
Clube Ceticismo
Teria sido melhor se os europeus não tivessem colonizado...
Autor: nuker | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 86635 Comentários: 177
Tutu
O que quero dizer com "neoliberalismo", caso não haja termo melhor, é basicamente o Consenso de Washington.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Consenso_de_Washington
As medidas incluem:
* Privatização de monopólio natural
* Empresas brasileiras sendo vendidas para investidores residentes em potências ocidentais. Seria melhor ter proprietário latino-americano.
* Desindustrialização em favor de exportação de matéria-prima.
* Mão-de-obra extremamente barata para se explorada para o mercado externo.
O Consenso de Washington não era uma ideologia, mas plano para países em crise. O problema do termo 'neoliberalismo' é que ele é usado de forma vaga e imprecisa, muitas vezes para descrever políticas econômicas distintas como se fossem uma coisa só. Atualmente virou um termo pejorativo, assim como fascista. Não há uma ideologia neoliberal.
Uma coisa é liberdade econômica interna, que inclui capacidade de negociar, não ter regras sem sentido atrapalhando o trabalho, liberdade de empreender, competição, etc. Outra coisa é o liberalismo externo, que faz os mais poderosos de fora mais ricos e impedem que o país subdesenvolvido se desenvolva.
Sem abertura de mercado não há competição tutu...
Sobre mão-de-obra barata explorada, o grande problema é que um vendedor de loja ou garçom em um país desenvolvido fez exatamente a mesma coisa que os mesmos num país subdesenvolvido. A produtividade e a qualificação necessária são as mesmas. Mas o poder de compra do mesmo no país desenvolvido é maior. O que o país tem que fazer para sair dessa situação injusta?
A produtividade não é a mesma Tutu, não depende só da habilidade individual, mas também do ambiente em que o trabalhador está inserido. Ele tem melhor infraestrutura, melhores equipamentos, menos burocracia, mais acesso a crédito e um mercado consumidor mais aquecido. Isso aumenta a eficiência do trabalho e gera mais riqueza.
Brasil tem a 57ª pior produtividade entre 62 economias.

O que faz mal ao Brasil é o "neoliberalismo" de Paulo Guedes e tucano (FHC) e o "socialismo do século 21" do PT, que promove parasitismo, força desemprego, amarra empresas, tem taxas altas e máquina pública inchada. Precisa de liberdade econômica e competição internamente e um protecionismo honesto e bem planejado em relação à economia externa.
Claro que o Brasil tem as piores tarifas de importação possíveis, como no agronegócio, até no varejo, e em coisas que o país nem sonha em produzir algum dia, como microchips. A solução não é 8 ou 80, mas as pessoas parecem pensar que só existem extremos.
O caminho para mudar isso não é protecionismo ou intervenção estatal direta, mas sim facilitar o ambiente de negócios, melhorar infraestrutura e permitir que a economia cresça de forma mais eficiente. A melhor solução não é fechar a economia, mas torná-la mais competitiva globalmente.
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Data da postagem: 14/03/2025, 05:50

No Canadá, escolas católicas tiravam crianças nativas de suas famílias e as faziam esquecer sua cultura ancestral e sua língua.
Milhares foram abusadas e morreram de maus tratos e desnutrição.
Algo semelhante aconteceu nos EUA.
https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/06/04/romance-de-autor-nativo-americano-expoe-violencia-de-escolas-que-civilizavam-indigenas-nos-eua.ghtml
Milhares foram abusadas e morreram de maus tratos e desnutrição.
Algo semelhante aconteceu nos EUA.
Romance de autor nativo-americano expõe violência de escolas que 'civilizavam' indígenas nos EUA
Membro da comunidade cheyenne, Tommy Orange comenta apagamento da cultura de seu povo: ‘Meu pai rezava para Jesus em uma tenda usando peiote’
Por Bolívar Torres — Rio de Janeiro 04/06/2025
Criadas no século XIX para forçar crianças indígenas a abandonar sua cultura, seu idioma nativo e sua espiritualidade, as chamadas “boarding schools” são um dos capítulos mais brutais da História dos EUA. O lema das escolas não deixava dúvida sobre o seu verdadeiro propósito: “Mate o índio nele e salve o homem”, declarou, em 1892, o militar Richard Henry Pratt, fundador da Carlisle Indian Industrial School, mais conhecida dessas instituições.
[...]
— As pessoas realmente não sabem o que eram essas escolas, o que se fazia lá ou qual era o verdadeiro objetivo — diz Orange, em entrevista por telefone. — E até o fato de ainda as chamarmos de “escolas” é um problema, porque elas eram, na prática, campos de aprisionamento para crianças. A ideia era apagar a identidade indígena das crianças e substituí-la pela ideia de que elas poderiam se tornar americanas. Ironicamente, os povos indígenas nem tinham direito à cidadania na época.
