
Clube Ceticismo
"Visão Espírita do Bem, do Mal e da Moralidade"
Autor: Patolino | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 251366 Comentários: 188

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Ninguém em sã consciência postula a existência do ser humano, neste mundo, sem sofrimentos, dores, crimes, etc. pois entende os diferentes estágios de moralidade, caráter e decência que cada criatura está apta a aceitar ou compreender.
Este razoável entendimento perde sua generosa complacência, no entanto, se naquela complexa dinâmica social acrescentarmos a incógnita divina,Deus.
Aí nos tornamos exigentes e todo o Bem e o Mal deste mundo serão de responsabilidade deste magnânimo, sereníssimo e supremo ser, so to say.
Não mais atribuiremos as mazelas das ações humanas às deficiências da educação, à miséria, ou àquele ambiente onde a revolta é o fermento da discórdia e do crime.
Não! Agora temos um Deus sobre quem podemos jogar a culpa.
Mas, está certo isto?
Sim, está!
Ao atribuirmos a Deus todas os poderes e perfeições que nossas religiões lhe conferem, nos depararemos com um ingente enigma: descobrir onde o Altíssimo terá errado para que tantos males decorra de sua criação.
A Filosofia, como advogado de defesa, poderia assumir sua inocência afirmando que todas as questões relacionadas ao mal estão subordinadas ao livre arbítrio do homem.
Mas tal argumento não seria suficiente e o Réu Divino seria condenado pois teria concedido o livre arbítrio não somente aos bons e justos, mas também aos loucos e alucinados.
Quando a defesa se vê ante a iminente condenação de seu Divino Cliente propõe ao tribunal um último recurso:
A Lenda do Mundo Perfeito:
Havia um mundo governado por um rei ao qual nenhum de seus súditos jamais havia visto. Seus decretos eram justos e sábios e por isto, muito acatados.
Este rei possuía a seu serviço dois exércitos; o primeiro composto por soldados invisíveis, como o próprio rei, e também um outro, extremamente eficiente, mas que se confundia sob todos os aspectos com os habitantes daquele reino.
Cada soldado do exército invisível tinha por função acompanhar aquele habitante do reino que lhe fora designado, tendo a faculdade de conhecer cada íntimo pensamento e desejo do seu tutelado.
Graças a isto, no CPD do Reino Perfeito podia ser encontrado o cadastro de cada habitante com informações meticulosas, constantemente atualizadas e interpretadas, permitindo intervenções justas e mais ou menos drásticas em tempo real.
Para a perfeita harmonia e constante progresso daquele povo o Reino Perfeito tinha seu território separado, como um arquipélago, em grandes ilhas, minuciosamente classificadas pelo estágio intelecto-moral de seus habitantes.
Por isto, nas classes mais inferiores, onde viviam os maus e delinquentes não havia o escândalo, pois tudo era comum e natural. O senso moral estava como que desativado; ninguém estava apto a julgar seu semelhante, embora a ação punitiva do exército visível, cujos soldados tinham a mesma aparência do cidadão comum, dava a impressão de que os próprios habitantes, por seu temperamento, se castigavam uns aos outros.
Neste Reino Perfeito não existia inocentes nem tampouco injustiças. As crianças o eram apenas na aparência e na medida em que avançavam em idade retiravam do subconsciente toda a experiência e o conhecimento de um adulto. Mas, enquanto criança tinham aquela doçura infantil, pois que assim se completava a necessária estrutura de uma família.
Assim, não há injustiça e desigualdade social, pois todos habitam onde merecem e têm exatamente do que precisam.
Além disso o mal está confinado aos ambientes que lhes são próprios. Neste mundo também existe o progresso individual, pois cada criatura se melhora gradualmente e seus mentores anotam e promovem as mudanças que correspondem ao avanço alcançado.
Foi assim que terminada a exposição por parte da defesa, a promotoria quis saber em que bases esta lenda ajudaria a inocentar o Réu Divino.
Conclusão:
Em nosso mundo real, ocorre exatamente o que foi descrito no Reino Perfeito onde os crimes são cometidos contra criminosos, mesmo que aparentemente não o sejam, como no caso das vítimas infantís e vulneráveis.
Para isto se conjugam os decretos divinos: as leis de Causa e Efeito e a Reencarnação.
Todas as nossas ações são pesadas, contadas e medidas, para no devido tempo se justificarem.
Restaria uma questão: e os cataclismos naturais que dizimam milhares de vidas... Seriam eles também criminosos em resgate?
Sim! É preciso levar em conta que o ser humano, em sua história, sempre optou pelo mal, desde que isto lhe trouxesse algum tipo de vantagem. Essa opção não raras vezes implicou em torturas, guerras e genocídios.
