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Coréia do Sul
Autor: Agnoscetico | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 8555 Comentários: 19
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Sul-coreanos celebram a destituição do presidente Yoon por declaração de lei marcial


Seul, 4 abr (EFE).- Centanas de sul-coreanos celebraram nesta sexta-feira a histórica destituição do presidente Yoon Suk-yeol, marcada por uma considerável divisão na opinião pública que se tornou evidente no centro de Seul, após a decisão unânime do Tribunal Constitucional.


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a destituição do presidente Yoon por declaração de lei marcial

A Coreia tem uma suprema corte que funciona.

Essa é a função dela.

Só não sei se ela tem problemas de abuso, ou aparelhamento político ou globalista como ocorre no Ocidente.
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Coreia do Sul: o lado de crises e desencanto em país conhecido por educação, tecnologia e k-pop



Se os coreanos reduzirem a jornada de trabalho, a economia não se sustentará.

Por outro lado, a República da Coreia é muito mais igualitária do que a maior parte do Ocidente e tem alta mobilidade social.
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A CRISE SILENCIOSA: A Coreia do Sul Está Desmoronando



@Robson-do8gg

Japao e coreia sao o ápice do capitalismo, paises onde o sistema "deu certo" ao maximo, e vao desaparecer justamente por isso, que ironia...


- Hospital, escola e apartamentos pertencentes a chaebols.

- Excesso de trabalho (gwarosa, o karoshi coreano).

- Vestibular insano em que a sociedade não tolera falhas.

- Chaebols estão acima da lei, cometem corrupção e permanecem impune, e os políticos são os representantes que pagam o pato. Chaebols são iguais uma nobreza.

- Mulheres protestam com 4B: não namorar, não sexo, não casar, não ter filhos para sustentar o "inferno".

- Empregos concentrados na metrópole.

- Além do problema social do vestibular, a sociedade só considera casável se tiver casa própria.

- É lucrativo abrir negócio para fazer limpeza de apartamento de idoso solitário que morreu sem ninguém saber.
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A CRISE SILENCIOSA: A Coreia do Sul Está Desmoronando



@Robson-do8gg

Japao e coreia sao o ápice do capitalismo, paises onde o sistema "deu certo" ao maximo, e vao desaparecer justamente por isso, que ironia...


- Hospital, escola e apartamentos pertencentes a chaebols.

- Excesso de trabalho (gwarosa, o karoshi coreano).

- Vestibular insano em que a sociedade não tolera falhas.

- Chaebols estão acima da lei, cometem corrupção e permanecem impune, e os políticos são os representantes que pagam o pato. Chaebols são iguais uma nobreza.

- Mulheres protestam com 4B: não namorar, não sexo, não casar, não ter filhos para sustentar o "inferno".

- Empregos concentrados na metrópole.

- Além do problema social do vestibular, a sociedade só considera casável se tiver casa própria.

- É lucrativo abrir negócio para fazer limpeza de apartamento de idoso solitário que morreu sem ninguém saber.

Eram um país pobre, de agricultores. A Coreia do Norte é que que era a parte industrializada. Progrediram muito rápido, em uma geração, e não tinham experiência com esse tipo de sociedade.
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Canal Rota Asiática anda pessimista com Japão e Coreia. :lol:

Coreia parece Cyberpunk.

COREIA DO SUL QUE OS DORAMAS NÃO MOSTRAM



@EliasDoNovoTestamento

Aonde o dinheiro é deus, o mundo é um mercado e os homens são produtos. Se não dá pra vender, são descartados.

@pandinhass8878

O povo aqui não está entendendo que a coisa q mais pega lá e saúde mental, todo lugar tem seus problemas mas lá a cobrança e surreal, quando vc cresce escutando que vc tem q fazer p ser e não consegue cumprir essa expectativa o psicológico quebra isso e algo que começa dês do nascimento e termina na vida adulta ou velhice... Vi um documentário de um rapaz que saiu de casa e disse "aqui as pessoas não se abraçam" e que éramos muito sortudos por ter essa aproximação...

