
Clube Ceticismo
Carnaval
Autor: Tutu | Categoria: Papo Furado | Exibições: 8157 Comentários: 9
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Tutu
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Fazendo algo similar ao tópico de Natal.
Esta festa milenar inventada para celebrar o derretimento do gelo do inverno do mediterrâneo. Ela se tornou o símbolo máximo da cultura brasileira.
Dizem fazer bem para economia, mas os empregos são temporários e na verdade faz mal, por ter muito consumo e pouca produção.
O que você acha do carnaval?
É algo bom? É algo idiota? Serve só para sexo livre? É um encontro com amigos? O som das bandas é bom?
O que é o carnaval para você? Por que ele move tanto as pessoas? Por que dura milênios sobrevivendo até a pandemias?
O brasileiro comum se importa com desfile de escola de samba ou está ocupado com folia?
Esta festa milenar inventada para celebrar o derretimento do gelo do inverno do mediterrâneo. Ela se tornou o símbolo máximo da cultura brasileira.
Dizem fazer bem para economia, mas os empregos são temporários e na verdade faz mal, por ter muito consumo e pouca produção.
O que você acha do carnaval?
É algo bom? É algo idiota? Serve só para sexo livre? É um encontro com amigos? O som das bandas é bom?
O que é o carnaval para você? Por que ele move tanto as pessoas? Por que dura milênios sobrevivendo até a pandemias?
O brasileiro comum se importa com desfile de escola de samba ou está ocupado com folia?
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Data da postagem: 13/02/2024, 17:35

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Fernando_Silva
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Acho carnaval um saco. Não vejo nenhuma graça nos desfiles repetitivos das escolas de samba e seus sambas-enredo, todos parecidos porque seguem a mesma receita de bolo para funcionar na avenida.
Sem falar nos "patronos", que nada mais são que criminosos, mas que são homenageados e desfilam livremente.
Também não vejo graça em sair em blocos no meio de gente bêbada e suada, ao som de "sucessos" de quinta categoria e sob um sol de rachar, deixando para trás ruas devastadas e cheirando a mijo.
Isso quando não tocam aquelas mesmas e cansadíssimas marchinhas de 50, 60 anos atrás.
Sem falar nos "patronos", que nada mais são que criminosos, mas que são homenageados e desfilam livremente.
Também não vejo graça em sair em blocos no meio de gente bêbada e suada, ao som de "sucessos" de quinta categoria e sob um sol de rachar, deixando para trás ruas devastadas e cheirando a mijo.
Isso quando não tocam aquelas mesmas e cansadíssimas marchinhas de 50, 60 anos atrás.
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Data da postagem: 14/02/2024, 08:40

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Gabarito
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Como saber que dia cai o carnaval?
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Data da postagem: 15/02/2024, 05:50
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Tutu
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O carnaval é bom sim, você que é insuportável e não sabe ser feliz
Período de incultura do Brasil, quando tem alta de violência, sujeira e doenças sexualmente transmissíveis.
Período de incultura do Brasil, quando tem alta de violência, sujeira e doenças sexualmente transmissíveis.
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Data da postagem: 26/02/2025, 15:26

