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Governo Lula - Alckmin
Autor: Agnoscetico | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 1503119 Comentários: 844
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Caso alguém for abrir um tópico sobre "Governo Lula", se der pra lembrar, o Lula prometeu acabar com sigilo secreto. Não sei se ele teria poder pra isso ou se seria promessa que ele não autoridade política pra cumprir:

Fim de sigilo de 100 anos? As decisões de Lula que poderão afetar Bolsonaro após posse

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Vitor Moura
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Tutu
Culpar Bolsonaro pelo fracasso econômico em anos de pandemia é igual a parabenizar Lula pelo crescimento econômico em anos de boom das commodities.


https://www.instagram.com/reel/Ckk7Di4DPgU/?igshid=YmMyMTA2M2Y=
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Arcanjo Lúcifer
Foram dois anos de comércio e indústria fechados, o que vcs esperavam?


Eu esperava algo como a China, já que o Guedes era tido como um "superministro". (Na verdade eu não esperava, eu sempre disse que ele era um charlatão e que levaria o Brasil pro buraco).

IDH da China:

2019: 0,761

2020: 0,764

2021: 0,768

Mas na realidade foi...

IDH do Brasil:

2019: 0,765

2020: 0,758

2021: 0,754
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Arcanjo Lúcifer
Mas antes teve o crescimento desastroso de 3% negativos do Dilmão com 14 milhões de desempregados e as finanças ferradas só melhoraram no governo Mixéu Temi.

Vcs colocam a culpa no Bolsonaro pela merda que o PT armou e que se levou anos para desfazer?


Mentira!

Pesquisa no Google o nome do Presidente do Brasil em 2017 e 2018, e qual foi o crescimento do PIB nestes anos.

Quem herdou a crise do governo Dilma se chama Michel Temer, que estabilizou a economia e entregou ao Bolsonaro um país com inflação baixa, Selic a 6,5%, PIB em crescimento e reformas.
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Não sei se já pode considerar a transição ao governo Lula como já sendo parte do governo Lula, mas como parece que já ta sendo implementado, aqui mais um assunto na conta do futuro governo Lula:


'PEC da transição é uma barbeiragem', diz Renan Calheiros

https://br.noticias.yahoo.com/pec-da-transi%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-uma-211500771.html

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Para o senador Renan Calheiros (MDB-AL), a PEC (proposta de emenda à Constituição) de transição anunciada nesta quinta-feira (3) por integrantes da equipe do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é uma "barbeiragem". Segundo ele, não era necessário "se entregar dessa forma" ao centrão.

"É uma barbeiragem. O centrão já não cabe no Orçamento. É preciso ouvir as pessoas", diz.

Uma PEC, para ser aprovada, precisa passar por duas votações tanto na Câmara, quanto no Senado, e ter aprovação de três quintos dos parlamentares. A proposta sugerida precisaria ser analisada ainda sob a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL) para garantir os pagamentos definidos como prioritários pelos petistas.

A oposição de Renan, figura influente na Casa, que já presidiu três vezes, é um indicativo de que a emenda pode não ter vida fácil no Congresso. Apesar da crítica, ele apoiou Lula na eleição presidencial.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem dado sinais de que pretende colaborar com a transição. Já na Câmara, o cenário ainda não está claro em relação a Arthur Lira (PP-AL), que trabalhou pela reeleição do presidente.

Renan Calheiros defende que o caminho mais adequado neste momento seria fazer uma consulta ao TCU (Tribunal de Contas da União), que poderia embasar e fornecer respaldo para garantir os recursos necessários para o início do próximo governo.

"Eu concordo que precisa haver solução para o pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600 em janeiro, mas PEC não é o recomendável. O TCU vem ajudando nesse processo de transição, tem sido uma referência, poderia ter sido consultado."

O senador destaca ainda que PEC foi o mesmo caminho adotado por Bolsonaro para garantir uma série de medidas populistas às vésperas das eleições. A PEC Kamikaze, por exemplo, liberou R$ 40 bilhões para conceder, entre outras benesses, pagamento de R$ 1 mil a taxistas para auxiliar na compra de combustível.

