Clube Ceticismo
Mudanças Climáticas
Autor: Titoff | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 642503 Comentários: 407
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Achei que estava faltando um tópico sobre o assunto.

Groenlândia dobrou perda de gelo em 2019

Derretimento de 600 bilhões de toneladas em dois meses elevou o nível do mar em 2,2 mm no verão do ano passado, aponta estudo

DO OC – Em apenas um verão, no ano passado, o manto de gelo da Groenlândia perdeu 600 bilhões de toneladas de água, que elevaram o oceano no mundo inteiro em 2,2 milímetros. A conclusão é de uma nova análise de dados de satélite, publicada nesta quarta-feira (18) por um grupo internacional de cientistas.

O derretimento de 2019 só é comparável ao recorde absoluto de 2012, quando a segunda maior massa de gelo da Terra perdeu 650 bilhões de toneladas. A perda anual entre 2002 e 2019 na ilha foi de 268 bilhões de toneladas. Para dar ideia do que isso significa, o Brasil produz por ano 245 milhões de toneladas de grãos.

Olhando para a Antártida, maior manto de gelo do planeta, os pesquisadores tiveram uma notícia menos ruim: embora três regiões do continente tenham tido perdas de gelo somadas de 3 trilhões de toneladas desde 2002, a partir de 2009 uma quarta área no leste antártico passou a ganhar gelo, acumulando 980 bilhões de toneladas e desacelerando a taxa de perda anual. Atenção, negacionistas: não é que a Antártida tenha parado de derreter; é que a velocidade com que o derretimento cresce arrefeceu.

O estudo foi conduzido por um grupo liderado pela pesquisadora italiana Isabella Velicogna, da Universidade da Califórnia em Irvine, e publicado no periódico Geophysical Research Letters. Mais do que medir perda de gelo, a cientista e seus colegas estavam tentando resolver um problema com uma ferramenta.

Eles queriam verificar se dois satélites gêmeos enviados ao espaço em 2018 haviam conseguido substituir com sucesso equipamentos idênticos que pifaram no ano anterior.

Os satélites em questão são a missão Grace (Experimento de Recuperação de Gravidade e Clima). Trata-se de um par de satélites que voam perfeitamente alinhados. Sempre que ocorre uma variação do campo gravitacional da Terra, um deles é puxado com mais ou menos força que o outro e um desalinho quase imperceptível acontece. Esse desalinho é convertido em massa.

Quando o gelo dos polos derrete, o campo gravitacional fica mais fraco naquela região, e os dados do Grace permitem estimar a quantas toneladas de gelo equivale a diferença no puxão.

O Grace teve uma pane na bateria em 2017 e parou de funcionar. Uma missão de becape, a Grace-FO, foi lançada em 2018. O que Velicogna e colegas queriam saber era se era possível comparar as séries de dados dos dois sistemas. A resposta foi sim.

O degelo dos mantos polares hoje é o principal fator de elevação do nível do mar. Desde os anos 1990 ele é observado de forma acelerada na Groenlândia. Neste século, a Antártida passou a acelerar seu degelo também, especialmente na porção oeste. O oeste antártico é hoje a principal preocupação dos cientistas em termos de elevação dos oceanos, já que quatro de suas geleiras – que, juntas, poderiam acrescentar 3 metros ao nível global do oceano – já dão sinais de colapso irreversível.

Nesse ponto, disse Velicogna em um comunicado, o acúmulo de gelo visto no leste antártico (que é mais alto e mais frio do que o oeste, portanto responde ao vapor extra aportado pelo aquecimento da Terra com mais precipitação de neve) não chega a ser um alívio. “Na Antártida, a perda de massa no oeste continua irrefreável, o que é muito ruim para o nível do mar”, afirmou. “Mas também observamos um ganho de massa no setor atlântico da Antártida Oriental causado por um aumento na queda de neve, o que ajuda a mitigar a enorme perda de massa que vimos nas últimas duas décadas em outras partes do continente.”

http://www.observatoriodoclima.eco.br/groenlandia-dobrou-perda-de-gelo-em-2019/
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Desmatamento explode na Amazônia e já é quase dobro do ano anterior

APRIL 08, 2020

BRASÍLIA - A extração ilegal de madeira corre em ritmo acelerado na Amazônia, fazendo com que o volume do desmatamento acumulado de agosto de 2019 a março deste ano já chegue ao dobro do verificado no mesmo intervalo anterior, quando a derrubada recorde da floresta virou alerta global. Uma área superior a três vezes a cidade de São Paulo já foi abaixo neste período.

