Clube Ceticismo
Por que estamos empobrecendo?
Autor: Tutu | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 21242 Comentários: 19
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“A classe média americana tem se aproximado daquela do Terceiro Mundo”. :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Que a classe média está diminuindo não é novidade. Os salários americanos pararam de subir na década de 70. Tudo isso é conhecido.

Sobre os EUA estarem virando terceiro mundo para a população geral, isso é relato dos próprios americanos.

Os EUA são um país do "Terceiro Mundo" para milhões de americanos



Nos EUA, sucesso e felicidade é medido pelo que a pessoa tem.

Dizem que a pessoa tem que se esforçar para merecer. Se tem dificuldade, é porque "não se esforçou o suficiente".

O sistema foi desenhado para ser assim.

10% da população tem insegurança alimentar (isto é pobreza em padrão universal).

Sistema de saúde lixo e caro, que pode falir uma pessoa em um dia. Zona rural nem tem clínicas. Zonas urbanas tem custo de vida alto.
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“A classe média americana tem se aproximado daquela do Terceiro Mundo”. :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol: :lol:

Que a classe média está diminuindo não é novidade. Os salários americanos pararam de subir na década de 70. Tudo isso é conhecido.



Como é que os salários americanos teriam parado de subir há mais de cinco décadas, se entre 1970 e 2020 a renda mediana nos Estados Unidos aumentou 78%? Confira os dados no site Our World in Data: acesse a seção ‘Poverty’, selecione os EUA como país e, em seguida, escolha o indicador ‘Median income or consumption’.

Tutu
Sobre os EUA estarem virando terceiro mundo para a população geral, isso é relato dos próprios americanos.

Os EUA são um país do "Terceiro Mundo" para milhões de americanos



Nos EUA, sucesso e felicidade é medido pelo que a pessoa tem.

Dizem que a pessoa tem que se esforçar para merecer. Se tem dificuldade, é porque "não se esforçou o suficiente".

O sistema foi desenhado para ser assim.


Os EUA virando Terceiro Mundo para a população geral? A renda mediana dos EUA é a maior entre os países do G7.

Tutu
10% da população tem insegurança alimentar (isto é pobreza em padrão universal).

Sistema de saúde lixo e caro, que pode falir uma pessoa em um dia. Zona rural nem tem clínicas. Zonas urbanas tem custo de vida alto.


Nem considerando apenas os 10% mais pobres, os americanos podem ser classificados como de Terceiro Mundo. Os Estados Unidos têm a renda dos 10% mais pobres próxima ou superior à de cinco dos sete países do G7 (as exceções são Canadá e Alemanha). Não adianta vir com essa conversa de custo de vida alto, porque o conceito de dólar PPC já incorpora o ajuste que leva em conta as diferenças de custo de vida. Como consta no site Our World in Data: ‘Nota: Esses dados são medidos em dólares internacionais a preços de 2021 para considerar a inflação e as diferenças no custo de vida entre países.’

Além disso, a insegurança alimentar não é um problema exclusivo de países subdesenvolvidos. Em termos de segurança alimentar, os EUA ocupam uma posição intermediária dentro do G7 — pior que Alemanha, França, Reino Unido e Japão, mas melhores que Canadá e Itália.
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Como é que os salários americanos teriam parado de subir há mais de cinco décadas, se entre 1970 e 2020 a renda mediana nos Estados Unidos aumentou 78%? Confira os dados no site Our World in Data: acesse a seção ‘Poverty’, selecione os EUA como país e, em seguida, escolha o indicador ‘Median income or consumption’.

Não confundir renda per capita com renda da população.

A renda per capita aumentou, mas a riqueza está concentrada nos super-ricos, donos de empresas multinacionais.

Já a população geral está se juntando ao nível de terceiro mundo.

A elite americana já está mais globalizada.






Nem considerando apenas os 10% mais pobres, os americanos podem ser classificados como de Terceiro Mundo. Os Estados Unidos têm a renda dos 10% mais pobres próxima ou superior à de cinco dos sete países do G7 (as exceções são Canadá e Alemanha). Não adianta vir com essa conversa de custo de vida alto, porque o conceito de dólar PPC já incorpora o ajuste que leva em conta as diferenças de custo de vida. Como consta no site Our World in Data: ‘Nota: Esses dados são medidos em dólares internacionais a preços de 2021 para considerar a inflação e as diferenças no custo de vida entre países.’

