
Clube Ceticismo
O dilema das redes sociais
Autor: Tutu | Categoria: Mídia, redes sociais e liberdade de expressão | Exibições: 105747 Comentários: 37

TutuA religião é diferente nos EUA. O protestantismo foi importante para o sucesso dos americanos. Na época, não havia roubalheira e sonegação nas igrejas.
Os preceitos do protestantismo incluem valor à vocação e ao papel da pessoa como trabalhador. Assim, trabalham para conseguir o que querem em vez de rezar para pedir a Deus ou esperar esmola dos outros.
Nas religiões de pobre, a riqueza está no paraíso após a morte enquanto, no protestantismo original, é aqui e agora.
A ética calvinista defende que os ricos e os pobres são assim porque Deus quis. Os ricos americanos não têm vergonha de serem ricos.
Defende que os ricos naturalmente trabalham duro porque são destinados a isto.
Defende que já nascemos predestinados ao céu ou ao inferno independente do que façamos em vida (mas que os salvos não têm como evitar de serem santos).
Já a ética católica desvaloriza a riqueza e louva a miséria. Diz que é melhor ser pobre e ir para o céu que ser rico e sofrer no inferno.
E diz que nosso destino, céu ou inferno, depende de nossas ações.
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Data da postagem: 13/01/2025, 08:31
Agnoscetico
2) O blablabla protestante não serve de exemplo pra França, Aústria, Suíça, entre outros países católicos desenvolvidos. E menos ainda pro caso do Japão que era de mairia xintoísta e budista.
Não disse que é requisito. Eu disse que é favorável.
Japão tem outros fatores culturais diferentes favoráveis, como respeito e gostar de trabalhar.
Esses países europeus tiveram população protestante significativa no passado recente.
Também impede o crescimento quando existe uma estrutura social abusiva, como feudalismo na Alemanha e Estado corrupto no Brasil. Mas em época de liberdade, funcionou.
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Data da postagem: 13/01/2025, 11:23

