
Clube Ceticismo
Identidade pessoal e reencarnação
Autor: Gigaview | Categoria: Religiões, Crenças e Mitos | Exibições: 86748 Comentários: 59

Fernando Silva
Pois é. O espírito passa por trocentas reencarnações, mas o que importa é que "foi Fulano numa vida passada".
Importa para quem, se muito excepcionalmente nos é dado algo saber, de alguma vida passada.
Cada encarnação traz em essência a somatória das trocentas encarnações com as inibições ou estímulos necessários à presente experiencia.
Fernando Silva O que acontece quando um óvulo fecundado começa a se multiplicar e então se divide em dois pedaços (gêmeos univitelinos) ?
Vem mais um espírito?
E quando dois óvulos fecundados (gêmeos não idênticos) se fundem num só (quimera)?
Um dos espíritos é eliminado?
Cada corpo, xifópagos por exemplo, tem um espírito, em difícil provação.
Assim, mesmo os gêmeos idênticos, cada um traz seu pp espírito.
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Data da postagem: 23/03/2020, 18:46

JungF
Nesta nova programação embora tenha sido brilhante cientista poderá surgir no novo ambiente com embotamento severo do sistema cognitivo, por questão cármica.
Tendo sido valente guerreiro, mas cruel, surgirá na terra com paralisias motoras diversas.
Em suma, um novo corpo, um cérebro com capacidades diferentes em um novo ambiente, em nada lembrará aquele indivíduo da anterior encarnação.
Fernando Silva O cara apanha sem saber por que está apanhando.
É como dar uma surra num bêbado ou drogado.
Antes da encarnação um trabalho meticuloso realizado por equipe especializada prepara o novo ambiente e o novo corpo do reencarnante.
Há que se observar uma enorme fila de suplicantes para uma nova experiência e no entanto todos terão sua oportunidade no tempo previsto.
Não se reencarna a esmo e as dificuldades que irá enfrentar lhe são sobejamente conhecidas, pois lhe trarão paz à consciência e elevação espiritual; é a causa de suas rogativas. Ou seja, conhece de antemão suas provas, no subconsciente isto o ajuda a suportá-las. Não é nenhum drogado ou bêbado.
A propósito, quando um marginal contumaz é preso, sabe exatamente o porquê e no entanto quando sai comete os mesmos crimes. Saber a causa da punição não ajudou em nada.
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Data da postagem: 23/03/2020, 19:14

JungFGigaview
Você já sabe a minha opinião...mas vou dar corda para ver até onde chega essa conversa fiada.
Repetindo a pergunta do texto: Como as almas/espíritos conseguem pensar?
O Espírito tem um envoltório semi material, seu peri-espírito, que é na verdade o molde do corpo.
Tudo que existe no corpo é cópia do que existe no perispírito. Assim, tudo que afeta o perispírito afeta o corpo e vice-versa.
Não consta que tenham detectado espírito algum ou algo que possa ser interpretado como esse "envoltório semi material" nos últimos 80 anos do estudo do átomo e da física de partículas ou em experimentos em centenas de laboratórios e aceleradores de partículas.
Nem os espíritas ainda foram capazes de provar essas bobagens que dizem com a coragem de sempre como se todo mundo fosse idiota para aceitar sem questionar.
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Data da postagem: 23/03/2020, 20:08