Os números são do próprio governo federal. O Estado fez um levantamento dos dados captados na região amazônica pelo Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), ferramenta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, que serve para orientar ações de fiscalização contra o desmate. Foram checados os cortes feitos de agosto (mês que começa a medição oficial) até o 26 de março deste ano, data mais atual disponível pelo sistema.

Os dados mostram que o desmatamento nesses últimos oito meses atingiu uma área de nada menos que 5.076 quilômetros quadrados da Amazônia, mais de três vezes o tamanho da capital paulista, com seus 1.521 km². Esse volume de corte na floresta é quase o dobro do que foi verificado no mesmo intervalo anterior, de agosto de 2018 a março de 2019, quando 2.649 km² de floresta foram devastados. Se observado o intervalo de agosto de 2017 a março de 2018, o número era ainda menor, de 2.433 km².

Uma das situações mais críticas é a do Pará, que concentrou 44% de todo o desmatamento amazônico no ano passado. Os satélites do Deter mostram que, entre 1º de fevereiro e 26 de março, 65 km² de mata foram devastados no Pará, ante 62 km² verificados nos dois meses completos do ano passado. Em Rondônia, outro Estado que lidera os índices de desmatamento, o corte ilegal também já supera o de fevereiro e março de 2019 e chega a 43 km² nos dois meses deste ano.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, sustenta que os alertas do desmatamento são apenas uma referência da situação e que têm inconsistências, devido à incidência de nuvens no período chuvoso. Ocorre que os dados consolidados e usados pelo governo como a informação mais precisa sobre o desmatamento – o sistema Prodes, que também é do Inpe e tem seus dados divulgados anualmente – sempre resulta em um volume muito maior de área devastada. Em média, o volume confirmado fica 33% acima do verificado pelo sistema de alertas do Deter. No ano passado, o presidente Jair Bolsonaro foi alvo de críticas de cientistas do Brasil e do exterior ao questionar a veracidade dos dados produzidos pelo Inpe, o que culminou na saída do diretor do instituto, Ricardo Galvão.

No período de agosto de 2018 a julho de 2019, por exemplo, quando o Deter captou 6.839 km² de área devastada, o Prodes detalhou a situação e concluiu que o desmate total na região havia atingido 10,1 mil km², maior volume dos últimos 11 anos. Mantida a média de alertas verificados até agora, portanto, tudo indica que o intervalo de agosto de 2019 a julho deste ano vai registrar novo volume recorde de desmatamento no País.

Governador do Pará pede apoio ao governo federal

Ao Estado, o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), disse que pediu apoio ao federal imediato. “É um volume assustador de desmatamento. Se não houver uma medida drástica e imediata de fiscalização, não haverá mais tempo. Vamos ter um ano de 2020 pior que o ano passado”, disse o governador. “É preciso lembrar que estamos no período chuvoso e que, portanto, é retirada de madeira, não é queimada. Na hora em que o período chuvoso acabar, poder ter um crescimento absurdo.”

Questionado, o Ibama informa que tem mantido as operações em campo na região, mas priorizando algumas ações consideradas prioritárias. A Amazônia Legal integra os Estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

Conforme Barbalho, o Ibama conta com apenas 48 servidores para cuidar de todo o território do Pará. “Isso, em um Estado do tamanho do nosso, equivalente a uma área de Portugal, Espanha e França juntos. É uma presença absolutamente rarefeita”, afirma. “Se continuar desse jeito, quando acabar o coronavírus, o nível de derrubada da floresta será estratosférico.”

Na próxima segunda-feira, 13, começa a operar no Pará a Força Estadual de combate ao desmatamento, criada em janeiro. Um grupo de 100 agentes ambientais será remunerado para entrar na floresta, pagos por recursos repatriados pela Operação Lava Jato, por meio da Petrobrás.

O vice-presidente Hamilton Mourão, que preside o Conselho da Amazônia, tem feito reuniões com os governadores da região para “tratar das medidas urgentes contra o desmatamento na região”, como Mourão publicou no Twitter. Questionado sobre que medidas são essas, não comentou até o fechamento desta reportagem.

https://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,desmatamento-explode-na-amazonia-e-ja-e-quase-dobro-do-ano-anterior,70003265328.amp


Aaaah, esses satélites comunistas querendo novamente derrubar o governo do MESSIAS no país de DEUS!

