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Dossiê Jair Bolsonaro: seus crimes e desonestidades
Autor: Huxley | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 2015421 Comentários: 859

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É essa gente que vai decidir nossas vidas agora?!
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Data da postagem: 07/10/2026, 09:29

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Data da postagem: 07/10/2026, 09:30

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Fernando_SilvaVamos para o mesmo buraco que os EUA de Trump...
https://www.facebook.com/reel/2307584769779968
Já sabemos qual será o primeiro ato presidencial. Tentar anistiar quem foi pedir para os comandantes das forças armadas darem golpe e só parou de pedir quando um ameaçou dar voz de prisão:

Fonte: https://x.com/neoliberaisbr/status/2107818582394429650
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Data da postagem: 07/10/2026, 12:23
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HuxleySim, verdade. Essa foi uma conclusão minha dado o contato pessoal entre Flavio e Chiquinho no momento seguinte e dado o fato de Peixe não ser politico e sim assessor de um dos irmãos.
Você está correto em uma coisa: Peixe era assessor de Domingos Brazão, e Chiquinho aparece na conversa. Mas isso não muda o ponto principal nem a cronologia das mensagens.
Então há uma diferença importante entre dizer que Peixe estava ligado aos Brazão e dizer que Chiquinho foi quem pediu a emenda. As mensagens documentadas sustentam a primeira afirmação, mas mostram Peixe como o interlocutor que fez diretamente o pedido ao gabinete.
Ele aparenta ser o empregado pedindo a coisa em nome de outro e não o beneficiário, mas eu posso estar errado.
Mas qual a diferença disso para o que estamos discutindo? Os 3 são milicianos. Se foi um caso ou o outro nada muda na analise.
HuxleyO Montante diz muito em relação a classificar o contato como algo banal na vida de um Deputado, ou se o fato se demonstra como um grande favor a um amigo próximo.
Mas aí você está misturando duas coisas diferentes.
Eu não disse que R$ 200 mil representavam uma parcela relevante do total de emendas do Flávio. O ponto é outro: o tamanho relativo da verba não diz nada sobre a natureza ou a duração da relação entre a assessora e o Peixe. R$ 200 mil podem ser 0,34% do orçamento de emendas e, ainda assim, ter havido uma negociação específica e prolongada para conseguir aquele dinheiro.
É o Estadão quem diz que o contato mantido era "tão próximo" e não conseguiu demonstrar o tamanho desse proximidade. O montante da emenda certamente não indica isso, nem o contato feito por meio de assessores.
Fica faltando ao jornal provar que o contato era assim tão próximo e não meramente uma negociação corriqueira de uma quantia pequena das verbas de emendas.
HuxleyEsse é exatamente meu ponto.
E chamar isso simplesmente de “não havia contato próximo porque eles não tinham intimidade para trocar mensagens diretamente” também não resolve. Quem está em contato não é o Flávio pessoalmente, mas a assessora do gabinete dele com o Peixe. E justamente esse contato está documentado por vários meses.
O contato de Flavio com os milicianos não era próximo. Quem manteve contato por mensagem foi a assessora, não Flavio.
O contato parece que era bem indireto ou inicial.
HuxleyO que refuta a afirmação de que Flavio tinha "contato tão próximo com um miliciano condenado pelo supremo pela morte de Marielle".
Em outubro de 2023, Peixe pede que ela veja com “nosso Senador” se consegue ajudar, ela pede que formalize por e-mail ou ofício e ele envia a solicitação. Depois ela pergunta se ele ainda está com o “deputado Brazão” e o orienta a levar Chiquinho a um evento para “reforçar o pedido com o senador”. Em novembro, ele volta a cobrar que Flávio não esqueça o projeto. Em março de 2024, continua cobrando a destinação. E, no meio disso, em janeiro, a própria assessora pede quatro ingressos para o camarote da Sapucaí ao Peixe.
