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Questões de saúde - Sistemas, planos, políticas públicas
Autor: Gabarito | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 31397 Comentários: 33

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Tópico criado para separar questões de saúde sobre sistemas, planos, políticas públicas de dicas e hábitos saudáveis, que ficará em outro tópico.
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Data da postagem: 06/03/2023, 10:40

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Questão (política) de saúde:
EUA: idosa morre em viatura após ser expulsa de hospital | Primeiro Impacto (01/03/23)
EUA: idosa morre em viatura após ser expulsa de hospital | Primeiro Impacto (01/03/23)
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Data da postagem: 06/03/2023, 10:44
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EUA: idosa morre em viatura após ser expulsa de hospital | Primeiro Impacto (01/03/23)
O que as pessoas escreveram:
Fagner Silva
Isso é um exemplo claro da consequência de transformar a saúde como um produto para a população.
Muitas pessoas acreditam que se algum dia o SUS extinguir, as empresas de planos de saúde serão boazinhas em manter o valor absurdo no qual é cobrado para a população. Confia.
Haroldo
É a realidade cruel dos EUA. Como lá não tem um SUS ou hospital público, simplesmente você não recebe tratamento porque você não tem plano de saúde.
A verdade Dói
A única diferença com o Brasil meu jovem é que aqui ela iria morre na cadeira de espera !!!!
MMM
@A verdade Dói É uma possibilidade, mas a possibilidade dela ser atendida também existe então já é melhor que nada.
O Brasil não tem condições de arcar com sistema de saúde, mas os EUAs tem. A situação lá é bizarra e muita gente tem que viajar para receber tratamento.
Isso é herança da guerra fria onde disseram que sistema de saúde traria o "comunismo". O que se discute lá hoje nem é saúde universal e sim um seguro saúde.
O paradoxo dos Estados Unidos e o SUS
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Data da postagem: 06/03/2023, 19:51

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No Canadá, já vi canadense e li na internet dizer que não há plano de saúde privado; nos EUA só tem privado; nos Brasil tem os dois (não se tem plano de saúde misto público-privado) assim como Austrália.
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Data da postagem: 06/03/2023, 20:10

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Se esse médicos acham que atendimento público paga mal, deveriam nem entrar, e já buscarem emprego privado, mas daí fingirem trabalhar ou trabalharem menos na rede pública pra ganhar dinheiro público e depois fazer caixa 2 na rede privada, é sacanagem.
è esse tipo de coisa que faz com que esquerdistas pareçam ter (e até tem) razão contra os que dizem quem ama capitalismo e 'odeia' (da boca pra fora) o estatismo e economia pública, mas só até precisar ou querer maias grana, que
E aí são médicos e não políticos
Médicos deixam ambulatório no meio do expediente para atender em clínicas particulares
Por outro lado, pra não ficar só nos mercenários da iniciativa privada que que gostam de pegar verba pública, nesse vídeo anos mais antigo mostra um médico-político do PT (em tese, de esquerda e deveria sem contra e coisas privadas e exploração capitalista), entre outros médicos, como funcionário fantasma:
SBT mostra esquema de médicos fantasmas na rede pública
è esse tipo de coisa que faz com que esquerdistas pareçam ter (e até tem) razão contra os que dizem quem ama capitalismo e 'odeia' (da boca pra fora) o estatismo e economia pública, mas só até precisar ou querer maias grana, que
E aí são médicos e não políticos
Médicos deixam ambulatório no meio do expediente para atender em clínicas particulares
O Jornal da Record exibe uma denúncia exclusiva sobre a conduta de médicos que recebem para atender no Ambulatório da Criança e do Adolescente, em Guarulhos (SP), mas não cumprem a jornada de trabalho. A reportagem passou dias acompanhando a rotina desses profissionais e descobriu que eles deixam o ambulatório no meio do expediente para atender em clínicas e hospitais particulares enquanto seus pacientes esperam durante horas.
Por outro lado, pra não ficar só nos mercenários da iniciativa privada que que gostam de pegar verba pública, nesse vídeo anos mais antigo mostra um médico-político do PT (em tese, de esquerda e deveria sem contra e coisas privadas e exploração capitalista), entre outros médicos, como funcionário fantasma:
SBT mostra esquema de médicos fantasmas na rede pública
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Data da postagem: 07/03/2023, 14:08

