Clube Ceticismo
Plutocracia e sistema de democracia ocidental
Autor: Tutu | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 33846 Comentários: 73
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Aqui mostra como o Ocidente é democrático" e só um pequeno grupo de pessoas decide tudo. Existe uma batalha envolvendo dinheiro e influência de gado.

Princeton University study: Public opinion has “near-zero” impact on U.S. law.

Does public opinion affect the political process? Gilens & Page found that the number of Americans for or against any idea has no impact on the likelihood that Congress will make it law.

“The preferences of the average American appear to have only a miniscule, near-zero, statistically non-significant impact upon public policy.”

Gilens & Page, Perspectives in Politics

One thing that does have an influence? Money. While the opinions of the bottom 90% of income earners in America have a “statistically non-significant impact,” economic elites, business interests, and people who can afford lobbyists still carry major influence.

Nearly every issue we face as a nation is caught in the grip of corruption.

From taxation to national debt, education to the economy, America is struggling to address our most serious issues. Moneyed interests get what they want, and the rest of us pay the price.

They spend billions influencing America’s government. We give them trillions in return.

In the last 5 years alone, the 200 most politically active companies in the U.S. spent $5.8 billion influencing our government with lobbying and campaign contributions.

Those same companies got $4.4 trillion in taxpayer support — earning a return of 750 times their investment.

It’s a vicious cycle of legalized corruption.

As the cost of winning elections explodes, politicians of both political parties become ever more dependent on the tiny slice of the population who can bankroll their campaigns.

To win a Senate seat in 2014, candidates had to raise $14,351 every single day. Just .05% of Americans donate more than $10,000 in any election, so it’s perfectly clear who candidates will turn to first, and who they’re indebted to when they win.

In return for campaign donations, elected officials pass laws that are good for their mega-donors, and bad for the rest of us.

Our elected officials spend 30-70% of their time in office fundraising for the next election. When they’re not fundraising, they have no choice but to make sure the laws they pass keep their major donors happy — or they won’t be able to run in the next election.

Until it’s addressed, corruption will continue to block progress on every issue.

Fonte: https://act.represent.us/sign/problempoll-fba

Comentários:

The real problem is not capitalism, but:

lobbying, corruption and the proverbial revolving door;

monopolies;

exploiting legal and semantic loopholes;

lack of transparency about how the products are manufactured and their ingredients;

controlled, manipulated and rigged markets;

avoiding/lack of Pygouvian taxes;

lack of a culture of awareness (about sourcing, manufacturing and ecology of the product);

immense military budgets;

debt schemes and huge financial shenanigans of the big banks;

oligarchy / plutocracy;

a “survival of the fittest mentality”, and as such, the negation of social security nets;

Cinism, Ignorance, Arrogance;

These are the real problems, that most could be solved if a truly functional libertarian Republic would exist (democracies always leads to plutocracy), Borda-like voting, anti-lobbying laws, full transparency (in all governmental systems and transactions), systemic analysis in all decisions, etc.

Fonte: https://www.reddit.com/r/EndDemocracy/comments/1fx2wbz/plutocracy/

A falha do estudo é que a análise foi feita de 1981 e 2002 e nessa época não tinha política na internet e redes sociais. Mas hoje, na era do gado polarizado, parece pior porque as pessoas não ganharam conhecimento e sim ideologização.
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O Dilema dos Ditadores



Ideologia é o mundo como gostaria que fosse. Geopolítica é o mundo como ele é. Hoje existe uma defesa ideológica da democracia ocidental.

Na guerra fria, os EUA tinham muito mais aliados do que a URSS por causa do pragmatismo. Depois da guerra fria, resolveu combater o "eixo do mal", que são países "não democráticos" que são contra os EUA.

Quem deseja derrubar um ditador são aqueles que querem substituir o lugar dele como ditador. Essa foi a consequência da primavera árabe. As revoluções foram apoiadas pelo Ocidente, mas pioraram a vida nesses países e geraram hordas de imigrantes. O grande risco de derrubar um ditador é criar outro pior, como o Estado Islâmico.
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O Dilema dos Ditadores



Ideologia é o mundo como gostaria que fosse. Geopolítica é o mundo como ele é. Hoje existe uma defesa ideológica da democracia ocidental.

Na guerra fria, os EUA tinham muito mais aliados do que a URSS por causa do pragmatismo. Depois da guerra fria, resolveu combater o "eixo do mal", que são países "não democráticos" que são contra os EUA.