O Pondé fala duma coisa que pra mim não chega a ser novidade: Quem publica nas redes teria menos compromisso em publicar a verdade, pois, muitas vezes, ao contrário de mídias ditas tradicionais, que nome das pessoas são associados a uma marca e tem mais a perder, não teria mais a perder.
Só que o caso da "Escola base" é um dos exemplos que a mídia dita tradicional não parece prezar tanto pela imagem, mas, mais pelo sensacionalismo.
Regulação das REDES SOCIAIS: comentaristas analisam riscos de mudanças na Meta
Só que o caso da "Escola base" é um dos exemplos que a mídia dita tradicional não parece prezar tanto pela imagem, mas, mais pelo sensacionalismo.
Regulação das REDES SOCIAIS: comentaristas analisam riscos de mudanças na Meta
Comentaristas do #JornalDaCultura, a jornalista Patrícia Campos Mello e o filósofo Luiz Felipe Pondé analisam a movimentação do governo brasileiro frente ao posicionamento de Mark Zuckerberg sobre a regulação das redes sociais.
A Advocacia-Geral da União (AGU) deu um prazo de 72 horas para que a Meta, empresa responsável por diversas redes sociais, explique como pretende combater a desinformação, o discurso de ódio e outros crimes cibernéticos após a recente mudança em suas políticas de moderação de conteúdo.
TRANSCRIÇÃO
[spoiler]
Patrícia no seu ponto de vista quão
viável é avançar com uma regulamentação
robusta no Brasil e coordenada com o
cenário
internacional pergunta complexa e a
gente tá tentando o Brasil o congresso
tentando aprovar algum tipo de
regulamentação vários projetos de lei
desde 2020 todos eles foram
sistematicamente barrados por uma união
de forças entre os lobis das bigtechs e
eh bancada bolsonarista então assim se
tentou muito essa via que a via mais
democrática de uma discussão no
Congresso para você ter um projeto de
lei agora você tem essa tentativa aí
mais controversa do Supremo Tribunal
Federal eh mudar o Marco civil da
internet só que a gente tá numa
conjuntura em que a gente já viu o Mark
Zuckerberg o fundador o dono do Facebook
pedindo ajuda do Donald trump para
reagir a tentativas do mundo de
regulamentar as bigtech Então vai ter
uma união entre bigtech e governo
americano contra a tentativa de lei seja
na União Europeia seja no Brasil por
isso que eu acho que o governo
brasileiro tá tentando ali de todos os
lados Ah não conseguiu e no Congresso
agora vai tentar pela Agu aí também
tenta antitrust eles estão tentando é é
uma coisa
muito lutando assim luta de Titã aí
agora pond é hoje você escreveu na sua
coluna da Folha de São Paulo né que as
redes estão a ponto de destruir a
credibilidade da mídia profissional
fazendo um link com o discurso de
Zuckerberg e toda essa questão essa
discussão da regulação das redes eu
queria que você explicasse um pouquinho
a sua linha de raciocínio sobre isso
porque justamente o que acontece porque
grande parte das pessoas que transitam
pelas redes sociais elas o fazem como
derivação da ideia de que elas passaram
a ser emissores de conteúdo certo e eu
lembro há anos atrás uma discussão numa
numa universidade em que Um repórter Um
Jornalista importante da folha e uma do
Estadão e a discussão era sobre blogs lá
atrás tava na moda e os alunos e os
professores defendendo os blogueiros e
os dois profissionais explicando que era
muito mais fácil um blogueiro falar
qualquer tipo de bobagem ou ser
inclusive corrompido na época falou 50
pau assim hoje talvez eu valesse mas do
que alguém que trabalha numa marca de
mídia porque é quando você trabalha numa
marca de mídia você tá dentro de uma
estrutura seu nome tá associado à marca
você tem ali um
ambiente em que você tem que dar conta
tem accountability como se fala ass que
tá né sendo responsável Então o que eu
quis dizer é o seguinte é que as redes
sociais elas podem pôr a pique já estão
pondo a pique você Pega alguém e fala
contra as redes sociais alguém que tá
num ambiente de trabalho como nós aqui
essas pessoas diz não é tá servindo
paraa marca não sei o quê Porque tá
preocupado com o emprego dele tá
trabalhando pro governo não sei qual
seja lá que governo for e isso é que eu
quis dizer com as redes sociais elas vão
minando a as redes sociais como ela são
uma espécie de pessoas na rua jogando
tomate certo então elas minam qualquer
um mostra o restaurante Onde você tá por
exemplo es que você tá encontrando com
gente que não devia encontrar tô falando
de vida privada da não tô falando nível
institucional assim como põe em dúvida
não Fulano escreveu tal artigo não é
porque tá preocupado com o patrão todo
mundo já passou por isso e essa coisa de
dizer que o povo é que vai dar a
informação né que as redes sociais o
Elon musk dono do Twitter tem falado
sistematicamente há meses no Twitter
dizendo no x dizendo vocês são a mídia
vocês são melhores do que os jornalistas
vocês vão dar a informação parece
democrático parece democrático na
realidade as pessoas entendem como sendo
conselho democracia às vezes pode ficar
complicado dependendo de como a gente
olha
[/spoiler]
@LucianoAndre-eh3ho
há 1 dia (editado)
A TÁ!! Vamos falar só ,de receitas de bolo 🎂, da novela , big brother. E deixar a grande mídia, nos dar a verdade.
@JoseRoberto-ce2ym
há 23 horas
@LucianoAndre-eh3ho E redes sociais são veículos de informação jornalística?????!!!!! Acorda.
@PauloJunior-hm5yx
há 1 dia
Entao devia ter checagem na tv aberta tbm.Tudo que eles falam é tido como verdade.E nem sempre é.Ontem mesmo jornalista da globonews soltou uma dizendo que só pode checar no X quem é verificado.Mentiu na cara dura
@LuisKolodin
há 21 horas (editado)
Exato. Os jornais, inclusive impressos, sempre falaram mentiras ou meia verdades. Daí agora simplesmente supõem que o que tá na internet não é confiável mas o que está na mídia antiga automaticamente é.
@sergioquinai5342
há 19 horas
Acho difícil a comparação, uma vez que, por mais que a grande mídia tenha seus pontos negativos, ela se sustenta porque registra a fonte da matéria, autores envolvidos, além de possuir uma estrutura hierárquica dentro da empresa. Dificilmente um jornalista dá a sua opinião, a não ser jornalismo específico, como o Datena.
No X, Facebook, zap isso literalmente não existe. É muito mais fácil e barato propagar informações nesses locais.
@PauloJunior-hm5yx
há 18 horas
@sergioquinai5342 E como falei ontem um jornalista da Globo disse que só quem podia fazer checagem no X era perfil verificado que é pago.Mentiu na cara dura.
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Data da postagem: 15/01/2025, 14:06

