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Venezuela
Autor: JJ_JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 291208 Comentários: 249
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Trump perdendo 'batalha naval' para Irã



12:56 25.05.2020

O primeiro dos cinco petroleiros iranianos já chegou à costa da Venezuela, apesar das ameaças dos Estados Unidos, informou a embaixada iraniana em Caracas.

Trump perdendo 'batalha naval' para Irã

Trata-se do navio Fortune, que deixou o porto iraniano de Shahid Rajai há 72 dias para ajudar a Venezuela a lidar com a escassez de combustível resultante do blecaute da refinaria na Venezuela.

Após a chegada do Fortune, o segundo navio-tanque iraniano, Forest, entrou na Zona Econômica Exclusiva da Venezuela no início do domingo (24), juntamente com a Marinha venezuelana, já que, segundo informações, a embarcação iraniana estava sendo seguida por um navio norte-americano.

Vale destacar que mais quatro navios-tanque iranianos com combustível devem chegar nos próximos dias. No total, o Irã enviou 1,53 milhão de barris de gasolina para a Venezuela.

Anteriormente, o Wall Street Journal informou que o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, está explorando a possibilidade de impor novas sanções contra o Irã para bloquear a exportação de petróleo iraniano para a Venezuela. Depois que cinco navios-tanque iranianos partiram para a Venezuela, é considerada a questão de sanções contra as tripulações de navios-tanque ou o confisco desses navios em caso de reabastecimento em portos de países terceiros.

https://br.sputniknews.com/charges/2020052515621968-trump-perdendo-batalha-naval-para-ira/
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JJ_JJ
Trata-se do navio Fortune, que deixou o porto iraniano de Shahid Rajai há 72 dias para ajudar a Venezuela a lidar com a escassez de combustível resultante do blecaute da refinaria na Venezuela.

[...]

Vale destacar que mais quatro navios-tanque iranianos com combustível devem chegar nos próximos dias. No total, o Irã enviou 1,53 milhão de barris de gasolina para a Venezuela.

O país que antes exportava gasolina para o mundo e a vendia a poucos centavos por litro para os venezuelanos, o país que tem uma das maiores reservas de petróleo, agora tem fazer acordos com países como o Irã para conseguir combustível.

Como será que estão pagando?
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Dois navios desistem de entregar petróleo do Irã à Venezuela após ameaças de sanções dos EUA

Sputnik / Vitaly Timkiv

AMÉRICAS

06:01 31.05.2020(atualizado 06:20 31.05.2020)URL curta51466

Petroleiros de bandeira liberiana Bella e Bering, com destino à Venezuela, desistiram após EUA ameaçarem com sanções empresas e governos caso ajudem navios com petróleo do Irã chegarem à Venezuela.

Ambos os navios são operados por empresas gregas e estavam carregados com combustível iraniano que devia ser transportado rumo ao país sul-americano.

A chegada das embarcações era esperada após outros três navios, iranianos, terem transportado combustível para a Venezuela. No momento, outros dois navios do Irã estão a caminho do país.

Após entrevista com funcionário da administração do presidente Donald Trump, o Wall Street Journal publicou que as empresas proprietárias gregas temeram não conseguir o seguro e financiamento necessários para a continuação da operação tendo como fundo as ameaças de sanções americanas.

"Estivemos em contato com os proprietários dos navios e eles correm um grande risco de ser sancionados", afirmou o funcionário do governo americano à mídia.

Pressão americana

Também foi informado que a Libéria, país onde as embarcações estão registradas, cancelou seu credenciamento aos navios na semana passada após o Grupo de Ação contra o Irã (IAG, na sigla em inglês) do Departamento de Estado americano ter entrado em contato com o país africano.

Ainda na sexta-feira (29), o representante dos EUA para a Venezuela, Elliott Abrams, afirmou que seu país poderia sancionar portos, companhias de navegação, seguradoras e governos que apoiassem o transporte de petróleo iraniano para a Venezuela.

Ajuda iraniana

Enquanto a Venezuela vive uma crise de abastecimento de combustíveis, o Irã decidiu enviar ao país 1,5 milhão de barris de gasolina.

Em meio a tensões, a Marinha venezuelana iniciou uma operação de escolta dos navios persas na sua Zona Econômica Exclusiva.

https://br.sputniknews.com/americas/2020053115644411-dois-navios-desistem-de-entregar-petroleo-do-ira-a-venezuela-apos-ameacas-de-sancoes-dos-eua/
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O título também poderia ter sido:

Trump ganhando 'batalha naval' com Irã

:D
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Fernando Silva
JJ_JJ
Trata-se do navio Fortune, que deixou o porto iraniano de Shahid Rajai há 72 dias para ajudar a Venezuela a lidar com a escassez de combustível resultante do blecaute da refinaria na Venezuela.

[...]

Vale destacar que mais quatro navios-tanque iranianos com combustível devem chegar nos próximos dias. No total, o Irã enviou 1,53 milhão de barris de gasolina para a Venezuela.