Quem deseja derrubar um ditador são aqueles que querem substituir o lugar dele como ditador. Essa foi a consequência da primavera árabe. As revoluções foram apoiadas pelo Ocidente, mas pioraram a vida nesses países e geraram hordas de imigrantes. O grande risco de derrubar um ditador é criar outro pior, como o Estado Islâmico.


Sem contar as ditaduras não-assumidas disfarçadas de 'democracia' do Eixo do 'Bem'.

Quem for esperar por uma democracia utópica (que seria bom, se fosse verdade) corre risco de testemunhar o fim do mundo ou morrer antes disso.
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Barão ladrão

https://pt.wikipedia.org/wiki/Bar%C3%A3o_ladr%C3%A3o

Barão Ladrão ou Barão Gatuno (em inglês: Robber baron, em alemão: Raubritter) é um termo pejorativo, originalmente, aplicado a ricos e poderosos empresários norte-americanos do século XIX.

Há registro da utilização da expressão na edição de agosto de 1870, na Revista The Atlantic[1].

No final dos anos 1800, o termo era usado, principalmente, para se referir aos grandes empresários que usavam abusivamente seu poder econômico para ampliar suas fortunas.

Essas práticas incluíam: controlar recursos nacionais; acumular altos níveis de influência no governo; pagar salários extremamente baixos; esmagar a concorrência através da aquisição de rivais, com o objetivo de criar monopólios e, eventualmente, aumentar os preços e criar esquemas para vender ações a preços inflacionados para investidores desavisados[2].

O termo combina o sentido de crime ("ladrão") e aristocracia ilegítima (um barão é um papel ilegítimo em uma república).

Visões negativas

A expressão provém da expressão em alemão "Raubritter", utilizada para se referir a senhores feudais alemães, que cobravam ilegalmente (sem autorização do Imperador do Sacro Império Romano Germânico) pedágios nas estradas que atravessavam suas terras ou portagens dos navios que navegavam no Reno[4]. Mas há controvérsias sobre a origem e a utilização do termo.[1]

No dia 9 de fevereiro de 1859, quando o New York Times utilizou a expressão para se referir à Cornelius Vanderbilt, um magnata norte americano que controlava importantes ferrovias nos Estados Unidos.

Segundo o historiador TJ Stiles, a expressão "evoca visões de monopolistas titânicos que esmagaram concorrentes, fraudaram mercados e corromperam o governo. Em sua ganância e poder, diz a lenda, eles dominaram uma democracia indefesa"[5].

Cartunistas costumavam representar os barões ladrões em trajes reais para enfatizar que sua atuação era ofensiva contra a democracia[6].

Em 1934, Matthew Josephson publicou: "The Robber Barons: The Great American Capitalists 1861-1901", onde argumentou que os industriais, que eram chamados de "barões ladrões", têm um legado complicado na história da vida econômica e social norte-americana. No prefácio original do livro, ele sustentou que os barões ladrões:

“ desempenharam mais ou menos conscientemente os papéis principais em uma era de revolução industrial. Mesmo suas brigas, intrigas e desventuras (muitas vezes tratadas como meramente divertidas ou pitorescas) fazem parte do mecanismo de nossa história. Sob suas mãos, a renovação de nossa economia a vida prosseguia implacavelmente: a produção em larga escala substituiu o modo de produção disperso e descentralizado; as empresas industriais tornaram-se mais concentradas, mais “eficientes” tecnicamente e essencialmente “cooperativas”, onde antes eram puramente individualistas e lamentavelmente desperdiçadoras. É marcado com o motivo de ganho privado por parte dos novos capitães da indústria. Organizar e explorar os recursos de uma nação em escala gigantesca, arregimentar seus fazendeiros e trabalhadores em corpos harmoniosos de produtores, e fazer isso apenas em nome de um apetite descontrolado pelo lucro privado - aqui certamente está a grande contradição inerente de onde tanto desastre, indignação e miséria fluíram. ”

.

Também segundo Josephson, a expressão teve origem em um panfleto anti-monopólio de 1880 sobre magnatas de ferrovias. Josephson sustentava que os grandes empresários norte-americanos acumularam grandes fortunas de forma imoral, antiética e injusta, sendo, portanto, semelhantes aos barões ladrões alemães medievais[7].

Segundo Charles R. Geisst, "Vanderbilt desenvolveu uma reputação de saqueador que não fazia prisioneiros."[8].

Segundo Hal Bridges, a expressão representava a ideia de que "os líderes empresariais nos Estados Unidos, entre 1865 e 1900, eram, em geral, um conjunto de patifes avarentos que habitualmente enganavam e roubavam investidores e consumidores, corrompiam o governo, lutavam impiedosamente entre si e, em geral, realizavam atividades predatórias comparáveis ​​às dos barões ladrões da Europa medieval"[9].