Para que os crimes pudessem ser corrigidos sem que para isto houvesse a necessidade de se criar criminosos/justiceiros, as enfermidades e os cataclismos cobravam as contas ainda não saldadas, a cada um de nós, ao longo dos tempos.
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Este razoável entendimento perde sua generosa complacência, no entanto, se naquela complexa dinâmica social acrescentarmos a incógnita divina,Deus.
Aí nos tornamos exigentes e todo o Bem e o Mal deste mundo serão de responsabilidade deste magnânimo, sereníssimo e supremo ser, so to say.
Não mais atribuiremos as mazelas das ações humanas às deficiências da educação, à miséria, ou àquele ambiente onde a revolta é o fermento da discórdia e do crime.
Não! Agora temos um Deus sobre quem podemos jogar a culpa.
Mas, está certo isto?
Sim, está!
Ao atribuirmos a Deus todas os poderes e perfeições que nossas religiões lhe conferem, nos depararemos com um ingente enigma: descobrir onde o Altíssimo terá errado para que tantos males decorra de sua criação.
A Filosofia, como advogado de defesa, poderia assumir sua inocência afirmando que todas as questões relacionadas ao mal estão subordinadas ao livre arbítrio do homem.
Mas tal argumento não seria suficiente e o Réu Divino seria condenado pois teria concedido o livre arbítrio não somente aos bons e justos, mas também aos loucos e alucinados.
Quando a defesa se vê ante a iminente condenação de seu Divino Cliente propõe ao tribunal um último recurso:
A Lenda do Mundo Perfeito:
Havia um mundo governado por um rei ao qual nenhum de seus súditos jamais havia visto. Seus decretos eram justos e sábios e por isto, muito acatados.
Este rei possuía a seu serviço dois exércitos; o primeiro composto por soldados invisíveis, como o próprio rei, e também um outro, extremamente eficiente, mas que se confundia sob todos os aspectos com os habitantes daquele reino.
Cada soldado do exército invisível tinha por função acompanhar aquele habitante do reino que lhe fora designado, tendo a faculdade de conhecer cada íntimo pensamento e desejo do seu tutelado.
Graças a isto, no CPD do Reino Perfeito podia ser encontrado o cadastro de cada habitante com informações meticulosas, constantemente atualizadas e interpretadas, permitindo intervenções justas e mais ou menos drásticas em tempo real.
Para a perfeita harmonia e constante progresso daquele povo o Reino Perfeito tinha seu território separado, como um arquipélago, em grandes ilhas, minuciosamente classificadas pelo estágio intelecto-moral de seus habitantes.
Por isto, nas classes mais inferiores, onde viviam os maus e delinquentes não havia o escândalo, pois tudo era comum e natural. O senso moral estava como que desativado; ninguém estava apto a julgar seu semelhante, embora a ação punitiva do exército visível, cujos soldados tinham a mesma aparência do cidadão comum, dava a impressão de que os próprios habitantes, por seu temperamento, se castigavam uns aos outros.
Neste Reino Perfeito não existia inocentes nem tampouco injustiças. As crianças o eram apenas na aparência e na medida em que avançavam em idade retiravam do subconsciente toda a experiência e o conhecimento de um adulto. Mas, enquanto criança tinham aquela doçura infantil, pois que assim se completava a necessária estrutura de uma família.
Assim, não há injustiça e desigualdade social, pois todos habitam onde merecem e têm exatamente do que precisam.
Além disso o mal está confinado aos ambientes que lhes são próprios. Neste mundo também existe o progresso individual, pois cada criatura se melhora gradualmente e seus mentores anotam e promovem as mudanças que correspondem ao avanço alcançado.
Foi assim que terminada a exposição por parte da defesa, a promotoria quis saber em que bases esta lenda ajudaria a inocentar o Réu Divino.
Conclusão:
Em nosso mundo real, ocorre exatamente o que foi descrito no Reino Perfeito onde os crimes são cometidos contra criminosos, mesmo que aparentemente não o sejam, como no caso das vítimas infantís e vulneráveis.
Para isto se conjugam os decretos divinos: as leis de Causa e Efeito e a Reencarnação.
Todas as nossas ações são pesadas, contadas e medidas, para no devido tempo se justificarem.
Restaria uma questão: e os cataclismos naturais que dizimam milhares de vidas... Seriam eles também criminosos em resgate?
Sim! É preciso levar em conta que o ser humano, em sua história, sempre optou pelo mal, desde que isto lhe trouxesse algum tipo de vantagem. Essa opção não raras vezes implicou em torturas, guerras e genocídios.
Para que os crimes pudessem ser corrigidos sem que para isto houvesse a necessidade de se criar criminosos/justiceiros, as enfermidades e os cataclismos cobravam as contas ainda não saldadas, a cada um de nós, ao longo dos tempos.
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Data da postagem: 12/10/2020, 18:16