Então eu concordo com você em uma coisa: isso não prova, por si só, que Flávio e Peixe tinham intimidade pessoal. Aliás, eu nem afirmei isso. O que os documentos demonstram é outra coisa: havia uma relação funcional continuada entre Peixe e uma assessora do gabinete de Flávio, envolvendo negociação de emenda, cobrança de andamento, tentativa de contato pessoal com o senador e posteriormente pedido de ingressos.
Flavio não tinha esse contato próximo, quem manteve o contato foi a assessora e na época ninguém ali era condenado por nada, nem se sabia da participação deles no caso Marielle.
HuxleyMas refuta a qualificação de que o contato era próximo.
É justamente por isso que eu acho inadequado reduzir tudo a “eles nem trocavam mensagens diretamente”. O fato de a intermediação ser feita por uma assessora não elimina a existência do contato; a assessora era justamente a representante do gabinete nas tratativas.
Novamente: Não neguei o contato.
O problema está em usar desse contato para tentar validar narrativas mentirosas e difamatórias.
HuxleyNão estou fazendo espantalho nenhum. Foram eles quem fizeram afirmações anacrônicas que destoam do que se sabia na época, só isso.
Mas aí acho que você está criando um espantalho do argumento do Editorial.
HuxleyO problema é atribuir malícia, ao que pode ser explicado por estupidez.
Eu não estou dizendo que Flávio necessariamente sabia quem era Peixe, nem que estava obrigado a “manter distância” dos Brazão. Também concordo que não dá para afirmar, sem prova, o que Flávio pessoalmente sabia em 2023. Essa parte precisa permanecer como questão em aberto.
O ponto é outro: “não podemos provar o que Flávio sabia” não significa “não havia nenhuma razão para o gabinete saber ou perceber quem era o interlocutor”.
Problema mais ainda, fazendo isso em um EDITORIAL as vésperas das eleições, que ajudam a repisar em narrativas fajutas e difamatórias sobre o envolvimento de Flavio com as milícias do Rio.
Não sabemos o que Flavio sabia ou deixava de saber, só podemos especular.
Mas eu duvido muito que Flavio puxe a ficha corrida na policia de todo parlamentar ou assessor de parlamentar com quem faz acordos.
HuxleySim, em 2024 a policia investigava isso, em 2023 foi o contato. Independente disso o que a policia sabe e investiga é diferente do que é de conhecimento publico e do que é de conhecimento especifico de Flavio.
Peixe não era apenas “um assessor de um conselheiro do TCE”. Ele era assessor pessoal de Domingos Brazão e já exercia esse papel havia anos. Mais importante: a própria PF posteriormente descreveu Peixe como uma figura com uma rede de contatos bastante ampla e o apontou como intermediador de contatos dos Brazão com outros agentes. Em 2024, por exemplo, a PF encontrou conversas dele com o então chefe de gabinete da Secretaria de Segurança do RJ e destacou justamente o alcance dessa rede de contatos.
HuxleyA grande diferença entre Flavio e instituições publicas é que muitas instituições publicas pendem o "nada consta" antes de contratar alguém. Duvido que o Flávio tenha esse tipo de exigência ao lidar com outros parlamentares e seus assessores.
E existe uma diferença fundamental entre o seu exemplo do “Estado” ou do TCE e o caso do gabinete de Flávio: no caso de Flávio existe uma interação documentada diretamente com Peixe para conseguir dinheiro público. Não estamos falando simplesmente de “Flávio conhecia um político que tinha um assessor”.
HuxleyO salto do editorial foi maior do que esse. Além dele sugerir que Flavio deveria saber, ele o cobrou em relação a condenações pelo STF que só ocorreram no futuro.
Agora, se o Editorial dá um salto maior e transforma isso em “Flávio sabia que Peixe era ligado à milícia”, aí eu concordaria com você que seria necessário apresentar a evidência específica dessa afirmação. Uma coisa é documentar o contato; outra é provar o conhecimento subjetivo de Flávio sobre a ficha de Peixe.