Segundo Richard White, o barões ladrões viveram em uma "Era Dourada", na qual existia corrupção, monopólio e individualismo desenfreados. White também disse que:

“ Suas corporações eram o polvo, devorando tudo em seu caminho. No século XIX eles se tornaram empreendedores, revolucionários necessários nos negócios, mudando impiedosamente as práticas existentes e demonstrando a natureza mutável do capitalismo norte-americano. Suas novas corporações também se transmutaram e se tornaram manifestações da "Mão Visível", racionalidade gerencial que eliminou o desperdício, aumentou a produtividade e trouxe valores burgueses para substituir os dos bucaneiros financeiros.

Visões positivas

Após isso, alguns historiadores, liderados por Allan Nevins, começaram a propor uma nova perspectiva sobre os grandes empresários norte-americanos, defendendo a tese do "Estadista Industrial" (em inglês: Industrial Statesman). Nevins, em sua obra John D. Rockefeller: The Heroic Age of American Enterprise (2 vols., 1940), argumentando contra Josephson. Ele dizia que, apesar de Rockefeller ter se envolvido em algumas práticas comerciais antiéticas e ilegais, isso não deve ofuscar que ele trouxe ordem ao caos industrial da época. Os grandes capitalistas da "Era Dourada" norte-americana, de acordo com Nevins, tentaram impor ordem e estabilidade ao negócio competitivo e que o trabalho que eles realizaram tornaram os Estados Unidos a economia mais importante do século XX.[11]

Este debate sobre a moralidade de certas práticas comerciais continua até os dias atuais,[12] sendo que muitos industriais e magnatas modernos, como Rupert Murdoch,[13] Donald Trump[14] e indivíduos ricos poderosos que ocupam cargos políticos e de controle em meios de comunicação, tais como Vladimir Putin, na Rússia, e Silvio Berlusconi, na Itália, são conhecidos como "barões ladrões" por seus críticos.

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Quem deseja derrubar um ditador são aqueles que querem substituir o lugar dele como ditador. Essa foi a consequência da primavera árabe. As revoluções foram apoiadas pelo Ocidente, mas pioraram a vida nesses países e geraram hordas de imigrantes. O grande risco de derrubar um ditador é criar outro pior, como o Estado Islâmico.

O filme "Bananas", do Woody Allen, é sobre isto. Um revolucionário que derruba um ditador e vira ditador para ser, em seguida, derrubado por outro revolucionário e assim por diante.
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Barão ladrão


Capitalismo e democracia são conceitos antagônicos. Os barões ladrões corroem a democracia e o livre mercado.

Por trás de políticos de esquerda, há muitos barões ladrões. Eles dão benefícios trabalhistas que suas grandes corporações conseguem pagar e forçam os microempreendedores a seguir as mesmas regras para não conseguir prosperar. Assim continuam explorando o povo pobre de maneira "democrática".
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Barão ladrão


Capitalismo e democracia são conceitos antagônicos. Os barões ladrões corroem a democracia e o livre mercado.

Por trás de políticos de esquerda, há muitos barões ladrões. Eles dão benefícios trabalhistas que suas grandes corporações conseguem pagar e forçam os microempreendedores a seguir as mesmas regras para não conseguir prosperar. Assim continuam explorando o povo pobre de maneira "democrática".


Que esquerda havia na época dos Barões ladrões do século 19 nos EUA?
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Que esquerda havia na época dos Barões ladrões do século 19 nos EUA?

O que eu disse vale para todos os países do Ocidente no século 21. No século 19, os planos e estratégias da elite eram diferentes.
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Que esquerda havia na época dos Barões ladrões do século 19 nos EUA?

O que eu disse vale para todos os países do Ocidente no século 21. No século 19, os planos e estratégias da elite eram diferentes.


O Putin se encaixa nessa aí. Pois ele foi incluindo nessa categoria de barão ladrão pelos críticos deles, junto com Rupert Murdoch, Donald Trump (alt-right), Silvio Berlusconi (extrema-direita).
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Pós-democracia:

https://en.wikipedia.org/wiki/Post-democracy

Tradução do chat GPT:

Uma sociedade pós-democrática é aquela que continua tendo e usando todas as instituições da democracia, mas nas quais estas se tornam cada vez mais uma fachada formal. A energia e o impulso inovador se afastam da arena democrática e se concentram em pequenos círculos de uma elite político-econômica.