Promessa de campanha tanto de Lula quanto de Bolsonaro, o Auxílio Brasil de R$ 600 não está previsto no Orçamento de 2023. Garantir os pagamentos já em janeiro foi colocado como um dos principais desafios dos integrantes da futura gestão.

A equipe de transição e o relator do orçamento, senador Marcelo Castro (MDB-PI), acertaram nesta quinta-feira (3) a apresentação de uma PEC para autorizar despesas acima do teto de gastos —incluindo a continuidade do benefício mínimo de R$ 600 do Auxílio Brasil.

A chamada PEC da transição foi costurada para evitar um apagão social no ano que vem, já que a proposta de Orçamento enviada em agosto pelo governo Bolsonaro assegura apenas um valor médio de R$ 405,21 no Auxílio Brasil, além de impor cortes severos em programas habitacionais e também no Farmácia Popular.

Sobre o Senado em 2023, Renan acredita que houve uma leitura precipitada e vê a possibilidade de ter uma maioria de 51 parlamentares, suficiente para garantir a eleição do presidente da Casa e medidas que precisem alterar a Constituição.

Segundo sua avaliação, dos eleitos, cinco foram bolsonaristas em vagas ocupadas atualmente por senadores da oposição, outros cinco na situação inversa, e 17 que mantiveram a situação atual, ou seja, bolsonarista em vaga de bolsonarista, e oposicionista em vaga de oposicionista.

"Dá para fazer uma maioria ampla. Sei que alguns eleitos acabaram chamando mais a atenção. Eu não conheço o [vice-presidente Hamilton] Mourão, por exemplo, mas me parece ser alguém mais conversável (sic) que o senador Lasier Martins", compara.

Questionado sobre as chances de reeleição de Rodrigo Pacheco, Renan diz que esse "é um cenário posto", mas "não é o único".

Já na Câmara, em um diálogo com os partidos e uma pauta de concertação, ele vê a possibilidade de construir uma base de 312 deputados, sem precisar acionar em um primeiro momento com PL, PP e Republicanos.
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Governo Lula colocando “neoliberais” (formuladores do Plano Real) na equipe de transição da área econômica? :lol:



Fonte: https://twitter.com/reinaldoazevedo/status/1589017613014892545?cxt=HHwWgoC82bPGqY0sAAAA

(tweet de Reinaldo Azevedo)
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Aliados devem impedir 'volta ao passado' do BNDES sob Lula, dizem analistas

https://br.financas.yahoo.com/noticias/aliados-devem-impedir-volta-ao-134600104.html

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deve ter uma atuação reforçada durante o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), projetam economistas.

Eles, porém, não enxergam por ora a volta do banco público a políticas adotadas -e bastante criticadas- em gestões petistas anteriores, como a de crédito farto e subsidiado para grandes empresas, as chamadas campeãs nacionais.

"No plano de governo, Lula indicou que iria reforçar a importância e o peso do BNDES na economia. Há uma sinalização de que o banco vai ter uma ação mais intensa", avalia a economista Carla Beni, professora da FGV (Fundação Getulio Vargas).

"Mas a gente tem de lembrar que quem ganhou a eleição não foi o PT sozinho. Foi uma coalizão. Acredito que esse movimento vá impedir o governo de cair no mesmo modelo de antes, até para não errar de novo", acrescenta.

Em uma entrevista em abril, Lula falou em "transformar o BNDES em um grande banco de investimentos para pequenas e médias empresas". Essa associação voltou a ser feita ao longo da campanha.

"Vamos incentivar o microempreendedorismo, e o BNDES vai agora financiar pequenas e médias empresas, o micronegócio, o empreendedorismo", afirmou Lula em agosto.

Já às vésperas do segundo turno, a campanha petista divulgou uma carta na qual indicou que bancos públicos, "especialmente o BNDES", além de companhias como a Petrobras, "terão papel fundamental neste novo ciclo". O programa de governo também fala em fortalecer os bancos públicos.

"A gente tende a ver um BNDES mais atuante, mais reforçado. O que se espera é que haja uma posição mais estratégica agora", diz o economista Rafael Cagnin, do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial).