O livro "Os Dragões do Éden" de Carl Sagan (Cap II - Genes e CérebroOs neurobiologistas, em sua maioria, acreditam que os neurônios sejam os elementos ativos na função cerebral, embora haja indícios de que algumas lembranças específicas e outras funções cognitivas estejam contidas em determinadas moléculas do cérebro, tais como o ARN (ácido ribonucléico) ou proteínas pequenas. Para cada neurônio do cérebro existem aproximadamente 10 células gliais (originadas da palavra grega que quer dizer cola) que proporcionam a sustentação da arquitetura neuronal. Um neurônio em um cérebro humano faz entre mil e 10 mil sinapses ou ligações com neurônios adjacentes. (Muitos neurônios da medula espinhal parecem fazer cerca de 10 mil sinapses, e as chamadas células de Purkinje , do cerebelo, podem fazer até mais. O número de ligações dos neurônios no córtex é provavelmente inferior a 10 mil.) Se cada sinapse responde através de uma resposta sim-ou-não única a uma pergunta elementar, à semelhança dos elementos contidos nos computadores eletrônicos, o número máximo de resposta sim/não ou bits de informação que o cérebro pode conter é aproximadamente 10^10 x 10^3 = 10^13, ou 10 trilhões de bits (ou 100 trilhões = 10^14 bits se tivéssemos considerado 10^4 sinapses para cada neurônio). Algumas dessas sinapses devem conter a mesma informação contida em outras sinapses; algumas devem estar relacionadas a funções motoras e outras funções não-cognitivas; e outras podem estar simplesmente vagas, esperando a informação de um novo dia para entrar em ação.
Se cada cérebro humano só fizesse uma sinapse - correspondente a uma estupidez monumental - seríamos capazes de apenas dois estados mentais. Se tivéssemos duas sinapses, 22 = 4 estados, três sinapses, 23 = 8 estados, e em geral, para N sinapses, 2^N estados. Mas o cérebro humano é caracterizado por umas 10^13 sinapses. Por conseguinte, o número de diferentes estados de um cérebro humano equivale a 2 elevado a essa potência - ou seja, multiplicado por ele mesmo 10 trilhões de vezes. Esse é um número inconcebivelmente grande, muito maior, por exemplo, do que o número total de partículas elementares (elétrons e prótons) em todo o universo, que é muito menor do que 2 elevado à potência 10^13. É em virtude desse imenso número de configurações funcionalmente diferentes do cérebro humano que dois seres humanos, mesmo que sejam idênticos, jamais poderão ser muito parecidos. Esses números enormes também podem explicar algo da imprevisibilidade do comportamento humano e daqueles momentos que surpreendem até a nós mesmos pelo que fizemos, De fato, em face desses números, o espantoso seria a existência de regularidade no comportamento humano. A resposta deve ser que de forma alguma estão ocupados todos os estados cerebrais possíveis; deve existir um número enorme de configurações mentais que jamais foram introduzidas ou sequer vislumbradas por qualquer ser humano na história da humanidade. Sob essa perspectiva, cada ser humano é realmente raro e diferente, sendo a santidade de cada vida humana uma conseqüência ética plausível.
Nos últimos anos, tem-se tornado clara a existência de microcircuitos no cérebro. Nesses microcircuítos, os neurônios constituintes são capazes de uma variedade muito maior de respostas do que o simples "sim" ou "não" dos elementos comutadores contidos nos computadores eletrônicos. Os microcircuitos têm dimensões muito reduzidas (as dimensões típicas são da ordem de 1/10 mil centímetro) e são portanto capazes de processar os dados muito rapidamente. Eles respondem a cerca de um centésimo da voltagem necessária para estimular os neurônios, comuns, sendo, por conseguinte, capazes de respostas muito mais elaboradas e sutis. Tais microcircuitos parecem aumentar em número de maneira compatível com nossas noções habituais a respeito da complexidade de um animal, atingindo sua máxima proliferação, tanto em termos absolutos quanto relativos, nos seres humanos.
