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Estados Unidos da América
Autor: JJ_JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 87251 Comentários: 127
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Enquanto cresce a tensão com a China, os EUA se aproximam de Taiwan com cautela

O secretário de Saúde dos EUA, Alex Azar, com o presidente Donald Trump, na Casa Branca em maio de 2020 - AFP/Arquivos

AFP

08/08/20 - 16h12



Em sua investida contra a China, o governo Donald Trump está intensificando o apoio a Taiwan, ainda que Washington haja com cautela sobre a visita de sua delegação de mais alto nível em quatro décadas à ilha, gerando irritação em Pequim.

Sob liderança do secretário de Saúde e Serviços Humanos americano, Alex Azar, a delegação se dirige rumo a Taiwan em uma visita relacionada ao êxito da ilha na resposta contra a COVID-19, cuja proliferação da doença o presidente americano culpa a China.

O Instituto Americano em Taiwan, a embaixada de fato dos EUA em Taipei, informou que Azar será o funcionário americano de mais alto nível a visitar a ilha desde 1979, quando os Estados Unidos rompeu relações e reconheceu o governo comunista de Pequim como o único representante da China.

Por sua vez, o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, que raramente perde uma oportunidade de criticar a China, foi extraordinariamente cuidadoso quando questionado sobre a viagem de Azar.

“Membros do gabinete já viajaram para Taiwan antes. Isso está de acordo com as políticas de épocas anteriores”, ressaltou Pompeo a repórteres.

Azar “irá lá e conversará com eles sobre assuntos de saúde pública”, incluindo a busca por uma vacina, acrescentou Pompeo.

Especialistas observam que o governo Trump está ciente dos riscos caso aumentem as tensões em torno de Taiwan, uma questão extremamente sensível para Pequim.

A República Popular da China considera Taiwan uma de suas províncias. A ilha é governada por um regime rival que se refugiou ali depois que os comunistas tomaram o poder no continente em 1949, após a guerra civil chinesa.

Taiwan não é reconhecido como um estado independente pela ONU. E Pequim ameaça usar a força no caso de uma proclamação formal da independência em Taipei ou de uma intervenção externa, principalmente de Washington.

Douglas Paal, que chefiou o Instituto Americano em Taiwan durante a presidência de George W. Bush, afirmou que o governo Trump ainda está dentro do limite estabelecido pela China como alerta vermelho: nenhum oficial da segurança nacional dos EUA deve visitar Taiwan.

Na década de 1990, os Estados Unidos regularmente enviavam autoridades comerciais, ressalta Paal.

A diferença agora é o contexto da viagem de Azar, em um momento em que as relações entre Washington e Pequim estão em plena tensão.

Enviá-lo a Taiwan, analisa o especialista, está de acordo com os critérios estabelecidos e fora do alerta vermelho, mas ao mesmo tempo manda uma mensagem para a China.



“O fato de eles não escolherem enviar um conselheiro de segurança nacional ou outra pessoa sugere que eles estão tentando chegar o mais perto possível do limite da linha vermelha da China, mas sem cruzá-la”, explica Paal.

– Linha dura –

O governo Trump tem assumido uma postura cada vez mais dura contra a China. Em um discurso recente,Pompeo considerou um fracasso a política sustentada em relação à China nas últimas quatro décadas.

Nos últimos dias, Trump ordenou restrições radicais aos populares aplicativos chineses TikTok e WeChat, e o Departamento do Tesouro sancionou os líderes de Hong Kong por causa da nova lei de segurança, vista pelos ativistas como um instrumento legal para Pequim silenciar o dissidentes.

Paal disse que é possível que o governo Trump pressione por ações mais drásticas contra a China antes das eleições de 3 de novembro, nas quais o presidente busca ser reeleito.

“Estou interpretando muito claramente que os chineses veem isso como uma possibilidade e estão tentando evitar ser arrastados” nessa direção, disse ele.



Taiwan recebeu um amplo apoio bipartidário em Washington. A presidente Tsai Ing-wen foi saudada não apenas pela resposta do seu governo ao novo coronavírus, mas também, entre os democratas americanos, mas por suas opiniões progressistas, incluindo a defesa dos direitos dos homossexuais, algo incomum para um líder asiático.

Uma lei do Congresso americano exige que Washington venda suprimentos militares para Taiwan para garantir sua defesa contra as forças armadas de Pequim, muito superiores às da ilha.

No último ano, em uma das maiores vendas em anos, o governo americano aprovou vendas de US$ 8 milhões em aviões de combate para substituir a frota envelhecida de Taiwan.

