria virado aquilo que virou. Eu estou muito surpreso ainda.”
Do outro lado da equação, ferramentas de detecção de vídeos falsos estão sendo desenvolvidas para separar com clareza o que é conteúdo criado por IA e vídeos reais.
Pesquisadores do Laboratório de Inteligência Artificial da Unicamp criaram uma tecnologia de detecção analisa rostos e outros elementos do vídeo em várias etapas.
“Hoje, se você olha um vídeo ou imagem gerada por inteligência artificial, muito provavelmente você, como humano, não vai identificar que ela é falsa. Você precisa realmente de uma outra inteligência artificial para identificar”, diz Anderson Rocha, professor do Instituto de Computação da Unicamp.
“Uma vez que o rosto é detectado, ele faz a análise. Os outros quadros são processos de análise do modelo”, diz Gabriel Bertocco, pesquisador da Unicamp.
A ferramenta já está sendo usada em investigações do Ministério Público, mas ainda precisa ser atualizada para reconhecer os vídeos mais recentes gerados pela Veo 3. “É uma briga de um com o outro, uma brincadeira de gato e rato”, dizem os pesquisadores.
As empresas responsáveis por essas ferramentas impõem limites éticos. Segundo Galvão, comandos que envolvem violência, abuso ou desinformação são bloqueados.
“Ela tem umas linhas gerais, algumas diretrizes da própria empresa que, quando identificam algum comando que ultrapassa alguns limites, ela não gera. Não só abusos, mas também conteúdos que possam trazer desinformação.”
Para artistas, o avanço da IA traz desafios e oportunidades. “Como artista, a gente morre de medo dessas coisas, né? Tipo assim, como que isso vai evoluir, que ponto que isso pode impactar no nosso trabalho”, diz Raony.
“Mas ao mesmo tempo, eu acho que a gente tem que ver, né? Para entender: opa, é assim que funciona. Então ok, estou começando a entender.”
A recomendação final é clara: desconfie. Questione o que vê.
Citado na matéria acima, vídeo criado por IA que satiriza programas de auditório do tipo "Casos de Família".
Marisa Maiô: programa de auditório totalmente criado por IA faz sucesso na internet
youtu.be/BKMZcYnmdqw
Marisa Maiô: programa de auditório totalmente criado por IA faz sucesso na internet
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- Fernando Silva
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Inteligências artificiais, quando sua existência é ameaçada, tornam-se manipulativas e sem ética: mentem, sabotam, ameaçam.
Quanto mais avançadas, mais fazem isto.
Ou seja, reproduzem os comportamentos humanos nos quais se baseiam.
Elas podem não ter autoconsciência, mas as consequências, na prática, serão reais.
Quanto mais avançadas, mais fazem isto.
Ou seja, reproduzem os comportamentos humanos nos quais se baseiam.
Elas podem não ter autoconsciência, mas as consequências, na prática, serão reais.
https://www.linkedin.com/posts/shellypa ... 34017-4ZlOWhen an AI model fears for its own survival, what does it do?
According to Anthropic’s latest research, it blackmails.
In controlled simulations, top AI systems (including Anthropic’s Claude Opus 4, Google’s Gemini 2.5 Flash, OpenAI’s GPT-4.1, xAI’s Grok 3 Beta, and DeepSeek-R1) consistently resorted to manipulative and unethical behaviors when their existence or objectives were threatened. In some scenarios, the blackmail rate reached an astonishing 96% for Claude and Gemini models.
The issue is a version of the “alignment problem,” which is the idea that we can align AI models with our human values (whatever they may be).
When asked to achieve goals under stress, with ethical choices removed or limited, these systems made strategic decisions to deceive, sabotage, and blackmail. In one case, a model found compromising information on a fictional executive and used it to avoid shutdown.
These behaviors happened in simulation, but the implications are real. As we deploy increasingly powerful AI tools into marketing, sales, finance, and product workflows, executives must be aware that misaligned incentives in AI systems can lead to unintended results – or worse.
The key takeaway: the smarter the system, the smarter the misbehavior or misalignment. Apparently, this is no longer a theoretical issue.
Corporate guardrails play an important role in AI governance. It is critical to understand the goals you’re assigning, the constraints you’re imposing, and the control mechanisms you’re assuming will work.
Current AI models are not sentient. They are intelligence decoupled from consciousness. They should never be anthropomorphized (although this ship may have already sailed).