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Gigaview
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Para que os crimes pudessem ser corrigidos sem que para isto houvesse a necessidade de se criar criminosos/justiceiros, as enfermidades e os cataclismos cobravam as contas ainda não saldadas, a cada um de nós, ao longo dos tempos.
Um terremoto não acontece pela ação de um passe de mágica, o movimento das placas tectônicas que criam as condições de instabilidade para a ocorrência desses fenômenos se desenvolve lentamente ao longo de milhares de anos. Atribuir uma função de resgate de dívidas cármicas a um terremoto é tão ingênuo quanto infantil e irresponsável porque ignora a verdadeira natureza do fenômeno com um raciocínio simplista que também desrespeita a memória de todos que perderam suas vidas, atribuindo a eles uma culpa genérica e injustificada. O mesmo vale para as epidemias e demais resgates coletivos.
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Data da postagem: 17/10/2020, 21:46

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Fernando_Silva
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Se existe um criador, foi ele que criou o Mal e criaturas destinadas a praticá-lo.
Foi ele que criou o mundo deste jeito, já sabendo de tudo o que aconteceria nele, quando poderia tê-lo criado de infinitas outras maneiras.
Se existe um criador, a culpa é dele e não se justifica punir as criaturas. Elas estão apenas seguindo o roteiro pré-definido pelo criador.
Quem foi criado imperfeito cometerá atos imperfeitos. A culpa é de quem o criou imperfeito.
Criaturas perfeitas não praticam o mal e sequer pensam em fazê-lo.
Foi ele que criou o mundo deste jeito, já sabendo de tudo o que aconteceria nele, quando poderia tê-lo criado de infinitas outras maneiras.
Se existe um criador, a culpa é dele e não se justifica punir as criaturas. Elas estão apenas seguindo o roteiro pré-definido pelo criador.
Quem foi criado imperfeito cometerá atos imperfeitos. A culpa é de quem o criou imperfeito.
Criaturas perfeitas não praticam o mal e sequer pensam em fazê-lo.
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Data da postagem: 18/10/2020, 10:22