Os Estados Unidos também pressionaram para que Taiwan fosse incluída nas agências das Nações Unidas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Gerrit van der Wees, um ex-diplomata holandês que leciona a disciplina “História de Taiwan” na Universidade George Mason, afirma que Trump pareceu hesitante, e atrasou as transações ao mesmo tempo em que buscava um pacto comercial com a China.

Porém, a partir dos acontecimentos recentes, como a imposição da lei de segurança chinesa em Hong Kong e a prisão em massa dos muçulmanos uigures, mudaram os planos, segundo van der Wees.

O governo Trump “vê isso principalmente como uma oportunidade de ultrapassar os limites em termos de fortalecimento e aprofundar o apoio a Taiwan, que construiu uma democracia dinâmica”, avalia o ex-diplomata.

https://www.istoedinheiro.com.br/enquanto-cresce-a-tensao-com-a-china-os-eua-se-aproximam-de-taiwan-com-cautela/

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Que objeto representaria, num museu, o que restou dos EUA?

O que ficou dos etruscos, que por dois mil anos prosperaram nas terras da Itália? Um vaso de barro lascado. Um pote de batata Pringles poderia representar a sociedade americana

Martha Batalha 30/09/2020

Existe também uma outra forma de entender o museu. É assimilar o acervo não como exemplo das maravilhas criadas pelo homem, mas como o pouco que restou de civilizações destruídas. Sala após sala, o que vemos são os resquícios de culturas que um dia se pensaram invencíveis. O que ficou dos etruscos, que por dois mil anos prosperaram nas terras da Itália? Um vaso de barro lascado. E dos persas, que no auge do império dominaram quase metade da população mundial? Uma cumbuca amassada de cobre. O acervo do MET prova que a História é feita de fracassos e de pilhagens, de silêncios irreversíveis e de aprendizados perdidos. Ele mostra que os homens são especialistas, principalmente, em retroceder e destruir.

[...]

Isso me faz pensar na cumbuca dos persas. Nada impede que, daqui a alguns séculos — e se a Terra não derreter até lá —, o pouco que reste da sociedade americana esteja na vitrine de museu. Um tubo de batata Pringles sabor churrasco. Uma camiseta da Abercrombie & Fitch. Meia cabeça da Estátua da Liberdade.

Se a plaquinha com a explicação for sincera, dirá serem aqueles os restos de uma civilização extraordinária, que decaiu com a erosão da democracia. Um sistema confuso, barulhento e que dá trabalho, mas que ainda assim era o melhor. Ainda outra civilização defunta, que ali jaz porque há milhares de anos os homens cometem o mesmo erro de novo e de novo, de relegar o bem comum ao segundo plano.

https://oglobo.globo.com/cultura/que-objeto-representaria-num-museu-que-restou-dos-eua-24666716
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Se esse ex-presidente fez crimes tem que pagar, mas se fosse pra prender um presidente dos EUA que tivesse financiado terrorismo, tráfico, etc, pra manter operações militares em outros países (como fizeram Reagan, Bush, etc), será que ia rolar?

Ex-presidente das Honduras foi detido a pedido dos EUA


O ex-presidente das Honduras, Juan Orlando Hernandez, foi detido na sequência de um mandado dos EUA, acusado de narcotráfico e crimes com armas de fogo


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Não é tanto sobre o Liberalismo em si, mas sim sobre a Globo, que tem fama de liberal e pró-EUA na política externa - uma combinação contraditória muitas vezes:

O Partido Republicano começa a abandonar o isolacionismo de Trump e volta a adotar o tom bélico dos tempos de Bush, que foi seguramente o pior presidente em política externa da história dos EUA, além de ter cometido crimes de guerra no Iraque, onde centenas de milhares morreram


(Guga Chacra - Mestre em Relações Internacionais pela Columbia University, é comentarista da GloboNews, da TV Globo e da Rádio CBN e colunista do Jornal O Globo) (pus a autodescrição do autor do tweet no Twitter)

Fonte: https://twitter.com/gugachacra/status/1502105910877036544?cxt=HHwWgIC5jcLXxtgpAAAA

Guerra na Ucrânia, guerra na Ucrânia… E quanto aos outros conflitos que envolvem ou envolveram os EUA? Vejamos:

os ucranianos são mais merecedores de simpatia do que os sírios, afegãos, iemenitas, etc? não.

a guerra na ucrânia importa mais para o mundo do que esses outros conflitos? sim, e de longe.