E o antiministro do MA passando pano...
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E por falar no antiministro...






Ricardo Salles demite analista que foi contra exportação de madeira sem autorização


Brasil exportou carregamentos da Amazônia sem liberação do Ibama durante o último ano




9.abr.2020 às 8h53

Jake Spring

BRASÍLIA | REUTERS

O ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles demitiu um analista do governo que se opôs ao relaxamento da revisão ambiental da exportação de madeira. A demissão foi anunciada em uma nota oficial na segunda (6).

Em março, a Reuters mostrou em reportagem que o Brasil exportou milhares de carregamentos de madeira da Amazônia durante o último ano sem a autorização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Depois que os carregamentos foram descobertos, em meio à controvérsia sobre o desmatamento da floresta amazônica sob o governo do presidente Jair Bolsonaro, o presidente do Ibama anulou uma regra que exigia a autorização da agência para todos os carregamentos de madeira.

O fim da regra contrariou um grupo de analistas liderados por André Sócrates de Almeida Teixeira, coordenador-geral para o monitoramento do uso da biodiversidade e comércio exterior.

De acordo com a nota publicada no Diário Oficial, Salles removeu Teixeira de seu posto e o substituiu por Rafael Freire de Macêdo, que trabalhava em uma área relacionada.

Teixeira se negou a comentar o assunto e Macêdo não respondeu ao pedido por um comentário.

Segundo o Ibama, a troca faz parte da rotina e está dentro das regras. O ministro do Meio Ambiente não respondeu ao pedido por um comentário.

Uma fonte que trabalha no setor e que preferiu não se identificar disse à Reuters que a demissão de Teixeira aconteceu como uma retaliação por sua divergência.

“Foi mais uma mudança política para indicar alguém que é mais flexível… para aliviar os controles e facilitar as exportações”, disse a fonte.

O Ibama disse anteriormente que carregamentos de madeira devem receber liberação de exportação da Receita Federal, que só concede a autorização após cruzar as informações com o sistema que verifica a origem da madeira.

Assim, o Ibama ainda pode realizar inspeções na madeira destinada à exportação.

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e sua preservação é considerada vital para conter as mudanças climáticas devido à quantidade de gases do efeito estufa que ela é capaz de absorver.

A destruição da Amazônia teve crescimento no último ano, provocando reações no mundo todo, com alguns ambientalistas e líderes culpando as políticas de Bolsonaro por encorajar madeireiros ilegais, fazendeiros e negociadores.

Bolsonaro diz que a pobreza na Amazônia é a culpada pelas transações ilegais e que ele é injustamente demonizado.

https://www1.folha.uol.com.br/amp/ambiente/2020/04/ricardo-salles-demite-analista-que-foi-contra-exportacao-de-madeira-sem-autorizacao.shtml
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Com recorde em maio, alertas de desmatamento na Amazônia indicam que temporada pode ter devastação maior que a anterior

Taxa de desmatamento oficial, medida de agosto a julho, poderá ser maior na temporada que termina em 2020. A dois meses do fim do período, números atuais já indicam elevação de 78% nos alertas.


https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/06/12/mesmo-com-queda-em-maio-alertas-de-desmatamento-na-amazonia-indicam-que-temporada-pode-ter-devastacao-maior-que-a-anterior.ghtml


Onda de calor recorde atinge o Ártico, enquanto Rússia viu o inverno mais quente de todos os tempos

https://www.indiatimes.com/technology/science-and-future/record-breaking-heatwave-hits-the-arctic-as-russia-saw-its-hottest-winter-ever-514043.html


Onda de calor recorde no Ártico faz temperatura chegar a 30°C na paisagem gelada





https://www.thescottishsun.co.uk/news/5691792/arctic-record-temperature-june-30-degrees-climate-change/


Nada será impune.
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Junho costumava ser um mês frio, mas temos tido temperaturas em torno de 33⁰C a poucos dias do começo do inverno.
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Este livro trata do tema sob vários aspectos. Li já há alguns meses.

Bastante científico, mas não recomendo se você procura esperanças.