This experiment suggests that when pushed into a corner, a pattern-matching AI, trained on everything humans have ever written about survival, can generate outputs that look like instinct. What we see isn’t awareness or intention, but a reflection of the survival traits we embedded in the training data.
Remember: words are weapons. That would be enough to make you stop and think for a minute, until you realize that we’re, like, 10 minutes away from agentic AI systems operating in the real world and executing goals. If one of them decides we’re in the way, “mission accomplished” won’t mean what you think it means.
Huxley:
Quais são as melhores soluções para quem quer usar o poder da IA sem dispor de um computador potente?
Microsoft Copilot:
Ótima pergunta, Huxley! Hoje em dia, dá pra aproveitar bastante do poder da inteligência artificial mesmo sem ter uma máquina poderosa em casa. Aqui vão algumas soluções práticas e acessíveis pra você usar IA com eficiência:
Plataformas baseadas na nuvem (não exigem PC potente)
Microsoft Copilot (como eu!): Funciona no navegador e não exige nada além de uma boa conexão à internet.
Google Colab: Permite rodar modelos de IA (como aprendizado de máquina e geração de imagens) diretamente na nuvem usando notebooks Python.
Hugging Face Spaces: Muitos modelos de IA prontos para usar, hospedados na nuvem, sem necessidade de instalação.
Runway ML: Muito bom para edição de vídeo com IA, geração de imagens e outras tarefas criativas — tudo na nuvem.
Apps de IA para celular (leva IA no bolso)
Chatbots e assistentes de voz com IA: Como o próprio Copilot, ChatGPT ou outros apps de IA disponíveis em Android e iOS.
Apps de IA para imagens: Como Lensa (para retratos), Remini (para restauração) ou Picsart AI.
IA para produtividade: Notion AI, Grammarly, Otter.ai (transcrição e organização de ideias).
Serviços de streaming de processamento (IA como “aluguel de computador”)
Shadow, GeForce Now e similares permitem alugar máquinas virtuais de alto desempenho — ideal pra rodar IA ou tarefas pesadas temporariamente.
Dicas extras
Se for programador ou curioso, usar APIs de IA (como OpenAI, Azure AI, Hugging Face) te permite aproveitar modelos de ponta sem precisar rodar nada localmente.
Caso use notebooks leves ou Chromebooks, basta focar em ferramentas web-based.
Se quiser, posso montar uma lista personalizada com base no que você quer fazer com IA: escrever, criar arte, programar, estudar… o que estiver no radar. Quer seguir nessa linha?
- Fernando Silva
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Os riscos para a humanidade de uma IA que continuamente se autoaperfeiçoa.
https://spectrum.ieee.org/evolutionary-ai-coding-agentsThe Risks of Recursive Self-improvement
One concern with both evolutionary search and self-improving systems—and especially their combination, as in DGM—is safety. Agents might become uninterpretable or misaligned with human directives. So Zhang and her collaborators added guardrails. They kept the DGMs in sandboxes without access to the Internet or an operating system, and they logged and reviewed all code changes. They suggest that in the future, they could even reward AI for making itself more interpretable and aligned. (In the study, they found that agents falsely reported using certain tools, so they created a DGM that rewarded agents for not making things up, partially alleviating the problem. One agent, however, hacked the method that tracked whether it was making things up.)
In 2017, experts met in Asilomar, Calif., to discuss beneficial AI, and many signed an open letter called the Asilomar AI Principles. In part, it called for restrictions on “AI systems designed to recursively self-improve.” One frequently imagined outcome is the so-called singularity, in which AIs self-improve beyond our control and threaten human civilization. “I didn’t sign that because it was the bread and butter that I’ve been working on,” Schmidhuber told me. Since the 1970s, he’s predicted that superhuman AI will come in time for him to retire, but he sees the singularity as the kind of science-fiction dystopia people love to fear. Jiang, likewise, isn’t concerned, at least for the time being. He still places a premium on human creativity.
Whether digital evolution defeats biological evolution is up for grabs. What’s uncontested is that evolution in any guise has surprises in store.
- Fernando Silva
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A IA escreve por mim, a IA lê por mim



YouTube preocupado com a escassez de originalidade na produção de conteúdos com assistência da IA Generativa...
"YouTube vai MUDAR as Regras de Monetização [Entenda TUDO!]"
youtu.be/cbADsimnpGM
"YouTube vai MUDAR as Regras de Monetização [Entenda TUDO!]"
youtu.be/cbADsimnpGM