@fabio.1256

Quando a sociedade valoriza aparência ao extremo, o declínio é certo. Tudo não passa de maquiagem, luzes e palco, e as empresas e o governo tem culpa em incentivar isso


@victorrpg04

Incrível como ambas as coreias são opostas, porém igualmente espelhos distópicos da realidade.


Como a COREIA DO SUL ESCONDE seus MORADORES DE RUA - “Ninguém ajuda..."

(Para alarmistas: o número é muito pequeno em comparação com o Ocidente)



@ilcamarques7259

Os dramas coreanos de suspense ou policial, você consegue ver situações sobre o assunto do vídeo! Inclusive sobre o preconceito e o bullying, baseado na hierarquia. Um exemplo, o drama A lição. Mas, ⚠️ aviso, esteja preparado porque é pesado.

@kimjongun-ii294

Mesmo os empregados coreanos jovens bem graduados somente recebem o suficiente para pagar as despesas mensais, não vivem.

@sineianunes1568

Coreia do Sul, muita ilusão. Tem um grande números suicídios jovens. E tem um outro lado de muita tristeza. 🤦🏽‍♀️🤦🏽‍♀️


O oposto do Brasil não é necessariamente bom. É potência econômica e tecnológica e excelente pontuação na educação, mas tem um povo trabalhando como zumbis ou deprimido.

É trabalho excessivo desde a infância, com educação pesada que não garante emprego confortável.

Existe cobrança de perfeição e de não tolerar falhas. A cultura de honra não permite pedir ajuda, para não demonstrar fraqueza.

Assim tem muito suicídio.

Aparência física lá importa e espinha pode custar vaga de emprego. O mercado de trabalho é muito concorrido e difícil de conseguir vaga boa. Muitos coreanos diplomados fazem trabalho de pobre, assim como os engenheiros brasileiros que dirigem Uber.

Pobre mora em pequeno apartamento em porão, que é quente e abafado. Os que não tem teto pagam trocados para dormir em café ou sauna.

Há idosos catando papel nas ruas.

Enquanto o rico fica cada vez mais rico.

Desempregados e sem-teto tem problema para consegui emprego. Há preconceito com desempregado, achando que fez merda, e é suspeito não ter residência fixa. É esperado que a pessoa tenha o mesmo emprego de forma permanente.

Chaebols são o problema, mas também são a solução. Se deixar a população continuar diminuindo, mas manter a indústrial dos chabols como exportadoras, produzindo o mesmo volume. No longo prazo, o número de pessoas que não trabalham para chaebols será menor e população menor tornaria moradia mais acessível. Não há espaço para construir no pequeno território deles.
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O segredo do "Milagre do Rio Han" (o salto industrial em larga escala voltado para a exportação) foi ajuda dos EUA.

Fonte: Gemini
Os principais pilares que antecederam e sustentaram o crescimento coreano incluem:

1. A Reforma Agrária (anos 1950)
Apesar de o país ser extremamente pobre e devastado pela guerra, o governo de Syngman Rhee implementou uma profunda reforma agrária. 

  • As grandes terras dos latifundiários tradicionais foram expropriadas e redistribuídas para os camponeses.
  • Isso eliminou o poder da antiga elite agrária, reduziu a desigualdade no campo e transformou camponeses em pequenos proprietários independentes. Esse capital e energia que antes ficavam presos à terra puderam migrar posteriormente para o comércio, a indústria e a educação.

2. O Boom na Educação
Durante os anos 1950, houve um investimento massivo na escolarização básica e na alfabetização da população, patrocinado tanto pelo Estado quanto por famílias que viam na educação o único caminho para ascensão social. Quando a industrialização pesada deslanchou nos anos 1960, a Coreia do Sul já contava com uma mão de obra alfabetizada e surpreendentemente bem-educada, algo raro entre países que saíam da pobreza extrema na época.