Também se desenvolvem tardiamente na embriologia humana. A existência desses microcircuitos sugere que a inteligência pode ser o resultado não apenas da importância da relação entre as massas do cérebro e do corpo, mas também da abundância de elementos comutadores no cérebro. Os microcircuitos tomam o número de estados cerebrais possíveis ainda maior que o que calculamos no parágrafo anterior, e assim corroboram ainda mais a espantosa singularidade de cada cérebro humano.
Podemos abordar o tema do conteúdo de informação do cérebro humano de uma forma bastante diferente - introspectivamente. Tente imaginar alguma lembrança visual, por exemplo, de sua infância. Observe-a bem de perto com o "olho" de sua mente. Imagine-a composta de um conjunto de finos pontos como uma fotografia de jornal. Cada ponto possui certa cor e brilho. Agora você deve indagar quantos bits de informação são necessários para caracterizar a cor e o brilho de cada ponto; quantos pontos compõem a imagem rememorada; e quanto tempo leva para lembrar todos os pormenores da imagem. Nesta retrospectiva, você focaliza uma parte muito pequena da imagem em um determinado momento; seu campo visual é bastante restrito. Quando encontrar todos esses números, você chega ao índice de informação processado pelo cérebro em bits por segun-do. Quando faço um cálculo desse tipo, verifico um índice máximo de processamento em torno de 5 mil bits por segundo.
Mais comumente, essas rememorações visuais concentram-se nos contornos das formas e nas alterações bruscas de brilhante para escuro, e não na configuração de áreas de brilho em grande parte neutras. A rã, por exemplo, vê com grande predomínio na direção dos gradientes de brilho. Entretanto, existem consideráveis indícios de que a lembrança pormenorizada dos interiores, e não apenas os contornos das formas, é razoavelmente comum. Talvez o caso mais contundente seja uma experiência com seres humanos em uma construção estereoscópica de uma imagem tridimensional, usando um padrão evocado por um olho e um padrão sendo visto pelo outro. A fusão de imagens nesse anaglifo requer a memória de 10 mil elementos pictóricos.
Mas eu não estou relembrando imagens visuais durante todo o meu tempo de vigília, nem estou submetendo continuamente as pessoas e os objetos a uma intensa e cuidadosa investigação. Faço isso talvez durante uma pequena porcentagem de tempo. Meus outros canais de informação - auditivos, táteis, olfativos e gustativos - são envolvidos com índices de transferência muito menores. Concluo que o índice médio de dados processados pelo meu cérebro gira em torno de (5 mil/50) = 100 bits por segundo. No decorrer de 60 anos, isso corresponde a 2 x 10^11 ou 200 bilhões de bits no total, inseridos na memória visual, ou de outra natureza, caso eu tenha memória perfeita. Esse número é menor, porém não muito menor, que o número de sinapses ou de conexões neurais (uma vez que o cérebro tem mais o que fazer além de simplesmente lembrar) e sugere que os neurônios são realmente elementos importantes na função cerebral.
Esses 200 bilhões de bits, correspondentes a 60 anos apenas de memória visual! Você consegue imaginar quantos bits são necessários para armazenar experiências sensoriais de várias encarnações? Onde está armazenada essa informação? Como é possível manter a integridade dessa informação num ambiente "etéreo"?
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Data da postagem: 23/03/2020, 21:04