"Não estamos falando daqueles empréstimos do passado, quando o banco cresceu com transferências do Tesouro. O banco não precisa se alavancar naquela magnitude. Ele precisa ser mais efetivo, mais estratégico", completa.

Criado há 70 anos, o BNDES ampliou sua atuação durante a era petista, com crédito a baixo custo para grandes empresas.

No governo Dilma Rousseff (PT), os desembolsos chegaram a R$ 190,4 bilhões apenas em 2013, conforme dados disponíveis no site da instituição.

Os recursos encolheram a partir de mudanças adotadas nos mandatos de Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL). O banco, então, passou a concentrar mais esforços na estruturação de projetos em áreas como a de infraestrutura e a de privatizações.

Em 2021, os desembolsos caíram para R$ 64,3 bilhões. Neste ano, de janeiro a junho, a quantia ficou em R$ 33,2 bilhões.

"Existe um arco de alianças políticas [com Lula], e também se espera um aprendizado em relação a experiências anteriores. Assim, a atuação do BNDES não deve ser vista apenas como um resgate do passado", aponta Cagnin.

A bolsa de apostas para a presidência do banco foi aberta logo após a definição do segundo turno das eleições.

Um dos cotados é o economista Gabriel Galípolo, ex-presidente do banco Fator. Ele atuou na campanha petista como conselheiro econômico de Lula, buscando aproximar o então candidato do mercado financeiro.

Também não está totalmente afastada a hipótese de o ex-ministro Aloizio Mercadante ocupar a presidência do BNDES.

Na visão de Sergio Vale, economista-chefe da consultoria MB Associados, ainda é preciso aguardar as primeiras confirmações do novo governo para entender o papel do banco a partir de 2023.

Ele vê um quadro "mais restrito" para as fontes de recursos da instituição (funding), se comparado às gestões petistas anteriores.

Assim, o caminho para o BNDES, avalia, seria concentrar esforços no financiamento de projetos que despertam menos interesse no setor privado, incluindo iniciativas de pequenas empresas e no setor de saneamento básico.

"Tentar competir com o setor privado, com taxas subsidiadas, como no passado, seria um erro colossal", afirma Vale. "Uma estratégia como a das campeãs nacionais tem de ser evitada a todo custo."

Segundo dados disponíveis no site do BNDES, o Tesouro Nacional representava 40% das fontes de recursos do banco em 2018. Em 30 de junho de 2022, a fatia estava em 15%.

"O país precisa investir nas pequenas e médias empresas, nas startups. São esses os negócios com mais dificuldade para tomar crédito, e não as grandes campeãs nacionais, que podem ir ao mercado de capitais", avalia Alexandre Espirito Santo, economista-chefe da Órama e professor do Ibmec-RJ.

Ele avalia que Lula assumirá a Presidência em meio a um cenário externo "mais desafiador" do que nos mandatos anteriores, o que também reforça a necessidade de preocupação com o quadro fiscal.

Desde 2018, os contratos de empréstimos do BNDES são atrelados à TLP (Taxa de Longo Prazo), mais associada a taxas de mercado.

Essa modalidade substituiu a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), que era menor por uma decisão de governo e acabava impondo custos não explícitos à política de crédito do banco.
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Aliados de Lula querem esvaziar Ministério da Justiça para turbinar Segurança Pública

https://br.noticias.yahoo.com/aliados-lula-querem-esvaziar-minist%C3%A9rio-161600831.html

Colaboradores do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), têm trabalhado para desenhar uma estrutura jurídica na qual o Ministério da Justiça passará atribuições a um novo Ministério da Segurança Pública, uma das promessas de campanha do petista.

Pela proposta em discussão, a nova pasta assumiria o controle da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Guarda Nacional e dos presídios federais.

A ideia, dizem, é mostrar que o novo governo não vai enxergar o tema da segurança pública apenas sob o ângulo dos direitos humanos. Nem apostará prioritariamente no sucesso das políticas sociais como ferramenta para combate à criminalidade.

Segundo esses aliados, essa mudança —que esvazia a pasta da Justiça e turbina o novo ministério—, serve também para mudar a imagem que o PT e partidos de esquerda têm na condução dos temas de segurança pública.