Eles cobraram em 2026 com a informação disponível em 2026, que Flavio tivesse agido diferente em 2023, quando a mesma informação não estava disponível e nem os mesmos fatos (a condenação pelo STF) tinha ocorrido.
HuxleyNão, não vale porque eu não afirmei que ele não sabia nem cobrei que os atos dele se baseassem em não saber.
Mas isso também vale para o seu argumento: o fato de Domingos ser conselheiro do TCE e Chiquinho deputado não prova que Flávio desconhecia quem era Peixe. São duas coisas que precisam ser investigadas separadamente.
O Estadão cobrou um comportamento de Flavio que pressupõe que ele tivesse o conhecimento que ninguém sabe se ele tinha ou não.
HuxleyErro que eu não cometi.
O que não está demonstrado apenas por essas mensagens: que Flávio pessoalmente soubesse da suposta ligação de Peixe com a milícia ou que tivesse conhecimento de qualquer finalidade ilícita.
A primeira afirmação é factual. A segunda exige prova adicional. O erro é usar a ausência da segunda prova para apagar a primeira.
HuxleyEle usou a informação da condenação como exemplo do porque Flavio não poderia ter tido tal relacionamento. Isso é anacronismo.
Isso é o que da a entender.
Por que a cobrança em relação a um "condenado pelo STF" se na época isso não era verdade? A sugestão é a de que Flavio deveria ter agido ontem com o mesmo tipo de conhecimento que se pode ter hoje.
Puro anacronismo.
Existe uma diferença importante entre:O segundo sentido é perfeitamente possível.
- “Flávio se relacionou em 2023 com um homem que já era condenado pelo STF” — afirmação cronologicamente falsa;
- “Flávio se relacionou em 2023 com Robson Calixto, que posteriormente foi condenado pelo STF pelo caso Marielle” — afirmação cronologicamente correta.
Portanto, chamar todo o editorial de “anacrônico” ou “mentiroso” exige demonstrar que o Estadão efetivamente atribuiu a Flávio conhecimento, em 2023, daquilo que só foi revelado posteriormente. O trecho citado não faz isso.
E nessa afirmação ele fez a suposição de que Flavio tinha o conhecimento do envolvimento com a milícia e com o assassinato de Marielle, a despeito do detalhe da condenação.
O Frase do Estadão foi:
"É extremamente preocupante que um candidato à Presidência tenha mantido vínculo tão próximo, até pouco tempo atrás, com um miliciano condenado pelo Supremo pela morte de Marielle" e depois no corpo do editorial diz "É extremamente preocupante, para dizer o mínimo, que um candidato à Presidência da República tenha mantido vínculo tão próximo com um criminoso de sangue até pouco tempo atrás".
A cobrança do candidato é clara, pressupõe conhecimento dos crimes praticados por eles e ainda usa de informação que não era verdadeira na época, de modo anacrônico, para enfatizar seu ponto e aumentar a gravidade do contato.
A narrativa do editorial martela a difamação da esquerda contra Flávio sobre o seu suposto envolvimento com as Milícias, coisa que é sempre foi falsa até onde se sabe.
E isso feito em Editorial antes das eleições é que é alarmante.
HuxleyVocê não disse, mas o Editorial do Estadão toma isso como pressuposto.
Mas justamente aí está a diferença que você está apagando: eu não disse que em 2023 já era público e comprovado que Peixe era miliciano. Disse que ele não era um completo desconhecido sobre quem não existia nenhuma informação anterior.
Flavio não poderia ter tido contato com milicianos que mataram Marielle. Cobram isso dele, como se ele já tivesse que saber disso em 2023.
HuxleyNão segue dizer e ninguém disse.
Você tem razão em uma coisa: as informações de 2018 e 2022 eram denúncias e elementos de investigação, e não uma sentença dizendo “Robson Calixto é integrante de milícia”. Inclusive, a própria PF em 2024 ainda tratava algumas informações com cautela e reconhecia que havia pessoas cuja participação não tinha sido suficientemente corroborada naquele momento.