aqui está o porquê

https://ianbremmer.bulletin.com/russia-ukraine-about-more-than-racism



(Ian Bremmer - traduzido)

Fonte: https://twitter.com/ianbremmer/status/1501922109035094017?cxt=HHwWgoC91euM89cpAAAA

Um trecho (traduzido) do artigo: “É por causa do impacto desproporcional que poderia ter na prosperidade e na paz global.”
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Não é tanto sobre o Liberalismo em si, mas sim sobre a Globo, que tem fama de liberal e pró-EUA na política externa - uma combinação contraditória muitas vezes:

O Partido Republicano começa a abandonar o isolacionismo de Trump e volta a adotar o tom bélico dos tempos de Bush, que foi seguramente o pior presidente em política externa da história dos EUA, além de ter cometido crimes de guerra no Iraque, onde centenas de milhares morreram


(Guga Chacra - Mestre em Relações Internacionais pela Columbia University, é comentarista da GloboNews, da TV Globo e da Rádio CBN e colunista do Jornal O Globo) (pus a autodescrição do autor do tweet no Twitter)

Fonte: https://twitter.com/gugachacra/status/1502105910877036544?cxt=HHwWgIC5jcLXxtgpAAAA

Guerra na Ucrânia, guerra na Ucrânia… E quanto aos outros conflitos que envolvem ou envolveram os EUA? Vejamos:

os ucranianos são mais merecedores de simpatia do que os sírios, afegãos, iemenitas, etc? não.

a guerra na ucrânia importa mais para o mundo do que esses outros conflitos? sim, e de longe.

aqui está o porquê

https://ianbremmer.bulletin.com/russia-ukraine-about-more-than-racism



(Ian Bremmer - traduzido)

Fonte: https://twitter.com/ianbremmer/status/1501922109035094017?cxt=HHwWgoC91euM89cpAAAA

Um trecho (traduzido) do artigo: “É por causa do impacto desproporcional que poderia ter na prosperidade e na paz global.”




Pode-se ser contra a agressão de Putin na Ucrânia E contra a agressão da Arábia Saudita no Iêmen.

[Agentes de desinformação estão tentando confundir a maquinaria lógica das pessoas.]



(Nassim Nicholas Taleb - traduzido)

Fonte: https://twitter.com/nntaleb/status/1501625401046614021?cxt=HHwWioCy8ZSW7NYpAAAA
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'Onda vermelha' frustrada e rival fortalecido: por que eleição nos EUA é decepção para Trump

https://br.noticias.yahoo.com/onda-vermelha-frustrada-e-rival-192041449.html

Diante de uma multidão de apoiadores em Ohio, no início desta semana, o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump fez uma promessa: um "grande anúncio" em 15 de novembro.

A data, acreditava-se, estaria exatamente uma semana depois de uma prevista "onda vermelha" de vitórias republicanas nas eleições de meio de mandato, que muitos observadores interpretavam como um teste decisivo de sua influência sobre o partido.

A onda, no entanto, quebrou como marolinha. O anúncio de Trump - provavelmente apresentando seu nome para a corrida presidencial de 2024 - deve vir após uma eleição em que muitos dos candidatos endossados ??por ele tiveram desempenho inferior ao esperado, o que deve aprofundar questionamentos sobre a viabilidade da marca "Make America Great Again" (Faça a América grande de novo, em tradução livre) como elemento permanente do conservadorismo dos EUA.
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Alguém comentou que a estratégia dos democratas foi incentivar os candidatos republicanos mais radicais e fundamentalistas a se manifestar e falar bostas que virariam manchete.

Os candidatos moderados acabaram não aparecendo e não foram lembrados, enquanto que os radicais foram rejeitados.
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Alguém comentou que a estratégia dos democratas foi incentivar os candidatos republicanos mais radicais e fundamentalistas a se manifestar e falar bostas que virariam manchete.

Os candidatos moderados acabaram não aparecendo e não foram lembrados, enquanto que os radicais foram rejeitados.


Com gente assim, democratas nem precisam se esforçar pra ganhar, mesmo com Biden fazendo gafes, mencionando Colômbia num evento voltado a relação com países asiáticos.
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Alguém comentou que a estratégia dos democratas foi incentivar os candidatos republicanos mais radicais e fundamentalistas a se manifestar e falar bostas que virariam manchete.

Os candidatos moderados acabaram não aparecendo e não foram lembrados, enquanto que os radicais foram rejeitados.