Ainda de acordo com os colaboradores, a intenção é aliar medidas repressivas de grandes efeitos concretos à adoção de políticas públicas que envolvam outros setores do governo, como educação, saúde, economia e defesa.

Entre aliados do presidente eleito, há, no entanto, quem se oponha à transferência das atribuições, abrindo uma disputa na equipe de transição do futuro governo, como já informou o Painel. Esses apoiadores alegam que, pelo menos, a PF deveria ser mantida na estrutura do Ministério da Justiça.

Há integrantes da própria corporação que defendem a permanência da PF na alçada da Justiça. Uma justificativa seria a proximidade com temas ligados ao Judiciário.

Os defensores dessa manutenção também dizem que um ministério da Segurança que inclua os policiais federais e mais PRF, Guarda Nacional e sistema prisional tende a se tornar palco de disputas corporativas que podem minar a atuação integrada desses segmentos.

Afirmam também que no modelo com dois ministérios na área jurídica pode faltar articulação e velocidade em operações que tenham que envolver órgãos como a PF e o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão responsável pela defesa da livre concorrência, que ficariam em pastas diferentes.

Para rebater o argumento de que o novo ministério fortalecido é uma promessa de campanha, os opositores à ideia lembram que na campanha de 2002 Lula também prometeu uma pasta para a Segurança Pública, mas desistiu após intervenção de Márcio Thomaz Bastos, que assumiu a Justiça.

Pelo formato em discussão, restaria ao Ministério da Justiça principalmente a articulação com os poderes Judiciário e Legislativo.

A pasta da Justiça já deve perder a Funai (Fundação Nacional do Índio) para o também prometido Ministério dos Povos Originários, que abarcará todos os órgãos ligados à proteção dos indígenas.

O Ministério da Justiça ainda continuaria com o Cade e o DRCI (Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional), que faz a ponte com o Judiciário de outros países e cuida da repatriação de valores resultantes de crimes.

Lula defendeu, publicamente, a criação do novo ministério no dia 30 de agosto, durante reunião com governadores e especialistas em segurança pública.

"Estamos propondo a criação do Ministério da Segurança Pública sem que haja nenhuma interferência na política do Estado. O que queremos é aumentar a participação da União sem interferir naquilo que é obrigação dos estados hoje", disse Lula.

Consultora sênior do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a pesquisadora Isabel Figueiredo, que participou da reunião, se diz feliz com o que chamou de sinalização do presidente eleito. "É um recado para a população e para as forças de segurança de que essa pauta vai ser importante no próximo governo", afirma.

Segundo a especialista, há muita mudança na dinâmica criminal do país, sendo um exemplo disso a presença da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na Amazônia.

Na opinião da pesquisadora, o desmembramento facilitaria a gestão do Ministério da Justiça, hoje consumida em demandas diversas. "A segurança pública no Ministério da Justiça acaba demandando muita energia do ministro na gestão das crises cotidianas", diz.

Responsável pelo debate sobre segurança pública durante a elaboração do plano de governo de Lula, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) afirma que a criação do ministério já é um compromisso do presidente eleito.

Teixeira lembra que a proposta consta dos 13 pontos apresentados por Lula no dia 27 de outubro, a três dias do segundo turno, no documento chamado de Carta para o Brasil do Amanhã.

"Vamos criar o Ministério da Segurança Pública para implementar o Sistema Único de Segurança Pública, com polícias bem equipadas, treinadas e remuneradas", começa.

O texto promete ainda a retomada do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), para profissionalização de agentes de segurança, e fortalecimento do trabalho da Polícia Federal e da Força Nacional.

A promessa foi também uma resposta aos ataques veiculados na propaganda eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL). Em uma das peças, suspensa pela Justiça eleitoral, a visita de Lula ao Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, foi usada na tentativa de associar o petista à criminalidade.

Durante a campanha, Lula também prometeu a criação do Ministério da Segurança Pública com foco no combate ao tráfico de drogas e controle de armas nas fronteiras brasileiras. Essa promessa se contrapõe à política armamentista de Bolsonaro.

A adoção de medidas mais rígidas para combate à criminalidade foi incorporada durante a elaboração do plano de governo de Lula.