3. A Ajuda Externa Maciça (Estados Unidos)
Nos anos do pós-guerra, a economia sul-coreana sobrevivia essencialmente graças à enorme ajuda financeira e humanitária dos Estados Unidos. Os norte-americanos injetaram bilhões de dólares para evitar o colapso do país anticomunista na linha de frente da Guerra Fria. Essa ajuda supriu o déficit comercial crônico e financiou a infraestrutura básica inicial (como energia e transportes).

4. Anos 1950
Se a base (educação, fim do latifúndio e infraestrutura básica) foi gestada nos anos 50, Park Chung-hee mudou radicalmente a estratégia econômica:

  • Modelo voltado para fora: Enquanto os governos anteriores tentavam uma industrialização voltada apenas para substituir o que importavam (sem muito sucesso devido ao mercado interno pequeno), Park mudou o foco para a exportação agressiva para o mercado global. 
  • Aliança Estado-Empresas (Chaebols): O governo passou a planejar a economia de forma centralizada (através dos Planos Quinquenais) e a direcionar empréstimos a juros baixos, isenções fiscais e privilégios estatais para grandes conglomerados familiares (os chaebols, como Samsung e LG) que conseguissem cumprir metas rígidas de exportação. 

Sem ajuda dos Estados Unidos, a Coreia hoje seria rica ou uma favelona?
Sem a ajuda e a aliança estratégica com os Estados Unidos, a Coreia do Sul dificilmente teria se tornado a potência tecnológica global que é hoje. Ela poderia, sim, ter parado no meio do caminho ou enfrentado um destino muito mais parecido com o de nações estagnadas ou subdesenvolvidas.

A influência americana foi decisiva por vários motivos estruturais:

1. O Cordão Umbilical Financeiro dos Anos 50
Logo após a Guerra da Coreia, o país estava literalmente reduzido a cinzas, sem infraestrutura, sem indústrias e incapaz de gerar receita própria. Durante toda a década de 1950 e boa parte dos anos 1960, a ajuda econômica e militar dos EUA financiou o orçamento do governo sul-coreano e evitou que a população morresse de fome. Sem esse "oxigênio" financeiro externo, o Estado sul-coreano teria colapsado e provavelmente falido.

2. Acesso Privilegiado ao Mercado Americano
Quando Park Chung-hee mudou a chavinha da economia para o modelo de exportação, a Coreia precisava desesperadamente de quem comprasse seus produtos. Os Estados Unidos abriram amplamente o seu mercado consumidor para os eletrônicos, têxteis e produtos siderúrgicos sul-coreanos, mesmo sabendo que a Coreia protegia o seu mercado interno contra produtos americanos. Para Washington, manter a Coreia do Sul economicamente viável era uma prioridade geopolítica vital na Guerra Fria contra o comunismo.

E se os EUA não estivessem lá?

Estagnação sob ditaduras corruptas: Vários países receberam ajuda americana na Guerra Fria, mas desperdiçaram em corrupção e nunca decolaram. O diferencial sul-coreano foi que o Estado militar (embora duro e autoritário) usou o dinheiro e a disciplina para forçar os chaebols a competirem globalmente. Sem essa pressão e sem o mercado externo garantido, a Coreia poderia ter se tornado apenas mais um país em desenvolvimento preso à armadilha da renda média.

...

Se os Estados Unidos tivessem oferecido apenas proteção militar (garantindo a segurança contra a Coreia do Norte e contendo a expansão comunista), mas nenhum centavo de ajuda financeira e nenhum acesso especial ao seu mercado, a história da Coreia do Sul seria radicalmente diferente — e muito provavelmente mais parecida com a de nações que penaram décadas para sair do subdesenvolvimento.