Antes e depois de alunos da Carlisle Indian Industrial School, citada no livro "Estrelas errantes", de Tommy Orange
https://oglobo.globo.com/cultura/noticia/2025/06/04/romance-de-autor-nativo-americano-expoe-violencia-de-escolas-que-civilizavam-indigenas-nos-eua.ghtml
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Data da postagem: 05/06/2025, 09:52

“Colonialismo: A Europa Ficou Rica nos Roubando?”:
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Data da postagem: 26/06/2025, 22:20
Huxley
“Colonialismo: A Europa Ficou Rica nos Roubando?”:
1. O colonialismo deu muito dinheiro para pioneirismo desses países na industrialização.
2. A exploração não terminou, porque há multinacionais e a diferença de valor agregado nos mesmos serviços em diferentes países. Mostrou só exemplos de países pequenos, que não colonizaram, mas dependem da riqueza da Europa. Queria ver Inglaterra e EUA.
3. Os colonizadores deixaram danos irreparáveis nos subdesenvolvidos, que não tem estrutura socio-econômica para crescer por dentro.
O vídeo é tendencioso, porque ele chamou os esquerdistas raiz do século passado, como Chomsky, de "extrema esquerda". Além disso, fala demais da União Soviética, que tem nada a ver com isso.
Ele também defende aquela ideia de "chutar a escada", em que países desenvolvidos querem que os subdesenvolvidos não tenham as próprias indústrias e comprem sempre deles.
E isso vai contra ensinamento de professores de geografia (epa! Doutrinação na escola?!).
Se o cara quer artigo de especialista, que veja Unequal Exchange of Labor in the World Economy de Jason Hickel.
@gabriel-moreira
Foi a industrialização que deixou os países europeus ricos, assim como os países do sudeste asiático. A colonização serviu como mercado externo para venda de produtos durante as crises de superprodução pelo século XIX. A Inglaterra foi o principal país afetado pelas crises do século XIX, muito por seguir um modelo liberal e de livre mercado. Mas como eles produziam mais do que vendiam, tiveram que explorar novos mercados, e esses mercados eram as colônias, principalmente a Índia. Acabou que a colonização salvou o "livre mercado" inglês, mas não o deixou rico. A única coisa que a colonização criou foram os países periféricos e sub industrializados, onde a falta de industrias competitivas faz com que o foco seja o extrativismo e o agronegócio.
@gabriel-moreira
Mas mesmo nessa época só a Inglaterra seguiu com o livre mercado. Países como Alemanha, Japão, França e Espanha continuavam com o protecionismo. É fato que a Índia servia de colônia extrativista da Inglaterra, e mesmo na segunda guerra tiveram bons exemplos disso, como na fome de bengala. A Inglaterra usava os países periféricos e semi industrializados como mercado para vender seus excedentes, já que a demanda agregada era maior nesses países. Por isso que eles eram contra a escravidão, por que escravo não gera renda, e sem renda não tem demanda.
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Data da postagem: 20/08/2025, 22:56

TutuHuxley
“Colonialismo: A Europa Ficou Rica nos Roubando?”:
1. O colonialismo deu muito dinheiro para pioneirismo desses países na industrialização.
2. A exploração não terminou, porque há multinacionais e a diferença de valor agregado nos mesmos serviços em diferentes países. Mostrou só exemplos de países pequenos, que não colonizaram, mas dependem da riqueza da Europa. Queria ver Inglaterra e EUA.
3. Os colonizadores deixaram danos irreparáveis nos subdesenvolvidos, que não tem estrutura socio-econômica para crescer por dentro.
O vídeo é tendencioso, porque ele chamou os esquerdistas raiz do século passado, como Chomsky, de "extrema esquerda". Além disso, fala demais da União Soviética, que tem nada a ver com isso.
Ele também defende aquela ideia de "chutar a escada", em que países desenvolvidos querem que os subdesenvolvidos não tenham as próprias indústrias e comprem sempre deles.
E isso vai contra ensinamento de professores de geografia (epa! Doutrinação na escola?!).
Se o cara quer artigo de especialista, que veja Unequal Exchange of Labor in the World Economy de Jason Hickel.
@gabriel-moreira
Foi a industrialização que deixou os países europeus ricos, assim como os países do sudeste asiático. A colonização serviu como mercado externo para venda de produtos durante as crises de superprodução pelo século XIX. A Inglaterra foi o principal país afetado pelas crises do século XIX, muito por seguir um modelo liberal e de livre mercado. Mas como eles produziam mais do que vendiam, tiveram que explorar novos mercados, e esses mercados eram as colônias, principalmente a Índia. Acabou que a colonização salvou o "livre mercado" inglês, mas não o deixou rico. A única coisa que a colonização criou foram os países periféricos e sub industrializados, onde a falta de industrias competitivas faz com que o foco seja o extrativismo e o agronegócio.