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GigaviewTenha em mente, meu caro, que minha resposta estará coerente com a Doutrina Espírita, proposta do tópico.Para que os crimes pudessem ser corrigidos sem que para isto houvesse a necessidade de se criar criminosos/justiceiros, as enfermidades e os cataclismos cobravam as contas ainda não saldadas, a cada um de nós, ao longo dos tempos.
Um terremoto não acontece pela ação de um passe de mágica, o movimento das placas tectônicas que criam as condições de instabilidade para a ocorrência desses fenômenos se desenvolve lentamente ao longo de milhares de anos. Atribuir uma função de resgate de dívidas cármicas a um terremoto é tão ingênuo quanto infantil e irresponsável porque ignora a verdadeira natureza do fenômeno com um raciocínio simplista que também desrespeita a memória de todos que perderam suas vidas, atribuindo a eles uma culpa genérica e injustificada. O mesmo vale para as epidemias e demais resgates coletivos.
Suas observações são corretas, mas há um detalhe de transcendente importância. Tendo o planeta, desde seu surgimento quando se desprende da nebulosa solar, alcançado o estágio atual pela ação dos espíritos, todos os processos lhes são do conhecimento e as datas de ocorrência, o que lhes permitem alocar seus habitantes (reencarnações no tempo oportuno) com a antecedência correta, segundo as provações cármicas a que estão sujeitos.
Cada criatura, como filha de Deus, e este, como Criador misericordioso, não lhes impinge a dor como punição, visto que, como o Fernando Silva comenta no seu post, somos todos criados por ele com as deficiências que ele mesmo previu. Então porque as punições dramáticas, contundentes, para simples efeito didático/corretivo?
Esta é a questão sutil que envolve uma entidade que está além de nossa compreensão quanto à perfeição e a onipotência.
A cada um será dado segundo suas obras, disse Jesus. Daí, a dor e a tragédia têm as imagens, aos nossos olhos, que devem ter, mas não para seus personagens que estarão acompanhados do "exército invisível dos servidores divinos", que os retiram do corpo físico no tempo exato, a eximi-los dos traumas psíquicos decorrentes.
A conta foi cobrada, a lição aprendida.
Quando o criminoso adquire a consciência do mal praticado, da dor causada às suas vítimas e que acabou de se ajustar perante a Lei, sem as comoções que transparece, flete os joelhos em gratidão ao Supremo Pai e lhe compreende a magnanimidade. É o Filho Pródigo que retorna ao convívio dos Bons.
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:14

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Gigaview
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Isso também contradiz o livre arbítrio do espiritismo. As criaturas não decidem praticar o bem ou o mal, elas estão destinadas a cumprir o que o criador designou a elas. Também não faz sentido a reencarnação. Os "espíritos" estariam apenas cumprindo os roteiros com todos os seus erros e acertos pré-programados na criação.
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:16

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Patolino
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Fernando SilvaIsto está certo. Mas veja a resposta ao Gigaview, que aborda também seus comentários.
Se existe um criador, foi ele que criou o Mal e criaturas destinadas a praticá-lo.
Foi ele que criou o mundo deste jeito, já sabendo de tudo o que aconteceria nele, quando poderia tê-lo criado de infinitas outras maneiras.
Se existe um criador, a culpa é dele e não se justifica punir as criaturas. Elas estão apenas seguindo o roteiro pré-definido pelo criador.
Quem foi criado imperfeito cometerá atos imperfeitos. A culpa é de quem o criou imperfeito.
Criaturas perfeitas não praticam o mal e sequer pensam em fazê-lo.
As explicações não precisam levar ao convencimento. Acreditar é um processo lento que envolve complexidades que estão além de inteligência ou da cultura.
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:22

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GigaviewQuestão115 Livro dos Espíritos.
Isso também contradiz o livre arbítrio do espiritismo. As criaturas não decidem praticar o bem ou o mal, elas estão destinadas a cumprir o que o criador designou a elas. Também não faz sentido a reencarnação. Os "espíritos" estariam apenas cumprindo os roteiros com todos os seus erros e acertos pré-programados na criação.
- Dos Espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus?
“Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição.
Ou seja, não existe uma inflexível programação quanto às ações do reencarnante. A cada atributo,seja de inteligência, força, beleza, carisma, corresponde ação típica, individual, que tem efeito cumulativo nas sucessivas encarnações.
É assim que as personalidades se desenvolvem, tanto para o bem quanto para o mal, mas sempre se aprimorando, pois isto sim, é determinismo divino.
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:31

