Clube Ceticismo
Feminismo e ideologia de gênero
Autor: Tutu | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 1293706 Comentários: 662
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Na minha opinião, qualquer barriga de aluguel é violação de direitos humanos, porque a criança é tratada como mercadoria pela própria mãe.


Então qualquer caso onde se encaixa em violação de DH? Esses exemplos também?

O Marcus Valerio disse que era favorável a mulheres engravidarem pra receber benefícios sociais tipo bolsa-família e coisa do tipo. Isso seria usar filho como mercadoria.

E tem os casos de mulheres que engravidam de caras ricos e famosos pra ganhar grana de pensão.


A mãe que vende o filho é desnaturada e o enxerga como negócio. A criança é só um produto de uma fábrica natural e foi comprado pela família.

O problema de mulheres que engravidam de caras ricos é que elas querem dar o golpe da barriga. O erro começou por fazer filho com homem casado ou fora do casamento ou cometendo adultério. A "justiça" é injusta por favorecer o golpe por exigir uma pensão gorda. Isso acaba sendo um grande negócio para a golpista.

Em relação à remuneração para mulheres que engravidam, você realmente não entendeu o ponto de vista de Marcus Valério. O auxílio seria dado a todas as mães independente de ser casada ou mãe solo. Na natureza, o papel do marido é caçar e pescar para família enquanto a esposa cuida da criançada. Com o capitalismo, tudo passou a ser regido pelo dinheiro, com a exceção do papel de gestação, amamentação e cuidado com a prole. Essa pensão estatal para mães serve para que ela seja remunerada por todo o trabalho que ela tem com a prole. Ela é paga pelos impostos (a maioria homens) e assim o que muda é que o "marido provedor" foi "coletivizado".

Além disso, essa pensão não tem o objetivo de ser um valor alto de forma que pague mais do que o trabalho assalariado. No momento da gravidez pode até ser mais alto do que o trabalho, porque ela não tem como trabalhar. Mas depois que a criança chega aos 4 ou 5 anos, a mãe não precisará mais receber pensão, porque a criança já pode ir para escola ou creche.

Algo que tem sido feito é contar o tempo de licença a maternidade no tempo de serviço para poder aposentar. Isso é justo e faz muito mais sentido do que colocar a mulher para aposentar mais cedo (enquanto os homens idosos dão mais doentes e gagás do que as idosas).
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Data da postagem: 09/08/2022, 17:59
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Em relação à remuneração para mulheres que engravidam, você realmente não entendeu o ponto de vista de Marcus Valério. O auxílio seria dado a todas as mães independente de ser casada ou mãe solo.


Não me referi a mulher ter filho solo ou não, mas ao fato de engravidar pra ganhar benefícios. Isso é tratar filho como mercadoria. Imagina dizer prum filho que só teve ele só pra ter benefício pra elas mesma? Ela pode usar desculpa que seria pra sustentar o filho(a) também, mas foi só por interesse.
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Data da postagem: 09/08/2022, 18:27
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Não me referi a mulher ter filho solo ou não, mas ao fato de engravidar pra ganhar benefícios. Isso é tratar filho como mercadoria. Imagina dizer prum filho que só teve ele só pra ter benefício pra elas mesma? Ela pode usar desculpa que seria pra sustentar o filho(a) também, mas foi só por interesse.

Isso é verdade quando a pensão é gorda. Mas cuidar de filho toma tempo (que poderia ser usado em emprego remunerado) e despesa. No longo prazo, o filho será só dor de cabeça. Quem não gosta de criança não estará disposta a tamanho "sacrifício" para ganhar uns trocados.

Chamar essa ideia de usar filho como mercadoria é análogo a criticar licença à maternidade, em que a mulher larga o trabalho e continua sendo remunerada pelo governo.
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Data da postagem: 09/08/2022, 18:39
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Isso é verdade quando a pensão é gorda. Mas cuidar de filho toma tempo (que poderia ser usado em emprego remunerado) e despesa. No longo prazo, o filho será só dor de cabeça. Quem não gosta de criança não estará disposta a tamanho "sacrifício" para ganhar uns trocados.


Então é só não ter filho pra dar golpe assistencialista, ora!
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Data da postagem: 14/08/2022, 17:24
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Isso é verdade quando a pensão é gorda. Mas cuidar de filho toma tempo (que poderia ser usado em emprego remunerado) e despesa. No longo prazo, o filho será só dor de cabeça. Quem não gosta de criança não estará disposta a tamanho "sacrifício" para ganhar uns trocados.


Então é só não ter filho pra dar golpe assistencialista, ora!

Mas se ela desejar ter filho, deve jogar o auxílio ou a remuneração de licença à maternidade fora?

E aquelas que desejam um filho, mas não tem condições econômicas favoráveis?

O problema são as mães desnaturadas e o parasitismo, e não o auxílio em si. Ter um filho não é brincadeira e essa "profissão" tem que ser reconhecida, foi para as mães honestas que o auxílio foi pensado.
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Data da postagem: 14/08/2022, 18:16
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Mas se ela desejar ter filho, deve jogar o auxílio ou a remuneração de licença à maternidade fora?

