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Inteligência artificial - Generalidades
Autor: Agnoscetico | Categoria: Ciência, Tecnologia e Saúde | Exibições: 557863 Comentários: 322

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Apesar de muita gente dizet que IA ainda é muito elementar, mas taria ajudando a resolver crimes:
Estuprador em série é identificado 28 anos depois com ajuda de inteligência artificial
https://br.aeplay.tv/noticias/estuprador-em-serie-e-identificado-28-anos-depois-com-ajuda-de-inteligencia-artificial
Serial killer que estrangulou jovem é identificado 44 anos depois; ele se matou com uma facada na perna
https://br.aeplay.tv/noticias/serial-killer-que-estrangulou-jovem-e-identificado-44-anos-depois-ele-se-matou-com-uma
Mas na área de atendimentos os bots já tão substituindo atendentes humanos, mas muitas vezes ainda deixa desejar mesmo em relação ai atendimento humano.
Em que outras situações vocês acham que IA ainda deixa a desejar?
Estuprador em série é identificado 28 anos depois com ajuda de inteligência artificial
https://br.aeplay.tv/noticias/estuprador-em-serie-e-identificado-28-anos-depois-com-ajuda-de-inteligencia-artificial
Serial killer que estrangulou jovem é identificado 44 anos depois; ele se matou com uma facada na perna
https://br.aeplay.tv/noticias/serial-killer-que-estrangulou-jovem-e-identificado-44-anos-depois-ele-se-matou-com-uma
Mas na área de atendimentos os bots já tão substituindo atendentes humanos, mas muitas vezes ainda deixa desejar mesmo em relação ai atendimento humano.
Em que outras situações vocês acham que IA ainda deixa a desejar?
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Data da postagem: 23/05/2020, 22:03

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Fernando_Silva
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A IA já é uma realidade nos algoritmos de redes sociais, na seleção de candidatos a emprego, na análise de resultados de pesquisa ou "big data" e mais outras coisas que a gente nem fica sabendo.
Mas, sim, em alguns casos, ainda é necessário um atendente humano, nem que seja porque o usuário não sabe transmitir as informações de forma a que a IA entenda. Ou porque há muitos casos não previstos.
Mas, sim, em alguns casos, ainda é necessário um atendente humano, nem que seja porque o usuário não sabe transmitir as informações de forma a que a IA entenda. Ou porque há muitos casos não previstos.
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Data da postagem: 24/05/2020, 08:57