O país que antes exportava gasolina para o mundo e a vendia a poucos centavos por litro para os venezuelanos, o país que tem uma das maiores reservas de petróleo, agora tem fazer acordos com países como o Irã para conseguir combustível.

Como será que estão pagando?


Com meia tonelada de ouro em lingotes.

Fora o que o Maduro já mandou de avião para Rússia mais o que deu ao Irã, quanto será que ele ainda tem para roubar e quanto tempo pode se manter assim?

O que se diz é que o ouro pagou pelo petróleo e por ajuda militar, mas acho bem possível que tome um calote no petróleo e na ajuda.
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Data da postagem: 01/06/2020, 21:25
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Justiça britânica impede acesso de Maduro a ouro venezuelano

A Justiça do Reino Unido acatou nesta 5ª feira (2.jul.2020) a 1 pedido do líder opositor e autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, para impedir que o governo de Nicolás Maduro acesse bilhões de dólares em ouro venezuelano depositados no Banco da Inglaterra.

“O governo britânico reconhece o senhor Guaidó na capacidade de presidente constitucional interino da Venezuela”, escreveu o juiz Nigel Teare, do tribunal comercial da Suprema Corte britânica. “Em virtude da doutrina de ‘uma única voz’, a Corte deve aceitar essa declaração como inequívoca”, completou.

Os advogados da junta diretiva do BCV (Banco Central da Venezuela) anunciaram rapidamente que vão recorrer da decisão “por considerar que ignora por completo a realidade da situação” no país.

Há um ano e meio, o governo de Maduro vem tentando recuperar as 30 toneladas de ouro, de valor estimado em cerca de US$ 2 bilhões, que a Venezuela mantém guardadas nos cofres do BoE (Banco da Inglaterra).

Em fevereiro de 2019, Guaidó foi reconhecido pelo Reino Unido e cerca de 50 outros países como o legítimo presidente venezuelano, até que sejam realizadas eleições confiáveis no país. Ele entrou com pedidos às autoridades britânicas em 2019 e 2020 para que o ouro não fosse entregue a Maduro.

Não foi esclarecido se Guaidó poderá acessar diretamente o ouro venezuelano. Entretanto, sua representante em Londres, Vanessa Neumann, assegurou que “a intenção agora é resguardar o ouro da reserva nacional do povo venezuelano”. “Queremos que fique claro que nós nunca buscamos o ouro, foi Maduro que tentou movê-lo, o que deu origem a esse litígio.”

Guaidó comemorou a decisão, dizendo se tratar de uma “grande vitória” para o reconhecimento internacional de seu governo e para proteger os bens do país no exterior. “O principal é que [o ouro] está protegido das garras da ditadura”, afirmou, acrescentando que, por ora, as barras de ouro permanecerão nos cofres do BoE.

Em abril deste ano, Caracas tentou mais uma vez reaver o ouro junto ao banco britânico, alegando desta vez que usaria os valores para financiar a luta contra a covid-19 no país.

“O governo de Maduro tem controle total da Venezuela e suas instituições administrativas, e somente ele pode garantir a distribuição de ajuda humanitária e recursos médicos necessários para combater a pandemia de coronavírus”, disse o advogado de Maduro, Sarosh Zaiwalla. “Essa decisão atrasará ainda mais as coisas em detrimento do povo venezuelano, cujas vidas estão em perigo.”

Guaidó, por sua vez, levantou questionamentos sobre o destino do dinheiro. Ele disse temer que, em vez de ser usado para aliviar a crise de saúde, o recurso fosse destinado a reprimir ainda mais a população.

O governo de Maduro tem prazo de 21 dias para entrar com recurso contra a decisão.

A decisão da Justiça britânica é mais um sinal de isolamento do governo de Maduro, também no que diz respeito ao acesso ao sistema financeiro internacional. É possível que isso seja visto como um procedente para outros bancos centrais europeus e jurisdições que mantenham ativos pertencentes ao governo da Venezuela.

A advogada de Guaidó disse que ações semelhantes em outros países serão avaliadas. Ocorre, no momento, outra batalha jurídica em torno das refinarias de petróleo da Citco nos Estados Unidos, empresa que se desvencilhou recentemente do controle da estatal venezuelana PDVSA.
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A hora mais difícil da oposição venezuelana, entre a quarentena e a frustração

Chavismo consolida seu controle militar enquanto a pandemia, a desmobilização e os equívocos sufocam Guaidó

Há menos de três meses, após voltar de uma viagem pelos Estados Unido e Europa, um revitalizado Juan Guaidó apresentava ao país o “caderno nacional de conflito”, uma nova iniciativa de pressão a Nicolás Maduro que propunha um plano de transição baseado nas exigências por melhorar as deterioradas condições de vida da Venezuela. Seu pedido foi respondido por uma nova concentração nas ruas. Três meses depois, em plena quarentena pela pandemia de coronavírus, em meio a restrições e uma crise de combustível sem precedentes, o projeto de Guaidó está mais parado do que nunca. O fracasso da operação Gedeão, uma disparatada tentativa de operação marítima que tinha o objetivo de derrubar o Governo, prejudicou sua credibilidade. O regime chavista renovou seu compromisso, proferindo novas ameaças contra Guaidó. Vários de seus colaboradores foram presos e outros estão na clandestinidade. Sua imagem desabou, de acordo com as pesquisas, e são nulas as opções para convocar um protesto. A censura pressiona como nunca os veículos de comunicação.