E aquelas que desejam um filho, mas não tem condições econômicas favoráveis?


(2) Então é só não ter filho pra dar golpe assistencialista, ora!

Se não tem condições, não tenha filho. Se uma pessoa quer ter um jardim, mas não tem condições, faz o quê? Rouba pra conseguir um, só por que deseja? Se não tem condições de cuidar, melhor não ter.

Tutu
Essa "profissão" tem que ser reconhecida (...)


Profissão?! Procriar pra ganhar assistencialismos sociais :think:
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Data da postagem: 14/08/2022, 22:46
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Se não tem condições, não tenha filho. Se uma pessoa quer ter um jardim, mas não tem condições, faz o quê? Rouba pra conseguir um, só por que deseja? Se não tem condições de cuidar, melhor não ter.

Concordo, mas não é esse o ponto por trás da ideia.

Agnoscetico
Profissão?! Procriar pra ganhar assistencialismos sociais :think:

Você ainda não entendeu. Está preso na lógica do capitalismo e senso comum. Tentando explicar pela última vez para não andar em círculos. Sei que aqui é Brasil, terra da malandragem e da cultura de trabalhar pouco e tirar vantagem. Mas a sociedade ainda assim tem necessidades de produtos e serviços e as pessoas de dinheiro.

Primeiro, o ser humano vive em sociedade e existem várias funções que eles devem fazer para a sobrevivência: pescar, plantar, confeccionar ferramentas, construir barracas e... gestar/amamentar/cuidar de crianças. Tudo isso toma tempo e dá trabalho.

Com a introdução do dinheiro na sociedade, tudo passou a ser monetizado, com a exceção do esforço da mãe. Comida pode ser plantada para ser vendida, ferramentas podem ser confeccionadas e vendidas, pedreiros podem ser contratados. A função de mãe só pode ser terceirizada parcialmente com a profissão de babá. Mas o trabalho de gestação, amamentação e amor não é possível de terceirizar ou monetizar, mas continua sendo uma das funções necessárias para a sobrevivência humana. E quem faz esse trabalho precisa comer, dormir, e outras coisas. Então, como essa função social imonetizável deve ser remunerada?
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Data da postagem: 14/08/2022, 23:25
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Você ainda não entendeu. Está preso na lógica do capitalismo e senso comum.


Desde quando profissão é algo relacionado a capitalismo e senso comum? Mesmo em sociedades pré-capitalistas essa questão já existe.
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Data da postagem: 15/08/2022, 14:38
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OLHAR PRA MULHER VIROU CRIME???

Tentativa de criminalização do flerte.



O FEMINISMO MENTIU PARA VOCÊ! (VIOLÊNCIA DOMÉSTICA)

70% das vítimas mortas em violência doméstica são homens.



O MACHISMO JÁ SALVOU VIDAS?

O que será "machismo"?

Machismo mata: Mata homens.

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Data da postagem: 18/08/2022, 14:08
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Alguém publicou no Linkedin sobre porque não tem tantas mulheres empreendedoras quanto homens. E teve comentários sobre mulheres terem tendência natural a não se arriscar e escolher certas profissões.

Desconheço até onde esse determinismo biológico seria fato, e se, por isso, por questão cultural, muitas mulheres são induzidas inconscietemente a preferir profissões, já que há dados como, por exemplo, cursos como informática, eletrônica, etc, costumam (ou costumavam) ser pouco procurados por mulheres.

Mas muitos nas discussões se limitam a resumir tudo a lacração ou mitação sem se aprofundar.



Mulheres ainda são minoria entre fundadores de startups; entenda as dificuldades

https://www.linkedin.com/news/story/mulheres-ainda-s%C3%A3o-minoria-entre-fundadores-de-startups-entenda-as-dificuldades-4988233


Eduardo Zavanin

Fora da rede3º+

Professional Tramp

2 d

Qualquer pessoa que tenha convivido em sociedade por alguns meses já teve a percepção de que mulheres são mais avessas ao risco do que homens. Se na média as mulheres são ligeiramente mais avessas ao risco não precisa ser nenhum gênio para entender que na ponta da distribuição a vasta maioria que é menos avessa ao risco serão homens. Ser CEO de uma startup exige muito sangue frio em decisões. Sinceramente, a Mckinsey é uma execelente consultoria e me desculpe Ana Fontes, mas essa mania de querer construir pautas lacradoras simplesmente ignora totalmente a realidade e quer construir um mundo de fantasia que não tem absolutamente nada a ver com a verdade dos fatos.




Cristiano Nicolai

(Dr)

Fora da rede3º+

Administrador, Advogado e Teólogo.

2 d

Porque os homens arriscam mais.




Daniel Medeiros

Fora da rede3º+

Analista em orçamento de obras

2 d

(editado)

Júlia discordo,pois existem estudos que mostram que se colocar um menino e uma menina numa sala com um monte de brinquedos e deixá-los a própria escolha, o menino tende a esconder brinquedos de construção, como legos, carros, bolas de futebol e a menina tende a ir para brinquedos de cuidados, casinha, bonecas, te recomendo a ver o vídeo paradoxo da igualdade.
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Data da postagem: 06/10/2022, 23:20