O texto original continha dois parágrafos, propondo "uma segurança pública cidadã para a proteção da vida". Os representantes do PSB, partido do vice da chapa, Geraldo Alckmin, apresentaram nova redação, na qual passaram a constar os termos repressão e combate.

Uma emenda incorporada também propõe a valorização do profissional de segurança.

Atualmente, o mais cotado para assumir o Ministério da Segurança é o ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB-MA). Embora, por ser juiz, seu perfil seja mais adequado para a Justiça, Dino é apontado como um nome forte para a nova pasta.

Para a Segurança também são lembrados nos círculos petistas os nomes do sociólogo e ex-ouvidor da polícia de São Paulo Benedito Mariano e do antropólogo e ex-secretário Nacional de Segurança Pública Luiz Eduardo Soares.

Para o Ministério da Justiça, os mais citados, além de Dino, são os advogados e professores universitários Pedro Serrano e Silvio Almeida, colunista da Folha, e a senadora e advogada Simone Tebet (MDB-MS), que foi candidata à Presidência.

Aliados do presidente eleito dizem que ele tem grande estima pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski. Por isso, o nome do magistrado é citado por petistas como uma opção para pastas ligadas à Justiça.

Lewandowski, porém, já indicou a interlocutores que não pretende participar do governo. Seu nome, então, passou a ser cogitado para uma embaixada, caso ele queira.

Concretizada a criação da nova pasta, essa será a primeira vez que um governo petista contará com o Ministério da Segurança Pública em sua estrutura.

No governo Lula, o Ministério da Justiça teve à frente dois nomes fortes, Márcio Thomaz Bastos (2003-2007) e Tarso Genro (2007-2010), além de Luiz Paulo Barreto (2010).
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Parece que agora é a vez da turma de minions de Lula usar igreja pra politicagem:

Padre abandona a missa após se irritar com apoio de fieis a Lula em igreja de Goiás

https://br.noticias.yahoo.com/padre-abandona-a-missa-apos-se-irritar-com-apoio-de-fieis-a-lula-em-igreja-de-goias-143308937.html
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#FactCheck


Notícias sobre taxação do PIX pelo governo Lula são falsas

https://br.noticias.yahoo.com/noticias-sobre-taxacao-do-pix-pelo-governo-lula-sao-falsas-164649644.html

Capturas de tela de supostas notícias espalham nas redes sociais a informação de que o governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende taxar transferências realizadas por meio do PIX.

Uma das publicações afirma que Lula pretende criar o tributo pois "precisa de 200 bilhões para bancar o prometido durante a campanha". O texto não especifica a moeda do valor mencionado.

Em outra versão, posts disseminam um suposto artigo do g1 informando que o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) teria dito que a taxação do PIX é extremamente necessária. "​​Alckmin diz que por motivos financeiros específicos, a taxação do pix é algo extremamente necessário para o crescimento econômico brasileiro", diz a manchete.

Mas ambas imagens são falsas e se tratam de montagens. Nenhuma notícia igual às que circulam nas redes foi encontrada em portais de informação confiáveis.



Uma busca no Google pela suposta manchete "Lula pretende taxar o PIX para bancar promessas" não identificou nenhuma notícia semelhante em portais de notícias.

Uma pesquisa no Twitter por menções de Lula ao termo "PIX" não encontrou promessas do mandatário eleito de taxar esse tipo de transação financeira. Há apenas tuítes desmentindo a informação de que ele pretenderia acabar com o PIX.



Uma busca avançada no Google pela manchete da suposta notícia do g1 sobre a declaração de Alckmin a respeito do PIX não obteve resultados. Somente foi encontrada uma checagem do Fato ou Fake comprovando que a informação é falsa. Uma nova pesquisa por notícias semelhantes também não encontrou publicação alguma sobre o assunto em outros veículos de imprensa.

No perfil do Twitter do vice-presidente eleito, não há menções ao PIX.

Peças desinformativas semelhantes foram analisadas pela Agência Lupa e pelo Aos Fatos.
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Coincidência ou não, o dólar caiu 1,17% hoje… :lol: :lol: :lol: :lol:

“'Não serei ministro', diz Mantega sobre governo Lula”:

https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2022/11/11/guido-mantega-governo-lula.htm
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