“Efeito Invasão do Capitólio”, candidatos trumpistas atrapalhando republicanos? Quem poderia imaginar que a melhor coisa que pode acontecer com o Partido Democrata abalado pela impopularidade da inflação alta foi a erupção dessa direita bizarra e trumpista… :roll:
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Agora tão procurando bode expiatório pra derrota dos republicanos:


Democratas comemoram vitória no Senado e republicanos se culpam pela derrota

https://br.noticias.yahoo.com/democratas-comemoram-vit%C3%B3ria-no-senado-185537496.html

Democratas do partido do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comemoraram neste domingo a manutenção do controle do Senado nas eleições de meio de mandato, um resultado que abala seus rivais republicanos, enquanto Donald Trump se prepara para uma possível nova candidatura presidencial em 2024.

"É motivo de comemoração", disse uma sorridente Nancy Pelosi, líder dos democratas na Câmara dos Representantes, à CNN, depois que a reeleição da senadora Catherine Cortez Masto no estado de Nevada foi anunciada no sábado.

"Quem teria pensado há dois meses que aquela 'onda vermelha' se tornaria uma gota muito pequena", brincou Pelosi, referindo-se à cor do Partido Republicano.

Diante da alta inflação e da impopularidade de Biden, líderes republicanos chegaram a prever um "tsunami" vermelho durante a votação de 8 de novembro.

Trump, onipresente na campanha, tinha como objetivo surfar a onda republicana para fortalecer sua nova candidatura à Casa Branca. Um "grande anúncio" ainda é esperado nesta terça-feira, mas seu humor mudou.

- Irritação -



Neste domingo, Trump atribuiu a derrota a Mitch McConnell, líder dos republicanos no Senado, um forte aliado durante seu mandato, mas de quem se distanciou desde o ataque ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 por partidários do magnata.

"Ele estragou a eleição e todos o desprezam", disse o presidente republicano em sua rede social, a Truth Social, criticando McConnell por não gastar o suficiente na campanha de Blake Masters, o candidato apoiado por Trump no Arizona.

A derrota de Masters, assim como de outra das fichas de Trump em Nevada, permite que os democratas mantenham 50 assentos dos 100 no Senado e, portanto, lhes dá o domínio da Câmara alta, já que a vice-presidente Kamala Harris tem o voto de desempate.

Esse resultado ilumina o horizonte de Biden. "Sinto-me bem e estou esperançoso com os próximos dois anos", disse o presidente de Phnom Penh, no Camboja, onde se encontrou com líderes asiáticos antes de viajar para a cúpula do G20 em Bali.

Os democratas começam até a sonhar em manter sua maioria na Câmara dos Representantes.

"Ainda achamos que temos chances de vencer", afirmou Pelosi, enquanto os resultados ainda são aguardados em cerca de vinte distritos eleitorais.

De acordo com a CNN e a ABC, os republicanos detêm atualmente 211 dos 218 assentos necessários para garantir uma maioria, enquanto os democratas teriam entre 204 e 206.

- "Cansado de perder" -

Entre os republicanos, Trump não é o único incomodado.

"O velho partido está morto, é hora de enterrá-lo", tuitou o senador Josh Hawley, uma figura republicana de direita, que pediu "a construção de algo novo".

No dia anterior, outros aliados de Trump pareciam querer desafiar os líderes do partido no Congresso, cujos cargos estarão em disputa em breve.

Entre os moderados, o governador de Maryland, Larry Hogan, apresentado como possível adversário de Trump em 2024, atribui o fiasco ao bilionário republicano.

"Esta é a terceira eleição consecutiva que Donald Trump nos fez perder", criticou Hogan no domingo à CNN. "Estou cansado de perder", disse ele, retomando um pouco da retórica que ganha força nos últimos dias na mídia conservadora.

Trump, um magnata do setor imobiliário de 76 anos, ainda assim mantém uma popularidade inegável com parte do eleitorado republicano e as pesquisas até agora mostram que ele ainda venceria uma primária republicana.

O governador da Flórida, Ron DeSantis, reeleito triunfalmente e uma nova estrela da extrema direita, aparece logo atrás nas pesquisas e pode vencer se os problemas legais do ex-presidente acabarem por desqualificá-lo.

Trump é alvo de várias investigações por seu papel no ataque à sede do Congresso e por sua gestão dos arquivos secretos da Casa Branca. No entanto, um anúncio de candidatura, o que deve acontecer na terça-feira, tornaria uma possível acusação mais sensível.
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