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Questão (política) de saúde:
EUA: idosa morre em viatura após ser expulsa de hospital | Primeiro Impacto (01/03/23)
A postagem citada acima sofreu alteração da data-hora para que fosse exibida depois da que criou o tópico.
Seu teor não sofreu alteração.
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Data da postagem: 07/03/2023, 15:00

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SAÚDE PÚBLICA NOS EUA
Autor: Sergio Diotaiuti
Quando falamos de políticas públicas poucos assuntos atraem mais desavisados que o sistema de saúde americano. O fato deles terem sido o país com mais infectados pelo Covid-19 piorou isso. Eu não sei qual ideia é mais desconectada da realidade, a de que o governo não atua fortemente na saúde por lá ou a de que nega a necessidade de uma reformulação profunda na cobertura da saúde e a adoção de um sistema universal por considerá-lo “socialismo”.
A primeira coisa que precisamos entender quando falamos de seguro social (o que inclui, além de saúde, previdência e assistência social), é que existem dois grandes sistemas, o Beveridgeano e o Bismarckiano. Vamos ver um pouco sobre os dois.
O modelo Bismarckiano, como o próprio nome indica, foi criado na segunda metade do século XIX pelo chanceler alemão Otto von Bismarck. Apenas um idiota diria que o símbolo máximo da aristocracia Europeia teria como uma de suas principais heranças uma medida esquerdista. Evidentemente alguns libertários e trumpistas estão nesse grupo.
Deixando o desenvolvimento histórico de lado, esse sistema funciona da seguinte forma: empregadores e empregados contribuem para um fundo, e este fundo paga as despesas médicas. Alguns países possuem diversos fundos para pessoas de diferentes rendas, outros países contam com apenas um fundo estatal. Diferentemente dos tempos de Bismarck, contudo, a contribuição é hoje obrigatória para todos os residentes do país, possibilidade pautada até por Hayek em seu monumental "Os Fundamentos da Liberdade".
Caso a pessoa não consiga pagar, o governo normalmente entra com uma parte. Frequentemente há poucas clínicas e hospitais públicos. No caso suíço, por exemplo, não há nenhum hospital público e gratuito. Mas o sistema é universal, e todos os residentes têm saúde garantida. No caso brasileiro, a Previdência Social guarda algumas características do modelo de Bismarck, ainda que esteja longe de ser um sistema puro. Adotam o modelo Bismarckiano a Europa Central e os países asiáticos ricos.
Já o modelo Beveridgeano, idealizado pelo economista William Beveridge na Inglaterra do pós-Guerra, tem como fonte de financiamento os impostos. Não há taxas de serviços ou contribuições: você vai no médico, o governo paga a conta e todos são atendidos da mesma forma. Quase todos ou todos os hospitais e clínicas são públicos. Como você deve estar pensando, o SUS foi inicialmente imaginado dessa forma.
Dentre os países que adotam esse modelo estão a maioria das nações de língua inglesa (ironicamente lembrados pelo seu welfare state residual, como ensina Esping-Andersen), a Europa mediterrânea e os países nórdicos.
Não há consenso sobre qual o melhor modelo, ainda que eu prefira o Bismarckiano. Estudos tendem a ser contraditórios sobre qual têm o melhor resultado e qual é mais barato. Muito provavelmente o modelo ideal varia para cada país, e não podemos achar que o que funciona na Suíça ou na Dinamarca funcionaria no Brasil ou nos EUA. Idealmente, para se entender as vantagens e desvantagens de cada um é interessante uma diferenciação entre contribuição e imposto, bem como as diferenças operacionais dos dois sistemas. É mister também lembrar que praticamente todos os países possuem características de ambos, e mesmo países que adotam um financiamento parecido diferem na administração e operação dos seus sistemas de saúde.