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Realmente, é uma tecnologia recente que tem muito espaço para crescer.
As ferramentas que teremos no futuro farão coisas surpreendentes.
Porém...
Eu tenho visto uma confusão que estão fazendo com o termo "Inteligência Artificial".
Para parecer mais atualizado, inovador e atraente, todo mundo está chamando programação convencional e acessos a base de dados de IA.
Não é.
Como se vê, não é qualquer programa que se encaixa na definição de IA.
O sistema tem que perceber o ambiente, tem que aprender com ele e tomar atitudes.
Para parecer moderninho, todo mundo está jogando qualquer coisa nas costas da IA.
Não é.
Os algoritmos de redes sociais se enquadram aí, mas simples acesso a base de dados e cruzamento de informações não.
Por exemplo:
[url=https://br.aeplay.tv/noticias/serial-killer-que-estrangulou-jovem-e-identificado-44-anos-depois-ele-se-matou-com-uma]Serial killer que estrangulou jovem é identificado 44 anos depois com ajuda da Inteligência Artificial
As ferramentas que teremos no futuro farão coisas surpreendentes.
Porém...
Eu tenho visto uma confusão que estão fazendo com o termo "Inteligência Artificial".
Para parecer mais atualizado, inovador e atraente, todo mundo está chamando programação convencional e acessos a base de dados de IA.
Não é.
"]Inteligência artificial (por vezes mencionada pela sigla em português IA ou pela sigla em inglês AI - artificial intelligence) é a inteligência similar à humana exibida por mecanismos ou software, além de também ser um campo de estudo acadêmico. Os principais pesquisadores e livros didáticos definem o campo como "o estudo e projeto de agentes inteligentes", onde um agente inteligente é um sistema que percebe seu ambiente e toma atitudes que maximizam suas chances de sucesso. Andreas Kaplan e Michael Haenlein definem a inteligência artificial como “uma capacidade do sistema para interpretar corretamente dados externos, aprender a partir desses dados e utilizar essas aprendizagens para atingir objetivos e tarefas específicos através de adaptação flexível”. John McCarthy, quem cunhou o termo em 1956 ("numa conferência de especialistas celebrada em Darmouth Colege" Gubern, Román: O Eros Eletrónico), a define como "a ciência e engenharia de produzir máquinas inteligentes". É uma área de pesquisa da computação dedicada a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou multipliquem a capacidade racional do ser humano de resolver problemas, pensar ou, de forma ampla, ser inteligente. Também pode ser definida como o ramo da ciência da computação que se ocupa do comportamento inteligente ou ainda, o estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, atualmente, os humanos fazem melhor.
Como se vê, não é qualquer programa que se encaixa na definição de IA.
O sistema tem que perceber o ambiente, tem que aprender com ele e tomar atitudes.
Para parecer moderninho, todo mundo está jogando qualquer coisa nas costas da IA.
Não é.
Os algoritmos de redes sociais se enquadram aí, mas simples acesso a base de dados e cruzamento de informações não.
Por exemplo:
O DNA recolhido na cena do crime de Pamela foi colocado em uma base de dados e a inteligência artificial faz o restante, cruzando possibilidades e chegando a uma relação de pessoas aparentadas a Lindahl.
[url=https://br.aeplay.tv/noticias/serial-killer-que-estrangulou-jovem-e-identificado-44-anos-depois-ele-se-matou-com-uma]Serial killer que estrangulou jovem é identificado 44 anos depois com ajuda da Inteligência Artificial
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Data da postagem: 24/05/2020, 14:45

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Agnoscetico
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Tenho um chatbot que conheço, acho que desde 2009, que dizuam set voltado pra IA
Robô Ed
https://www.inbot.com.br/cases/roboed
Robô Ed
https://www.inbot.com.br/cases/roboed
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Data da postagem: 24/05/2020, 16:02

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Agnoscetico
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Tem algumas que não sei usam algum nível de IA ou apenas uma combinação de algoritmo com cruzamento de dados, como;
Akinator
Que daz "adivinhação" de pensanento com perguntas que vai eliminando
https://pt.akinator.com
Bots que replicam tweets que mencionam Bolsonaro, talvez com intenção de aumentar popularidade do Bolsonaro, espalhando posts sobre ele, mas sem um critério claro, pois espalha posts sobre ele, mesmo que seja criticando.
Bolsonaro Bot
https://twitter.com/bolsonarort
Aosfatos
Usa um sistema de checagem de notícias.
https://www.aosfatos.org/noticias/robo-checadora-do-aos-fatos-comeca-operar-no-twitter
https://www.aosfatos.org/fatima
Akinator
Que daz "adivinhação" de pensanento com perguntas que vai eliminando
https://pt.akinator.com
Bots que replicam tweets que mencionam Bolsonaro, talvez com intenção de aumentar popularidade do Bolsonaro, espalhando posts sobre ele, mas sem um critério claro, pois espalha posts sobre ele, mesmo que seja criticando.
Bolsonaro Bot
https://twitter.com/bolsonarort
Aosfatos
Usa um sistema de checagem de notícias.
https://www.aosfatos.org/noticias/robo-checadora-do-aos-fatos-comeca-operar-no-twitter
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Data da postagem: 25/05/2020, 01:35

