
Clube Ceticismo
Política brasileira
Autor: Agnoscetico | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 93697 Comentários: 299

“A maioria dos eleitores com quem falo é motivada por sua antipatia ou medo do outro lado, em vez de quaisquer questões de política específicas.”
https://www.cfr.org/articles/brazils-2026-election-what-to-know-and-whats-at-stake
(Oliver Stuenkel - traduzido)
Fonte: https://x.com/OliverStuenkel/status/2106224106190577804
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Data da postagem: 03/10/2026, 15:02

É uma fase do avanço social pela qual todas as humanidades passaram ou passarão: a polarização... em tudo. Desde as preferências corriqueira, aos esportes, ciências... e agora a política que no meu ver é a pior porque arrasta multidões dispostas a ferir seus contraditores e até mesmo entregar sua pátria aos aventureiros.
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Data da postagem: 05/10/2026, 13:30
Como o novo Senado de maioria conservadora vai transformar o STF
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/como-novo-senado-maioria-conservadora-vai-transformar-stf
Já prevemos que o governo de Flávio será extremamente corrupto. Não espere o fim do esquerdismo institucional: bolsa-esmola, cotas racistas, leis misândricas, etc. Espere sabotagem do Ibama e neoliberalismo.
https://www.gazetadopovo.com.br/ideias/como-novo-senado-maioria-conservadora-vai-transformar-stf
Nos próximos quatro anos, três ministros terão de deixar o STF ao completar 75 anos. Luiz Fux sai em abril de 2028 e Cármen Lúcia, no mesmo mês do ano seguinte. Gilmar Mendes fica até dezembro de 2030, quase na passagem de um governo para outro (seu sucessor será escolhido nessa reta final ou no mandato seguinte).Somando as aposentadorias mais o suposto impeachment de Xandão, o presidente terá imenso apoio no STF. Serão de 3 a 5 ministros até o fim do mandato. Isso é comparável com a cartilha de Maduro, que abriu muitas vagas na suprema corte só para ter todos do seu lado.
Há ainda uma cadeira vazia: a de Luís Roberto Barroso, que segue sem substituto após a rejeição de Jorge Messias. Lula ainda tem tempo para preencher essa vaga neste ano, mas as chances de conseguir o aval do Senado são consideradas muito baixas.
Já prevemos que o governo de Flávio será extremamente corrupto. Não espere o fim do esquerdismo institucional: bolsa-esmola, cotas racistas, leis misândricas, etc. Espere sabotagem do Ibama e neoliberalismo.
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Data da postagem: 08/10/2026, 12:50