Sem o "oxigênio" econômico americano nos anos 1950 e 1960, o cenário mais provável teria desdobramentos severos:

1. Colapso Financeiro Imediato (Anos 1950)
No pós-guerra, a Coreia do Sul não tinha arrecadação de impostos, indústrias, reservas internacionais e nem sequer conseguia alimentar sua própria população.

  • Sem a ajuda humanitária e o suporte orçamentário dos EUA, o governo de Syngman Rhee teria entrado em falência técnica instantânea.
  • O país enfrentaria fomes generalizadas crônicas e uma instabilidade social tão violenta que o governo — mesmo com as forças armadas — provavelmente teria desabado muito antes de 1960.

2. A Impossibilidade da Reforma Agrária e da Educação
A reforma agrária e a expansão educacional massiva dos anos 50 só puderam acontecer porque o Estado sul-coreano estava sendo financeiramente sustentado de fora.

  • Sem fundos externos, o governo não teria como comprar as terras dos latifundiários para redistribuí-las sem causar um colapso fiscal.
  • O Estado não teria orçamento para construir escolas ou subsidiar o sistema de ensino que alfabetizou a mão de obra que mais tarde operaria as fábricas.

3. Sem Mercado para Exportar (O Fracasso do "Milagre")
Mesmo que um líder como Park Chung-hee chegasse ao poder em 1961 e tentasse criar um modelo voltado para a exportação, ele esbarraria em uma parede intransponível: para quem vender?

  • Os mercados europeus estavam focados em sua própria recuperação (Mercado Comum Europeu).
  • Os países vizinhos na Ásia eram pobres ou fechados.
  • Se os Estados Unidos mantivessem as portas fechadas ou aplicassem taxas protecionistas severas aos produtos coreanos (tratando Seul como qualquer outro país pobre), os produtos da Samsung, LG e Hyundai simplesmente não teriam para onde ir. Sem compradores ricos, a industrialização voltada para a exportação morre no nascimento.

Qual seria o destino da Coreia do Sul nesse cenário alternativo?
Com proteção militar, o país não teria sido invadido ou conquistado pela Coreia do Norte (o escudo militar dos EUA ainda garantiria a sobrevivência física do Estado). No entanto, economicamente, a Coreia do Sul teria se tornado um "estado tampão" estagnado e altamente dependente de caridade internacional intermitente.

Em vez de uma potência tecnológica global de alta renda, Seul poderia ter se parecido com uma economia de renda baixa ou média-baixa crônica daquela época — presa à agricultura de subsistência, com infraestrutura precária, altos índices de desemprego e uma população emigrando em massa para tentar a vida em outros países, sem nunca conseguir acionar o gatilho do milagre econômico.


O mesmo ocorreu com Taiwan?
Sim, a trajetória de Taiwan (República da China) é incrivelmente semelhante à da Coreia do Sul, seguindo quase exatamente a mesma "receita" geopolítica e econômica patrocinada pelos Estados Unidos durante a Guerra Fria.

Assim como os sul-coreanos, os taiwaneses evitaram ser engolidos pelo bloco comunista, receberam pacotes maciços de ajuda financeira americana e usaram esse suporte para construir um milagre econômico focado em tecnologia e exportação.

Os principais paralelos entre Taiwan e a Coreia do Sul incluem:

1. O Escudo Militar e a Ajuda de Emergência (Anos 1950)

  • Contexto: Após perder a Guerra Civil Chinesa em 1949, o governo nacionalista de Chiang Kai-shek fugiu para a ilha de Taiwan. O Partido Comunista de Mao Tsé-tung ameaçava invadir a ilha a qualquer momento para "terminar o serviço".
  • A intervenção dos EUA: Quando a Guerra da Coreia estourou em 1950, o presidente americano Harry Truman enviou a 7ª Frota da Marinha dos EUA para o Estreito de Taiwan, bloqueando militarmente qualquer invasão chinesa.
  • Ajuda financeira: Assim como na Coreia, os EUA injetaram bilhões de dólares em Taiwan entre 1951 e 1965. Esse dinheiro estabilizou a economia da ilha, que estava inflacionada, falida e lotada de milhões de refugiados do continente.