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Fernando_Silva
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Inteligência artificial já é parte do cotidiano
Você já parou pra pensar que o simples ato de navegar na internet - ou então ao usar um aplicativos no smartphone - já está em contato com sistemas da Inteligência Artificial? Algumas pessoas são entendidas do assunto. Mas sempre tem aquele que não faz a mínima ideia do que isso significa. A gente separou alguns exemplos de soluções inteligentes que fazem parte do nosso dia a dia. A primeira é bastante comum são os aplicativos de trânsito, como o Waze ou Google Maps. Essas ferramentas usam a Inteligência Artificial para cruzar informações de milhares de fontes em tempo real para oferecer a melhor rota e calcular o tempo do percurso. Talvez você não tenha percebido, mas os apps de transito “sabem" se é feriado, se está chovendo. E também da aquela dica necessária, sobre engarrafamento, ou se se aconteceu algum acidente, que possa piorar ainda mais o trânsito.
E se você é um dos poucos que ainda não fez uma compra online, pelo menos já acessou algum e-commerce desses grandes varejistas, certo?. ¿Já reparou nas sugestões de compras que aparecem para você? É, tem Inteligência Artificial por trás disso também. O mesmo vale para pesquisas na internet; os resultados assim como as sugestões de compra são baseados no seu comportamento online, no seu perfil, nas publicações que curtiu, naquelas que apenas parou para ler, nos comentários que fez e páginas que visitou. Tudo é analisado por um algoritmo inteligente, que aprende os seus gostos e costumes a cada pesquisa que você faz e assim consegue exibir um resultado cada vez mais personalizado…
Nem todo mundo experimentou, mas as assistentes virtuais dos smartphones - seja a Siri no iPhone ou o Google Assistant, no Android - também são grandes exemplos do uso de Inteligência Artificial; e, melhor, na palma das nossas mãos. Se ainda não teve a chance (ou a curiosidade), tente fazer um pedido para elas; provavelmente a resposta vai te surpreender.
Ferramentas baseadas em Inteligência Artificial também facilitam muito a vida daqueles que já descobriram que a Poupança pode não ser a melhor escolha na hora de investir, e buscam opções com melhores rendimentos. Muitas startups já oferecem suas tropas de robôs capazes de avaliarem diversas opções de investimentos, e combinar com o perfil do investidor e, a partir daí, distribuir os recursos e acompanhar a performance de cada carteira para fazer ajustes quando necessário.
A Inteligência Artificial também já trabalha a favor da sua segurança; seja na rua ou ambientes fechados. Câmeras inteligentes, além de gravar imagens, interpretam também cenas fora do padrão. Se, por exemplo, uma câmera flagrar uma pessoa pulando um muro, o sistema vai considerar a cena suspeita e dispara um alarme. Se um ser humano não consegue acompanhar dezenas ou até centenas de câmeras ao mesmo tempo, um software inteligente, sim, fica de olho em tudo o tempo todo.
https://olhardigital.com.br/video/inteligencia-artificial-ja-e-parte-do-cotidiano/101175
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Data da postagem: 25/05/2020, 10:15

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Fernando SilvaInteligência artificial já é parte do cotidiano
https://olhardigital.com.br/video/inteligencia-artificial-ja-e-parte-do-cotidiano/101175
Para a gente ter uma ideia de como o conceito de IA está sendo erroneamente disseminado, percebemos que até o articulista do Olhar Digital se contaminou com o oba-oba de que tudo que é programação também é IA.
Não é.
Para ser IA, o sistema precisa criar sua própria base de dados a partir do que observa e do que é provocado a reagir.
Uma ferramenta que calcula a melhor rota no Google Maps apenas consultou uma base pronta e retornou um resultado otimizado.
E calculou o tempo do percurso.
Isso NÃO é IA.
Uma ferramenta que sabe se é feriado ou se está chovendo é o cúmulo do ridílo em ser considerado IA.
Inteligência Artificial é muito mais do que isso.
Um sistema que diz se a poupança é o melhor investimento e que busque outras opções também não se enquadra nisso.
Basta consultar uma base sem ter que formar uma personalizada e dinâmica, aplicada ao investidor.
Uma câmera de segurança que "vê" alguém pulando o muro e aciona o alarme TAMBÉM não é.
E se for o dono da casa que pulou para apanhar a bola que o filho chutou para fora?
Seria IA se a câmera identificasse isso.
Quem melhor identifica a ação da IA são os programadores que já sabem de antemão do que é necessário para que o programa execute suas ações.
Para ser IA, o programa tem que sair das linhas fixas do código e passar a ter um "motor" de exploração que vá além disso.
Os assistentes virtuais se enquadram nisso. Eles analisam frases e formam um "conhecimento" sobre seu parceiro de diálogo, tomam decisões para sugerir e responder.
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Data da postagem: 25/05/2020, 10:44