@gabriel-moreira
Mas mesmo nessa época só a Inglaterra seguiu com o livre mercado. Países como Alemanha, Japão, França e Espanha continuavam com o protecionismo. É fato que a Índia servia de colônia extrativista da Inglaterra, e mesmo na segunda guerra tiveram bons exemplos disso, como na fome de bengala. A Inglaterra usava os países periféricos e semi industrializados como mercado para vender seus excedentes, já que a demanda agregada era maior nesses países. Por isso que eles eram contra a escravidão, por que escravo não gera renda, e sem renda não tem demanda.
Já foi desmentido no vídeo do Bellini. Países ricos comercializam e investem MUITO mais entre si do que fazem isso em países pobres.
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Data da postagem: 21/08/2025, 00:40
As estatais estrangeiras que controlam a infraestrutura do Brasil
Quem ganha com a privatização? Na verdade é desnacionalização.
Sai do controle estatal e vai para o controle de potências estrangeiras. E esses países proíbem a compra por estrangeiros, hipocrisia?
As empresas privatizadas de infraestrutura são controladas por estrangeiras e o lucro do brasileiro é sugado do Brasil.
@ftdecastrolondon
A AENA é péssima na Espanha, imagina no Brasil...
@telmabrito5729
Empresa alguma em setores de infraestrutura essencial ou estratégicos nem deveriam ter autorização de ser desnacionalizadas e ponto final!
Quem ganha com a privatização? Na verdade é desnacionalização.
Sai do controle estatal e vai para o controle de potências estrangeiras. E esses países proíbem a compra por estrangeiros, hipocrisia?
As empresas privatizadas de infraestrutura são controladas por estrangeiras e o lucro do brasileiro é sugado do Brasil.
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Data da postagem: 20/12/2025, 14:39

Tutu
As estatais estrangeiras que controlam a infraestrutura do Brasil
@ftdecastrolondon
A AENA é péssima na Espanha, imagina no Brasil...
@telmabrito5729
Empresa alguma em setores de infraestrutura essencial ou estratégicos nem deveriam ter autorização de ser desnacionalizadas e ponto final!
Quem ganha com a privatização? Na verdade é desnacionalização.
Sai do controle estatal e vai para o controle de potências estrangeiras. E esses países proíbem a compra por estrangeiros, hipocrisia?
As empresas privatizadas de infraestrutura são controladas por estrangeiras e o lucro do brasileiro é sugado do Brasil.
Nos países desenvolvidos, empresas privadas de infraestrutura de água e energia não são apenas nacionais. Muitos permitem e até incentivam a participação de empresas estrangeiras. Empresas como EDF (França) operam no Reino Unido; a E.ON (Alemanha) atua em vários países europeus; e a Iberdrola (Espanha) é uma das maiores fornecedoras de energia no Reino Unido e nos EUA. A National Grid (Reino Unido) opera redes de transmissão nos EUA.
UFPEL DIGITAL
"Investimento Privado em Infraestrutura: Evidências para Países"
https://wp.ufpel.edu.br/ppgom/files/2019/08/Dianifer-Borges.pdf
Uma empresa estrangeira transnacional gigante é equivalente a uma empresa nacional transnacional gigante. Ambas transferem lucros de um lado para o outro da fronteira brasileira. Apenas no mundo da fantasia de um desenvolvimentista nacionalista empresas brasileiras como Embraer, Odebrecht e JBS não exportam — ou não têm exportado — os lucros obtidos no Brasil.
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Data da postagem: 20/12/2025, 15:27
Huxley
Nos países desenvolvidos, empresas privadas de infraestrutura de água e energia não são apenas nacionais. Muitos permitem e até incentivam a participação de empresas estrangeiras. Empresas como EDF (França) operam no Reino Unido; a E.ON (Alemanha) atua em vários países europeus; e a Iberdrola (Espanha) é uma das maiores fornecedoras de energia no Reino Unido e nos EUA. A National Grid (Reino Unido) opera redes de transmissão nos EUA.
UFPEL DIGITAL
"Investimento Privado em Infraestrutura: Evidências para Países"
https://wp.ufpel.edu.br/ppgom/files/2019/08/Dianifer-Borges.pdf
Uma empresa estrangeira transnacional gigante é equivalente a uma empresa nacional transnacional gigante. Ambas transferem lucros de um lado para o outro da fronteira brasileira. Apenas no mundo da fantasia de um desenvolvimentista nacionalista empresas brasileiras como Embraer, Odebrecht e JBS não exportam — ou não têm exportado — os lucros obtidos no Brasil.