Mas daí não segue que “ninguém poderia saber de nada sobre ele em 2023”.
A única questão é que se ele sabia e se tivéssemos a informação de que ele sabia, ai sim ele poderia ser cobrado por isso. Mas não temos essa informação e portanto não se pode cobrar dele isso como se ele soubesse.
Você pode levantar duvidas sobre se ele já poderia saber ou não, mas não pode fazer cobranças como se ele efetivamente soubesse.
Mesmo porque, como dito antes, saber que a policia o investigava desde antes de 2023, não é o mesmo que essa informação ser não só publica, mas de conhecimento comum.
HuxleyMas essa informação era de conhecimento comum ou era um denuncia que só a policia conhecia e investigava?
Em 2018 já havia notícias de fato encaminhadas aos órgãos de segurança que apontavam nominalmente Robson Calixto, o “Peixe”, como responsável pela arrecadação de valores da milícia da Taquara e como segurança dos Brazão. Isso não prova, sozinho, que ele fosse miliciano — mas prova que já existia informação oficializada às autoridades sobre essa possível ligação. A própria PGR posteriormente citou esse registro de 18 de junho de 2018.
Existiam informações de jornal sobre eles antes de 2024?
As investigações contra Peixe, por exemplo, ocorriam sobre segredo de justiça. Os fatos se deram em 2018, mas isso só veio a publico em 2024.
Veja que mesmo a existência de publicação em jornal antes disso, não afastaria a hipótese de que sendo a repercussão pequena Flavio não soubesse. Até um fato se tornar um grande escândalo, mesmo uma investigação já vazada ao publico não significa que chega ao conhecimento de todos.
Mas se você for olhar o caso dos Brazão vai descobrir que antes da delação bomba de Roni Lessa em 2024, esses fatos não eram de conhecimento geral.
É verdade que antes disso já existiam suspeitas publicas de relação entre os Brazão e as milícias, mas como dito, eram suspeitas de outra natureza e de muito menor repercussão.
HuxleyMas essa informação era publica? A participação de Peixe nesse caso foi tornada publica ainda em 2022 ou somente em 2024 quando levantaram o sigilo da investigação contra ele?
E em 2022 a situação não era simplesmente “alguém ouviu um boato sobre Peixe”. O MPRJ já tinha uma atuação formal contra a estrutura de Rio das Pedras e havia identificado e prendido Marcus Vinicius Reis dos Santos, o “Fininho”, como liderança da organização criminosa.
Portanto, acho que o argumento correto é:
não sabemos se Flávio sabia que Peixe tinha envolvimento com milícia; mas também não podemos afirmar que essa informação simplesmente não existia ou que Peixe era uma pessoa sem qualquer sinal anterior de ligação com esse meio.
Essa é uma distinção importante ao querer questionar HOJE, aquilo que se poderia saber na época.
O conhecimento de que a policia investigou fato X, Y e Z em determinada época, não implica que isso fosse de conhecimento publico nem que fosse simples para Flavio Bolsonaro em especifico tomar conhecimento desses fatos.
E esse é o problema com o tipo de cobrança incisiva feita pelo editorial.
HuxleyAliás, a delação de Lessa é relevante para explicar por que essas conexões ganharam enorme notoriedade em 2024, mas ela não criou retroativamente os registros de 2018 nem as investigações anteriores. A própria PF e a PGR, depois da delação, recuperaram e deram novo significado a elementos que já existiam.Não cria os fatos retroativamente, mas é um marco bastante objetivo em se cobrar o momento em que Flavio não poderia apelar ao argumento da ignorância sobre esses fatos.
Se o contato tivesse ocorrido após a delação de Roni Lessa a cobrança faria sentido. Mesmo que Flavio fosse burro o suficiente para não saber disso em 2024.
Poderia ser cobrado no mínimo pela completa falta de competência.
Mas antes disso a cobrança é que demonstra ser simplesmente anacrônica. Ela toma por fato que o candidato teria que ter um conhecimento que na época não era assim tão simples dele ter.