Falando em EUA, qual eles adotam? Todos e nenhum. É verdade que, como eu disse anteriormente, a maioria dos países possuem características de ambos, mas os EUA sequer têm um norte. Há mais hospitais públicos que em quase toda a OCDE, mas nenhum outro país desenvolvido carece de um sistema universal além dos EUA. Para os militares, há um sistema beveridgeano, mas para 15% da população não há garantia de cobertura, e caso estes precisem do serviço, precisam pagar do próprio bolso ou depender da caridade (que evidentemente deve existir e ajudar).
Existem desde os anos 1960 dois gigantescos programas de saúde, o Medicare e o Madicaid, mas nem toda a população é elegível. Há enorme variação entre os estados sobre quem pode ou não receber benefícios (embora eu não tenha estudado o suficiente o tema para dizer se isso é necessariamente ruim). A forma de financiamento é igualmente confusa. O resultado? O sistema mais caro do mundo com resultados medíocres, e milhões de pessoas desassistidas. 17% do PIB é gasto com saúde, um percentual maioir do que em qualquer outro país. Metade desse valor desembolsado pelo governo, mas o país tem a maior taxa de mortalidade infantil com a menor expectativa de vida de todos os países ricos.
Não gosta de "socialismo"? Então peça para esse sistema caro e ruim mudar (e não, saúde 100% privada não é uma opção).
Quer mais dinheiro estatal na saúde que nem os loucos seguidores do Bernie Sanders sendo que os EUA já são o país que mais gasta com saúde? Isso não é garantia alguma de bom funcionamento, e o tiro pode sair pela culatra.
Discorda da implementação de um sistema universal que ainda possibilite o corte de gastos com saúde no longo prazo? Parabéns! Você é um idiota.
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Fonte: https://neoliberais.com/2020/09/30/saude-publica-nos-eua/
As conversas sobre a "exploração dos Estados Unidos" costumam ser invertidas. O cidadão americano está subsidiando a saúde no resto do mundo. Como? Medicamentos e procedimentos são mais caros aqui principalmente porque os pacientes dos EUA arcam com os custos de desenvolvimento. A pesquisa custa bilhões, as pílulas custam centavos.
2) Os custos médicos não são apenas P&D para medicamentos. Esses incluem numerosos estudos de segurança para procedimentos, além de todo o treinamento de pessoal, etc.
O mesmo para livros, em parte livros didáticos. Os custos de impressão são minúsculos, então os leitores estrangeiros são tradicionalmente subsidiados pelos consumidores americanos.
(Nassim Nicholas Taleb - traduzido)
Fonte: https://twitter.com/nntaleb/status/1512755828247388165
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Data da postagem: 08/03/2023, 21:46
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A primeira coisa que precisamos entender quando falamos de seguro social (o que inclui, além de saúde, previdência e assistência social), é que existem dois grandes sistemas, o Beveridgeano e o Bismarckiano.
Na minha opinião, a previdência social deveria ser uma para cada estado em vez de uma unificada federal, porque cada estado é diferente e tem níveis de renda, educação e expectativa de vida diferente.
Na Saúde, o ideal é um sistema híbrido. Primeiro, é ter um estatal gratuito financiado por imposto de estados e municípios (Beveridgeano). Ao mesmo tempo, existir inúmeros planos privados que podem ser contratados por pessoa física ou jurídica (Bismarckiano). Então, o governo deve calcular qual é o custo per cápita do sistema de saúde pública e esse valor deve ser restituído no imposto de renda de quem paga plano particular. Assim o sistema atende todos, é justo para quem quer pagar mais por um plano melhor e não usa aquela ideia ridícula de voucher.
No Brasil, precisaria de reforma tributária e crescimento econômico. Aqui a taxação é muito pelo consumo e a taxação por renda é federal. É horrível.
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Data da postagem: 09/03/2023, 10:43