Além disso, a insegurança alimentar não é um problema exclusivo de países subdesenvolvidos. Em termos de segurança alimentar, os EUA ocupam uma posição intermediária dentro do G7 — pior que Alemanha, França, Reino Unido e Japão, mas melhores que Canadá e Itália.

Números não traduzem a verdade. Como eles estão em boa condições se estão com insegurança alimentar?

Insegurança alimentar já é critério inegável para ser pobre. Um camponês da Mongólia que come quando quiser é mais rico do que um dono de Iphone que tem dificuldade para se alimentar. A cultura capitalista de consumo não entende que ninguém come Iphone. Lá tem carro bom de 800 dólares, mas o que importa é comida e moradia. Depois entram os bens de consumo para inflar o PIB.
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Não confundir renda per capita com renda da população.

A renda per capita aumentou, mas a riqueza está concentrada nos super-ricos, donos de empresas multinacionais.

Já a população geral está se juntando ao nível de terceiro mundo.

A elite americana já está mais globalizada.


Você confundiu o conceito de média com o de mediana. A renda per capita corresponde à renda média da população, e a média é um indicador que pode ser distorcido por outliers. Por outro lado, eu me referi à renda mediana. Ao organizar todos os rendimentos de uma população do menor para o maior, a mediana é exatamente o valor que divide o conjunto em dois grupos iguais: 50% das pessoas ganham menos do que esse valor e 50% ganham mais.

Tutu
Números não traduzem a verdade. Como eles estão em boa condições se estão com insegurança alimentar?

Insegurança alimentar já é critério inegável para ser pobre. Um camponês da Mongólia que come quando quiser é mais rico do que um dono de Iphone que tem dificuldade para se alimentar. A cultura capitalista de consumo não entende que ninguém come Iphone. Lá tem carro bom de 800 dólares, mas o que importa é comida e moradia. Depois entram os bens de consumo para inflar o PIB.


A pobreza e a insegurança alimentar também existem em países do Primeiro Mundo, e não apenas em países do Terceiro Mundo. A questão é que, em termos de taxa de insegurança alimentar, os EUA estão em melhor situação do que o Canadá e a Itália.
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Os próprios americanos estão reclamando de virar terceiro mundo. O desafio de viver é manter a moradia.

Claro, o Brasil também está empobrecendo.

Quem trabalha de forma remota, pode morar no México em bairros americanizados.

A globalização riqueza está concentrando a riqueza nas mãos dos super-ricos. Como eles moram nos EUA, isso infla o PIB americano. Mas o povo geral americano está empobrecendo e se aproximando do resto da população mundial em termos financeiros.

A AMÉRICA está se tornando um país do Terceiro Mundo

(para ver dublagem por IA, entrar no youtube)



@Jackson-T23

Housing: Unaffordable.

Healthcare: Unaffordable.

Retirement: Unaffordable.

Education: Unaffordable.

Children: Unaffordable.

Cars: Unaffordable.

Groceries: almost unaffordable.

@TxCen5432

Greed is a big problem with this country

@Chris-hf2sl

The USA is an "undeveloping" country.

@granivonderheide6346

Just as the Roman Empire fell, so will it be for the USA.

@heavierthanlight7173

America, the richest country in the world.... where 2% of the population has ALL THE WEALTH.

@stevenpreston5619

Even Vietnam, Thailand, Philippines are better than U.S in terms of infrastructure, economy, public services, food prices....U.S really is a 3rd world country now.


@simransidhu617

America is an Oligarchy not a democracy.

@Ballardian

Plutocracy.

@DavidofTGWN

Actually kakistocracy - rule by the worst.

@jonathanhirschbaum6754

Broligarchy

@happygrandma2732

Has been since Reagan.


Renda alta, mas corroída por combustível. Imposto de infraestrutura desviado para gastos militares.

Se tem casa própria e comida, o resto não importa e é só números inflados indicando "riqueza".
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Os próprios americanos estão reclamando de virar terceiro mundo. O desafio de viver é manter a moradia.

Claro, o Brasil também está empobrecendo.

Quem trabalha de forma remota, pode morar no México em bairros americanizados.

A globalização riqueza está concentrando a riqueza nas mãos dos super-ricos. Como eles moram nos EUA, isso infla o PIB americano. Mas o povo geral americano está empobrecendo e se aproximando do resto da população mundial em termos financeiros.

A AMÉRICA está se tornando um país do Terceiro Mundo

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Housing: Unaffordable.

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@TxCen5432

Greed is a big problem with this country

@Chris-hf2sl

The USA is an "undeveloping" country.