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Fico triste sempre que vejo essa confusão.
Atribuo ao sensacionalismo que querem dar àquele produto, ao chamamento para que seja cobiçado e provoque interesse com o termo que apela à ficção científica, ao fantástico.
A mesma tristeza que sinto ao constatar o uso incorreto, e cada vez mais disseminado, do termo "literalmente".
Todos dizem "literalmente" quando querem reforçar algo que muitas vezes NÃO é literal.
[Off_topic]
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Atribuo ao sensacionalismo que querem dar àquele produto, ao chamamento para que seja cobiçado e provoque interesse com o termo que apela à ficção científica, ao fantástico.
A mesma tristeza que sinto ao constatar o uso incorreto, e cada vez mais disseminado, do termo "literalmente".
Todos dizem "literalmente" quando querem reforçar algo que muitas vezes NÃO é literal.
[Off_topic]
A humanidade usa “literalmente” errado há 300 anos (pelo menos)
Você é daqueles que passa raiva quando alguém literalmente - quer dizer, figurativamente - enche a boca para falar coisas nada literais?
Por Ana Carolina Leonardi
8 fev 2018, 15h48 - Publicado em 7 fev 2018, 14h52
Todo mundo já usou “literalmente” errado, pelo menos uma vez na vida. Pode ter sido um deslize, num papo descontraído, que te persegue até hoje. Pode ter sido no Twitter, para comentar o BBB18 (para os preocupados, Jaqueline está literalmente viva e passa bem, só foi eliminada mesmo).
Ou então você, como o dicionário americano Webster’s, já aceitou que “literalmente” é tão usado de forma incorreta que vale mais a pena só aceitar que ele se tornou um sinônimo bem enfático de “figurativamente”.
Mas as pessoas não estão nada dispostas a levantar essa bandeira de paz: culpam os millenials, a educação de má qualidade, as Kardashians. Além de tudo, o ódio ao mau uso de “literalmente” já rendeu belas piadas em séries, de Friends ao cartoon Archer, passando por este belo discurso da Jane Fonda em Newsroom:
“Quando eu digo que vou literalmente incendiar esse prédio com vocês dentro antes de entregar as chaves dele, vocês não conseguem saber se minha intenção é literal ou figurativa”.
Mas a verdade é que esse não é um fenômeno recente. Pelo contrário: vem de mais de 400 anos. Já em 2005, a revista Slate estava investigando as origens desse vexame linguístico, que começa no século 17.
Antes disso, existia o significado tido como original de literalmente: traduzido ou transmitido palavra por palavra, sem alterações. Podia simbolizar a precisão de uma tradução de uma língua para outra: “traduzido literalmente do francês” dá a entender que vai ser mais próximo do original do que “adaptado do francês”, né?
A mesma coisa vale para atribuir autoridade: mesmo que um zé ninguém venha te repassar uma ordem do chefe, se ele diz que aquilo é literalmente, palavra por palavra, o que o chefe te pediu, você sabe que é melhor não duvidar.
E aí é que tá: aos poucos, o literalmente ganhou a função de “intensificador da veracidade”, segundo o editor do dicionário de Oxford contou à Slate. Foi aí que ele começou a ser usado para enfeitar hipérboles. Daí, foi um pulo para alguém começar a hiperbolizar frases cheias de figuras de linguagem. E assim, literalmente ganhou inversão completa de sentido.
Duvida? Então toma aqui um exemplo de 252 anos de idade, encontrado pelo Language Log, um blog do Instituto de Ciência Cognitiva da Universidade da Pensilvânia:
Eu considero, Madame, ser uma das circunstâncias mais sortudas de minha vida, a de ter esse momento de honra de receber seus comandos, e a satisfação de confirmar com minha língua o que meus olhos talvez expressão muito fracamente – que eu sou, literalmente, o mais humilde de seus servos.
(The Clandestine Marriage, 1776, de George Colman e David Garrick)
O livro de onde esse trecho foi extraído é sobre uma mulher rica e um homem pobre que se casam escondido. Mas o diálogo acima não é entre eles! A fala é de um lorde, homem que, por mais apaixonado que estivesse, não era, literalmente, servo de ninguém (e muito menos humilde).
Existem exemplos em livros mais recentes, e mais famosos, que também passam batidos: Mark Twain descreve Tom Sawyer como alguém “literalmente rolando em riqueza”, ainda que a intenção não fosse nada parecido com esta cena de Breaking Bad:
O uso invertido de literalmente, portanto, é muito mais antigo que as críticas a ele, que começam a aparecer só no século 20. Os dicionários que decidiram aceitá-lo, aliás, não fizeram isso para passar a mão na cabeça de quem fala “errado”, e sim por considerarem que qualquer língua evolui e pode mudar em um piscar (figurativamente) de olhos.
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Data da postagem: 25/05/2020, 10:45