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Data da postagem: 08/10/2026, 23:19
Nossa, pq será que o povo brasileiro rejeitou tão forte a esquerda nas urnas? Que mistério!
Manifestantes picham e quebram estações de metrô após ato pró-Lulahttps://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/manifestantes-picham-e-quebram-estacoes-de-metro-durante-ato-pro-lula/
Segundo relatos da Polícia Militar, portas e grades de acesso foram quebradas na Consolação; imagens mostram algumas das ações na Trianon-Masp
Da CNN Brasil, em São Paulo
11/10/26 às 16:07 | Atualizado 11/10/26 às 20:12
Manifestantes presentes no ato pró-Lula deste domingo (11) na avenida Paulista, em São Paulo, picharam e depredaram parte de entradas das estações de metrô Consolação e Trianon-Masp.
Segundo relatos da Polícia Militar, portas e grades de acesso foram quebradas na Consolação. Além disso, imagens mostram algumas das ações na Trianon-Masp. Os atos ocorreram em um momento de dispersão da população após o encerramento do ato. Veja abaixo:
https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-11-at-15.50.40.mp4
A Polícia Militar também informa que as estações Trianon-Masp e Consolação foram fechadas em razão das ocorrências. Os manifestantes que estavam na parte de cima das estações já desceram da estrutura. Assista o momento:
https://admin.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2026/10/WhatsApp-Video-2026-10-11-at-15.57.25-1.mp4
A corporação ainda afirma que houve grande fluxo de passageiros e atritos envolvendo funcionários na estação Consolação. A situação está controlada.
A Viamobilidade afirmou à CNN Brasil que medidas de gerenciamento de fluxo foram tomadas nas estações Paulista e Higienópolis-Mackenzie, em decorrência das manifestações.
Entre as ações implementadas estão a entrada controlada por bolsões, o recolhimento de bilhetes QR Code e a inserção de trens extras na operação para atendimento da demanda. Além disso, o acesso Bela Cintra, da Estação Paulista, foi temporariamente fechado.
A empresa informa que as equipes táticas da concessionária atuam nos locais com o apoio da Polícia Militar.
A CNN Brasil entrou em contato com as autoridades para maiores informações. A reportagem também tenta contato com a campanha do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para uma manifestação.
O que diz o Metrô
Em nota, o Metrô de São Paulo informou que, por conta da lta concentração de passageiros no sistema devido à manifestação, a estação Trianon-MASP, da Linha 2-Verde, permanecerá fechada temporariamente como estratégia de segurança.
Confira a nota do Metrô na íntegra:
"Em razão da alta quantidade de pessoas na manifestação deste domingo (11) na avenida Paulista, o Metrô acionou seu plano de controle de multidão para preservar a segurança do público e garantir o transporte de todos. Medidas como essas são adotadas no Réveillon, por exemplo, e em situações onde é constatada a alta concentração de fluxo, maior que o da capacidade de uma estação.
Neste domingo, a estratégia envolveu o aumento da oferta de trens em circulação para ampliar a capacidade de transporte e vazão do público, reforço no efetivo de funcionários, além do controle de fluxo, direcionando-o para estações mais distantes do foco da aglomeração, permitindo o atendimento em segurança. Isso envolveu o fechamento temporário da estação Trianon-MASP, da Linha 2-Verde, com atendimento nas estações Consolação e Brigadeiro, localizadas na mesma avenida, e que foram mantidas abertas.
Ações de controle de multidão ou de controle de fluxo também são adotadas em falhas operacionais, por exemplo, quando é reduzida a capacidade de vazão do fluxo, e em qualquer outra situação de aglomeração, de forma a não expor os passageiros em um sistema projetado para um limite de público por hora.
O Metrô segue monitorando a evolução da demanda e aplica as medidas de controle e vazão de acordo com as necessidades observadas, sempre com o foco na segurança dos passageiros."
*Em atualização
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Data da postagem: 12/10/2026, 14:24
Sobre a entrevista com o possível futuro ministro da fazenda do gov Flávio Bolsonaro, Marcelo Kayath.
Pelo visto o gradualismo será a regra.
‘É inviável corte de R$ 200 bi em um ano, tem de ser gradual’, diz cotado de Flávio para a Fazenda
Economista Marcelo Kayath, que apoiou Lula em 2022, afirma que situação do País o convenceu da necessidade de mudança e diz não temer nova tentativa de golpe
Por Alvaro Gribel
09/10/2026 | 18h31
Atualização: 09/10/2026 | 20h42
BRASÍLIA - Um dos cotados para chefiar a equipe econômica de um eventual governo Flávio Bolsonaro, o investidor Marcelo Kayath, ex-Credit Suisse, considera inviável um ajuste fiscal de R$ 200 bilhões no período de um ano caso o candidato do PL seja eleito.
Em entrevista exclusiva ao Estadão, Kayath defendeu que a nova administração, se vitoriosa nas urnas, dê as premissas de um ajuste fiscal gradual, começando por um “choque de gestão”.
“As contas que eu faço me dizem que é preciso cerca de 1,25 ponto porcentual (do PIB) de esforço fiscal - o que significaria cerca de R$ 200 bilhões, que o pessoal está falando por aí. Eu não acho viável a gente fazer isso de um ano para o outro”, afirma. “A gente pode prometer as premissas. O ajuste tem de ser gradual, distribuído, não pode ser concentrado nos mais pobres. Tem de começar com um choque de gestão, que significa atacar supersalários, penduricalhos e o problema das emendas no Legislativo”, completou.
Alguns trechos:
As medidas que o sr. citou, como supersalários e emendas, não conseguem reequilibrar o Orçamento. Olhando para as principais rubricas, o que o sr. poderia adiantar de proposta, por exemplo, para a indexação do salário mínimo?Continua: https://www.estadao.com.br/economia/entrevista-marcelo-kayath-ajuste-fiscal-flavio-bolsonaro/
A gente tem de fazer a conta de trás para frente. Nós queremos preservar o salário mínimo, as aposentadorias e os programas sociais. O que tem de acontecer com o resto para a gente conseguir esse objetivo? Eu acho que essa tem de ser a conta.
Dessa forma, a conta não fecha...
O candidato Flávio Bolsonaro, em todas as conversas que teve comigo, sempre manifestou uma preocupação com os programas sociais. A primeira pergunta que sempre foi feita é: como fica o pessoal mais pobre? Como ficam os programas sociais? Como a gente faz para preservar esses programas? Não sei exatamente em que grau a gente vai conseguir chegar no ajuste. Eu estou falando do número como um todo, mas essa preocupação é enorme.
Em relação às estatais, o que o sr. pretende fazer com os Correios? Há ideia de privatizar as maiores estatais?
Se você vender todas as estatais, inclusive Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica, você vai arrecadar alguma coisa em torno de R$ 600 bilhões. Isso dá seis meses de pagamento de juros. Nós não vamos resolver um problema estrutural fiscal através de venda de patrimônio da União. A solução do problema é o ajuste estrutural fiscal, mexendo nas variáveis macroeconômicas de receita e despesa. Agora, isso não quer dizer que eu sou contra a gente eliminar os ralos do dinheiro público. Eu acho que a gente não deve mexer nem em Petrobras, nem em Banco do Brasil, nem em Caixa Econômica. São companhias lucrativas; às vezes dão mais lucro, às vezes dão menos, mas não estão incomodando ninguém. Podemos resolver problemas fortalecendo as leis das estatais.
E os Correios?
IA não é uma entidade autônoma; ela tem dono e gera lucro a bilionários, diz Leandro Karnal
O Lurie Itaim está localizado perto do cruzamento das avenidas Juscelino Kubitschek e Faria Lima.
Itaim Bibi continua a surpreender o mercado imobiliário
Confesso que não tenho diagnóstico, mas acho que hoje não dá para vender. Ela está com patrimônio líquido virado e ninguém vai querer pagar um real por uma companhia que tem um patrimônio líquido negativo em bilhões e bilhões. A gente tem de chegar a fazer um diagnóstico da situação, reestruturar, se é que é possível, tentar entender se existem outros negócios que podem gerar receita, porque existem. O Correio tem uma rede de logística que se espalha no Brasil inteiro. Será que a gente não tem de onde tirar um pouco mais de receita dessa rede de logística, oferecendo serviço, inclusive para outros entes do governo, que usam empresas privadas?
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Data da postagem: 12/10/2026, 14:40


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Data da postagem: 13/10/2026, 08:52


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Data da postagem: 13/10/2026, 08:52


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Data da postagem: 13/10/2026, 08:54
Fernando_SilvaNum país com cotas racistas e cotas LGBT, essa ideia seria a menos ridícula das três.
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Data da postagem: 16/10/2026, 02:05