HuxleyMas a minha afirmação não foi essa.
Então eu concordo com a sua formulação se ela for: “em 2023 não estava comprovado publicamente que Peixe era miliciano.”
O que eu não concordo é transformar isso em: “em 2023 não havia elementos anteriores que pudessem levantar dúvidas sobre quem era Peixe.”
São afirmações bem diferentes.
Minha afirmação é de que na época esses elementos eram escassos e não existe nenhuma prova de que Flavio tivesse conhecimento desses elementos, nem de que é coerente achar que ele teria a obrigação de ter conseguido chegar a esses elementos.
Essa cobrança me parece bastante irrazoável.
HuxleyMas para sustentar meu argumento eu não preciso sustentar para nenhuma lado, por isso mesmo, nunca o fiz.
E ainda tem uma terceira distinção: uma coisa é o que a sociedade em geral sabia; outra é o que órgãos de investigação já tinham registrado; e outra, completamente diferente, é o que Flávio ou sua assessoria efetivamente sabiam. A última continua sendo uma questão factual que precisa de evidência específica — não dá para simplesmente presumir seguramente nem para um lado, nem para o outro.
O Editorial do Estadão no entanto precisa presumir para um dos lados e o fez. Essa é a falácia do editorial que eu refutei.
HuxleyEle não sabia, segundo sua própria versão, que Adriano da Nóbrega viria a ser apontado posteriormente como chefe de uma milícia. Mas, em 2005, decidiu homenageá-lo com a Medalha Tiradentes mesmo sabendo que Adriano estava preso preventivamente sob acusação de homicídio. Posteriormente, a então esposa de Adriano e a mãe dele foram empregadas em seu gabinete, e seus nomes apareceram nas investigações sobre o esquema de “rachadinha”. Em 2007, Flávio também fez declarações defendendo as milícias como uma “nova forma de policiamento” e reduziu os crimes praticados por milicianos a “casos isolados”.Diversos parlamentares no Rio foram estúpidos o suficiente para relativizar as milícias no seu surgimento, alguns até mesmo em apoia-las com apalavras (o que não pressupõe envolvimento com elas) como se fossem uma reação bem-vinda ao domínio das facções que tem verdadeiras cidade-estados dentro da cidade do Rio.
O problema é o uso desses fatos para criar acusações difamatórias que vão além do que os fatos em si podem demonstrar. O caso da condecoração ao policial amigo de Queiroz é um bom exemplo disso.
A relação de amizade era entre Adriano e Queiroz, ambos PMs do Rio. Não da para afirmar nem que o próprio Queiroz soubesse que Adriano era miliciano, muito menos Flavio.
Flavio participou de mais de 500 condecorações em seus 16 anos na Alerj, dessas ele condecorou ao menos uns 20 PMs que depois foram condenados por alguma coisa.
Segurança publica é um dos nichos de campanha de Flavio, dar honrarias a policiais é o que ele fazia diariamente, essa foi para um assessor dele, provavelmente como um favor. Idem para a contratação dos parentes do miliciano, o que é em parte uma forma de nepotismo moderna. Você não pode botar parente então da o cargo para os amigos ou amigos do amigo.
Dai estabelecer uma relação entre Flavio e a milícia é um salto e esse é o tipo de difamação e associação que o Editorial do Estadão teve a intenção de fazer.
A ideia de que o Editorial não tenta fazer essa associação com a milícia no vácuo, mas dentro de um contexto maior de difamação contra Flavio é certamente parte da questão.
Nesse caso eu faço do seu argumento de que existe um "contexto" e que esse não é um caso isolado, o meu argumento de que nesse ponto estamos de acordo.
Isso não é um fato isolado é um caso de difamação continuada que se aproveita de difamação prévia no mesmo sentido jogada contra Flavio e tentando associa-lo falsamente com a milícia.