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Um doce para quem encontrar Inteligência Artificial no artigo a seguir.
É por isso que as coisas ficam confusas. Usam-se termos que não são aquilo que dizem ser.
Tornar o judiciário mais ágil com sua informatização e novos procedimentos NÃO É usar Inteligência Artificial.
Quem enche a boca para falar isso não sabe o que é IA.
É por isso que as coisas ficam confusas. Usam-se termos que não são aquilo que dizem ser.
Tornar o judiciário mais ágil com sua informatização e novos procedimentos NÃO É usar Inteligência Artificial.
Quem enche a boca para falar isso não sabe o que é IA.
Inteligência artificial e o Judiciário
Poder Judiciário é berço de experiências tecnológicas bem-sucedidas no país
14.jun.2020 às 23h15
Em maio de 2020, em meio à pandemia, foi publicado o estudo mais abrangente até agora sobre o uso de inteligência artificial no Judiciário brasileiro.
O estudo foi realizado em inglês por um grupo internacional de pesquisadores da escola de administração pública internacional da Universidade Columbia (Sipa), sob a supervisão do professor
André Corrêa D’Almeida.
Com o título “The Future of AI in the Brazilian Judicial System” (O Futuro da IA no Sistema Judicial Brasileiro), o texto cobre projetos atuais de AI no Judiciário e propõe uma série de recomendações, inclusive éticas, para sua continuidade futura.
Deveria servir de referência para o Conselho Nacional de Justiça, para o STF e para outros Poderes sobre como pensar a relação complexa entre as ferramentas de IA e o poder público.
O estudo serve também para lembrar que o Poder Judiciário é berço de experiências tecnológicas bem-sucedidas no país. Uma delas é o Processo Judicial Eletrônico (PJe), sistema que permite aos operadores e aos usuários da Justiça realizar todas as principais ações digitalmente.
O PJe abrange hoje 70% da administração da Justiça no país e é resultado de esforço e foco de muitos anos.
Se toda a administração pública do país fosse similar ao PJe, os serviços públicos ficariam mais perto dos padrões da Estônia, líder global em serviços públicos digitais.
Pelo PJe, os atos podem ser feitos digitalmente, incluindo a entrega de documentos, sem necessidade de ir fisicamente ao Judiciário. Tudo sem papel. Isso gera uma base de dados relevante, que permite aprimorar a gestão e fomentar a inovação nos setores público e privado. O Judiciário brasileiro só pode pensar em inteligência artificial de forma concreta porque antes criou o PJe.
Um dos defeitos do PJe, no entanto, é justamente depender do vergonhoso Certificado Digital, que é pago. Ele é exigido para “certificar” a identidade dos usuários, que pagam até R$ 250 por ano para isso. Outras formas de identificação mais eficientes, baratas, seguras e includentes são possíveis hoje.
Outro destaque do avanço em inteligência artificial no Judiciário é sua abertura para inovação descentralizada. Por exemplo, o sistema Sinapses foi desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO). Em 2017, preocupados com a demora nas decisões, o TJ-RO começou por conta própria a criar um modelo para gerar aplicações de inteligência artificial.
O modelo não só deu certo como começou a produzir resultados concretos. Em 2018, o Sinapses foi então nacionalizado pelo Conselho Nacional de Justiça e hoje é referência para o desenvolvimento
de IA no Judiciário.
Essa história merece ser conhecida. Mostra um tipo de inovação que dá certo no país e o pioneirismo que muitas vezes vem de longe dos “grandes centros”.
Os sucessos colhidos pelo Judiciário demonstram que é possível digitalizar todo e qualquer serviço público, inclusive na administração pública federal. Foco, planejamento, abertura e cooperação descentralizada ajudam.
Mais do que isso, é preciso pensar em boa governança. Digitalização nunca é só uma inovação técnica. É uma inovação também administrativa e de recursos humanos. E é, sobretudo, uma inovação ética, de compromisso com o interesse público.
Reader
Já era -> TV que pega apenas sinal de TV
Já é -> TV conectada com aplicações de streaming já de fábrica
Já vem -> TV conectada com canais de e-sports (esportes eletrônicos) de fábrica
Ronaldo Lemos
Advogado, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro.
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Data da postagem: 15/06/2020, 16:11

