Ceticismo Zetético vs. Pseudoceticismo: Onde traçamos a linha?
Enviado: Dom, 08 Fevereiro 2026 - 16:59 pm
Gostaria de propor uma reflexão sobre a demarcação entre o ceticismo científico saudável e o que Marcello Truzzi (cofundador do CSICOP) classificou como pseudoceticismo.
Muitas vezes, na pressa de defender o consenso científico, corremos o risco de cair no cientificismo — transformando o método científico em um conjunto de dogmas fechados. Segundo Truzzi, o verdadeiro cético deveria ser um "Zetético": alguém que mantém a dúvida sobre todas as hipóteses, inclusive sobre a própria negação.
Proponho debatermos os seguintes pontos:
A Carga da Prova na Negação: Se um proponente afirma um fenômeno, ele tem o ônus da prova. Mas, se um cético afirma que tal fenômeno é impossível ou falso, ele também não assume o ônus de provar essa negação com dados, em vez de apenas sugerir "fraude" ou "alucinação" como explicação padrão?
O Tratamento das Anomalias: A ciência avança pelo estudo das anomalias que o modelo atual não explica. Quando ignoramos dados bem documentados (como os estudos sobre consciência e EQM em condições de morte clínica) apenas por serem "extraordinários", estamos protegendo a ciência ou protegendo um paradigma materialista?
Padrão Sagan: "Alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias", mas isso não deveria ser usado como uma barreira intransponível para evitar a investigação de fenômenos que desafiam o status quo.
O objetivo deste post é questionar: como podemos garantir que nossa postura aqui no fórum seja de investigação imparcial (Zetética) e não apenas de negação dogmática?
Muitas vezes, na pressa de defender o consenso científico, corremos o risco de cair no cientificismo — transformando o método científico em um conjunto de dogmas fechados. Segundo Truzzi, o verdadeiro cético deveria ser um "Zetético": alguém que mantém a dúvida sobre todas as hipóteses, inclusive sobre a própria negação.
Proponho debatermos os seguintes pontos:
A Carga da Prova na Negação: Se um proponente afirma um fenômeno, ele tem o ônus da prova. Mas, se um cético afirma que tal fenômeno é impossível ou falso, ele também não assume o ônus de provar essa negação com dados, em vez de apenas sugerir "fraude" ou "alucinação" como explicação padrão?
O Tratamento das Anomalias: A ciência avança pelo estudo das anomalias que o modelo atual não explica. Quando ignoramos dados bem documentados (como os estudos sobre consciência e EQM em condições de morte clínica) apenas por serem "extraordinários", estamos protegendo a ciência ou protegendo um paradigma materialista?
Padrão Sagan: "Alegações extraordinárias exigem evidências extraordinárias", mas isso não deveria ser usado como uma barreira intransponível para evitar a investigação de fenômenos que desafiam o status quo.
O objetivo deste post é questionar: como podemos garantir que nossa postura aqui no fórum seja de investigação imparcial (Zetética) e não apenas de negação dogmática?