A superpopulação em demanda crescentemente rápida por produtos industrializados vai consumir todo planeta antes de todos se darem conta do problema climático.

A máquina ficou grande demais para emperrar. Se ela quebrar muita gente morre, se continuar funcionando, também. :/

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Acho que foi essa a mensagem que ficou da leitura, pelo menos para mim.
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Este livro trata do tema sob vários aspectos. Li já há alguns meses.

Bastante científico, mas não recomendo se você procura esperanças.

A superpopulação em demanda crescentemente rápida por produtos industrializados vai consumir todo planeta antes de todos se darem conta do problema climático.

A máquina ficou grande demais para emperrar. Se ela quebrar muita gente morre, se continuar funcionando, também. :/

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Acho que foi essa a mensagem que ficou da leitura, pelo menos para mim.


Acho que o grande e enorme problema será o lixo, os resíduos, os descartáveis.

Antes que a camada de ozônio, emissões de carbono e outros problemas decorrentes dos combustíveis fósseis entrem em colapso, temos as sacolas plásticas, o isopor e os rejeitos eletrônicos invadindo todos os espaços e comprometendo a vida e o planeta.

Realmente, temos um problemão pela frente.
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Gabarito, estava no outro tópico, que fala sobre a juventude atual. Estou próximo da meia vida. Uma parte já foi. Meus tempos de luta estão passando. O cérebro já não é tão ágil, a força vai decaindo e cada dia, por necessidade de sobrevivência, fico mais velhaco. Para mim, já não está muito conveniente apostar na mudança. Mesmo assim, sei lá, por um pouco de idealismo, não consigo disseminar essa mentirada que forçam guela abaixo dos jovens, colocando todo o futuro em rota de colisão com o desastre. Alguém tem que falar sério com essa nova geração, deixando claro que não vai ser fácil.
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Toucinho, acabei de responder lá o julgamento que você faz dos jovens de hoje.

Você está passando a mão na cabeça deles, os mesmos que terão um mundo de desafios pela frente.
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Este livro trata do tema sob vários aspectos. Li já há alguns meses.

Bastante científico, mas não recomendo se você procura esperanças.

A superpopulação em demanda crescentemente rápida por produtos industrializados vai consumir todo planeta antes de todos se darem conta do problema climático.

A máquina ficou grande demais para emperrar. Se ela quebrar muita gente morre, se continuar funcionando, também. :/

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Acho que foi essa a mensagem que ficou da leitura, pelo menos para mim.


Boa dica. Vou procurar sobre.

Eu quando me aprofundei um pouquinho mais sobre o assunto foi usando este aqui:



Ele não fala apenas sobre mudanças climáticas, mas apresenta os principais sistemas da Terra, sejam nos oceanos, atmosfera, criosfera, etc. É complexo, mas apresenta de forma didática.

Daí que você começaa perceber como uma coisa vai afetando a outra, e pode nos empurrar para um novo ponto de equilíbrio (danoso para quem já está adaptado para o equilíbrio atual).
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Frencisco Toucinho

Este livro trata do tema sob vários aspectos. Li já há alguns meses.

Bastante científico, mas não recomendo se você procura esperanças.

A superpopulação em demanda crescentemente rápida por produtos industrializados vai consumir todo planeta antes de todos se darem conta do problema climático.

A máquina ficou grande demais para emperrar. Se ela quebrar muita gente morre, se continuar funcionando, também. :/

Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

Acho que foi essa a mensagem que ficou da leitura, pelo menos para mim.


Acho que o grande e enorme problema será o lixo, os resíduos, os descartáveis.

Antes que a camada de ozônio, emissões de carbono e outros problemas decorrentes dos combustíveis fósseis entrem em colapso, temos as sacolas plásticas, o isopor e os rejeitos eletrônicos invadindo todos os espaços e comprometendo a vida e o planeta.

Realmente, temos um problemão pela frente.


Talvez, mas uma coisa não anula a outra. Digo, tem de haver ações em todos esses fronts. Por exemplo, se continuar diminuindo a criosfera, você muda o albedo da Terra. Com isso as temperaturas dos oceanos mudam, e pode desestabilizar ou até colapsar a chamada Correia Transportadora Oceânica. Ela é responsável por levantar os nutrientes que estão no fundo dos oceanos; acabe com isso e podemos ver extinções em massa por quebrar-se a base da cadeia alimentar.
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