@granivonderheide6346

Just as the Roman Empire fell, so will it be for the USA.

@heavierthanlight7173

America, the richest country in the world.... where 2% of the population has ALL THE WEALTH.

@stevenpreston5619

Even Vietnam, Thailand, Philippines are better than U.S in terms of infrastructure, economy, public services, food prices....U.S really is a 3rd world country now.


@simransidhu617

America is an Oligarchy not a democracy.

@Ballardian

Plutocracy.

@DavidofTGWN

Actually kakistocracy - rule by the worst.

@jonathanhirschbaum6754

Broligarchy

@happygrandma2732

Has been since Reagan.


Renda alta, mas corroída por combustível. Imposto de infraestrutura desviado para gastos militares.

Se tem casa própria e comida, o resto não importa e é só números inflados indicando "riqueza".


Não adianta reunir um punhado de vídeos e comentários de youtubers americanos. O poder de compra de uma renda não é uma variável mensurada por sentimentos subjetivos.

Afirmar que “o povo americano em geral está empobrecendo e se aproximando do restante da população mundial em termos financeiros” é um delírio sem qualquer respaldo em dados objetivos disponíveis no Our World in Data. A renda ou o consumo per capita dos 10% mais pobres dos Estados Unidos é 8,8 vezes superior ao dos 10% mais pobres do mundo, sendo próxima ou superior à de todos os demais países do G7, com exceção do Canadá e da Alemanha. A parcela de norte-americanos abaixo da linha de pobreza, segundo o critério estabelecido pelo Banco Mundial para representar as definições de pobreza adotadas em países de renda média-alta, é de apenas 2%, contra 47,14% no mundo. De modo geral, não há qualquer proximidade econômica entre os pobres dos Estados Unidos e os do restante do mundo.

Por fim, também não adianta alegar que determinados bens vendidos nos Estados Unidos estão caros. O conceito de paridade do poder de compra já contabiliza a inflação e as diferenças no custo de vida entre os países.
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Não adianta reunir um punhado de vídeos e comentários de youtubers americanos. O poder de compra de uma renda não é uma variável mensurada por sentimentos subjetivos.

Afirmar que “o povo americano em geral está empobrecendo e se aproximando do restante da população mundial em termos financeiros” é um delírio sem qualquer respaldo em dados objetivos disponíveis no Our World in Data. A renda ou o consumo per capita dos 10% mais pobres dos Estados Unidos é 8,8 vezes superior ao dos 10% mais pobres do mundo, sendo próxima ou superior à de todos os demais países do G7, com exceção do Canadá e da Alemanha. A parcela de norte-americanos abaixo da linha de pobreza, segundo o critério estabelecido pelo Banco Mundial para representar as definições de pobreza adotadas em países de renda média-alta, é de apenas 2%, contra 47,14% no mundo. De modo geral, não há qualquer proximidade econômica entre os pobres dos Estados Unidos e os do restante do mundo.

Por fim, também não adianta alegar que determinados bens vendidos nos Estados Unidos estão caros. O conceito de paridade do poder de compra já contabiliza a inflação e as diferenças no custo de vida entre os países.


Mesmo sendo pib per cápita por paridade do poder de compra, são só números que costumam ser inconsistentes.

Os números mostram Argentina muito melhor do que o Brasil e pertinho do Chile, que é muito melhor do que a Argentina, mas a Argentina é cheia de favela e tem 40% do povo na pobreza.

Mostra a China pertinho do Brasil, mas as cidades verticalizadas da China estão melhores do que o primeiro mundo. O chinês médio é equivalente a um classe média brasileiro, mas as cidades chinesas são limpas e conservadas, e não tem favelas. A zona rural é mais tradicional, não tem luxo, mas não chega a ser pobre. No Brasil, por outro lado, as cidades são cheias de favela e mendigos, e as ruas são sujas. O interior é pobre com casa de pau a pique e palafita, além de haver secas no Nordeste e no norte de Minas Gerais.
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Não adianta reunir um punhado de vídeos e comentários de youtubers americanos. O poder de compra de uma renda não é uma variável mensurada por sentimentos subjetivos.