O termo pós-democracia foi usado pelo cientista político Colin Crouch da Universidade de Warwick em 2000 em seu livro "Coping with Post-Democracy". Ele designa estados que operam por sistemas democráticos (eleições são realizadas, governos caem e há liberdade de expressão), mas cuja aplicação é progressivamente limitada. Ou seja, uma pequena elite coopta as instituições democráticas para se dar autoridade decisória.

Crouch cita as seguintes razões:

* Ausência de objetivos comuns: Para as pessoas na sociedade pós-industrial, é cada vez mais difícil, particularmente para a classe baixa, se identificarem como grupo e, portanto, difícil se concentrar em partidos políticos que as representem. Por exemplo, trabalhadores, agricultores ou empresários não se sentem mais atraídos por um único movimento político, o que significa que não há um objetivo comum para que eles se unam como grupo.

* Globalização: O efeito da globalização torna quase impossível para as nações elaborarem sua própria política econômica. Assim, grandes acordos comerciais e uniões supranacionais (por exemplo, a União Europeia) são usados para fazer política, mas esse nível de política é muito difícil de controlar com instrumentos democráticos. A globalização também confere às corporações transnacionais maior influência política, dada sua capacidade de evitar regulamentação federal e afetar diretamente as economias domésticas.

* Debates não equilibrados: Na maioria dos países democráticos, as posições dos partidos políticos tornaram-se muito semelhantes. Isso significa que não há muito para escolher para seus eleitores. O efeito é que as campanhas políticas se parecem mais com publicidade para fazer as diferenças parecerem maiores. Além disso, as vidas privadas dos políticos tornaram-se um item importante nas eleições. Às vezes, questões "sensíveis" permanecem não discutidas. O jornalista conservador inglês Peter Oborne apresentou um documentário sobre a eleição geral de 2005, argumentando que ela se tornou antidemocrática porque visava um número de eleitores indecisos com uma agenda estreita.

* Entrelaçamento entre setor público e privado: Existem grandes interesses compartilhados entre política e negócios. Através do lobby, as empresas multinacionais conseguem promover legislação de forma mais eficaz do que os habitantes de um país. Corporações e governos estão em estreita relação porque os estados precisam das corporações como grandes empregadores. Mas como grande parte da produção é terceirizada, e as corporações não têm quase nenhuma dificuldade em se mudar para outros países, a lei trabalhista se torna desfavorável aos funcionários e as mordidas de impostos são movidas das empresas para os indivíduos. Torna-se mais comum que políticos e gerentes troquem de emprego (a 'porta giratória').

* Privatização: Existe então a ideia neoliberal de nova gestão pública (neoliberalismo) de privatizar serviços públicos. Instituições privatizadas são difíceis de controlar por meios democráticos e não têm lealdade às comunidades humanas, diferentemente do governo. Crouch usa o termo "empresas fantasma" para descrever a flexibilidade e natureza elusiva das empresas que se dobram ao mercado. Ele conclui que as empresas privadas têm incentivo para obter lucro individual em vez de melhorar o bem-estar público. Por exemplo, ele afirma que há um problema com empresas farmacêuticas financiando (e distorcendo) pesquisas médicas.


Outro texto traduzido por IA:

A prioridade dos direitos do capital sobre os direitos humanos:

Por exemplo, a proteção da propriedade privada torna-se absoluta, mesmo que isso infrinja direitos sociais ou trabalhistas. Esta é uma inversão fundamental da abordagem liberal clássica, onde os direitos humanos eram considerados primários.

Governança tecnocrática:

A vontade popular é cada vez mais delegada não a representantes eleitos, mas a especialistas nomeados - ministros, economistas, juízes, que tomam decisões fora do controle dos cidadãos.

Limitação da escolha política:

A maioria dos partidos nas democracias neoliberais (especialmente desde os anos 1990) propõe variações da mesma política econômica - desregulamentação, privatização, redução de garantias sociais - independentemente de serem formalmente de direita ou de esquerda. Votar em tais condições se transforma em uma escolha entre Coca-Cola e Pepsi-Cola.

Neutralização institucional do protesto:

Protestos em massa e movimentos sociais são frequentemente considerados antidemocráticos ou populistas se exigem a redistribuição de riqueza ou a limitação da influência empresarial.

Controle global sobre economias nacionais:

Mecanismos como o FMI, Banco Mundial ou OMC impõem políticas econômicas aos países que contradizem diretamente a vontade da maioria, como foi o caso na Grécia ou Argentina.
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Data da postagem: 22/03/2025, 20:45