JungFGigaviewUma patologia cerebral pode afetar o comportamento. Conheço o caso de uma menina que se tornou cleptomaníaca com o desenvolvimento de um tumor cerebral. Como isso afeta a alma/espírito dessa pessoa? Como ficam os julgamentos cármicos desse comportamento e da cadeia de comportamentos das pessoas que interagiram com ela e que foram roubados mas que desconheciam a existência da causa do tumor?
Se você tiver acesso a detalhes relacionados ao tumor verificará que de alguma forma afetou o lobo frontal.
Um espírito em evolução traz inúmeras imperfeições do passado e que gradualmente desvanecem após provas difíceis a serem suportadas.
A menina ainda carregava consigo deficiências morais que, em princípio, censurada automaticamente pelo super-ego policiava-se. A lesão causou transtornos comportamentais exatamente pela ausência da censura e do julgamento moral, atribuições do super-ego, localizado no lobo frontal.
Se não me engano Freud correlaciona o Ego, o Id e o Super-ego com particulares estruturas cerebrais.
Um caso clássico, alvo de estudo dos neuro cientistas é o de Phineas Gage.
O caso de Gage é considerado como uma das primeiras evidências científicas que indicavam que a lesão nos lóbulos frontais pode alterar a personalidade, emoções e a interação social. Wikipedia
Bullshit.
In the 1962 novel A Clockwork Orange by Anthony Burgess, doctors attempt to cure a violent, murderous psychopath using psychological conditioning — forcing him to endure disturbing physical reactions while witnessing acts of violence. Today, neuroscientists are studying how we use our brains to make moral decisions, and what we can do for people who do not seem to have a normal sense of morality.http://www.brainblogger.com/2012/10/11/what-make-us-moral/
Neuroscientists began looking for a region of the brain specifically dedicated to morality about ten years ago. Eventually, they discovered that the brain does not have one moral center or one system that is devoted solely to making moral decisions. Instead, various regions of the brain that are associated with planning, problem solving, cognitive control, theory of mind and social behavior are recruited when making moral judgments. These parts of the brain include the frontal lobe, the parietal lobe, the temporal lobe and various subcortical structures, including the amygdala.
The frontal lobe is involved with planning, decision-making and cognitive control. Specific areas of the frontal lobe that are associated with moral decision-making are the ventromedial prefrontal cortex, the dorsolateral prefrontal cortex and the cingulate cortex. The ventromedial prefrontal cortex is involved in emotional processing and adherence to social norms. It is used when someone is examining the emotional aspects of a moral decision. Lesions in the ventromedial prefrontal cortex are associated with lack of empathy, with anti-social, aggressive and violent behavior and with the inability to make appropriate moral decisions, despite understanding social rules. On the other hand, the dorsolateral prefrontal cortex is associated with rational decision-making and making cost-benefit assessments. It plays a role in deciding who is responsible for a crime and what punishment should be applied. The cingulate cortex acts as a mediator. It is activated when the emotional and rational aspects of a moral dilemma are compared.
Like the frontal lobe, the parietal lobe is involved with cognitive control, is associated with working memory, and may be activated during moral decision-making. The temporal lobeplays an important role in theory of mind — the ability to understand the mental states of others. Psychopaths and violent criminals may have reduced levels of temporal lobe activity and their temporal lobes may have structural abnormalities. The hippocampus, within the temporal lobe, is associated with fear conditioning. Habitual violent criminals, who never seem to learn from their punishments, appear to have low levels of hippocampus gray matter.
The amygdala is associated with emotional processing. Violent offenders may have low levels of gray matter in the amygdala. Their amygdalas may be structurally abnormal. Defects in the amygdala may cause these violent criminals to have trouble empathizing with their victims
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Data da postagem: 23/03/2020, 21:18