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Fernando_Silva
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Um sóbrio no bloco
Ano passado um amigo que é sócio atleta da folia teve uma iluminação: percebeu que o grande perigo para o seu celular era o álcool. Um gênio, não?
Por Leo Aversa — Rio de Janeiro 04/02/2025
Começou o carnaval! Loucura! Já tem bloco na rua! Doideira!
Desde sábado passado é o que ouço dos amigos. Não partilho — infelizmente — do mesmo entusiasmo. No meu amplo cardápio de defeitos, o prato do dia é não beber. Pode até ser bom para a saúde, mas limita bastante a vida social. Também torna complicada a minha participação em eventos onde a muvuca e o excesso são de bom-tom. Não é que considere bloco algo ruim, longe disso, é que me faltam as condições etílicas para achar bom.
No entanto, dou a maior força, quero mais é que eles tomem conta das ruas — menos a minha, por favor — e que os foliões se divirtam muito. O que me fascina — além das marchinhas — são as artimanhas que inventam para não perder o celular. Todo ano é a mesma coisa:
“Descobri uma doleira blindada! Vem com cadeado! É só colocar por dentro do short que ninguém pega!”, avisa um. “Fiz uma fantasia que tem um compartimento — a decência me impede de revelar onde — secreto para celular, ladrão nenhum vai achar!”, comemora outra. “Instalei um app que tranca o celular, só abre com senha, se roubarem não tem como acessar nada.”
E lá vão eles, alegres e felizes, rumo à folia, na certeza de que — desta vez — não terão nenhuma aporrinhação com roubo de carteira, celular ou cartão. Tá tudo no esquema, anunciam ao abrir a primeira cerveja. Logo vem a segunda, a terceira... aí acaba o dinheiro vivo, é necessário um Pix para pagar a quarta. Sem a cautela dos sóbrios, o celular é arrancado com estardalhaço do seu esconderijo secreto. Mais algumas cervejas e... Isso aqui tá muito bom, só tem gente bonita e divertida, preciso postar esta alegria toda no meu Instagram!
Como não fazer uma selfie com aquele cara fantasiado de Trump com boné do MST? E essa de Fernanda Torres segurando o Oscar? Mais cinco minutos de narrativas nas redes e lá se vai o celular na mão do gatuno, rumo a um camelô da Uruguaiana. No dia seguinte o folião é encontrado de ressaca, física e moral, tentando entender como é que o seu plano perfeito deu errado de novo.
A tentativa de combinar razão e álcool é um desafio não só nos blocos. Quem não tem aquela amiga que antes da festa fala horrores do ex, chama de tóxico, machista e impotente, mas no fim de noite está atracada com o estrupício? E o cara discreto e reservado que resolve dizer “umas verdades” depois de tomar todas? É raro, mas acontece muito.
Ano passado um amigo que é sócio atleta da folia teve uma iluminação: percebeu que o grande perigo para o seu celular era o álcool. Um gênio, não? Com um iPhone recém-adquirido no bolso, tomou uma decisão temerária: nada de bebida na folia. A diversão vai ser a seco!, anunciou.
Fiquei com pena. Sei bem como é.
No dia seguinte acordou sem ressaca e com celular, mas traumatizado. Ligou em estado de choque: “Foi horrível! Só tinha gente estranha e chata, todo mundo suado, se espremendo uns nos outros, cantando coisas sem sentido. O horror, o horror! Nunca mais!”
Demorou um ano para se refazer do trauma. No fim de semana passado estava de volta, outra vez inflamável. Já perdeu o celular, é claro, porém o bloco — milagrosamente — voltou a ser uma alegria só, cheio de gente fina, elegante e sincera. É carnaval.
https://oglobo.globo.com/cultura/leo-aversa/coluna/2025/02/um-sobrio-no-bloco.ghtml
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Data da postagem: 27/02/2025, 08:21
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Tutu
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"O carnaval é a expressão mais genuína da cultura brasileira. É o tempo em que o povo brasileiro se reúne para celebrar a sua própria ignorância e a sua própria miséria."
Olavo de Carvalho
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Data da postagem: 09/03/2025, 12:31
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Tutu
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🎭 O CARNAVAL PRECISA ACABAR 👺
Gasto de dinheiro público
Cultura que não considera atos no carnaval como traição
Prejuízo econômico com sujeira
Drogas
Gravidez de pai desconhecido
Gasto de dinheiro público
Cultura que não considera atos no carnaval como traição
Prejuízo econômico com sujeira
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Gravidez de pai desconhecido
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Data da postagem: 22/12/2025, 21:44

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Fernando_Silva
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Não consigo distinguir entre uma escola de samba e outra, entre um ano e outro. Todas parecem iguais, com as mesmas fantasias e o mesmo samba-enredo.
Aliás, samba-enredo é feito segundo uma receita de bolo para "funcionar" na avenida e de acordo com regras. Todos iguais, zero criatividade. Reciclagem de lixo.
Quando eu era adolescente, numa época sem Internet, o interesse eram as mulheres seminuas. Hoje em dia, além do que a Internet oferece, essas que desfilam são esquisitas, musculosas, bombadas.
Ah, e sem falar em que as escolas de samba são controladas por bandidos - que o povo chama de "patronos".
Aliás, samba-enredo é feito segundo uma receita de bolo para "funcionar" na avenida e de acordo com regras. Todos iguais, zero criatividade. Reciclagem de lixo.
Quando eu era adolescente, numa época sem Internet, o interesse eram as mulheres seminuas. Hoje em dia, além do que a Internet oferece, essas que desfilam são esquisitas, musculosas, bombadas.
Ah, e sem falar em que as escolas de samba são controladas por bandidos - que o povo chama de "patronos".
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Data da postagem: 23/12/2025, 09:01

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Huxley
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“Carnaval de Rua - O Inferno Urbano Que Ninguém Tem Coragem de Denunciar”:
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Data da postagem: 11/02/2026, 23:11

Apelido:
Fernando_Silva
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País:
Huxley
“Carnaval de Rua - O Inferno Urbano Que Ninguém Tem Coragem de Denunciar”:
Uma horda de bêbados fazendo muito barulho e deixando um rastro de sujeira, cheiro de mijo e depredação.
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Data da postagem: 12/02/2026, 09:15