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Data da postagem: 08/10/2026, 01:23

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Data da postagem: 08/10/2026, 09:42

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Eduarda Campopiano, a ‘antifeminista’ mais votada em SP, o estado com mais denúncias de violência contra a mulher
Por Pâmela Dias 06/10/2026

A deputada eleita Eduarda Campopiano ao votar em SP — Foto: Reprodução do Instagram / @eduarda_campopiano
A incoerência é patente, tanto por parte da recém-eleita deputada estadual Eduarda Campopiano quanto dos 1,95 milhão de eleitores que a escolheram em São Paulo.
Motivo: Campopiano fez da guerra contra feministas e pessoas trans uma bandeira política justamente no estado brasileiro que mais registra denúncias de violência contra esses grupos.
De acordo com dados do Disque 100, São Paulo registrou entre janeiro e 5 de outubro deste ano, 10.510 protocolos de denúncias (quantidade de vezes que um usuário buscou o ONDH para fazer uma queixa) e 85.857 violações de direitos humanos.
Campopiano, que se apresenta como “antifeminista” e já disse não acreditar que o feminicídio “seja algo que exista”, foi a deputada estadual mais votada de São Paulo.
https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/10/eduarda-campopiano-a-antifeminista-mais-votada-em-sp-o-estado-com-mais-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher.ghtml
Por Pâmela Dias 06/10/2026

A deputada eleita Eduarda Campopiano ao votar em SP — Foto: Reprodução do Instagram / @eduarda_campopiano
A incoerência é patente, tanto por parte da recém-eleita deputada estadual Eduarda Campopiano quanto dos 1,95 milhão de eleitores que a escolheram em São Paulo.
Motivo: Campopiano fez da guerra contra feministas e pessoas trans uma bandeira política justamente no estado brasileiro que mais registra denúncias de violência contra esses grupos.
De acordo com dados do Disque 100, São Paulo registrou entre janeiro e 5 de outubro deste ano, 10.510 protocolos de denúncias (quantidade de vezes que um usuário buscou o ONDH para fazer uma queixa) e 85.857 violações de direitos humanos.
Campopiano, que se apresenta como “antifeminista” e já disse não acreditar que o feminicídio “seja algo que exista”, foi a deputada estadual mais votada de São Paulo.
https://oglobo.globo.com/blogs/lauro-jardim/post/2026/10/eduarda-campopiano-a-antifeminista-mais-votada-em-sp-o-estado-com-mais-denuncias-de-violencia-contra-a-mulher.ghtml
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Data da postagem: 08/10/2026, 14:57

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Ele nem se preocupa mais em disfarçar ...
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Data da postagem: 08/10/2026, 14:58
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Fernando_SilvaBozo defende que crianças usem armas.
Vídeo:
https://www.instagram.com/reel/DeMc-zsxspC/
Esse é o Bolsonaro que nós amamos! Nos EUA os estados o Arkansas, Tennessee e Utah, entre outros, ensinam NAS ESCOLAS como as crianças devem manusear armas de fogo.
Isso EVITA ACIDENTES com armas de fogo.
As crianças aprendem desde cedo a respeitar as armas, a nunca apontar uma arma para alguém, mesmo que esteja descarregada, a tratar TODA arma como se estivesse carregada, como armazenar a arma em segurança, etc...
Principalmente, aprendem que armas não são brinquedo.
Quando eu era criança em São Paulo, aqui no Brasil do desarmamento, meu irmão achou a arma carregada e ilegal do meu tio no guarda roupa do escritório do restaurante dos nossos pais. Eram três irmãos sócios do restaurante, meu pai e dois tios.
Ele apontou a arma pra mim, eu tinha 7 anos e ele 9 anos de idade.
Por sorte era um 38 e não aquelas pistolas da empresa nacional monopolista que as vezes dispara sozinha.
Felizmente nenhuma tragédia aconteceu. Mas em nações civilizadas onde existe o respeito a legitima defesa, as crianças já aprendem desde cedo a evitar esse tipo de situação.
Já o Lula e sua turma defendem que as crianças devem rebolar e fumar maconha desde cedo.
A diferença é brutal.
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