1) Que vantagem há em receber empresa estrangeira?
2) Existe empresa de país subdesenvolvido atuando em país desenvolvido? Não? Então é neocolonialismo.
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Data da postagem: 20/12/2025, 18:27

TutuHuxley
Nos países desenvolvidos, empresas privadas de infraestrutura de água e energia não são apenas nacionais. Muitos permitem e até incentivam a participação de empresas estrangeiras. Empresas como EDF (França) operam no Reino Unido; a E.ON (Alemanha) atua em vários países europeus; e a Iberdrola (Espanha) é uma das maiores fornecedoras de energia no Reino Unido e nos EUA. A National Grid (Reino Unido) opera redes de transmissão nos EUA.
UFPEL DIGITAL
"Investimento Privado em Infraestrutura: Evidências para Países"
https://wp.ufpel.edu.br/ppgom/files/2019/08/Dianifer-Borges.pdf
Uma empresa estrangeira transnacional gigante é equivalente a uma empresa nacional transnacional gigante. Ambas transferem lucros de um lado para o outro da fronteira brasileira. Apenas no mundo da fantasia de um desenvolvimentista nacionalista empresas brasileiras como Embraer, Odebrecht e JBS não exportam — ou não têm exportado — os lucros obtidos no Brasil.
1) Que vantagem há em receber empresa estrangeira?
2) Existe empresa de país subdesenvolvido atuando em país desenvolvido? Não? Então é neocolonialismo.
1- Se uma empresa privada estrangeira de infraestrutura atua em diversos países que possuem sistema de mercado, é porque venceu as licitações.
2- No post anterior, eu dei três exemplos de empresas de país subdesenvolvido (Brasil) atuando em países desenvolvidos. E a indiana Tata Group é proprietária da Jaguar Land Rover desde 2008.
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Data da postagem: 20/12/2025, 19:31
Huxley
Contar com apoio estrangeiro para derrubar um governo indesejado sempre acaba no fim da liberdade. Isso é tão verdade que Japão, Alemanha e Itália seguem, até hoje, mergulhados em regimes tão opressivos que seus cidadãos insistem em viver, votar e prosperar sob essas terríveis “ditaduras” pós-1945 — incomparavelmente piores, claro, do que foram sob o nazismo e o fascismo.
Outro exemplo é a Coreia do Sul. Após a invasão inicial em 25 de junho de 1950, na Guerra da Coreia, as forças da Coreia do Norte avançaram rapidamente e, no início de setembro, controlavam cerca de 90% do território da península. Depois da intervenção liderada pelos EUA e do armistício de 1953, a península permaneceu dividida aproximadamente ao longo do paralelo 38. Metade ficou sob uma dinastia hereditária de partido único; a outra metade sob uma “ditadura” tão eficiente que realiza eleições competitivas desde 1987, alterna partidos no poder e ostenta uma das economias mais dinâmicas do planeta.
Correção:
Estamos falando de cidadãos que se aliaram com o inimigo do país para derrubar o governo.
Isso não ocorreu com Japão, Alemanha e Itália, porque os 3 são os que iniciaram guerra contra outros países.
No caso da Coreia, é muito diferente. Ela estava ocupada pelo Japão e com a saída do Japão, o vácuo de poder causou guerra civil. Em vez de restaurarem o governo Joseon, havia bloco capitalista e bloco socialista, que são ideologias Ocidentais. O pior é que a intervenção de potências estrangeiras fraturou a Coreia, dividindo-a em duas. Se não fosse a dupla da guerra fria, a Coreia não teria se dividido.
A riqueza da Coreia do Sul é sorte, porque a Filipinas sofreu com ocupação estrangeira, mas permaneceu na pobreza.
Por fim, os regimes mais malucos dos últimos 150 anos é resposta às atrocidades do império anglófono.
* O Talibã do Afeganistão existe como resistência às ações americanas no país.
* O Estado Islâmico do Iraque existiu por causa da instabilidade que os EUA levaram para o país.
* A Revolução Iraniana, que criou o regime dos aiatolás, é resposta às investidas de EUA/RU.
* O Japão imperial é consequência do ataque americano à ilha em 1853, que causou instabilidade política, medo de ser colônia e derrubada do governo anterior, fazendo o Japão imitar o Ocidente.
* E o Nazismo é culpa da França por colocar punições tão pesadas à Alemanha no tratado de Versalhes (nessa época os EUA estavam bonzinhos :lol: mas isso é raro).
* E Mao-Tsé-Tung foi também uma resposta ao século de humilhação que a China tinha passado, já que ele era obcecado em tornar a China uma potência.
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Data da postagem: 04/03/2026, 16:57
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