Afirmar que “o povo americano em geral está empobrecendo e se aproximando do restante da população mundial em termos financeiros” é um delírio sem qualquer respaldo em dados objetivos disponíveis no Our World in Data. A renda ou o consumo per capita dos 10% mais pobres dos Estados Unidos é 8,8 vezes superior ao dos 10% mais pobres do mundo, sendo próxima ou superior à de todos os demais países do G7, com exceção do Canadá e da Alemanha. A parcela de norte-americanos abaixo da linha de pobreza, segundo o critério estabelecido pelo Banco Mundial para representar as definições de pobreza adotadas em países de renda média-alta, é de apenas 2%, contra 47,14% no mundo. De modo geral, não há qualquer proximidade econômica entre os pobres dos Estados Unidos e os do restante do mundo.

Por fim, também não adianta alegar que determinados bens vendidos nos Estados Unidos estão caros. O conceito de paridade do poder de compra já contabiliza a inflação e as diferenças no custo de vida entre os países.


Mesmo sendo pib per cápita por paridade do poder de compra, são só números que costumam ser inconsistentes.

Os números mostram Argentina muito melhor do que o Brasil e pertinho do Chile, que é muito melhor do que a Argentina, mas a Argentina é cheia de favela e tem 40% do povo na pobreza.

Mostra a China pertinho do Brasil, mas as cidades verticalizadas da China estão melhores do que o primeiro mundo. O chinês médio é equivalente a um classe média brasileiro, mas as cidades chinesas são limpas e conservadas, e não tem favelas. A zona rural é mais tradicional, não tem luxo, mas não chega a ser pobre. No Brasil, por outro lado, as cidades são cheias de favela e mendigos, e as ruas são sujas. O interior é pobre com casa de pau a pique e palafita, além de haver secas no Nordeste e no norte de Minas Gerais.


Não é meramente questão de existência de renda média alta nos EUA, mas também de renda mediana alta.

Já os dados da Argentina no Our World in Data referem-se à Argentina urbana. A taxa de pobreza de 40% registrada recentemente não corresponde ao critério internacional de pobreza adotado em países de renda média-alta, mas sim ao critério específico utilizado na Argentina, definido pelo instituto oficial responsável pelas estatísticas, o INDEC — Instituto Nacional de Estadística y Censos da República Argentina.

Além disso, vá acreditando na propaganda de youtuber comunista sinófilo que mostra seletivamente imagens das zonas econômicas especiais chinesas, entre outras formas de cherry-picking. Ignore os dados oficiais da própria China de 2022, que revelam uma renda mediana inferior até à do Brasil no mesmo ano (veja as estatísticas no Our World in Data). Se dependesse apenas da propaganda comunista disfarçada de informação, a China já seria um Taiwan.
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1/7

Aumentos de produtividade, redundam, automaticamente, em elevações de salário?

O grau de automatismo ou identidade salários reais=proditividade divide escolas economicas.

- no modelo canônico, sob as hipoteses de correncia perfeita, agentes maximizadores, etc., sim.




2/7

As firmas tomadoras de preços no mercado de bens e fatores maximizam lucro qdo a produtividade marginal é igual salário real (ou o valor do produto marginal é igual ao salário nominal, q é a mesma coisa)


https://www.ft.com/content/abaab361-8714-422f-b2eb-9eb447e4d8c3?syn-25a6b1a6=1

3/7

- se transitarmos do Modelo Padrão em concorrência perfeita a perspectivas heterodoxas, a produtividade é uma das variáveis, mas não explica tudo. Elevações de produtividade se distribuiem segundo o poder de barganha de cada fator ou setor.




4/7

– Artigo de hj no FT adere a uma visão + heterodoxa para explicar o hiato produtividade-remuneração do trabalho nos EUA.

– Em paralelo a questões teóricas, tb se colocam aspectos técnicos, q dizem respeito aos deflatores de salários e produto.


5/7

O FT reconhece q essa questão dos deflatores pode explicar o hiato antes de 2000, não depois.

– pq essa discussão vai além da academia e é relevante para o Brasil hj?

Pq, por ex, a política de valorização do salário mínimo está pautada por ela.


6/7

O mercado de trabalho é monopsônico e torna social e economicamente vantajoso elevar o mínimo, com ganhos no emprego e nos menores salários?

A política de valorização do mínimo nas últimas décadas esgotou o espaço virtuoso e vai ter impactos negativos no emprego formal?


7/7

O livro de Ferguson (foto) é um clássico sobre o modelo padrão. Tb tem uma parte do Capítulo 12 dedicada à controvérsia Cambridge (USA-MA) e Candbridge(UK) sobre a Teoria do Capital q diz respeito à associação entre produtividade marginal e remuneração dos fatores.





(Carlos Alberto Ramos)

Fonte: https://x.com/carlosalrms/status/2109675342981947566


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