Tem gente criando, só de sacanagem, fake news sobre Mark Zuckerberg.
Tipo, que ele transa com cachorros.
Mas tudo bem porque não haverá checagem.
Tipo, que ele transa com cachorros.
Mas tudo bem porque não haverá checagem.
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Data da postagem: 16/01/2025, 08:09

Fernando Silva
Tem gente criando, só de sacanagem, fake news sobre Mark Zuckerberg.
Tipo, que ele transa com cachorros.
Mas tudo bem porque não haverá checagem.
Quero ver ele dispor da checagem ai. Pimenta nos olhos dos outros é refresco ou uns são mais iguais que os outros...
Eu ja não tinha facebook.
Porem recebo e-mails dele e prossigo marcando como spam qualquer coisa que vier dali. Até nao vir mais nenhum na minha caixa principal.
O mesmo digo do X e do instagram.
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Data da postagem: 20/01/2025, 17:36

“Brain Rot” - algo como Degradação Mental.
Essa palavra acaba de ganhar o prêmio Palavra do Ano de 2024 do Oxford Dictionary.
Não porque está na moda, mas porque se tornou um problema generalizado.
Estamos vivendo um experimento inédito. Nunca antes nossos cérebros processaram tanta informação, tão rapidamente.
Ao mesmo tempo que a quantidade já é um desafio, a qualidade do conteúdo consumido está se tornando uma ameaça ainda maior.
A epidemia de “Brain Rot” — ou degradação mental — não é apenas uma metáfora. É um fenômeno real e comprovado.
Estudos mostram que o uso excessivo de smartphones e o consumo de conteúdos de baixa qualidade estão literalmente mudando a estrutura do cérebro.
Áreas cruciais, como as responsáveis por tomada de decisões, controle de impulsos e pensamento complexo estão sendo reconfiguradas.
Os sintomas começam pequenos:
Dificuldade em lembrar informações simples.
Atenção cada vez mais fragmentada.
Ansiedade crônica e inquietação constante.
Incapacidade de se concentrar em tarefas complexas.
Mas os efeitos a longo prazo são alarmantes:
Decisões impulsivas.
Raciocínio superficial.
Um afastamento do pensamento crítico e profundo, que define nossa capacidade criativa.
A solução? Escolha qualidade ao invés de quantidade.
Reduza o consumo passivo de conteúdo e invista seu tempo em leituras profundas, reflexões conscientes e interações reais.
Dê ao seu cérebro o espaço e os estímulos certos para crescer e prosperar.
A atenção é o recurso mais valioso que você tem.
Não desperdice sua atenção com o que te enfraquece, reduz e limita.
Alessandro Medeiros
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Data da postagem: 24/01/2025, 00:15

Luiz Guerrero, na edição de maio / 2026 da revista AutoEsporte, comenta no artigo "Tudo por um like" sobre o "desafio do pisca-alerta": imbecis vão em direção à traseira do carro dos outros para fazer disparar seu pisca-alerta de colisão traseira e frear na última hora ou sair fora. Filmam tudo para postar nas redes sociais.
Ou então andam no meio do trânsito só na roda traseira da moto. De vez em quando, provocam acidentes.
Perdem apenas 5 pontos e a multa não chega a 200 reais.
Como disse Humberto Eco, "As redes sociais deram voz a uma legião de imbecis. Agora, eles têm o mesmo direito à palavra que um prêmio Nobel".
Ou então andam no meio do trânsito só na roda traseira da moto. De vez em quando, provocam acidentes.
Perdem apenas 5 pontos e a multa não chega a 200 reais.
Como disse Humberto Eco, "As redes sociais deram voz a uma legião de imbecis. Agora, eles têm o mesmo direito à palavra que um prêmio Nobel".
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Data da postagem: 12/05/2026, 16:15