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O que o SUS está ensinando ao serviço de saúde britânico
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5ww8jryk0o
O que médico inglês aprendeu em posto de saúde de Pernambuco e levou para sistema de saúde britânico
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8vyp764d18o
O que o SUS está ensinando ao serviço de saúde britânico
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5ww8jryk0o
O que médico inglês aprendeu em posto de saúde de Pernambuco e levou para sistema de saúde britânico
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8vyp764d18o
O médico inglês Matthew Harris hoje trabalha, em Londres, em um projeto inspirado no que aprendeu com o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro há mais de 20 anos.
Um ano depois de se formar em Medicina no Reino Unido, ele se mudou para Pernambuco em 1999 e atuou por quatro anos como clínico-geral de uma unidade de saúde em Camaragibe, na região metropolitana do Recife.
À época, Harris não tinha ideia de que a experiência mudaria sua carreira — e até provocaria transformações no Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) do Reino Unido duas décadas depois.
Atualmente, ele é pesquisador da Escola de Saúde Pública do Imperial College de Londres e lidera um projeto que pretende implementar os agentes comunitários de saúde, algo que existe no SUS há décadas, em território britânico.
O médico não faz cerimônia para dizer que essa iniciativa é 100% inspirada na Estratégia Saúde da Família (ESF), um programa criado pelo Ministério da Saúde do Brasil nos anos 1990 que segue ativo até hoje — e traz resultados muito celebrados por especialistas da área.
Nosso repórter André Biernath conversa com Harris e conta esta história neste vídeo.
ALGUNS COMENTÁRIOS DE CRÍTICAS
Não sei quanto de viés tem esses comentários mas ta aí pra quem souber algo dos SUS contestar ou corroborar:
Marcela Morete
há 9 minutos
Eu nem vou comentar sobre tudo que meus entes queridos passaram graças a esse tal de SUS.
Noi
há 2 horas
Acredito que está ensinando a deixar os pacientes esperando meses para serem atendidos.
jacinto gomes de sa leal
há 3 horas
Quem endeusa o SUS é quem vai no Sírio......ex primeiro ministro canadense teve que pagar particular no vizinho(EUA) pra ter tratamento médico....tava esperando
marcos antonio Ribeiro boechat
há 5 horas
Os agentes comunitários na minha cidade são cargos que servem de curral eleitoral e não têm estabilidade ou trabalho ativo. Medem a pressão do cidadão e mandam ir marcar uma consulta (os agendamentos no meu bairro abrem uma vez ao mês). Basicamente não servem pra nada. Isso quando os agentes não ficam 3 meses sem aparecer e pedem pra assinar todos os meses passados.
Isso é culpa do STF que permite que os bandidos dos prefeitos não façam concurso.
Alexandre Nunes
há 5 horas
Tirando a demora nas consultas, as filas intermináveis, as condições precárias de equipamentos e a falta de profissionais de saúde em muitas unidades, sim, o SUS é muito bom!
Almir Carvalho Cohen
há 6 horas
Grande parte das pessoas que elogiam o SUS,são atores,jornalistas,politicos e a esquerda caviar,que tem plano de saude no Albert Einstein.
Comparar o SuS com plano da Inglaterra é sacanagem,um Paìs que investe bem os impostos do cidadão,ao contrario do Brasil que temos uma carga tributaria altissima,corrupção,e deveriamos ter um Atendimento de saúde bem melhor.
Antes que digam alguma coisa,sou da classe C e operario de industria,digo porque ja tentei marcar exame no SuS.
O atendimento do Sus em questão de viroses,e emergência é muito bom.
O problema é para conseguir marcar com um especialista,se a pessoa estiver com um cancer não da tempo de tratar.
O que o SUS está ensinando ao serviço de saúde britânico
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Data da postagem: 11/06/2023, 15:03
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Agnoscetico
O que o SUS está ensinando ao serviço de saúde britânico
O SUS é bom na teoria, mas na prática tem falta de verba e corrupção. Quando o que é conceitualmente bom é levado para um país onde as coisas funcionam, o resultado é um sucesso lá.
Harris: "Apesar de todos os desafios e da falta de recursos, ainda assim podemos fazer coisas extraordinárias na atenção básica de saúde"
É assim que funciona o trabalho do funcionário público no Brasil. Desdobrar-se para fazer as coisas sem ter recursos.
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Data da postagem: 11/06/2023, 22:26
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TUDO SOBRE O MAIS MÉDICOS #meteoro.exp
Quando os médicos do país não querem residir em cidades remotas, a solução é contratar médico de fora.
Não esquecer que foi o governo cubano que investiu e pagou na formação desses médicos, cujos opositores chamam de "escravos".
Quando os médicos do país não querem residir em cidades remotas, a solução é contratar médico de fora.
Não esquecer que foi o governo cubano que investiu e pagou na formação desses médicos, cujos opositores chamam de "escravos".
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Data da postagem: 04/07/2023, 21:23