Durante a encarnação existe 1 espécie de acoplamento "rígido" — pois que o "°" de "flexibilidade" que haja não se conhece dentro da Doutrina — entre o cérebro carnal e o "cérebro" (so to say) perispirítico.
Daí que afecções carnais se refletem no perispírito, afetando a capacidade de percepção do espírito (ENCARNADO) proper; dele julgar, &c.
[LM, 75]
Daí que afecções carnais se refletem no perispírito, afetando a capacidade de percepção do espírito (ENCARNADO) proper; dele julgar, &c.
[LM, 75]
[...] Encarnado este, o perispírito se acha unido à matéria do corpo; estando o Espírito na erraticidade, ele se encontra livre. Quando o Espírito está encarnado, a substância do perispírito se acha mais ou menos ligada, mais ou menos aderente, se assim nos podemos exprimir.
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Data da postagem: 24/03/2020, 10:15

O livro "Os Dragões do Éden" de Carl Sagan (Cap II - Genes e CérebroOs neurobiologistas, em sua maioria, acreditam que os neurônios sejam os elementos ativos na função cerebral, embora haja indícios de que algumas lembranças específicas e outras funções cognitivas estejam contidas em determinadas moléculas do cérebro, tais como o ARN (ácido ribonucléico) ou proteínas pequenas. Para cada neurônio do cérebro existem aproximadamente 10 células gliais (originadas da palavra grega que quer dizer cola) que proporcionam a sustentação da arquitetura neuronal...
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Gigaview
Esses 200 bilhões de bits, correspondentes a 60 anos apenas de memória visual! Você consegue imaginar quantos bits são necessários para armazenar experiências sensoriais de várias encarnações? Onde está armazenada essa informação? Como é possível manter a integridade dessa informação num ambiente "etéreo"?
A DE tem me impressionado com o passar do tempo, e cada vez mais.
Conceitos genéricos, básicos, desde o principio de sua formulação e aparentemente sem propósito imediato, hoje, quando questões intricadas são propostas por seus simpatizantes, ou não, vejo que aqueles conceitos já traziam a resposta.
Consideremos, de princípio, que naquele "etéreo" a matéria é tão consistente para os que lá habitam, como a nossa é para nós. Tudo o que temos aqui, guardadas as analogias cabíveis, existe lá.
Com uma diferença importante; é que aqui, independente de nossas conquistas morais e intelectuais, sábios ou estultos, a realidade é sempre a mesma, enquanto lá, o espírito que se aperfeiçoa é guindado a novos patamares... outra realidade por assim dizer. São outros mundos igualmente "etéreos"... melhor dizendo, cada vez mais "etéreos".
A nossa matéria com suas possibilidades extremamente grosseiras e limitadas não pode ser tomada como parâmetro para comparações como aquela proposta no texto.
O ser espiritual que se desloca no espaço com a velocidade do pensamento, ou que domina o princípio da vida e da evolução, encontraria em nossa matéria algo que lhe compare?
Compreendo que alguns se admirem e mesmo duvidem do quase ilimitado poder dos bons espíritos, e isto porque ainda não dominamos os conceitos mais elementares que definem esse tipo de criatura.
Mesmo entidades de grande elevação e poder reverenciam àquelas outras a que denominam "anjos". E o determinismo divino assegura que todos ainda alcançaremos essas primícias.
Somos ainda demasiado primitivos ante o futuro que gradualmente alcançaremos... acreditando nele ou não.
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Data da postagem: 24/03/2020, 18:48

Pô JungF... :angry-tappingfoot:
...me esforço para apresentar fatos e justificar meus argumentos, pontos de vista é até perguntas, com textos interessantes e científicos e você só aparece com abobrinha e papo furado feito uma metralhadora giratória de especulações sem fundamento...
Faz um esforço aí meu chapa. Recorra à "Ciência Espírita", apareça com o resultado de pesquisas, com comprovações, mesmo que você utilize o "lado de lá" como fonte mas que seja comprovado do "lado de cá" como evidências.
Se continuar nesse ritmo, em breve estaremos discutindo uma dessas cartinhas piegas psicografadas que descrevem como é bonito o "lado de lá" e terminam com beijos e abraços para familiares, vizinhos, gato e papagaio do falecido.
...me esforço para apresentar fatos e justificar meus argumentos, pontos de vista é até perguntas, com textos interessantes e científicos e você só aparece com abobrinha e papo furado feito uma metralhadora giratória de especulações sem fundamento...
Faz um esforço aí meu chapa. Recorra à "Ciência Espírita", apareça com o resultado de pesquisas, com comprovações, mesmo que você utilize o "lado de lá" como fonte mas que seja comprovado do "lado de cá" como evidências.
Se continuar nesse ritmo, em breve estaremos discutindo uma dessas cartinhas piegas psicografadas que descrevem como é bonito o "lado de lá" e terminam com beijos e abraços para familiares, vizinhos, gato e papagaio do falecido.
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Data da postagem: 24/03/2020, 19:13

Aproveite e explique por que grandes escritores e poetas, depois que morrem, perdem inteiramente o talento e só conseguem escrever obras medíocres de estilo medíocre.
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Data da postagem: 25/03/2020, 10:17

JungF Mesmo entidades de grande elevação e poder reverenciam àquelas outras a que denominam "anjos". E o determinismo divino assegura que todos ainda alcançaremos essas primícias.
Somos ainda demasiado primitivos ante o futuro que gradualmente alcançaremos... acreditando nele ou não.
Com o risco de me repetir:
"Acontecimentos futuros não podem ser usados como argumento".
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Data da postagem: 25/03/2020, 10:19