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Agnoscetico
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Seria mais outra confusão com termo IA ou taria certo?
Inteligência artificial faz imagens borradas ficarem 60x mais nítidas
https://amp.olhardigital.com.br/noticia/inteligencia-artificial-faz-imagens-borradas-ficarem-60x-mais-nitidas/102166?__twitter_impression=true
Inteligência artificial faz imagens borradas ficarem 60x mais nítidas
https://amp.olhardigital.com.br/noticia/inteligencia-artificial-faz-imagens-borradas-ficarem-60x-mais-nitidas/102166?__twitter_impression=true
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Data da postagem: 20/06/2020, 21:09

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Agnoscetico
Seria mais outra confusão com termo IA ou taria certo?
Inteligência artificial faz imagens borradas ficarem 60x mais nítidas
https://amp.olhardigital.com.br/noticia/inteligencia-artificial-faz-imagens-borradas-ficarem-60x-mais-nitidas/102166?__twitter_impression=true
Pelos dados fornecidos pela reportagem, não é possível dizer com certeza se, de fato, se trata mesmo de IA ou não.
Já existem muitos algoritmos que trabalham e tratam imagens a partir de cálculos e interpolações.
Mas são programas apenas.
Se esse algoritmo citado no Olhar Digital for possível de adquirir informação nova, armazená-la e fazer uso posterior para ir melhorando ainda mais suas habilidades, aí sim, poderemos dizer, com segurança de que se trata de Inteligência Artificial.
Mas se for um mero programa estático, que não tenha evolução própria, não se trata de IA.
Inteligência Artificial se tornou um termo muito atraente para se usar. É também um ímã para cliques.
Uma pena que exista sensacionalismo barato por toda parte.
Pode não ser o caso da reportagem. Os dados informados não permitem tirar conclusões.
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Data da postagem: 20/06/2020, 22:33