2. A Reforma Agrária (O Ponto de Partida)
Assim como Seul fez sob influência americana, o governo em Taiwan implementou uma reforma agrária profunda na década de 1950.

  • O Estado comprou terras dos grandes proprietários e as vendeu a preços acessíveis para os camponeses.
  • Isso destruiu o poder da antiga elite agrária rural e gerou capital que, mais tarde, foi investido no setor industrial e comercial.

3. Educação e Mão de Obra
Com o apoio financeiro externo, Taiwan investiu fortemente na alfabetização e na educação técnica. Quando a ilha decidiu abrir as portas para a industrialização, contava com uma população altamente disciplinada e instruída, pronta para trabalhar nas novas fábricas.

4. O Modelo Voltado para a Exportação e o Mercado Americano
Nos anos 1960, Taiwan também percebeu que seu mercado interno era pequeno demais e mudou o foco para a exportação agressiva.

  • Os Estados Unidos serviram de principal mercado consumidor para os produtos taiwaneses (primeiro têxteis e brinquedos, depois componentes eletrônicos e semicondutores).
  • Washington também facilitou a entrada de empresas estrangeiras e a transferência de tecnologia para a ilha.

O Resultado: Dois Gigantes Tecnológicos
O paralelo é tão forte que tanto a Coreia do Sul quanto Taiwan ficaram conhecidas mundialmente como dois dos "Quatro Tigres Asiáticos" (junto com Hong Kong e Singapura).

Hoje, a semelhança continua no topo da cadeia tecnológica global:

  • A Coreia do Sul abriga a Samsung e a SK Hynix (gigantes dos chips de memória).
  • Taiwan abriga a TSMC (a maior fabricante de chips semicondutores avançados do planeta, essencial para praticamente todos os smartphones, carros e inteligências artificiais do mundo).

Em suma: se os EUA tivessem dado apenas proteção militar e fechado a carteira e o mercado, Taiwan teria sofrido o mesmo destino de estagnação que imaginamos para a Coreia do Sul. O sucesso de ambas foi o casamento perfeito entre a contenção militar americana e políticas internas rígidas de desenvolvimento.
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É claro que sair das garras do socialismo soviético/maoista e de suas consequências nefastas foi um fator decisivo para o desenvolvimento, pois esse modelo implicou atraso em razão da devastação provocada por guerras e da irracionalidade econômica. O fato de ter havido ajuda de uma superpotência estrangeira foi apenas um detalhe.

A diferença gigantesca de desenvolvimento entre China e Taiwan não é à toa. O mesmo vale para a diferença entre Coreia do Sul e Coreia do Norte.

E a ideia de que a Coreia do Sul conseguiu seu milagre econômico por causa do protecionismo é um mito, como mostram as informações da primeira página do tópico Protecionismo x Livre Mercado.
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HuxleyÉ claro que sair das garras do socialismo soviético/maoista e de suas consequências nefastas foi um fator decisivo para o desenvolvimento, pois esse modelo implicou atraso em razão da devastação provocada por guerras e da irracionalidade econômica. O fato de ter havido ajuda de uma superpotência estrangeira foi apenas um detalhe.

A diferença gigantesca de desenvolvimento entre China e Taiwan não é à toa. O mesmo vale para a diferença entre Coreia do Sul e Coreia do Norte.

E a ideia de que a Coreia do Sul conseguiu seu milagre econômico por causa do protecionismo é um mito, como mostram as informações da primeira página do tópico Protecionismo x Livre Mercado.
Outros países, nas mesmas condições, continuaram atrasados.
Não basta uma superpotência ajudar se o país não faz a sua parte.

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