Seus seguidores, resignados, retornaram aos seus assuntos domésticos. Nas ruas de Caracas se respira um clima de luto e recolhimento. As pesquisas de opinião mostram uma queda em relação às expectativas de uma mudança política. A popularidade de Guaidó, que ultrapassava 60% da população meses atrás, hoje mal chega à metade. Durante vários dias surgiram especulações, propagadas por funcionários de Maduro, de que Guaidó já estava asilado na Embaixada da França, mas foram desmentidas por Guaidó e pelo próprio Governo francês.

[...]

https://brasil.elpais.com/internacional/2020-06-08/a-hora-mais-dificil-da-oposicao-venezuelana.html
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Trump se diz aberto a reunião com Maduro

Em entrevista ao site Axios, o presidente norte-americano manifesta dúvidas sobre Juan Guaidó e sugere uma insólita mudança na sua política para a Venezuela

Washington - 22 JUN 2020 - 08:51 BRT

O presidente Donald Trump sugeriu, em entrevista que teve trechos divulgados na tarde de domingo pelo site Axios, que tem dúvidas sobre sua decisão de reconhecer Juan Guaidó como presidente legítimo da Venezuela e que estaria disposto a se reunir com Nicolás Maduro. “Poderia talvez pensar nisso”, disse Trump, em entrevista concedida na sexta-feira ao meio digital no Salão Oval da Casa Branca, quando perguntado sobre a possibilidade de se reunir com o líder chavista. “Maduro gostaria de se reunir. E eu nunca oponho às reuniões. Sabe, raramente me oponho às reuniões”, acrescentou.

Trump afirmou, segundo os trechos antecipados pelo Axios, que não tem muita confiança em Guaidó, que, um ano e meio depois de se proclamar presidente interino da Venezuela e ser reconhecido como tal pelos Estados Unidos e quase 60 outros países, não conseguiu avançar em direção ao seu objetivo de tirar Maduro do poder. “Guaidó foi eleito”, disse Trump na entrevista. “Acho que eu não estava necessariamente a favor, mas algumas pessoas gostavam dele, outras não. Ele me parecia bem. Não acho que fosse muito significativo de uma maneira ou de outra.”

As palavras de Trump sobre Guaidó coincidem com o que afirma John Bolton, ex-assessor de Segurança Nacional do republicano, em sua explosiva autobiografia que chega às livrarias nesta terça-feira, embora já circule na Internet e tenha tido vários trechos antecipados pela imprensa. Bolton relata que Trump, pouco depois de reconhecer Guaidó como presidente legítimo, manifestou dúvidas sobre o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, que lhe parecia um “moleque” em comparação com o “forte” Maduro. Trump, segundo Bolton, chegou a propor um recuo, após dar a ele todo o apoio do maquinário diplomático dos EUA.

O fato de Trump abrir a porta a uma possível reunião com Maduro representa uma guinada completa em relação à política de sua Administração com a Venezuela até agora. Uma insólita mudança de estratégia, difícil de explicar a cinco meses das eleições presidenciais, nas quais a postura firme de Trump contra Maduro constitui, para os republicanos, um argumento vencedor em um Estado-chave como a Flórida. A Administração Trump, e particularmente seu secretário de Estado, Mike Pompeo, tem dedicado [...]

https://brasil.elpais.com/internacional/2020-06-22/trump-se-diz-aberto-a-reuniao-com-maduro.html
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Frencisco Toucinho
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Foi um grande alvoroço quando a Venezuela estava sem papel higiênico. Parece que o regime venezuelano resolveu o problema a tempo, deixando a população sem comer. :/
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Fernando_Silva
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Na Venezuela, sistema educacional entra em falência e alunos desmaiam de fome nas escolas

Em uma escola primária, alunos perguntam aos professores se há comida antes de decidir se entrarão ou não

Anatoly Kurmanaev e Isayen Herrera, do New York Times 01/12/2019

BOCA DE UCHIRE, Venezuela — Centenas de crianças lotaram o pátio de uma escola na Venezuela para rezar, junto com um bispo católico, por sua educação. Quinze minutos depois, quando o religioso terminou sua reza, cinco crianças haviam desmaiado. Duas delas precisaram ser removidas do local em ambulâncias.

Os desmaios na escola primária de Boca de Uchire se transformaram em algo regular, pois muitos alunos vão para as aulas sem ter tomado café da manhã ou jantado na noite anterior. Em outras escolas, os alunos procuram saber se haverá comida antes de decidir se comparecerão ou não às atividades do dia.

— Não é possível educar pessoas esqueléticas e famintas — disse Maira Marín, professora e líder sindical da cidade.

https://oglobo.globo.com/mundo/na-venezuela-sistema-educacional-entra-em-falencia-alunos-desmaiam-de-fome-nas-escolas-24110893
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