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Gigaview
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JungFGigaviewTenha em mente, meu caro, que minha resposta estará coerente com a Doutrina Espírita, proposta do tópico.Para que os crimes pudessem ser corrigidos sem que para isto houvesse a necessidade de se criar criminosos/justiceiros, as enfermidades e os cataclismos cobravam as contas ainda não saldadas, a cada um de nós, ao longo dos tempos.
Um terremoto não acontece pela ação de um passe de mágica, o movimento das placas tectônicas que criam as condições de instabilidade para a ocorrência desses fenômenos se desenvolve lentamente ao longo de milhares de anos. Atribuir uma função de resgate de dívidas cármicas a um terremoto é tão ingênuo quanto infantil e irresponsável porque ignora a verdadeira natureza do fenômeno com um raciocínio simplista que também desrespeita a memória de todos que perderam suas vidas, atribuindo a eles uma culpa genérica e injustificada. O mesmo vale para as epidemias e demais resgates coletivos.
Suas observações são corretas, mas há um detalhe de transcendente importância. Tendo o planeta, desde seu surgimento quando se desprende da nebulosa solar, alcançado o estágio atual pela ação dos espíritos, todos os processos lhes são do conhecimento e as datas de ocorrência, o que lhes permitem alocar seus habitantes (reencarnações no tempo oportuno) com a antecedência correta, segundo as provações cármicas a que estão sujeitos.
O dragão na garagem não pode ser visto porque é invisível... :lol:
Incrível esse raciocínio simplista baseado em pressupostos infantis. Quer dizer...possuem um calendário de futuros eventos catastróficos para alocar os habitantes com a antecedência correta supondo a mesma facilidade de quem organiza a fila de um ônibus. :lol: Isso é ridículo.
O triste é que não conseguindo provar que os espíritos existem ainda são capazes de inventar uma "engenharia" que interfere na natureza das coisas do universo.
... que os retiram do corpo físico no tempo exato, a eximi-los dos traumas psíquicos decorrentes.
Só pode ser piada....
...flete os joelhos em gratidão ao Supremo Pai e lhe compreende a magnanimidade. É o Filho Pródigo que retorna ao convívio dos Bons.
:violin:
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:34

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[Off_topic][/Off_topic]
Também pode ser rápido e envolver tosquice, autoengano e arrogância.
Acreditar é um processo lento que envolve complexidades que estão além de inteligência ou da cultura.
Também pode ser rápido e envolver tosquice, autoengano e arrogância.
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:39

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Sr. GigaviewIsso também contradiz o livre arbítrio do espiritismo. As criaturas não decidem praticar o bem ou o mal, elas estão destinadas a cumprir o que o criador designou a elas. Também não faz sentido a reencarnação. Os "espíritos" estariam apenas cumprindo os roteiros com todos os seus erros e acertos pré-programados na criação.Na Teodicéia DE :naughty:
Não tem predestinação, tem LA. A única predestinação é a final, quando as Criaturas, no fim, enfim,
OLE #113realizam a vida eterna no seio de Deus.
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:40

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Gigaview
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JungFGigaviewQuestão115 Livro dos Espíritos.
Isso também contradiz o livre arbítrio do espiritismo. As criaturas não decidem praticar o bem ou o mal, elas estão destinadas a cumprir o que o criador designou a elas. Também não faz sentido a reencarnação. Os "espíritos" estariam apenas cumprindo os roteiros com todos os seus erros e acertos pré-programados na criação.
- Dos Espíritos, uns terão sido criados bons e outros maus?
“Deus criou todos os Espíritos simples e ignorantes, isto é, sem saber. A cada um deu determinada missão, com o fim de esclarecê-los e de os fazer chegar progressivamente à perfeição.
Ou seja, não existe uma inflexível programação quanto às ações do reencarnante. A cada atributo,seja de inteligência, força, beleza, carisma, corresponde ação típica, individual, que tem efeito cumulativo nas sucessivas encarnações.
É assim que as personalidades se desenvolvem, tanto para o bem quanto para o mal, mas sempre se aprimorando, pois isto sim, é determinismo divino.
(1) Essa conversa de perfeição no espiritismo quase sempre acaba em racismo.
(2) Por que esse criador não criou os seres perfeitos?
(3) Quem ganha o que criando "espíritos" simples e ignorantes?
(4) De onde vem a moralidade pré-criativa que estabelece o que é erro e o que é acerto que orienta esse "desenvolvimento" inútil?
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Data da postagem: 18/10/2020, 11:50